sexta-feira, 13 de abril de 2012

Alimentação de bichos de estimação movimenta R$ 4 bi em 2011


Com o mercado de nutrição animal em expansão e a utilização de aditivos alimentares na produçãode animais, a indústria nacional de alimentos para animais de estimação (ou o chamado “pet food”) movimentou, em 2011, cerca de R$ 4 bilhões, o que possibilitou novos investimentos em tecnologia e novidades em matéria prima. Segundo as estimativas do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), os volumes comercializados em 2011 alcançaram crescimento de 4,2% em relação ao ano anterior. A queda do valor do milho e da soja, além do aumento da exportação da carne foram fortes colaboradores para o desenvolvimento do setor.

Outro ativo de extrema importância para a indústria de ração é a farinha de carne e ossos e farinha de vísceras produzida através da reciclagem animal. De acordo com o diretor da Feira Expo Pet Food – voltada para o setor -, Daniel Geraldes, esses subprodutos são muito ricos em proteínas e minerais, por isso é uma matéria prima importante, a serventia dos dejetos não se limita apenas a fabricação de ração, mas atende também setores de cosméticos, produtos de higiene e limpeza, biocombustíveis, entre outros.

Em julho do ano passado, estudo divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostrava que os paulistanos gastam mais com a alimentação dos animais de estimação do que com feijão para o próprio consumo (0,55%); e em setembro, dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação (Anfalpet) mostram que o setor movimentou R$ 11 bilhões em 2010 e cresceu tanto que, só na cidade de São Paulo, há mais de 4 mil pet shops, o mesmo número de padarias.

De acordo com a Anfalpet, o país todo já possui mais de um animal de estimação para cada dois habitantes (são 98 milhões de bichos).

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Araraquara analisa protocolo de atendimento a animais após morte de beagle

Três semanas após o cão Gabriel, 7 anos, ser eutanasiado no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Araraquara (273 km de São Paulo) porque tinha sarna, a cidade estuda meios de evitar que caso semelhante ocorra de novo e deve aprovar nos próximos dias um protocolo de atendimento animal.


Animais em canil do Centro de Controle de Zoonoses de Araraquara,
 que limitou a prática de eutanásia após polêmica 
Moisés Schini - 22.mar.2012/Tribuna Impressa

O Conselho Municipal de Defesa dos Animais vai analisar nesta quinta-feira (12) o documento, que contém diretrizes para integrar as ações da Polícia Ambiental, Guarda Municipal, CCZ e Secretaria do Meio Ambiente.
O documento foi feito por uma comissão formada por ONGs, prefeitura, vereadores e associação de veterinários e contém propostas como a de unificar os chamados que antes eram divididos entre vários serviços da prefeitura.

Assim, a proposta é que haja só um número de telefone para a população ligar quando tiver um cão bravo na rua, um animal atropelado ou briga de vizinhos envolvendo animais.

O número será de uma central na ouvidoria da Secretaria do Meio Ambiente e as chamadas serão direcionadas para o CCZ, Guarda Municipal e Polícia Ambiental, por exemplo, conforme o caso.

"Criar esse centro de triagem será uma inovação", disse José dos Reis Santos Filho, secretário do Meio Ambiente.

A proposta, no entanto, ainda pode receber alterações. Feiz Mattar, coordenador executivo da Vigilância em Saúde de Araraquara, disse que ter uma central vinculada à Secretaria do Meio Ambiente pode trazer problemas jurídicos caso haja sobreposição de responsabilidades, já que o CCZ, por exemplo, é vinculado à Secretaria da Saúde e a Guarda Municipal, à Secretaria da Segurança.

CANIL DE ACOLHIMENTO

Com a nova proposta de atendimento voltado à saúde animal --e não somente à humana-- Araraquara deverá ter ainda um outro canil, ligado à secretaria do Meio Ambiente, para receber os animais sadios e, depois, doá-los em parceria com as ONGs da cidade. Orçado em R$ 65 mil, terá 30 vagas e será modular. Com isso, pode ser aumentado, se necessário, disse Reis.

Se o parecer do conselho for favorável às diretrizes propostas no protocolo, o documento será levado ao prefeito Marcelo Barbieri (PMDB) que pode alterá-lo, instituí-lo por decreto ou enviar para votação na Câmara Municipal.
Fonte:
1.folha.uol.com.br/cotidiano/ribeiraopreto
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Organização que cuida de animais maltratados no Líbano corre risco de ficar sem sede

Helena Hesayne deixou a carreira de arquiteta 
para se dedicar à sua paixão, cuidar de animais maltratados 

A libanesa Helena Hesayne costumava trabalhar como arquiteta, mas desistiu de uma carreira promissora para se dedicar à sua paixão – cuidar de animais maltratados.

Não é uma ocupação popular no Líbano, um país que ainda luta para lidar com a lembrança de uma guerra civil. Desemprego, pobreza e estabilidade política são as grandes preocupação da sociedade.

Hesayne, 47, é vice-presidente de um abrigo para 250 animais abandonados e maltratados, na periferia de Beirute, capital do país árabe.

Entre os animais está Burni, um cão que sobreviveu após tentarem queimá-lo; Savana, que foi jogado da janela de um carro e atropelado por outro; e Corra, um lavrador que levou um tiro na cara. O abrigo já chegou a receber um filhote de leão, que vivia em um imóvel abandonado.

“Eu abandonei minha carreira para isso”
, conta Hesayne. “Eu só me preocupo com isso. Não há mais natureza no Líbano. Tudo é dinheiro. E os animais... eles me dão tudo.”

A organização dela, Beirut for the Ethical Treatment of Animals (Beta), já cuidou de 1.500 cachorros, gatos e outros animais desde que foi criada, em 2004.

“Começou com mulheres apaixonadas que alimentavam cães e gatos nas ruas. Elas se encontravam perto de um lixão e decidiram juntar forças”, disse a libanesa.

No entanto, a organização corre o risco de perder a sede temporária em um pequeno distrito próximo a Beirute, por causa das reclamações de vizinhos.

“Estamos sendo processadas. Eles nos querem fora daqui”, disse Hesayne. “Agora temos que encontrar outro local. Ninguém quer ter cachorros por perto.”

A ex-arquiteta e uma colega, Sevine Zahran, tentaram fazer lobby junto ao governo para incrementar as leis de proteção animal. O Líbano é um dos poucos países que não assinaram a Convenção de Washington (Cites, na sigla em inglês), que busca assegurar que o comércio de animais e plantas selvagens não ponha em risco a sobrevivência da espécie.

Zahran, voluntária do Beta, chegou a se reunir algumas vezes com autoridades locais, mas saiu dos encontros com a impressão de que eles tinham outras prioridades.

Para ela, “seres humanos são prioridade e animais também são prioridade. Estudos apontam que o abuso de animais está muito relacionado ao abuso de seres humanos”.

O Beta luta para que haja mais educação sobre o abuso de animais. “No Líbano, existem todos os tipos de abuso. O que testemunhamos no dia-a-dia é muito difícil de compartilhar. Eu tento educar, para aumentar a consciência das pessoas”, continua Zahran.

Além disso, a organização iniciou um programa pioneiro com a Oumnia, instituição voltada a crianças doentes e com deficiência, para introduzir cachorros em tratamentos de pacientes jovens. Cães do Beta são levados à sede do Oumnia na tentativa de estimular a independência e confiança das crianças.

Os resultados são estimulantes. Marie-Gabrielle Phares, vice-presidente do Oumnia, afirmou que “algumas crianças não falavam e, com os cachorros, conseguiram gesticular, falar com os outros e jogar. Foi fantástico. Acho que a terapia com cães é ótimo para as crianças”. (Com CNN)

Fonte:
noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias
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Cão talentoso é filmado se exercitando em argola de ginástica

Animal segurou a argola com a boca após ajuda de seu dono.
Publicado no dia 8 de abril, vídeo já recebeu mais de 125 mil acessos.

Um cão mostrou talento ao se exercitar em uma argola utilizada por praticantes de ginástica em uma praia. O animal segurou a argola com a boca após ajuda de seu dono. Publicado no YouTube no dia 8 de abril, o vídeo já recebeu mais de 125 mil acessos (assista).

Cão mostrou talento ao fazer movimentos acrobáticos em uma argola de ginástica. 
(Foto: Reprodução/YouTube)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Homem que abandonou sete cães em mala é denunciado por etiqueta

Mãe e ninhada estavam fechados ao lado de lixo na rua em Maumee, Ohio.
Passantes ouviram o barulho e soltaram os animais, que passam bem.

Um homem foi processado após abandonar seis filhotes de cachorro e a mãe da ninhada dentro de uma mala fechada em Maumee, no estado americano de Ohio.

Ele foi descoberto pela polícia porque esqueceu uma etiqueta de bagagem com seus contatos na mala.

Os cães haviam sido abandonados em frente a uma loja, próximo a uma lata de lixo, em 4 de abril.

As autoridades disseram que o acusado estava de mudança da cidade e, como não conseguiu vender os cães, resolveu abanadoná-los ali mesmo.

A mãe e seus filhotes swobre a mala em que foram abandonados. 
(Foto: AP)

Pedestres ouviram o barulhos dos cães e os tiraram de dentro da mochila, chamando depois as autoridades.

Os cinco filhotes de buldogue inglês e sua mãe foram recolhidos pela sociedade protetora dos animais da região de Toledo e passam bem.

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Mulher que agrediu cão com pau na Bahia desaparece

Há suspeita de que a agressora
já tenha agredido também crianças 

Uma moradora de um bairro de Salvador, que foi flagrada agredindo um cão com um cabo de vassoura, desapareceu depois que o vídeo da agressão foi publicado na internet.

A ação ocorreu na última sexta-feira (6) e foi gravada por vizinhos. Nas imagens, a mulher diz que tem vontade de matar o animal porque ele teria destruído as plantas dela. Segundo os vizinhos, essa não foi a primeira vez que a mulher bateu em seus cachorros.

A agressora é suspeita de já ter agredido também crianças. Ela está grávida e mora com o marido.

Após a divulgação do vídeo, a advogada da ONG (organização não governamental) Terra Verde Viva, Ana Rita Tavares, chamou a polícia e foi até a casa da agressora.

De acordo com Ana, a entidade vai entrar com uma representação para que a mulher responda criminalmente pela ação. A ONG também quer mover uma ação civil para que ela não possa mais ter animais de estimação.
Assista ao vídeo:

Fonte:
noticias.r7.com/cidades/noticias
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Dona deixa cachorro desesperado sem remédio para coceira e ele mastiga o próprio rabo

Um bull terrier desesperado mordeu e arrancou um pedaço de sua própria cauda depois de passar um mês com uma coceira insuportável. Sua dona, Shelley Blackwell, de 29 anos, o deixou sem remédio por semanas e o bichinho não viu outra solução, a não ser se morder.


Veterinários disseram que o cão de dois anos, batizado de Sambuca, passou vários dias em autoflagelo até ser encontrado por membros do centro de zoonose local.

Shelley foi, então, parar no tribunal e considerada culpada por causar sofrimento desnecessário em Sambuca. Ela terá de pagar multa, prestar serviços à comunidade e não poderá ter outro animal dentro do período de três anos.

Funcionários da RSPCA (associação que cuida dos animais no Reino Unido) disseram ter ficado chocados ao inspecionar a casa de Shelley em abril do ano passado, quando encontraram Sambuca ferido e sofrendo. Segundo os veterinários, o cachorro tinha arranhões e mordeu sua pele durante um mês, criando feridas.

Conforme informações do “Daily Mail”, o cachorro estava tão desesperado que mastigou e arrancou a pele da cauda para ter alívio, gerando uma ferida sangrenta, que estava aberta.

A dona do cachorro alegou que estava tratando-o sozinha em casa, sem ajuda especializada, aplicando produtos para pulgas que ela tinha comprado em uma loja de animais. No entanto, segundo a avaliação dos veterinários, por causa da tentativa de economia de cerca de R$ 100 o animal chegou ao estado em que foi encontrado.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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