terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Cidade de São Paulo tem cem mil animais sem lar

Saiba quais são as alternativas para diminuir esse alto número

É cada vez mais importante, nas grandes cidades do mundo, a ideia de que deve haver uma política pública de controle do número de animais de rua. Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que há um cão para cada cinco habitantes das cidades. Cerca de 10% deles, em estado de abandono.

Em São Paulo, estima-se que cem mil animais vivam sem um lar. Sacrificar esses bichinhos não é a melhor saída.

Para muitos veterinários, a alternativa mais indicada é esterilizar cães e gatos abandonados. Na capital paulista, o número de operações de castração de cachorros não chega a 4.000 por mês. É pouco, diante da população desses animais na cidade, em média três milhões.

Em média, há um cão ou gato para cada quatro paulistanos. Só 200 mil são castrados (Menos de 10% do total).

Uma fêmea sadia é capaz de parir 50 filhotes, durante um período de cinco a seis anos de vida fértil. O descontrole na reprodução aumenta a propagação de doenças e o risco de acidentes.

Além disso, a esterilização diminui a possibilidade da incidência de câncer e de outras doenças no aparelho reprodutivo.

Atualmente, a prefeitura paulistana disponibiliza apenas sete locais onde se pode fazer a castração gratuita de cães e gatos.


Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Cães conseguem entender as intenções de seus donos


O que muita gente já tinha notado no cãozinho de estimação agora foi comprovado cientificamente: cachorros conseguem perceber a intenção dos donos quando eles dão os comandos. De acordo com o estudo, cães são receptivos a comunicação humana de uma forma que foi atribuída, anteriormente, apenas aos bebês.

Assim como os bebês de seis meses, os cachorros são sensíveis a deixas – que incluem o contato verbal e visual – que sinalizam a intenção de comunicação. “Concluímos no estudo que cães devem compreender alguns aspectos da comunicação humana e parece que a comunicação ostensiva de humanos facilita atitudes receptivas no cachorro (da mesma forma que em bebês da fase pré-verbal)”, disse ao iG, József Topál, do Instituto de Pesquisas Psicológicas da Academia de Ciências da Hungria e um dos autores do estudo publicado no periódico Current Biology.

Topál acredita que esta habilidade dos cães explica porque muitas pessoas tratam seus bichos de estimação como se fossem bebês. “As pessoas intuitivamente reconhecem que há uma relação funcional entre alguns aspectos na habilidade de comunicação de cães e bebês”, disse.

O estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com bebês. Durante os testes, os cães assistiram a um vídeo de uma pessoa que se direcionou para um dos dois potes de plástico da cena enquanto um rastreador ocular capta a reação do cão. Num primeiro momento, a pessoa olhou diretamente para um dos potes, dizendo “oi, cão” com uma voz estridente. Depois, a pessoa fez o mesmo só que com entonação mais suave e sem contato visual. Os testes mostraram que os cachorros tendiam a olhar mais para o pote na primeira situação, quando a pessoa demonstrava a intenção de se comunicar.

De acordo com os pesquisadores, ainda não se sabe se os cães contam com caminhos semelhantes ao dos cérebro dos bebês para processar estas deixas. “Com o rastreamento ocular, tivemos uma primeira experiência sobre como a mente dos cães está trabalhando e processando os estímulos, levando em conta que a direção e o tempo do movimento do olho indica o interesse especial da mente”, disse. Topál pretende agora usar novas técnicas para poder aprofundar o processo mental dos cachorros

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/caes-conseguem-entender-as-intencoes-de-seus-donos/

Adotou um cachorrinho? Veterinária ensina a cuidar de filhote

Em visita ao Hoje em Dia, especialista em cães tirou as dúvidas dos apresentadores 

Quer ter um cachorrinho de estimação, mas não sabe qual poderia se adaptar melhor à sua casa e à sua rotina? A médica-veterinária Gisele Tobias Soares tem dicas importantes para ajudá-lo na escolha.

- Quando o cachorrinho chega em casa, precisa ter certos cuidados, definir qual vai ser o lugarzinho dele e ser muito paciente para ensiná-lo a fazer xix e coco. Não é de cara que os cachorrinhos aprendem a tudo isso.

A especialista visitou o estúdio do Hoje em Dia (Record), nesta segunda-feira (30) com filhotes de cachorro bem diferentes.

Em conversa com os apresentadores do programa, Gisele lembra que cãezinhos adoram controles remotos, pilhas, sapatos. Tudo o que for das pessoas que convivem com o animalzinho é considerado interessante – não apenas os brinquedos dele.

- Também é preciso atenção com escadas e outros locais que possam provocar acidentes.

Já Edu Guedes, que por muitos anos teve cães da raça boxer, conta que esse animal tem bastante energia para gastar.

- Ele pula bastante, brinca, corre. Mesmo quando é filhote, se movimenta bastante. Apesar de dormir muito nessa fase da vida.
Dormir muito enquanto se é filhote, aliás, não é problema, ensina Gisele.

- Tem gente que fica preocupada, mas é que eles gastam muita energia. Certos cachorros dormem quatro horas seguidas e, depois, a noite inteira. Como neném.

Outra preocupação comum a quem quer adotar um cachorro diz respeito aos latidos. É aí que os donos, segundo Gisele, precisam saber agir.

Espaço ideal

A veterinária explica que, em geral, cães de porte pequeno – como maltês, shih-tzu, chihuahua – não precisam de áreas muito grande para viver bem.

- É que eles não precisam praticar tanta atividade. Ficam muito bem em apartamento.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Nós temos um gato Preto em nossa casa.






O Dudu foi abandonado, nos o encontramos.
E tivemos muita sorte em poder adotá-lo, hoje ele tem um lar, 
esta completando oito meses.

Gato preto: sorte de quem tem!

Quem foi que disse que gato preto não pode trazer sorte? Conheça algumas crenças do bem sobre estes felinos de pelo brilhante e olhos amarelos

Antes de ler o restante deste texto, responda três perguntas rápidas.

Ao sair de casa todos os dias, você pisa primeiro com o pé direito em busca de um dia de sorte? Você usa meias do lado avesso esperando que isso lhe traga boas notícias? Dá três pulinhos e pede ajuda para São Longuinho quando não consegue encontrar algum objeto perdido?

Gato preto: sorte de quem tem
Crédito: Getty Images 

O brasileiro é doido por superstições, muitas vezes, pelas mais malucas. Em uma sexta-feira 13, então, surgem todos os tipos de crenças sem base para atormentar o imaginário das pessoas. Uma destas crendices é a de que gatos pretos trazem má sorte, um absurdo sem tamanho que, todos os anos, aterroriza bichanos, tutores de animais para adoção e donos de felinos, em razão do preconceito e da crueldade.
Pelos brilhantes, olhos desafiadoramente amarelos. Gatos pretos são lindos, não há como negar. Mas como surgiu esta história sem pé nem cabeça de que um animal tão lindo é capaz de trazer qualquer tipo de mau agouro para quem simplesmente cruza com ele na rua?
Na idade média, acreditava-se no mito de que os gatos eram bruxas que haviam tomado a forma de animais. Mas por que não a forma de um elefante, um pássaro, um grilo ou uma barata? Quem acredita nisso certamente tem a casa cheia de aranhas grilos e lagartixas, insetos que – segundo as superstições populares – trazem sorte, certo?

Crueldade
Bobagens à parte, quem sofre com a irracionalidade do ser humano são os felinos. Abandonados, sacrificados e maltratados, os gatos pretos são sempre os primeiros a serem abandonados e os últimos a serem adotados. Basta ir às feirinhas de adoção para comprovar: gaiolas e mais gaiolas cheias de filhotinhos pretos, loucos para terem um lar como qualquer siamês, persa e angorá.



Preconceito: todos os anos, gatos pretos são vítimas de crueldade
Crédito: Flickr / Creative Commons / Chriscom

Nas sextas-feiras 13, o quadro se inverte. “Bem intencionados” de toda natureza aparecem em busca de um gatinho preto, mas não necessariamente interessados em lhes dar amor e carinho. Estes filhotes, muitas vezes, são vítimas de atos cruéis e rituais estapafúrdios.
O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo já chegou até mesmo a proibir a adoção de gatos pretos nestas épocas, assim como no Halloween e na Semana Santa, tentando evitar que estes animais indefesos entrassem para as estatísticas dos crimes sem punição no Brasil.

Boa sorte, sim!
Existe também a onda contrária, das crenças do bem. E são tantas que nem é preciso pensar muito para se lembrar de algumas, olha só:
Lendas dizem que gatos podem predizer o tempo: quando vai ventar, eles arranham os tapetes; quando vai chover, eles limpam as orelhas.
Pessoas acreditam que os gatos são capazes ver as nossas auras.
Ouviu um gato espirrando? Sinal de bom presságio.
Charles I, Rei da Inglaterra era dono um gato preto que, segundo ele, lhe trazia boa sorte. O rei tinha horror só de pensar em perder o felino e, por isso, o mantinha sob vigilância 24 horas. Um dia após a morte do bichano, Charles I foi preso.
Gatos eram levados em navios de pescaria, pois eles traziam boa sorte na viagem.



Não importa a cor: adote, ame e cuide!
Crédito: Flickr / Creative Commons / Trdesignr

Independente do que se acredite, é sempre um privilégio ter um animal ou mesmo cruzar com um deles na rua. Viver ao lado de um gato, nem se fala. Eles são divertidos, fiéis, carinhosos e lindos, sejam com ou sem raça definida, brancos ou pretos.
Portanto, gatos pretos são sinal de sorte, sim! Principalmente, para quem tem o privilégio de conviver com um deles todos os dias!


Adote, ame e cuide.

Serviços:
Pense bem
Para adotar um animal, não basta querer. É preciso ter responsabilidade, recursos e um ambiente seguro. Pense bem e converse com sua família.

Onde adotar
Diversas ONGs atuam em todos os estados brasileiros e disponibilizam animais para adoção. Petshops e feirinhas periódicas também.

Vermifugação e castração
Os animais costumam vir castrados e vermifugados. A castração é um meio importante de evitar mais histórias tristes de abandono.

Apadrinhamento
Muitas ONGs oferecem a oportunidade de apadrinhar um animal. Ou seja, você ajuda com ração, remédios e tratamento, sem realizar a adoção propriamente dita. É uma solução para quem ama animais, quer contribuir com o bem-estar, mas não tem espaço ou tempo para ter um pet em casa.

Fonte:

petmag.uol.com.br/artigos
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Crise na Europa aumenta número cães abandonados em abrigos

Ashley, um dos cãezinhos que não foi vendido
 e acabou levado para um abrigo no País de Gales
Reprodução Daily Mail

O período de recessão pelo qual passa a economia europeia também está afetando os bichos. Segundo o jornal "Daily Mail", a crise fez aumentar o número de cães abandonados em abrigos após as festas de fim de ano.
Tudo porque os filhotes de cachorros que não conseguiram ser vendidos no Natal por causa da crise europeia foram abandonados pelos próprios donos.
Um único abrigo para cães no norte do País de Gales recolheu 16 filhotes nos cinco dias após o Natal, um recorde para a instituição.
"Acho que isso está ligado à recessão. As pessoas pensam que podem vender seus cães por £500 [R$ 1.370] cada um, mas se esquecem de que só vão receber esse valor por cães de raças pura", disse Nicky Owen, membro da organização North Clwyd, responsável pelo recolhimento dos animais.
Segundo Owen, os animais estão com boa saúde e são divertidos, e ele espera que eles possam ser adotados em breve.

Fonte:
noticias.uol.com.br/internacional
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Soldados voltam da guerra e são recebidos com amor por seus animais

Quando uma pessoa sai de casa para realizar uma longa viagem, não há como explicar para seu animal de estimação que ela vai ficar um bom tempo fora.

Após uma viagem curta, de poucos dias ou semanas, o retorno para casa é motivo de grande alegria para os bichos.

Agora imagine ficar mais de um ano fora. Será que a reação do animal é proporcional ao tempo em que o dono ficou longe?

O vídeo registra a chegada de soldados norte-americanos, que acabam de voltar de suas missões, a suas casas.

Cachorros miúdos, pequenos, médios e grandes fazem sua festa ao reencontrar seu dono. Mais de 200 mil pessoas já assitiram ao vídeo, que foi colocado no ar no dia 10 de novembro de 2011.




Fonte:
f5.folha.uol.com.br/humanos
Link:
http://f5.folha.uol.com.br/humanos/1040998-soldados-voltam-da-guerra-e-sao-recebidos-com-amor-por-seus-animais.shtml

Banho e tosa

Se seu cão mora dentro de casa, deve tomar banhos profissionais semanais.

Cada raça e pelagem devem ser cuidados com diferentes produtos de higiêne e limpeza. Procure saber quais produtos são utilizados no procedimento de banho.

Não é recomendável mudar o seu mascote de petshop o tempo inteiro! Ele pode se traumatizar com diferentes profissionais e adquirir algum tipo de alergia pela mudança brusca de produtos nele utilizados.

Caso você precise frequentar diferentes petshops, compre um kit de limpeza recomendado pelo seu médico veterinário e entregue-o sempre junto com seu mascote para ser utilizado pelo profissional de banho e tosa.

Nunca deixe seu bichinho de estimação esperando horas nos petshops. Eles ficam engaiolados, sem água e sem comida para evitar que sujem o pêlo! O ambiente é quente, úmido e cheio de pêlos! Seu animal pode ficar depressivo e doente.

Um banho dura em média de 30 a 60minutos. Agende sempre com antecedência para evitar encaixes de horário que o façam ter que ficar exposto a tudo isso semanalmente!!!


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/banho-e-tosa/

Gatos carecas mostram muito estilo em sessão de fotos fashion

Bichanos pelados exibem peças de roupa feitas por ex-maquiadora 

As roupinhas especialmente para gatos sphynx, 
conhecidos por terem pouquinho pelo, são vendidas para 32 países
Grosby Group

ex-maquiadora profissional Melanie Manson, da Califórnia, há 13 meses vende peças de roupa para gatinhos pelados (ou carecas) de 32 países.

Criadora dos modelitos especialmente desenvolvidos para bichanos exóticos da raça sphynx (conhecidos por seus pelos ralinhos), ela abandonou há 13 meses sua antiga profissão para se dedicar à nova carreira.

A inspiração para desenhar as roupinhas vêm de Smeagol and Zizzles, os dois felinos de Melanie, que, é lógico, são da raça sphynx.

Ela começou a criar roupinhas para a dupla após perceber que uma de suas amigas tinha medo dos gatinhos, tão exóticos.

A ideia acabou agradando aos bichanos, que sofriam com o frio do inverno californiano. E também a Melanie, que vende, atualmente, cada peça por cerca de R$ 50.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Raiva: prevenção é o melhor remédio

Vacinação anual de cães e gatos é indispensável 
para manter animais e humanos com a saúde em dia 

A vacinação contra raiva canina e felina 
é a principal atividade para prevenção de casos humanos
Crédito: Flickr 

Em alguns países desenvolvidos, a raiva humana está erradicada e a raiva nos animais domésticos está controlada via campanha de vacinação implementada no país. Mas a vigilância epidemiológica ainda é efetuada em função dos animais silvestres. Em nosso país, a raiva humana ainda faz vítimas. Mesmo no Estado de São Paulo existem regiões com epizootia (epidemia entre animais), devendo haver, principalmente por parte dos municípios, um melhor desempenho nas atividades de controle da raiva animal.

Estima-se que ocorram anualmente mais de 55 mil casos de raiva humana no mundo com a variante de cães. O Brasil reduziu enormemente o número de casos humanos transmitidos por cães e gatos devido às atividades de vigilância, controle e profilaxia humana adotadas.

A campanha de vacinação contra raiva canina e felina é a principal atividade para prevenção de casos humanos e o controle da doença no seu ciclo urbano. A campanha ainda permitiu a redução de casos humanos transmitidos por cães e gatos de 52 em 1990 para dois casos em 2009, estando próxima à sua eliminação. A meta de eliminação foi definida conjuntamente por todos os países das Américas em 2009 e sua relevância e viabilidade levaram em conta que a doença apresenta uma letalidade próxima de 100% e existem hoje as condições para eliminá-la.

Para se contrair a raiva, é necessário que o vírus esteja presente na saliva do animal infectado. Assim, ela irá penetrar no organismo, através da pele ou mucosas, por mordedura, arranhadura ou lambedura, mesmo não existindo necessariamente agressão.

Em nosso país, o principal animal que transmite a raiva ao homem é o cão. Há relatos de que o morcego hematófago (que se alimenta de sangue) é um importante transmissor da raiva, pois pode infectar bovinos, equinos e morcegos de outras espécies. Todos estes animais podem transmitir a raiva para o humano. Animais silvestres são os reservatórios naturais do vírus, ou seja, eles possuem o vírus em seu organismo e acabam contaminando animais domésticos.

Os sinais clínicos de um animal contaminado pelo vírus da raiva são evidentes. A classificação dos sinais divide-se em: quando a doença acomete animais carnívoros, com maior frequência eles se tornam agressivos (raiva furiosa) e, quando ocorre em animais herbívoros, sua manifestação é a de uma paralisia (raiva paralítica).

No geral, os sintomas que os animais infectados demonstram são: dificuldade para engolir o alimento, salivação abundante (sinal clássico), uma alteração brusca de comportamento e uma possível paralisia nas patas traseiras. Em caninos, o latido torna-se diferente do normal, similar um "uivo rouco", e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais, pois eles têm hábito noturno. Animais intoxicados por alguns tipos de venenos (como os inseticidas) ou muito estressados também podem salivar abundantemente, mas sem qualquer relação com a raiva. Da mesma forma, nem todo animal agressivo possui a raiva. Na maioria das vezes, a agressividade como único sintoma é um problema apenas comportamental (cães medrosos, dominantes ou traumatizados por apanhar). Os sinais clínicos nos humanos são bem parecidos com os que ocorrem em animais.

A raiva é uma doença incurável, portanto, deve haver um controle rigoroso da vacinação dos animais domésticos e do campo. A vacina é a única maneira de controlar a doença.

É importante salientar que, uma vez manifestados os sintomas de raiva no humano, o tratamento é ineficaz e levará a pessoa à morte. Em fevereiro de 2009 foi notificado o primeiro caso de cura da raiva em um paciente no Brasil. Embora essa tenha sido uma ótima notícia, foi um caso raríssimo e não pode ser considerado ainda um avanço. Por isso, o atendimento médico deve ser feito prontamente para avaliação dos riscos, pois a doença ainda é fatal em 100% dos casos confirmados da doença no homem.

As campanhas de vacinação são importantíssimas no controle da raiva. Mas se o animal já recebe a vacina antirrábica anualmente, em clínicas veterinárias, não é necessário revaciná-lo, desde que a vacina esteja em dia. Lembre-se sempre de vacinar seu animal anualmente com um médico veterinário habilitado!

Pequenos roedores como hamsters, camundongos, ratos, coelhos e outros, podem transmitir a doença, mas eles apresentam um risco baixo de transmissão. Não existe vacina para esses animais. Já os ferrets (furões) devem ser vacinados contra a raiva anualmente com a mesma vacina utilizada para cães e gatos.

De maneira geral, diante de um caso de mordedura ou arranhadura por qualquer animal não conhecido, a primeira providencia a ser tomada, e altamente eficaz, é lavar o ferimento com água e sabão ou detergente. Isso dificulta a penetração do vírus nos tecidos mais profundos, impedindo que ele atinja as terminações nervosas por onde se propaga e provoca a infecção viral.

Após isso, capturar o animal, se possível, e procurar um posto de saúde. O médico, com a ajuda do veterinário, irá avaliar o risco que o animal agressor apresenta e se é necessário fazer o tratamento antirrábico no paciente.

Apenas como curiosidade, no passado, convencionou-se chamar agosto como "o mês do cachorro louco", porque nessa época, ou seja, época de mudança de estação primavera/verão ocorriam os cios das cadelas, havendo assim maior aglomeração dos animais para o acasalamento, e consequentes motivos para agressões entre os cães e transmissão da raiva.

Para finalizar, vale ressaltar que independente de campanha de vacinação feita pelo Governo do seu estado, nunca deixe de vacinar seus animais contra a raiva com um médico veterinário. É a única maneira de manter seu pet prevenido contra esta afecção.

Atenção: as opiniões do artigo são de inteira responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a opinião do site PetMag.

Fonte:
petmag.uol.com.br/colunas
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sábado, 28 de janeiro de 2012

Conheça a cadela mais inteligente do mundo

Chaser, uma border collie de sete anos, consegue entender 1.022 palavras 

Chaser, uma cadela de sete anos da raça border collie, é conhecida como o animal mais inteligente de sua espécie. Ela mora no Estado da Carolina do Sul (EUA) com seu dono, o psicólogo John Pilley. E é capaz de entender o significado e mais de mil palavras.

Pilley faz pesquisa sobre aprendizagem dos cães e, desde muito novinha, Chaser passou a ajudar seu dono em seus estudos.

Durante essa aventura científica, o psicólogo fez Chaser superar o antigo detentor do título de cachorro mais inteligente do mundo.

A cadela consegue reconhecer e compreender 1.022 palavras, 400% a mais que o recordista anterior, o cão alemão Rico.

Também da raça border collie, Rico sabe o significado de mais de 200 palavras e é capaz de encontrar objetos que nunca viu (basta mostrar uma figura para que ele se ponha a procurá-lo). Graças à sua inteligência, se tornou um astro da TV alemã.

O fato de Chaser e Rico serem da mesma raça não é coincidência. Os border collies são cheios de energia e adoram brincar e receber carinho do dono. Para serem recompensados com essas coisas de que tanto gostam, são capazes até de aprender a se comunicar.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Cães viram animais selvagens em competição de estilo

Cachorros se transformam em tigres, zebras, pandas e dragões em concurso de tosa nos Estados Unidos e Inglaterra
Em um primeiro momento parece até um experimento louco da engenharia genética. Estes cães não vieram, no entanto, de um laboratório secreto, mas de um concurso de tosa e estilo realizado na Inglaterra.
Como parte do novo modismo, já popular nos Estados Unidos, os cães são tosados e tingidos pelos competidores, que transformam os cachorros nos mais diferentes animais, de dragões a galinhas, de piratas a jogadores de futebol americano.


Poodles viram zebra e tigre para concurso ao lado se Su Weaver
Crédito: DailyMail

“As pessoas olham duas vezes até entenderem o que eles são de verdade”, conta Su Weaver, de 36 anos, dona de um salão de tosa em Rushden, Northants. “Muitos acham a prática cruel, mas todas as nossas tinturas têm base vegetal, o que não faz mal aos animais.”


Willow e Floyd foram transformados em tigre e zebra por Su
Crédito: DailyMail

Su é professional em tosa há 10 anos, quando começo a se interessar pela criatividade envolvida no trabalho e despertar olhares de estranhamento de todos que passavam pelas ruas. “As pessoas não conseguiam entender como era possível ver um tigre e uma zebra tão perto. Só quando chegavam perto percebiam que se tratava de dois cães.”


Pessoas olham duas vezes até perceberem que os animais são, na verdade, cães
Crédito: DailyMail

“Trabalho com tosa desde que terminei os estudos, quando li um artigo sobre os concursos de estilo em cães. Uma foto mostrava um poodle parecendo um jogador de futebol americano. Era muito realista e pareceu fantástico”, conta Su. “Resolvi tentar e decidi pesquisar algumas técnicas de corte e tingimento.”


Cão ou tigre?
Crédito: DailyMail 

A primeira “cobaia” de Sue foi um poodle, cujo tem escolhido era Dia dos Namorados. O animal foi “decorado” com corações e tingido de vermelho.

“Os cães parecem não se importar em ficar parados, acho que até gostam. Eles adoram a atenção exclusiva durante a preparação. Nenhum deles nunca teve problemas de pele ou nos pelos. O tratamento deixa os pelos mais bem-cuidados e saudáveis”, explica Su.Ela desenvolveu outros personagens, como os temáticos para o Natal e também os dragões, que venceram o concurso Creative Stylist of the Year de 2010.


Toques finais para a competição
Crédito: WorldWideFeatures.com

A expectativa é de que a competição faça a modalidade tornar-se mais popular, já que em 1º de janeiro de 2012 a lei passou a ser mais flexível quando a viagens de animais entre a Inglaterra e os Estados Unidos.


Parece um urso, mas é um cachorro; design venceu concurso nos Estados Unidos
Crédito: DailyMail

Touchdown: poodle vencedor de concurso realizado nos Estados Unidos
Crédito: DailyMail

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Procura-se Nina, uma Akita que se perdeu.

EU NÃO A CONHEÇO , MAS SEI O QUE É PERDER UM CACHORRO
AJUDEM A DIVULGAR
ELA SE PERDEU PRÓXIMO A FACULDADE PUC

HUGO BILMAIA MEU telefone é O44-98045288....é um Akita atende como Nina
ELA TEM 6 MESES POR FAVOR ME AJUDEM.




Cão é fotografado tentando devorar 'bola de gelo' na China

Cena curiosa ocorreu no lago Houhai.
Imagem foi feita pelo fotógrafo Mark Ralston.

Um cão foi fotografado nesta sexta-feira (27) em Pequim, na China, tentando devorar uma "bola de gelo". A cena ocorreu no lago Houhai durante o feriado do Ano Novo Lunar.

Cão se diverte com 'bola de gelo' em lago em Pequim. 
(Foto: Mark Ralston/AFP)

Cena ocorreu no lago Houhai durante o feriado do Ano Novo Lunar.
 (Foto: Mark Ralston/AFP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro
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Artistas apoiam criação de Delegacia de Proteção Animal no ABC


São Caetano do Sul – Os protetores de animais do Grande ABC ganharam um apoio de peso na luta pela criação de uma Delegacia Regional de Proteção Animal na região, visto que, no último domingo alguns artistas que participaram da manifestação Crueldade Nunca Mais!, pelo fim da brutalidade contra os animais, assinaram uma petição para a criação do órgão. O evento aconteceu no vão livre do Museu de Artes de São Paulo (MASP), localizado na Avenida Paulista.

Entre os artistas que aderiram à causa estão a modelo, atriz e apresentadora Gianne Albertoni; o ator Marcelo Médici; a atriz e escritora Nicole Puzzi; e a atriz Marina de Sabrit. A jornalista Andrea Brock, assessora de imprensa do prefeito José Auricchio Júnior e coordenadora de programas de proteção animal junto à Administração de São Caetano do Sul, comemorou a adesão dos artistas.

“É ótimo ver tanta gente do bem lutando pela causa animal”, disse. Ela também elogiou o empenho da administração sancaetanense na defesa dos animais – a prefeitura cedeu ônibus para levar os manifestantes até o MASP e participa ativamente de diversas ações. A assessora especial de Coordenação da Ação Social da prefeitura, Regina Maura Zetone, reforçou este apoio. “Lutar pela causa animal é fantástico. Apoiar também é fundamental”, afirmou a assessora.

Além de Andrea Brock, participaram da manifestação os protetores de animais de São Caetano Reinaldo Peres, Valéria Bruxino, presidente da ONG Nipa Arca de Noé, Sergio Dea, presidente da APASCS, Sonia Denadai, Erika Mourão e mais 64 ativistas. Também marcaram presença no evento dezenas de defensores que moram nas cidades de Santo André e São Bernardo do Campo.

Segundo a defensora Andrea Brock, a implantação de uma Delegacia Regional de Proteção Animal no ABC contribuirá para registrar e dar andamento a ocorrências sobre crueldade contra animais domésticos ou domesticados, silvestres, nativos e exóticos, vítimas de abuso e maus-tratos e que estão feridos ou mutilados.

“Atualmente, se o cidadão necessita fazer uma queixa sobre maus-tratos em animais, ele procura uma delegacia comum, que já está sobrecarregada, e os casos ficam sem solução. E a Delegacia Regional de Proteção Animal viria para oferecer um atendimento eficaz a essa demanda”, explica.

A jornalista ainda ressalta que “a criação de uma delegacia com este caráter, de proteção ao crime contra os animais, corresponde aos anseios de uma grande parte da população”


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Projeto Pêlo Próximo abre seleção para novos cães terapeutas

O Projeto Pêlo Próximo – Solidariedade em 4 patas, que realiza um trabalho filantrópico de Pet Terapia em várias instituições do Rio de Janeiro, acaba de abrir a seleção anual para admissão de novos cães terapeutas. As inscrições ficam abertas até o próximo dia 21 de fevereiro.
Para participar da seleção o cão precisa ter acima de 1 ano, castrado, não apresentar agressividade, se dar bem com outros animais, além de idosos e crianças e estar com a carteira de vacinação em dia.

Os cães selecionados passarão por testes de avaliação com a coordenação e a adestradora do Projeto, onde serão realizadas simulações de visitas, teste de barulho, de medo e convivência.

Após essa etapa, os animais aprovados nos testes, passarão pela avaliação veterinária e seus proprietários deverão apresentar a carteira de vacinação em dia, exames de sangue, fezes, urina e uma atestado de saúde veterinário . Após todas essas etapas, os cães selecionados serão vermifugados e estarão aptos para se integrarem ao grupo para realizarem visitas nas instituições.

Para se inscrever seu animal, envie email para peloproximo@gmail.com . Após o recebimento do email, será encaminhada aos proprietários uma ficha de cadastro que deverá ser preenchida e encaminhada com uma foto. Os cães aprovados para seleção receberão um email , após o dia 21 de fevereiro, informando a data e o local dos testes.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Como Lidar com cães que fazem xixi na própria caminha.

Por Equipe Cão Cidadão

Este é um problema que, normalmente, deixa os proprietários decepcionados, já que eles se preocupam em oferecer maior conforto ao seu cãozinho e quando menos percebem, a caminha está toda molhada e cheirando a xixi!

E por que os cães têm este tipo de comportamento?
Há inúmeras causas que podem levar o cão a fazer xixi em locais inapropriados, mas antes de tentar detectar, devemos primeiro nos certificar que estamos seguindo todos os passos para um treinamento correto:

• O banheirinho deve ser um local de fácil acesso, porém reservado. O ideal é ter um “cantinho”: ao invés de colocar no meio da sala, deixá-lo na varanda, ou ao invés da cozinha a lavanderia;
• Ter alguns locais espalhados pela casa: os cães, por serem animais sociais, não gostam muito de se afastar das pessoas e do seu grupo, por isso é interessante oferecer mais de uma opção de banheiro;
• Posição da comida, água e cama: esses três itens devem ficar sempre no lado oposto ao do banheiro, portanto, procure não restringir seu cão em uma área muito pequena;
• Recompensa, reforço positivo: nunca deixe de recompensar o seu cão sempre que o vir fazendo as necessidades no local correto (mesmo que ele já tenha aprendido), pois ele se sentirá mais motivado a acertar mais vezes.

Caso todos esses passos tenham sido seguidos e mesmo assim o seu cão insiste em fazer xixi na própria cama, há uma grande chance de que ele esteja agindo dessa maneira para se refrescar. Isso mesmo, alguns cães sentem muito calor (ainda mais com essas caminhas fofinhas) e fazem o xixi para molhá-las e deixá-las mais frescas.

E como resolver?
É possível deixar o ambiente mais fresco com um ventilador e se possível, fazer o treino da caixa de transporte, pois dentro delas dificilmente os cães fazem suas necessidades. Outra tentativa é espalhar petiscos por toda a caminha, para mudar a associação do cão (como um esconderijo de petiscos).

De qualquer maneira, é importante solicitar a orientação de um profissional, para que seja possível analisar cada caso e oferecer uma solução mais apropriada.

É importante também fazer consultas regulares ao veterinário, pois alguns cães podem apresentar problemas como incontinência urinária, entre outros.

Texto: Tatiana Piancastelli (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido

Fonte:
noticias.r7
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Galinha ciumenta adota filhotes de cadela

Descubra onde aconteceu esse caso divertido do mundo animal

A cadela vira-lata Zaira, que deu cria seis filhotinhos, até tenta dar atenção à prole. Mas só consegue amamentá-los quando Amarela, uma galinha caipira bem ciumenta, se descuida.
O que acontece raramente – e por pouco tempo – no sítio onde todos vivem, na cidade de Guaraci (interior paulista).
Quando percebe que seus filhotes adotivos estão com a “outra” mãe, a galinha fica nervosa e avança sobre Zaira, que foge, com medo. Depois, Amarela vai buscar seus cachorrinhos, um a um.
Carinhosa, a galinha conquistou os cachorrinhos, que retribuem a atenção.
A adoção mista mudou até a rotina de Carlos Fernandes, caseiro do sítio, que precisa vigiar a nova família.
- A cachorra amamentou os filhotinhos por 15 dias, depois foi parando. Aí, nós percebemos que a galinha estava chocando, mas não havia ovo. Como estava choca, os cachorrinhos se aproximaram e, acredito eu, ela deve ter pego amor.
Já a dona da casa, Lourdes dos Santos, passou a preparar as refeições dos filhotes, para complementar a necessidade de leite.
Quem sai ganhando são os gatinhos, que aproveitam para tomar o leite preparado pela dona Lourdes.



Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Cachorro sobrevive depois de levar 11 facadas

Uma cadela do Texas, Estados Unidos, sobreviveu milagrosamente após ser esfaqueada 11 vezes por seu tutor, Larry Dollins Jr. O homem de 42 anos admitiu ter dado os golpes e tê-la deixado para morrer na lata de lixo.

Para a sorte de Taz, a cadela, uma vizinha presenciou todo o horror e chamou a polícia. O cachorro, de 1 ano e 2 meses, foi encaminhado às pressas para um hospital veterinário, onde sua vida foi salva.

Depois do ocorrido o homem foi preso, e o cachorro passa bem. De acordo com o jornal "Daily Mail", Taz se recupera e será colocada para adoção. "Ela é adorável", afirmou o veterinário.
Taz se recupera e será colodada para adoção
"Daily Mail"
Fonte:
pop.com.br/popnews/noticias/poptrash
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Manifestação na Paulista contra maus-tratos de animais reúne 5.000

Cerca de 5.000 manifestantes se reuniram neste domingo na av. Paulista (região central de São Paulo) para pedir punições mais severas contra quem comete crimes contra animais. O número é da Polícia Militar.

O ato, chamado "Crueldade Nunca Mais!", terminou por volta das 13h.

Os manifestantes se encontraram por volta das 10h em frente ao Masp, de onde saíram até a rua da Consolação. Depois, retornaram pela Paulista até chegarem ao Masp novamente.

O evento ocorre também em diversos municípios do país, além de cidades como Miami e Nova York, nos EUA.

Alguns participantes levaram seus cachorros para a manifestação --entretanto, segundo Fernanda Barros, uma das organizadoras, esse não era o foco do evento.

"Queremos mostrar que existe um público grande pedindo punições mais severas contra quem maltratar os animais", disse.



Protesto contra maus-tratos de animais reuniu cerca de 5 mil manifestantes
 neste domingo na av. Paulista
Moacyr Lopes Junior/Folhapress

Fonte:
 1.folha.uol.com.br/cotidiano
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Pulgas e carrapatos atacam mais durante o verão

O calor e a umidade do ar aumenta o ciclo de reprodução dos parasitas 

Eles estão por toda a parte, mas com a chegada do verão parasitas como pulgas e carrapatos se proliferam muito mais rápido no seu bichinho de estimação.

As temperaturas elevadas e a umidade do ar faz com que dez pulgas depositem mais de 15 mil ovos em um mesmo ambiente.

Ficar de olho nas mudanças de comportamento do seu animal é essencial nesta época do ano, ao primeiro sinal de coceira encaminhe o pet até um médico veterinário.

Em uma clínica consultada pela reportagem, de cada dez animais que dão entrada no estabelecimento durante o verão, três ou quatro estão com pulgas.

O controle é fácil, a higienização do bichinho e do lugar onde ele fica é a melhor forma de não ter problema.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Como resgatar um cão da rua?


O abandono de animais não é só um problema da esfera pública, mas de toda a sociedade.

 E você pode ajudar a minimizá-lo, 
se der a um bichinho uma nova chance.

Eles estão em todos os lugares: perto de lanchonetes – onde não raramente são enxotados -, pontos de ônibus, no meio de avenidas arriscando suas vidas, e parecem ser invisíveis para a maioria das pessoas.

São os cães de rua, vítimas do abandono, da guarda irresponsável, descartados como se fossem um móvel velho sem mais utilidade. De fato, é de cortar o coração de quem gosta de animais e convive com eles em seu lar.

e você se compadece com essa situação e tem vontade – e condições – de retirar um cachorro indefeso das ruas, saiba como proceder para que haja um final feliz.



Cães que sofreram maus-tratos estão sempre em estado de alerta
Crédito: Flickr /Creative Commons – Stella Dauer

Aproximação
Alguns animais estão sempre em estado de alerta; são maltratados, às vezes, até espancados, e por isso, não veem com bons olhos a aproximação de uma pessoa, mesmo que ela tenha boas intenções. Se achar que o cachorro não está com uma cara amistosa, vá com calma e não demonstre nervosismo; cães percebem facilmente o estado de uma pessoa.
Fique a uma certa distância do cão, agachado, para ficar no mesmo nível dele, e coloque alguma ração no chão. Espere que coma, e se aproxime aos poucos para oferecer mais comida. Quando achar que já tem alguma confiança do animal, deixe que ele coma na sua mão e, em seguida, faça um carinho no peito.
Assim, gradativamente, sem assustar o cachorro, mostre a guia para ele, deixe que a cheire, e só a coloque se tiver certeza de sua receptividade.

Veterinário

Antes de levar o bichinho para sua casa, vá ao veterinário para que ele possa avaliar o estado de saúde do animal, estimar sua idade, e principalmente, esterilizá-lo, vaciná-lo e vermifugá-lo. Essas medidas são importantes tanto para a saúde do cão como para a sua e a dos seus pets, pois muitas doenças são transmitidas para o homem e, claro para os outros animais.

Lar temporário
Não deixe o cachorro junto com os outros pets, isole-o num cômodo da casa, com água, comida e caixa sanitária até que ele esteja saudável, caso seja constatada alguma enfermidade. Também é possível hospedá-lo em pet shops e hoteizinhos, onde serão cobradas diárias.
Não leve a abrigos; eles estão sempre lotados e contam com poucos recursos. Se realmente quer ajudar um bichinho, esteja ciente de que ele vai consumir parte do seu tempo e orçamento.

Divulgação
Se não puder ter mais um bichinho na casa e decidir doá-lo, divulgue na internet. Uma boa opção são as redes sociais, como facebook e twitter. Há também vários sites de adoção em todo Brasil que colocam à disposição cães e gatos vítimas do abandono.
Não se esqueça de tirar uma foto do cão informar a idade estimada, sexo e raça.

Guarda responsável
É preciso muita cautela na hora de doar o bichinho. Muitos, na ânsia de se livrarem do animal e não ter mais despesas adicionais, simplesmente o “empurram” ao primeiro interessado que aparece, sem verificar as condições do futuro dono, onde mora, se todos os moradores estão de acordo com a adoção, se já possui outros animais etc.
Por isso, tenha certeza de que o cachorro será bem-acolhido: os da raça pit bull, por exemplo, são procurados por pessoas que promovem rinhas ou empresas que os utilizam como cão de guarda. Então, não se precipite. Entregue o cão somente no endereço do adotante e deixe claro que ele pode devolver o animal, caso não haja adaptação. Isso evitará um novo abandono.

Fonte:
petmag.uol.com.br/artigos
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Cães vítimas de enchentes em MG recebem doações de medicamentos

Vacinas, antipulgas e anti-inflamatórios foram entregues ao CCZ de Conselheiro Lafaiete para auxiliar no tratamento e combate de doenças dos animais vítimas das cheias em Minas Gerais.

Milhares de cães foram vitimados pelas enchentes que vem castigando o estado de Minas Gerais.
Para amparar parcela desses animais, foram doadas centenas de doses de anti-inflamatório, da vacina Recombitek e do antipulgas Frontline, da Merial, ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade de Conselheiro Lafaiete (MG). Outra doação foi feita à WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal, ONG parceria da empresa na campanha anual de vacinação contra a cinomose em cães.

Os produtos doados compõem, em conjunto, um completo programa sanitário para a prevenção e o combate das principais doenças que acometem os cães.

“Temos o compromisso com o bem-estar animal, seja no dia a dia, seja em ocasiões de desastres naturais como os que ocorreram em anos anteriores no Rio de Janeiro e em Santa Catarina”, disse o médico veterinário Leonardo Brandão, gerente de vacinas da Merial.

Somente neste início de ano, foram 137 cidades em estado de emergência por causa da chuva em Minas Gerais, segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil. Milhares de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas temporariamente e outras não poderão voltar aos imóveis danificados pelas enchentes. Segundo a Defesa Civil, o número de desalojados bateu os 46.970, enquanto o de desabrigados é de 3.145, um total de 50.115 pessoas fora de casa no estado.

A WSPA organizou um estudo das áreas que sofreram o maior impacto das chuvas nos animais de estimação. Durante uma semana, dois especialistas em desastres da Costa Rica estiveram 24 municípios mineiros, a fim de diagnosticar a real situação dos animais de pequeno e de grande porte da região.

Com o objetivo de atender 6 mil animais nos 10 municípios que tiveram maior número de animais domésticos afetados pelas inundações, a ONG então colocou em prática um plano de operação nas cidades de Guidoval, Além Paraíba, Dona Eusébia, Guiricema, Divinópolis, Congonhas, Mário Campos, Juatuba, Itabirito e Barbacena.

Em 2011, a WSPA teve papel importante no resgate e tratamento de milhares de animais vítimas das chuvas no Rio de Janeiro. No total, foram distribuídas 13 toneladas de ração em 5 municípios. Cerca de 3 mil animais foram beneficiados com alimento e atendimento básico, 230 cães e gatos vacinados contra doenças, e foram esterilizados mais de 120 animais que vivem em áreas de risco.


Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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A verdade sobre os testes em animais

A utilização de cobaias em experimentos, 
além de ser uma prática cruel, põe em risco a saúde do ser humano.

Gatos são obrigados a ingerir substâncias tóxicas,
 que podem causar convulsões e morte
Crédito: Flickr/CC - TakenByTina

Você acolhe um bichinho de estimação; um cãozinho, gatinho, coelhinho e até um ratinho. Eles são criados com muito amor e carinho, tem todo o conforto do mundo. Você é louco por ele e não consegue nem pensar em ficar sem sua companhia.

Agora, imagine seu animalzinho confinado, isolado, obrigado a ingerir produtos tóxicos até uma convulsão e morte.
É isso – e muito, muito mais - que acontece com milhões de animais nos laboratórios do mundo inteiro. Tudo em nome da ciência (ciência?)

Os testes em animais, além de serem extremamente cruéis, são dispensáveis para a fabricação segura de medicamentos, produtos de higiene, cosméticos e alimentos etc. Além de existirem métodos alternativos, os tais testes ainda põem em risco a saúde dos seres humanos.


são os animais mais usados nas pesquisas em virtude do baixo custo
Crédito: Flickr/CC - ressaure

Homem não é igual a rato, gato, coelho, cão ou até mesmo macaco
Todas as espécies têm significativas diferenças entre si; anatômicas, fisiológicas, metabólicas. Portanto, experimentos em espécies diferentes da humana não são parâmetros para avaliar ou constatar o que quer que seja.
Exemplos disso não faltam. A vacina contra a Poliomielite foi testada primeiramente em macacos e, quando foi posta no mercado, causou a paralisia em 16 crianças e matou 6. Somente quando o vírus foi cultivado em células humanas é que se obteve o resultado esperado, ou seja, uma vacina que efetivamente prevenia a enfermidade. O próprio Albert Sabin, responsável pelo desenvolvimento da vacina, admitiu o erro e afirmou que os testes em animais atrasaram em 10 anos sua descoberta.
É sabido que substâncias como a morfina, sedativo para os humanos, causa excitação em gatos; a aspirina é fatal para os felinos e provoca defeitos congênitos em cães.
E por aí vai. São inúmeras substâncias cuja resposta é completamente diferente entre os animais usados como cobaias e o homem.


Para impedirem ganidos e gemidos, pesquisadores retiram as cordas vocais dos cães.
Beagle é a raça mais usada por ser muito dócil
Crédito: Flickr/CC - pietroizzo

Os testes mais comuns

Embora os experimentos tenham o nome genérico de vivissecção, que significa cortar um animal vivo, ela denomina toda intervenção que vise à observação de um determinado fenômeno.
O teste de Irritação Ocular é comumente aplicado em coelhos, e consiste em imobilizar os animais pelo pescoço e aplicar uma substância em seus olhos – que devem permanecer abertos – e deixar que ela haja por 18 dias. Não há aplicação de anestesia. Os efeitos na córnea incluem úlceras, hemorragia e cegueira.
Na verificação da Sensibilidade Cutânea, o animal é depilado e raspado na área onde se coloca a substância que se pretende analisar. É comum observar-se edemas e úlceras.
O DL50 é a ingestão forçada de substâncias através de sonda gástrica, mas pode também ser feita por via subcutânea, intravenosa, retal ou vaginal. O teste só é considerado válido quando 50 por cento dos indivíduos morrem. Verificam-se convulsões, hemorragia, lesões pulmonares e hepáticas. Cães e gatos estão entre os animais usados.
É importante dizer que ¾ de todos os experimentos são feitos sem anestesia. Cachorros, em geral, da raça beagle, são as cobaias preferidas e, para impedir ganidos e gemidos, suas cordas vocais são retiradas.
Vale lembrar também que, entre os produtos testados, estão o álcool e o tabaco, apesar de já estar mais do que provado que eles são nocivos à saúde humana.

Algumas alternativas

Há muitos métodos que prescindem de cobaias, como a utilização de células humanas mantidas in vitro. Além de ser mais rápido e de custo mais baixo, tem uma precisão não encontrada nos testes com outras espécies.


Coelhos são imobilizados pelo pescoço e forçados a,
 sem anestesia, ficar por 18 dias com produtos nocivos aos olhos
Crédito: Flickr/CC – J.Gil

Interesses econômicos

O uso de animais beneficia toda a cadeia envolvida no processo: fornecedores de ração, gaiolas e guilhotinas – sim, guilhotinas, pois chega um momento em que a vida desses seres indefesos não tem mais utilidade – criadores de cobaias, e os próprios pesquisadores.

Faça sua parte

É impossível, para quem tem e gosta de bichos, fechar os olhos para essa realidade. Não se pode ficar indiferente aos gritos surdos dos cães, e à tortura em geral de gatos, ratos, coelhos, macacos etc.
E você pode fazer a diferença se evitar não consumir produtos testados em animais.
No site da PEA (Projeto Esperança Animal), você pode conferir uma lista com os produtos que não fazem uso de cobaias. E, se a marca de sua preferência ainda se utiliza da vivissecção, escreva um e-mail e diga que não aprova essa prática.
Lembre-se: poderia ser o seu bichinho de estimação.


Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ex-cães abandonados viram astros em exposição fotográfica em São Paulo

Doze animais que receberam um novo lar posam para o calendário Celebridade Vira-Lata 2012, exposto no Conjunto Nacional (SP)
Histórias de abandono com final feliz são o tema da exposição de Lionel Falcon, fotógrafo que comemora 50 anos de profissão e 15 anos de carreira no segmento pet.

Celebridade Vira-Lata é um calendário que mostra 12 ex-cães abandonados e suas histórias de uma vida sofrida, mas com um desfecho glorioso.

“É uma grande satisfação poder fotografar animais com histórias tão lindas de superação e amor e vê-las expostas em um espaço de prestígio como o Conjunto Nacional”, conta Lionel.

A mostra acontece até o dia 22 de janeiro, no Conjunto Nacional, em São Paulo.

Celebridade Vira-Lata: 12 ex-cães abandonados estrelam calendário
Crédito: Divulgação

Cachorrada vira celebridade em exposição fotográfica de Lionel Falcon
Crédito: Divulgação

Para os interessados, as 12 fotos exibidas da exposição integram a versão 2012 do calendário, que em sua terceira edição, ajuda a divulgar a causa que já atendeu mais de mil animais abandonados. O material pode ser adquirido pelo site www.celebridadeviralata.com.br e pontos de venda credenciados indicados na página.

Serviço:
Exposição Celebridade Vira-Lata
De 09 a 22 de janeiro, das 10h às 22h
Piso térreo do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, 2073

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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Cachorro morre após ser esquecido dentro de caixa por dona de pet shop

O cão Tony, da raça shih-tzu, 
morreu após ser esquecido dentro de uma caixa em Orlândia (SP) 
Marcelo Manso de Andrade/Arquivo pessoal 

Um cachorro da raça shih-tzu de 11 meses de idade morreu na última sexta-feira (20) após ser esquecido dentro de uma caixa por pelo menos quatro horas num pet shop de Orlândia (365 km de São Paulo).

Tony, como o cãozinho se chamava, foi levado ao pet shop para tomar banho e receber uma tosa. A sala onde a caixa com o animal preso ficou esquecida tem pouca ventilação e é muito quente, segundo a proprietária do pet shop, a veterinária Cíntia Caparelli Fonseca, 47. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil como possível prática de maus-tratos.

“Foi uma fatalidade. Em sete anos de profissão, nunca tive problema nenhum. Eu assumo a culpa e já ofereci outro filhote para os donos”, afirma Fonseca. A veterinária disse que já comprou outro cão da mesma raça, por R$ 600, com pedigree, para oferecer aos donos do shih-tzu.

Fonseca conta que era comum, nos últimos quatro meses, ela buscar Tony na casa dos donos, às sextas-feiras, por volta das 9h, para o animal ser banhado e tosado. O cão era devolvido por volta das 12h. Na última sexta-feira, uma funcionária do pet shop banhou, tosou e colocou Tony na caixa, imaginando que a dona do estabelecimento, a exemplo do que sempre fazia, fosse levar o cachorro às 12h para os donos.

Naquele dia, porém, a veterinária foi atender cães doentes em outras residências, no período da tarde, e esqueceu Tony no pet shop.

Às 16h, a estudante Maira de Andrade, 25, dona do cachorro, ligou à veterinária e reclamou que o cão ainda não tinha sido entregue. “Fui até a clínica e descobri que ele estava morto. Foi muito triste”, lamenta Fonseca.

“Isso não podia ter acontecido. Minha mãe e minha irmã eram muito apegadas ao cachorro”, afirma o consultor Marcelo Manso de Andrade, 29, irmão de Maira. Ele disse que a família não vai processar o estabelecimento e aceitará o filhote doado pela veterinária.