quinta-feira, 31 de maio de 2012

Fala a verdade, seu cachorro é obediente igualzinho né?

Sempre fui a favor do adestramento, além de você ter um cão mais obediente, pelo fato de ser adestrado ele acaba recebendo mais atenção, o que eles adoram.
Mas o que o cara do vídeo faz é tenso, controlar essa cachorrada toda não é pra qualquer um, esse é um adestrador com moral!


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução 


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/fala-a-verdade-seu-cachorro-e-obediente-igualzinho-ne/#.T8eDj7A18fU

Gatos podem ser socializados?

Por Equipe Cão Cidadão


Sociabilização é o processo em que os animais de estimação desenvolvem uma relação com outros animais, ensinando o indivíduo a conviver adequadamente em sociedade. Assim como os cães, os gatos também podem e devem ser sociabilizados!

O período mais receptivo em gatos é de duas a sete semanas de vida, e é durante essa fase que eles constroem ligações de forma mais rápida com indivíduos de sua própria espécie, de outras espécies, e com novos ambientes. Se, no final desse período, os filhotes não tiverem sido apresentados de maneira adequada a pessoas e outros animais, eles provavelmente se tornarão medrosos, defensivos e potencialmente agressivos quando expostos a algo novo.

Após essa idade os gatos ainda podem ser sociabilizados, porém o processo é mais lento e eles demoram mais para aceitar novidades. A manipulação precoce melhora as relações sociais e o desenvolvimento do sistema nervoso central. Filhotes que são manipulados levemente todos os dias ficam menos medrosos, e se aproximam com mais freqüência de pessoas e brinquedos diferentes.

Sociabilizar um animal requer tempo e paciência, mas é extremamente recompensador! Mesmo depois de adultos os gatos precisam estar sempre sendo apresentados a novos estímulos e pessoas.

Ao trazer seu gatinho para casa, dê a ele um tempo para se acostumar com a mudança. Eles respondem bem a experiências positivas, portanto, recompense sempre os bons comportamentos, como quando ele se aproximar de você.

Utilizar alimentos é a chave para uma boa sociabilização, servindo como incentivo para o gatinho interagir com você e com outras pessoas. Ele também pode ser alimentado na presença de outros animais e sons, para que sempre forme uma associação positiva com as novidades.

Aos poucos o acostume à manipulação, sempre de forma gradual e utilizando alguma comida que ele goste muito. Utilize também brinquedos para incentivá-lo a se sentir mais à vontade. Se ele começar a ficar agitado, termine a sessão. Aumente o tempo de manipulação conforme ele for se sentindo confortável. Lembre de pegar nas patas, rabo, boca, e outros locais não usuais para que, quando ele for ao veterinário, escovar os dentes ou cortar as unhas, já esteja acostumado.

Apresente-o também a barulhos diversos, como aspirador de pó, secador de cabelo, fogos de artifício, começando sempre com o som baixo.

Os gatos são predadores por natureza, por isso é muito importante que tenha à disposição vários brinquedos para “caçar”. Isso irá diminuir a chance de ele redirecionar um comportamento predatório (pegar seus pés ou pular em você).

Ao introduzir seu gato a estranhos, incentive-o a chegar perto da pessoa através de petiscos, não force a aproximação e tenha paciência. Procure apresentá-lo ao máximo possível de pessoas diferentes (pessoas idosas, crianças, homens com barba, pessoas de chapéu, etc.)

Se algum conhecido seu tiver um gato ou cão adulto e dócil, você pode deixar os dois juntos para brincarem, sempre com supervisão. Para aumentar ainda mais a segurança, comece com o seu gatinho dentro de uma caixa de transporte e só abra quando tiver certeza de que tanto ele quanto o outro animal estão tranquilos.

Lembre-se de não ter pressa, quem vai determinar o tempo é o seu gatinho. Avance no processo somente até o ponto em que ele se sinta confortável, nunca force a sociabilização.

Texto Thais Oliveira (adestradora da Cão Cidadão)
Revisão Alex Candido

Fonte:
noticias.r7
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Você sabia que o seu cachorro pode ter dermatite?

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

Muito comum em épocas de frio e chuva a dermatite entre os dedos aparecer em seu cão peludo!

Rapidamente ele vai começar a lamber e coçar.

Para evitar o aparecimento é recomendado passar entre os dedos produtos específico limpa patas ou banhos a seco!

Em casos mais graves se mantém a pata do bichinho com tosa ”pata de poodle”, assim fica arejado e fácil de manter a limpeza das patas em dia.

Sempre após os passeios desinfete e limpe as patas do seu animalzinho de estimação com os produtos indicados acima. Higiêne para você e toda sua família!

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Aprenda a fazer um arranhador para o seu gatinho!

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

Gato gosta de arranhar, é da sua natureza, então a alternativa para que o seu bichano não acabe com a mobília são os arranhadores, no mercado temos os mais variados modelos, mas se você gosta de trabalhos manuais, esse vídeo ensina a fazer um arranhador muito bacana, confira:


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO

O Corpo de Bombeiros resgatou um filhote de gato que havia ficado preso em uma peça de carro na cidade de Rio Verde (GO), na segunda-feira (28).

Segundo os bombeiros, o motorista do veículo verificou uma perda de potência e ao verificar o interior do motor encontrou o animal vivo, preso no tubo de ar.

O motorista removeu a peça e a levou até o 4º Batalhão Bombeiro Militar. O gato, então, foi retirado da peça. Assustado, ele foi encaminhado a uma clínica veterinária, e passa bem.

Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde

 Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde

 Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde

 Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde

 Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde


Bombeiros resgatam filhote de gato preso em peça de carro em GO 
Divulgação/Bombeiros de Rio Verde

Fonte:
1.folha.uol.com.br/cotidiano
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Assista ao encontro do cachorro Zeca com seu dono

O cachorro foi levado durante assalto na Aclimação e resgatado dia 28 


O cachorro Zeca, que ficou famoso na internet por ter sido levado em um assalto a um condomínio no bairro da Aclimação, Zona Sul de São Paulo, foi resgatado ontem, dia 28.

A campanha feita por seu dono, o personal trainer Cristiano Maffra na internet deixou Zeca famoso: mais de duas mil pessoas compartilharam a mensagem de Cristiano em busca de Zeca. O reencontro foi emocionante.

— Eu estava com um pouco de receio, de medo, por estar indo longe de casa buscar o Zeca, mas eu era um caminho que não havia mais volta. Foi um vazio que agora está sendo preenchido.

Cristiano passou os últimos seis dias em uma busca desenfreada pela internet para tentar reencontrar Zeca. O animal estava com algumas escoriações leves e com muita fome.

Gatinho tenta comer peixe mas se dá mal

Ao tentar saciar sua fome, gato acaba levando uma rabada na cara 

Sabe aquele ditado que diz que não se deve meter o nariz onde não é chamado?

 Um gatinho sofreu isso na pele.

Um belo dia, um gato e um peixe dividiam o mesmo quarto, quando o felino começou a ficar com fome e começou a bisbilhotar o aquário bem de pertinho.

No entanto, o peixe foi mais esperto e deu-lhe uma rabada na cara.

Não é que o gatinho saiu correndo com medo?

Veja a cena hilária no vídeo abaixo:

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Danilo Gentili já adotou mais de 10 pets, mas acha ridículo quem trata os bichos feito gente

Sempre polêmico, o humorista não tolera maus-tratos aos animais 
e luta pela causa

Danilo brinca com seu gato preferido 
e com o cachorrinho que ele apelidou de Professor Xavier, 
em homenagem ao mutante dos quadrinhos da série X-Men
Reprodução/Arquivo Pessoal Danilo Gentili

O humorista Danilo Gentili é um brincalhão. São poucos os assuntos que escapam das piadas afiadas do moço, mas se tem algo com que Danilo realmente se importa, são os animais.

O apresentador do talk show Agora é Tarde (Band) cuida atualmente de mais de 10 bichinhos, nem ele mesmo sabe o número exato. Com um coração enorme, que sempre tem lugar para mais um, o humorista leva para a casa qualquer animal que se encontre abandonado e precisando de cuidados.

— Todos os animais que tenho são vira-latas. Nenhum deles tem raça ou algo parecido. São todos animais que achamos na rua. Na verdade nem o nome deles eu sei. Minha mãe coloca nome em alguns. Mas a real é que pegamos na rua quando percebemos que estão abandonados ou em situação de risco e cuidamos. Nem sei a conta exata.

Danilo se orgulha de dizer que adotou todos os animais, afinal, ele é absolutamente contra o comércio de filhotes de pets. Mesmo cuidando e protegendo cães e gatos abandonados, ele não se intitula um “protetor de animais”.

— Não me considero um protetor de animais, não. Me considero alguém normal. Acho anormal quem maltrata. É muita crueldade. É quase tão cruel quanto viver de vender animais. Quem maltrata um animal para mim é uma péssima pessoa, da qual eu quero manter distância. Se o cara é covarde com um animal indefeso, imagina o que ele não faria comigo.

Com tantos resgates, Danilo já presenciou diversas histórias tristes, mas um delas o marcou para a vida toda.

— Meu gato preferido deve ser muito velho. Eu não faço ideia da idade dele. Eu só sei que quando a dona dele morreu, lá em Santo André, a filha da dona jogou o gato na rua e ele foi parar em casa. E nós gostamos um do outro. É o meu preferido! Mas tem também um cachorro, que achamos num canteiro da Avenida do Estado. Ele estava totalmente paralisado. Muito magro. Só mexia o pescoço. E em volta do seu corpo não tinha mais grama. Acho que ele se alimentou por semanas da grama que tinha em volta da sua cabeça. Ia morrer. Pegamos e cuidados. Ele recuperou os movimentos da pata da frente, mas das de trás, não. Hoje ele vive com uma cadeira de rodas.

O amor de Danilo pelo animais vem de família. Seus pais nunca negaram ajuda a um bicho necessitado e sempre se chocaram com maus-tratos aos seres indefesos.

Os mais de 10 animais não moram em São Paulo, na casa do humorista, e sim na casa dos pais dele, no ABC paulista.

— Eu nem trago animal pro meu apartamento porque seria egoísmo demais da minha parte. O espaço é pequeno e eu fico fora a maior parte do tempo, então ter um animal ali, trancafiado pra me agradar quando chego em casa, é muito cretino. Mas quando é o caso de eu encontrar algum que eu vejo que posso ajudar, levo pra casa da minha mãe que é grande, tem um ótimo quintal e onde serão bem cuidados.

Sobre a relação de Danilo com seus pets, o apresentador foi categórico: nada de tratar animal feito gente.

— Eu acho ridículo demais quem fica colocando roupa em cachorro... o cachorro deve odiar aquilo! Eu, se pudesse, só andaria pelado, e eles vem colocar roupa em cachorro? Olha, não trate seu animal como um ser humano e, pior, como a maioria trata, um ser humano retardado. Trate-o apenas como um animal, porque é isso que ele é, ok? A não ser que seu cachorro ou gato um dia se levante, comece a caminhar com duas patas e comente as notícias do dia com você, trate-o apenas como animal. Não é legal ser um humano, não envergonhe seu animal o tratando como tal.

Sempre polêmico, Danilo Gentili acredita que todos devem “pensar no animal como uma vida que sofre, sente, que não pediu para nascer e que está a todo o momento submisso e sujeito a raça dominante”. Seguindo este conselho simples, fica muito mais fácil conviver com os animais de modo civilizado, e sem exageros.

* Colaborou Ana Luísa Zainaghi, estagiária do R7

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Nós votamos?


terça-feira, 29 de maio de 2012

A importância da proteína na alimentação dos pets

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

A proteína é um dos ingredientes fundamentais para a nutrição dos pets. Presente em todas as células do organismo, a importância desse nutriente já está em seu próprio nome que vem do grego proteios, que significa “em primeiro lugar”. Não é para menos que a proteína acumula diversas funções, como a de renovar e constituir as estruturas dos órgãos internos (osso, pele e músculos), veicular e transportar determinadas moléculas, constituir os hormônios que regulam o funcionamento dos mais diversos órgãos do corpo e os anticorpos responsáveis pelo combate às doenças.

Todos os alimentos industrializados possuem esta substância, porém é exatamente a qualidade da proteína um dos fatores que diferencia as categorias de alimentos – econômicos, standard, premium e super premium. “Quando vamos analisar o perfil nutricional de um alimento, devemos ficar atentos à qualidade da proteína e não à quantidade, pois os números enganam”, explica o médico veterinário da Total Alimentos Wander Palomo.

Wander esclarece que muitos produtos do mercado exibem em seus rótulos o número de 22% de proteína em um alimento para cães adultos, mas muitas vezes a fonte dessa proteína pode ser, por exemplo, pena de galinha, que realmente possui esse valor, mas não pode ser digerida pelos animais – que não possuem a enzima necessária para sua absorção – ficando com uma digestibilidade em torno de 40%. “Isso significa que de 100% que o animal come, 40% ele absorve e 60% ele elimina em forma de fezes!”, alerta.

Subprodutos de miúdos de carne e farinha de ossos também são componentes que podem ajudar a aumentar a quantidade de proteína descrita na embalagem, mas possuem baixa digestibilidade. “Agora, se temos um produto para cães adultos com 18% de proteína, originada de carne fresca, galinha, ovelha e até mesmo peru, mas com uma digestibilidade de 88 a 92%, temos um aproveitamento muito melhor, eliminando uma quantidade muito pequena de fezes”, explica o veterinário.

Os proprietários de animais de estimação devem ficar atentos à relação de ingredientes descrita nas embalagens dos alimentos, geralmente no item “composição básica”. Wander explica que dificilmente as embalagens descrevem o nível de digestibilidade do produto, porém agora, com a criação do selo PIQ Pet – Programa Integrado de Qualidade Pet – o primeiro projeto que tem como objetivo a certificação voluntária das indústrias do setor, os proprietários terão maior facilidade em reconhecer os níveis de garantia do produto. “As empresas participantes devem seguir padrões nutricionais com níveis de digestibilidade mínimo e máximo para cada categoria de alimento, o que vai proporcionar um maior nivelamento e facilitar a escolha pelo consumidor”, explica o veterinário.

Para produtos premium para cães, por exemplo, os fabricantes são obrigados a ter uma digestibilidade de matéria seca maior ou igual a 75% e Proteína Bruta maior ou igual a 75%, extrato etéreo (gordura) maior ou igual a 85%, extrativo não nitrogenado (ENN) maior ou igual a 80%. Já para produtos super premium, deve-se ter uma digestibilidade de matéria seca acima de 80% e Proteína Bruta acima de 80%, extrato etéreo (gordura) maior ou igual a 90%, extrativo não nitrogenado (ENN) maior ou igual a 85%. “Para essas duas categorias – premium e super premium – o mais importante é o que chamamos de energia metabolizável in vivo, que nada mais é do que obter resultados de digestibilidade avaliados e comprovados frequentemente com os cães da Estação de Pesquisas da empresa”.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede

Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/a-importancia-da-proteina-na-alimentacao-dos-pets/#.T8UADrA18fU

Pensamento


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

“Quando se é capaz de lutar por animais, também se é capaz de lutar por crianças ou idosos. Não há bons ou maus combates, existe somente o horror ao sofrimento aplicado aos mais fracos, que não podem se defender”.
Brigitte Bardot

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Cachorro Zeca, levado por assaltantes, é resgatado em favela na ZL

O cãozinho foi encontrado em uma favela no bairro de Monte Kemmel

Zeca foi levado no último dia 22 em um assalto 
a um condomínio no bairro da Aclimação
Assessoria DEIC

A Polícia Civil resgatou Zeca, o cachorro da raça staffordshire que foi levado durante um assalto a um condomínio do bairro da Aclimação, na Zona Sul de São Paulo, no último dia 22.

O animal estava em uma favela do Monte Kemmel, na região Leste da capital paulistana e foi encontrado após a prisão de três envolvidos no assalto ao condomínio. No momento do resgate, os policiais civis avaliaram que o cão estava bem e até brincava com crianças.

O personal trainer Cristiano Maffra, proprietário de Zeca, fez uma forte campanha nas redes sociais Facebook e Twitter. Logo, por meio da informação de Cristiano, muitos usuários da rede social compartilharam e levaram adiante o desespero do dono.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Sem dono, cachorro corre 1700 km ao lado de ciclistas

O animal virou tema de um blog e
 vai ser adotado por um dos atletas.

O cachorro apelidade de Xiaosa não se cansou de correr ao lado dos ciclistas
BBC

Um cachorro sem dono completou um percurso de 1700 km na China, após acompanhar uma competição de ciclismo entre a província de Sichuan e o Tibete.

O cachorrinho se uniu aos ciclistas depois que um deles lhe ofereceu comida.

Foram 20 dias de corrida, que incluíam 12 montanhas.

As aventuras do cãozinho, batizado de 'Xiaosa', viraram tema de um blog, escrito pelo ciclista Xiao Yong, que conquistou 40 mil leitores.

Agora, Yong pretende adotar o cachorro-atleta.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Gato posa para foto no aniversário de 75 anos da ponte Golden Gate

Construção é um dos ícones de San Francisco, nos EUA.
Ponte de 2,7 km foi aberta ao tráfego em 27 de maio de 1937.

Nas comemorações do aniversário de 75 anos da ponte Golden Gate, em San Francisco, no estado da Califórnia (EUA), até um gato posou para foto diante da construção famosa. A ponte de 2,7 quilômetros foi aberta ao tráfego em 27 de maio de 1937.

Gato é fotografado diante da ponte Golden Gate. 
(Foto: Justin Sullivan/Getty Images/AFP )

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Marido insensível se divorcia só porque mulher tinha QUINHENTOS E CINQUENTA GATOS. Animal

Gato escaldado não tem medo de quem divorcia. 
Até essa foto genérica sabe. Já o cachorro do seu marido...
Toru Yamanaka/AFP 

Não dá pra entender os homens. Este de Israel, por exemplo, vivia com a casa cheia de gatinhas até semana passada, e o que ele fez? Pediu divórcio.

Tudo porque ela tinha apenas 550 felinos, o que é bem menos, digamos, que 553. Ou 557, se você for um cara razoável.

Em sua defesa à corte de Beersheba, o marido, aquele possessivo, disse que aquela situação lhe fez perder o sono e também a cama, já que os bichos não curtem dividir o leito com sua mulher e eles.

Além disso, ele também disse em seu pedido de divórcio que os bichanos bloqueavam seu acesso ao banheiro e à cozinha da casa, e roubavam sua comida quando ele cozinhava. Ou seja, um tipo de comportamento semelhante ao de certos parentes, quando visitam o Editor do UOL Tabloide.

Diante do juiz, o casal ainda tentou uma reconciliação, mas a mulher não abriu mão de ficar com os gatos.

Sendo assim, o casamento subiu no telhado.


Fonte:
noticias.uol.com.br/tabloide
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Primeiros-socorros – Medicamentos

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Red

Em caso de ingestão de qualquer tipo de medicamento, o dono deve levar o animal para veterinário o mais rápido possível, junto com a caixa do produto.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

1º Hospital público para cães e gatos no Brasil


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução pet rede

Uma notícia que eu sempre sonhei em contar para todos que amam os animais:
O bairro do Tatuapé(zona leste de São Paulo) contará com um hospital público para atendimento aos nossos queridos animais…

O projeto faz parte das ações da Coordenadoria Especial de Proteção a Animais Domésticos, criada nesta quarta-feira, 23, pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD).

O projeto, proposto pelo vereador Roberto Trípoli (PV), será formalizado na semana que vem, quando a Prefeitura assinará contrato com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo (Anclivepa-SP). A entidade será responsável pela gestão do hospital.

“É uma ação inédita no País. Vamos quebrar paradigmas e espero que isso se estenda a outras cidades”
, afirma o conselheiro da Anclivepa-SP, Wilson Grassi Júnior. Além de oferecer tratamento a animais de famílias carentes, o hospital servirá como escola para alunos de cursos de especialização veterinária ministrados pela associação.

As instalações ficarão em um prédio que pertence à Anclivepa-SP, onde a associação já tinha planos de criar um hospital. “A Prefeitura nos procurou para que uníssemos nossos projetos. Assim, poderemos potencializar nossas ações”, disse Júnior. Segundo ele, o hospital deve entrar em funcionamento 30 dias depois de assinado o contrato.

Para o presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca-Brasil), Marco Ciampi, a iniciativa tem uma importância social. “Foi dado um passo além na proteção aos animais. Teremos agora a possibilidade de oferecer tratamento veterinário para camadas da população que não teriam acesso de outras maneiras”, afirmou. O ativista acredita que o hospital poderá colaborar inclusive para que o número de animais abandonados na capital diminua. A Prefeitura calcula que a população total de cães e gatos em São Paulo seja de 3 milhões.

Zoonoses. Com a criação da Coordenadoria, o Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) não será mais o único local de atendimento, proteção e encaminhamento de animais. Marco Ciampi vê com bons olhos a perda de algumas funções do local. “As políticas de prevenção emanavam de um único centro, o que complicava a logística e centralizava a atuação. O CCZ ganha, pois deixa de ser um órgão que apaga incêndios.” Apesar disso, o ativista ressalta que o número de centros ainda é insuficiente. Segundo ele, o ideal seria ter 12 locais do tipo.

Parte do orçamento destinado à coordenadoria, de R$10 milhões, será usado para a construção de um Centro de Adoção de Animais na sede do CCZ, em Santana, zona norte. Segundo Grassi Júnior, a verba destinada ao hospital neste ano será suficiente para comprar equipamentos e garantir o funcionamento do hospital por um ano.

Na assinatura do termo de compromisso nesta quarta-feira, 23, o prefeito e o secretário municipal de Saúde, Januário Montone, afirmaram que a criação do hospital e do centro darão às políticas de proteção mais independência e agilidade.

Ressalto que Dr.Wilson Grassi, é um verdadeiro protetor, um verdadeiro veterinário que atende vários casos em sua clinica na zona leste. Quem quiser saber mais acesse o site dele:http://www.wilsonveterinario.com.br/

Aos políticos envolvidos, espero logo logo colocar a foto e todas novidades do Hospital que ajudará em muito as pessoas que amam seus animais em especial as pessoas mais carentes de recursos.



Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Cadela alerta dono e ajuda a capturar escorpião venenoso na Escócia

Caso ocorreu na cidade de Hamilton.
Escorpião foi levado para centro de animais.

Um escorpião venenoso foi encontrado na última quarta-feira (23) em Hamilton, na Escócia. Um morador avisou a Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA) depois que sua cadela chamada "Skye" descobrir o escorpião perto de sua casa.

O proprietário de "Skye" usou um recipiente de plástico para prender o escorpião venenoso até a chegada de um agente da SPCA. Após ser levada para um centro de animais, a criatura foi identificada como sendo um escorpião da Flórida.


Escorpião venenoso foi encontrado em Hamilton. 
(Foto: Divulgação/Scottish SPCA)


Cadela 'Skye' alertou proprietário sobre escorpião.
 (Foto: Divulgação/Scottish SPCA)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Tosa mais fácil e segura

Resfriador e Lubrificante de lâminas evitam agressão à pele do animal durante o corte do pêlo.

Uma tosa correta deixa o cão bonito e saudável. Porém, é preciso ter muito cuidado, pois durante a tosa o animal pode se machucar, sofrer queimaduras ou cortes, e até mesmo adquirir alguma alergia ou doença de pele.

Para facilitar a tosa e torná-la mais segura, a Pet Clean (www.petclean.ind.br), especializada em produtos de higiene e embelezamento animal, lançou no mercado o Resfriador e o Lubrificante de Lâminas, que auxiliam na manutenção e conservação da máquina tosadora.

A utilização do aparelho por períodos muito longos gera intenso calor, graças ao excesso de atrito nas lâminas. Assim, o animal pode acabar se queimando quando a máquina encosta-se à pele. O Resfriador evita que isso ocorra, pois ele diminui a temperatura do aparelho e o atrito das lâminas de maneira instantânea, sem alterar o corte do equipamento.

Além de não agredir a pele do animal e dar mais velocidade na tosa, o produto ainda diminui o risco de contaminação, pois quando a lâmina se resfria na água, o líquido está exposto ao ambiente, o que aumenta as chances de contágio.

Para complementar a manutenção e evitar o desgaste da máquina tosadora, o Lubrificante é outro aliado. O produto forma uma película protetora na lâmina, que reduz o atrito e protege contra a corrosão decorrente da oxidação, melhorando o desempenho e prolongando a vida útil do aparelho.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Leucemia Felina



A leucemia felina ou FeLV, como é abreviadamente conhecida, é causada por um grupo de vírus denominado retrovírus, mais especificamente da família Oncornavirinae que acomete os gatos, sendo transmitido principalmente pelo contágio. Para citar a importância desta enfermidade nos Estados Unidos, quando são excluídas as lesões traumáticas, as moléstias associadas à leucemia felina passam a ser a causa principal de mortes nos gatos de companhia.

O vírus da leucemia felina infecta as células sangüíneas do gato doméstico, provocando assim várias patologias, cada uma delas com características próprias segundo o tipo de células acometidas.

Vários são os sintomas que os gatos podem apresentar, dependendo do tipo de retrovírus em questão (existem vários subtipos de retrovírus causadores da leucemia felina), mas os principais sintomas que podem ser descritos são os seguintes:

- Os retrovírus freqüentemente são oncogênicos (promovem o aparecimento de tumores ou neoplasias), exibindo um padrão consistente de indução para leucemia e linfoma.

- Propiciam que os linfonodos submandibulares fiquem infartados (aumentados de tamanho), geralmente acompanhado de febre e inapetência.

- Causam imunossupressão ou queda de resistência no gato infectado provocando sintomas de rinite (inflamação da mucosa nasal), fraqueza, anemia e predisposição para infecções de agentes oportunistas.

- Provocam alterações na reprodução, causando infertilidade nos gatos e abortos nas fêmeas. Os gatinhos que chegam a nascer, geralmente acabam se infectando e morrem nas primeiras 2 semanas de vida, desidratados e hipotérmicos (com baixa temperatura corpórea).

- Causam poliartrites (inflamação de diversas articulações) de forma progressiva e crônica.

- Promovem lesões renais (glomerulonefrites).

- Causam graves lesões oculares.

O reservatório da leucemia felina na natureza normalmente é o gato assintomático (aqueles gatos que possuem o vírus, mas não manifestam a doença) com características de estar persistentemente virêmico (possui o vírus causador da leucemia circulante no organismo).

O contágio freqüentemente exige um contato prolongado e íntimo entre os gatos e se dá geralmente através da saliva infectada através dos recipientes de alimento e água contaminados, através dos cuidados que os gatos habitualmente têm de se lamberem e lamberem-se uns aos outros e também através das brigas comuns que ocorrem entre os animais na demarcação de território.

Uma vez desencadeada a enfermidade, ela é letal, portanto não existe um tratamento específico. O tratamento é apenas paliativo e só serve para retardar o desfecho fatal, por isso discute-se a validade de um tratamento para esta patologia. Inclusive, como agravante, os animais infectados ainda servem como reservatório do vírus, podendo contaminar outros gatos sadios que convivam com o gato infectado.

Atualmente existem testes diagnósticos específicos e modernos, os quais detectam a presença da leucemia felina de forma rápida e confiável. O mais comum é o teste de ELISA, o qual detecta com precisão até os gatos com fracas infecções. Entretanto existem aqueles gatos sadios que podem dar um teste de ELISA positivo para leucemia. Isso ocorre porque eles podem estar passando por uma infecção regressiva transitória. A diferenciação entre o gato portador imune e o animal com infecção transitória ou persistente precoce (início da doença) se concretiza pela repetição dos exames.

A leucemia felina e a imunodeficiência felina (FIV) são enfermidades que apresentam sintomas semelhantes e ambas causadas por retrovírus. A melhor maneira de determinar o estado retroviral do gato é testar as duas enfermidades. Um diagnóstico precoce é muito importante para que se tomem providências imediatas com o intuito de evitarmos a disseminação dessas doenças, pois em ambas não há cura.

A Policlínica Veterinária de Cotia dispõe de um kit de teste de ELISA para este tipo de diagnóstico precoce, em que seu gato pode ser testado tanto para leucemia felina como para imunodeficiência felina em apenas alguns minutos, durante uma consulta.

Como primeira medida preventiva recomenda-se que este teste de ELISA seja incluído no programa de profilaxia de rotina de todos os gatos sadios. Outra medida preventiva inclui a vacinação anual dos gatos com uma vacina muito eficaz para este fim, a vacina Quíntupla Felina, a qual protege os gatos contra panleucopenia felina , rinotraqueíte, calicivirose, clamidiose felina e leucemia felina. Convém salientar que para a imunodeficiência felina ainda não existe vacina.

A Policlínica Veterinária de Cotia tem à disposição vacinas eficazes para este fim, vacinas estas que devem ser aplicadas preventivamente nos gatos filhotes, a partir dos 60 dias de idade e em 2 doses repetidas mensalmente. Em gatos adultos, a vacina Quíntupla Felina é feita anualmente em apenas uma dose, sendo que a mesma pode ser aplicada no mesmo dia em que for feita a anti-rábica.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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O câncer na veterinária


Durante muitos anos o câncer foi tratado na veterinária como doença sem tratamento específico, muitos animais tiveram um único destino: a eutanásia. Ao contrário do que muita gente pensa, existe tratamento e até prevenção de certos tipos de câncer.

Frente ao avanço da medicina e a procura de muitos proprietários desejosos de manter a companhia de seus animais queridos por mais tempo e com qualidade de vida, vários protocolos de tratamento estão sendo propostos, embora de forma limitada se comparada com a medicina humana.

Cada paciente tem que ser cuidadosamente examinado para se determinar o estágio da doença. O sucesso de cada tratamento é dependente do tipo de câncer do qual o animal é acometido, do estágio em que se encontra e das condições clínicas em que se encontra o animal. Para se determinar tudo isso, vários exames são necessários, tornando muitas vezes o tratamento custoso.

O câncer é uma doença grave, de prognóstico muitas vezes reservado e que acomete animais jovens e predominantemente os idosos. Quando diagnosticado precocemente as possibilidades de tratamento são maiores. O tratamento exige participação total tanto do proprietário quanto do veterinário durante toda a vida do animal, pois é considerada uma doença sistêmica, a qual acomete o organismo como um todo e não somente a região onde o tumor se localiza, podendo inclusive apresentar recidivas mesmo durante o tratamento.

A gravidade da doença não depende apenas do tamanho da lesão, pois geralmente o câncer se manifesta como uma formação ou massa palpável, mas sim do tipo de célula neoplásica do qual esta massa é formada e também de sua localização. Logicamente quanto mais cedo é detectado e tratado maior é o sucesso terapêutico.

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Notícias sobre a alteração na lei de maus tratos aos animais

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede


O deputado Feliciano Filho está, neste momento, na Comissão de Juristas em Brasília, acompanhando a votação do anteprojeto do Código Penal., e está nos passando algumas notícias:

A lei 9605/98 foi TOTALMENTE encampada no anteprojeto o texto sugerido pelo desembargador Dr. José Muiños Piñeiro Filho é para que os atos de maus tratos contra animais saiam da transição penal, ou seja, passa de 3 meses a 1 ano de detenção (o que significava apenas pagamento de multa) para de 1 a 4 anos. Outra modificação é que antes a pena era de detenção, agora é de prisão.


“Infelizmente os juristas optaram por retirar do texto a expressão “ferir”, tendo ficado apenas “praticar ato de abuso e maus tratos”.
“Isso significa que todo o nosso esforço, defensores de animais, que nos unimos para e chamamos a atenção da população, que nos esforçamos pela contemplação de maiores penas para maus tratos a animais JÁ NO ANTEPROJETO, não foi em vão.

“A manifestação do dia 22 de janeiro que juntou mais de cem mil pessoas, no Brasil e no exterior, os documentos enviados pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, os documentos enviados pelo Ministério Público de São Paulo, o abaixo assinado no site Crueldade Nunca Mais, o Pedágio Nacional (do qual já recebemos cerca de 80 mil assinaturas físicas), a participação de representantes do movimento que protocolaram documentos nas Audiências Públicas de São Paulo, Aracaju, Rio de Janeiro e Porto Alegre, documentos e estudos enviados aos juristas, que relacionam a Crueldade Contra Animais X Crueldade Contra Humanos, nossa viagem a Brasília no dia 21 de Maio para levar as 160 mil assinaturas (parciais) solicitando maior punição para quem comete crimes de crueldade contra animais, agora a viagem do deputado Feliciano para acompanhar a votação. Todo este trabalho resultou positivamente.


“Mas não acaba aqui, continuaremos acompanhando por todo o tempo que durar a tramitação do projeto de lei, para garantir que as conquistas não sejam perdidas e tentarmos, ENTÃO, lutar por conquistas maiores junto aos parlamentares.”

Seu pet tem tendência para engordar?


Saiba agora quais as raças tem facilidade de ficarem obesas se o dono não tomar cuidado:
- Labrador
- Golden Retrivier
- Basset Hhounds
- Cocker spaniel
- Teckel
- Beagle e cães da família terrier
- Entre os gatos, as raças mais propensas a engordar são os persas e o gato comum.

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O gato esterilizado e o risco da obesidade


A esterilização dos gatos é uma prática muito comum. Ela permite evitar, além da reprodução, os incovenientes ligados ao comportamento sexual: as vocalizações na fêmea e a demarcação de território por meio de substâncias odoríferas no macho.

Os gatos castrados ficam mais calmos, saem menos de casa e vivem em média duas vezes mais do que os gatos não-castrados.

No entanto, tanto nos machos como nas fêmeas, a castração tem duas consequências: a necessidade energética básica diminui e o consumo voluntário aumenta 26% nos machos e 18% nas fêmeas.

O corolário é um aumento médio de peso de 26% nos gatos alimentados à vontade após a castração.

Este aumento de peso, que leva finalmente à instalação da obesidade comprovada, está diretamente relacionado com o teor de gordura do alimento. A obesidade tem muitas consequências prejudiciais para a saúde, uma vez que ela multiplica por quatro os riscos de aparecimento de diabetes, por três o de claudicação e por dois o de infecções cutâneas não alérgicas.

Em função do risco da obesidade e do aumento da esperança de vida nos gatos castrados, em longo prazo a castração apresenta outras consequências, tais como o aparecimento de cálculos urinários. Portanto, o ato cirúrgico de esterilização deve ser acompanhado por uma adaptação nutricional. O gato esterilizado deverá receber um alimento com um teor de gorduras limitado em cerca de 10% e uma quantidade de alimentos controlada, de modo a diminuir a ingestão, evitando o consumo exagerado.

Além do mais, a alimentação pode ser oferecida desde as semanas precedentes à esterilização, de modo a preparar o animal, evitando acrescentar o estresse da cirurgia ou de uma mudança de alimentação, que é, portanto, indispensável para diminuir o risco de obesidade.

Bom, o assunto é muito interessante e a nossa dica é sempre a mesma. Procure o médico veterinário para tirar todas as suas dúvidas.

Na próxima edição vamos falar mais sobre nossos amigos cães e gatos. Até lá.

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Um dos perfumes mais caros do mundo

Almíscar, perfume agradável, cheiroso…
É um dos perfumes mais caros do mundo pois depende do sofrimento de animais para ser produzido.



Este simpático animal, o almiscareiro (Moschus moschiferus), mamífero da família dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de uma glândula em seu ventre que secreta uma substância odorífera denominada almíscar.

Investigações da WSPA revelam mais uma crueldade, similar à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.

O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, sendo manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume, até que morra.

Atenção!
Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância sem saber da sua origem!

Faça a sua parte!
Não usem produtos que contenham almíscar natural!

São passos importantes como este que fazem a diferença na caminhada de uma sociedade que respeita o planeta e tudo o que faz parte dele.




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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cachorro, gato e ratinho são melhores amigos. Assista

A amizade improvável virou vídeo na internet e conquistou aos internautas

O cachorro carrega o gato, que leva o ratinho para passear. 
O trio virou atração em Santa Bárbara, na Califórnia (EUA)
Reprodução/videolog

Uma amizade muito improvável conquistou os moradores de Santa Bárbara, na Califórnia (EUA). Um cachorro, um gato e um rato são melhores amigos e caminham na rua com seu dono diariamente.

No passeio, o cachorro carrega o gato, que carrega e acaricia o rato. O pequeno roedor se aproveita da folga e vive espichado sobre o gato.

O fato inusitado virou atração e até rendeu uns trocados ao dono dos animais, que cobra até 20 dólares por fotos, passeios e carinhos nos bichos.

Assista ao vídeo em inglês


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Pitbull que passou 14 horas ao lado da namorada morta ainda não pode ser adotado

O momento ficou famoso na internet após uma fotos dos pets 
ser publicado no Facebook.


O cão da raça pitbull não está conseguindo lidar com a morte da companheira

Reprodução/Daily Mail

A foto que mostra um pitbull macho de luto ao lado do corpo de sua companheira emocionou o mundo todo ao ser publicada no Facebook. A imagem foi "compartilhada" mais de 2 mil vezes só neste último fim de semana.

A pitbull fêmea foi vítima de um atropelamento em Phoenix, nos Estados Unidos, na última sexta-feira (18).

Ao recusar-se a abandoná-la, o cão macho ficou ao lado da parceira durante 14 horas. Finalmente o Controle Animal removeu o corpo da fêmea do meio da rua e levou o cão para um abrigo.

O grande problema agora é que o bicho está tão deprimido com a morte da namorada que não pode ser adotado.

Rodrigo Silva, responsável pelo centro animal, disse que o pitbull continua muito retraído e triste, por isso não se sabe quando, ou até mesmo se, ele estará pronto para adoção.

Silva acredita que os cães pertenciam a alguém, mas até agora nenhuma pessoa apareceu para reclamá-lo. Sem um lar, o futuro do cachorro é incerto.

As informações são do jornal The Daily Mail.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Raposa é salva de tubulação graças à ajuda de cão na Escócia

Cão alertou dono ao latir próximo à tubulação.

Entidade de proteção aos animais resgatou a raposa.


Uma raposa foi encontrada presa dentro de uma tubulação em Edimburgo, na Escócia. O animal foi resgatado por agentes da Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (SPCA), na Escócia, graças à ajuda do cão "Rover".



Raposa foi encontrada presa dentro de uma tubulação em Edimburgo. 
(Foto: Divulgação/Scottish SPCA)

Segundo o site da SPCA, "Rover" descobriu a raposa entalada no tubo enquanto passeava com seu dono, Steven Miller, na última quinta-feira (17). O cão alertou Miller quando começou a latir próximo à tubulação e se recusou a continuar caminhando.

Ao inspecionar o local, Miller viu a raposa e avisou a SPCA escocesa. O agente de salvamento Grant Steph resgatou o animal e o levou para um centro em Clackmannanshire.



Raposa foi salva graças à ajuda do cão 'Rover'. 
(Foto: Divulgação/Scottish SPCA)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Você cuida do peso do seu pet?

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução

A obesidade é uma das doenças do mundo moderno que atinge cada vez mais os pets. A estimativa é de que 6% a 12% dos gatos do mundo estão obesos.

Entre os cães, esse número é ainda maior, 25% a 45% deles estão acima do peso. Os médicos veterinários consideram obeso um animal que está com peso igual ou superior a 20% do peso ideal, o que varia de pet para pet.

Animais acima do peso estão mais propensos a ter complicações cirúrgicas, problemas nas articulações, alterações cardiopulmonares e endócrinas, além de serem mais propensos a apresentar diabetes e doenças causadas por infecções.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Americana (SP) transforma monitor de computador velho em cama para gatos

Centro de Controle de Zoonoses de Americana 
transformou monitores de computador em casa para gatos
Divulgação / Prefeitura de Americana 

Funcionários envolvidos no Programa Municipal Bem-Estar Animal do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Americana (125 km de São Paulo) encontraram uma maneira sustentável de proporcionar bem-estar aos 80 gatos que vivem no local. A ideia de transformar monitores de computadores velhos em camas para os bichanos deu certo e foi reconhecida internacionalmente pela Sociedade Americana para Prevenção da Crueldade contra Animais (Aspca), localizada nos Estados Unidos.

Além do bem-estar dos felinos, o projeto foi motivado pela questão ambiental. Para Fernando Vicente Ferreira, coordenador do setor, a iniciativa reforça os cuidados com o meio ambiente, favorecendo a sociedade e os animais. “A reciclagem dos monitores diminui a quantidade de lixo eletrônico que ocupa muito espaço e pode ser perigoso se não tiver o destino correto. O interessante é que o processo de confecção é muito simples e pode ser feito por qualquer pessoa”, disse.

Após retirar toda a parte interna eletrônica do aparelho, a caixa tubular passa por uma reforma que leva apenas duas horas. Depois de receber cores e desenhos, são transformadas em camas para os bichanos. “Os tubos passaram por adequações e foram forrados com almofadas para garantir conforto e comodidade aos felinos. Quarenta monitores já foram reciclados pela equipe do CCZ”, informou Ferreira.

Segundo a veterinária Aneli Marques Neves, que idealizou o projeto, o prêmio, apesar de simbólico, é o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo programa. “Nossas ações têm sido voltadas para a busca da melhora do bem-estar dos animais que habitam no CCZ, mesmo que seja por meio de soluções alternativas e criativas que não demandem a aplicação de grandes recursos. São mudanças pequenas, mas capazes de melhorar a qualidade de vida deles”, disse.


Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias
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O problema dos latidos


Difícil encontrar quem já não tenha passado pelo incômodo dos latidos dos próprios cães ou mesmo dos cães dos vizinhos, gerando sempre aquelas reclamações, brigas e infindáveis situações desagradáveis. O cão que late muito, aquele latido crônico, aparentemente sem razão nenhuma é um transtorno, um aborrecimento que tira a paz e tranqüilidade de qualquer um.

Este tipo de latido não é saudável inclusive para o próprio cão, pois estes latidores contumazes prejudicam a si mesmos gerando um círculo vicioso terrível, ou seja, quanto mais late, mais ansioso fica, passa a latir mais e isso causa stress no animal, provocando alterações no sistema imunitário, queda de resistência e em casos mais graves até úlceras.

Por outro lado, analisando mais cuidadosamente o problema dos latidos, sabemos que todo comportamento tem uma causa e portanto, se a causa ou as causas da ansiedade do cão forem conhecidas e se possível eliminadas, este comportamento poderá ser modificado.

Entretanto, se tentarmos solucionar o problema dos latidos por ansiedade sem saber a causa, poderemos causar outro problema, ou seja, o cão até poderá reduzir os latidos, mas começará a ter outro hábito desagradável como cavar o jardim, roer móveis, etc.

Antes de mais nada vamos comentar algo sobre o latido para procurarmos identificar o tipo de latido, pois o latido envolve diferentes tipos de sons que representam várias mensagens passíveis de serem compreendidas. O cão muito jovem não pára de pedir socorro à mãe, geme por uma multidão de pretextos, quando está com frio, com fome, com dor, quando está só e até mesmo com vontade de evacuar. Por volta de uns 10 dias de idade, além de choramingar, protestar, já começa a vocalizar seus primeiros latidos.

Quanto mais cresce, mais utiliza a voz. O repertório de sons varia com a freqüência, duração, ritmo, volume e o latido que de rosnado, uivado e ganido, passa a ser fruto de sábias misturas de sons e todos eles com significado próprio. Como tudo na natureza, este concerto não é nenhum ato gratuito e ao contrário do que muita gente pode pensar, ele tem uma razão para existir.

Sempre o cão tem vários motivos para latir, para saudar o dono quando chega em casa, para convidá-lo para brincar, quando está contente, quando está com fome e sede, etc.. Quando um cão late à chegada de um estranho ou alguém rondando a casa, além de ser um sinal de advertência com o intuito de intimidar, o cão também está se esforçando para não ter medo e está procurando trazer outros cães ao seu lado, assim como fazia antigamente no estado selvagem.

Já o ato de uivar é um modo de expressão dos mais contagiosos. Quando um cão uiva ele está sendo localizado por outros cães que mesmo a centenas de metros de distância, passam a responder seus apelos e o diálogo não tem fim. No mundo canino quando um cão quer ser tranqüilizado e pedir socorro, é através do uivo que ele se declara.

Portanto os cães para se manterem saudáveis psicologicamente necessitam se manifestar e emitir sons. Já quando passam a latir em demasia, algo vai mal em sua vida. Sempre é bom lembrar que o cão não vive só de comida. Se ele está afastado do convívio familiar, isolado e amarrado no fundo do quintal, se está sendo provocado por estranhos no portão de casa, se está com medo, pedindo socorro, etc., poderá desenvolver comportamentos desagradáveis como o de latir em excesso. Depois quando este comportamento é aprendido o animal não pára mais de latir e geralmente bater e dar broncas não resolve mais o problema.

O cão é considerado um animal social e para ele é fundamental algum tipo de convívio e afeto. Os passeios e exercícios são muito importantes para aliviar o estress, assim como os brinquedos e ossinhos que são destruídos e aliviam a tensão. É preciso verificar também se o cão está sadio, pois se tiver com algum desconforto, é necessário procurar algum veterinário para receber a orientação adequada sobre tratamentos e cuidados básicos.

Hoje em dia existe formas de adestramento para ensinar o animal a latir menos e temos até coleiras anti-latidos. As técnicas de adestramento se baseiam em recompensas pelos comportamentos desejáveis e punição pelos indesejáveis. Por exemplo, se toda vez que o cão late, for levado um osso ou biscoito para acalmá-lo, estaremos justamente reforçando o problema. O melhor a fazer é ignorá-lo toda vez que ele latir. Se você fizer isso, ele estará fracassando e o fracasso sempre costuma ser uma ótima punição. Por outro lado, quando o cão não latir, deve receber carinho, atenção, biscoito, ou alguma coisa que o agrade. Com isso, rapidamente ele saberá com as repetições de punição e recompensa, o que o dono quer dele.

Outra técnica utilizada é a da punição despersonalizada: toda vez que ele latir, jogamos água ou algo que o assuste. Neste caso, para que a técnica funcione, é muito importante que o cão não veja o dono, para que não associe o castigo com a presença do dono, mas sim com os latidos. Isso tende a inibir a repetição do comportamento do cão porque será feita uma associação do latido com o acontecimento desagradável.

No caso das coleiras anti-latidos o cão também aprende a parar de latir em demasia. Esta coleira possui sensores que detectam o latido do cão. Quando o animal late, a coleira emite um pequeno choque, vibração, jato de citronela ou algo que cause desconforto e isso desencoraja rapidamente o animal a latir. Depois que o animal aprende, poderemos usar outra coleira enganando-o. Infelizmente, estas coleiras são importadas e raras no Brasil e além disso, o seu uso exige que todas as instruções e cuidados sejam seguidos para que o animal não seja prejudicado.

Existe atualmente uma cirurgia que está causando considerável polêmica nas entidades protetoras de animais e até entre os veterinários, a cordotomia, a qual desliga as cordas vocais tanto de cães como de gatos evitando assim latidos e miados excessivos e como resultado passarão a emitir latidos e miados sussurrados. Os veterinários adeptos da operação dizem adotar a cirurgia em situação extrema , já que é irreversível e que por ser uma intervenção cirúrgica rápida (uns 15 a 20 min), afirmam que o animal não sofre nada.

Nós da Policlínica Veterinária de Cotia acreditamos que a cordotomia é uma mutilação tanto física quanto psíquica, pois latir ou mesmo miar como já vimos anteriormente é de vital importância para os animais, pois é uma forma de comunicação dos cães e dos gatos e portanto não a fazemos e nem a recomendamos.

A posse de um animal sempre deve ser responsável e quando resolvermos ter um cão ou um gato, ou mesmo outro tipo de animal, deveremos já ter em mente as conseqüências que irão advir. Poderemos inclusive procurar um adestrador, ao invés de expormos o animal a uma medida tão anti-natural, pois não temos o direito de tirar essa importante manifestação existencial do animal. Que dono não ficará agradecido se seu cão, ou mesmo o cão do vizinho latir e evitar que sua casa seja invadida por estranhos ou algum outro mal aconteça? Na verdade, cabe a nós seres humanos e inteligentes que somos procurarmos entender a mensagem contida da linguagem dos animais e sabermos captar seu apelo.

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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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