quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Cadela adota gatinha e passa a ter leite para amamentá-la

Até filhote biológico da cachorrinha se deu bem com a adoção 

Kitinha, uma cadela vira-lata de oito anos, resolveu assumir o papel de mãe de Anusha, uma gatinha ainda filhote, na cidade de Porto Alegre (RS).

Com isso, começou a produzir leite para alimentar a nova “cria”.

O curioso é que Kitinha também tem um filhote biológico. No entanto, o cachorrinho tinha desmamado.

Com a adoção da bichana, o cãozinho voltou a mamar, dividindo o leite com a nova irmãzinha.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:

Como determinar a idade de seu cachorro?

Entenda como os veterinários identificam a idade de um animal adulto


Você acaba de adotar um cachorro adulto de um abrigo de animais. E para comprar a ração adequada para ele, bem como promover os cuidados adequados para o pet, é importante saber a idade dele. Diante desse impasse, como saber quantos anos tem o animal?

Em primeiro lugar é preciso entender que existem métodos para fazer essa identificação, mas não trata-se de uma ciência exata, mesmo entre os veterinários mais experientes. No entanto, existem alguns sinais físicos que ajudam a encontrar a idade aproximada do cachorro ou gato.

Dentes
Assim como os seres humanos, os filhotes também perdem seus dentes de leite e desenvolvem dentes de adultos. Até os seis meses, todos os dentes do filhote são substituídos pelos dentes permanentes. A partir de então, os veterinários analisam o desgaste do dente, bem como a quantidade de tártaro acumulado para determinar a idade do animal.
Até os dois anos, por exemplo, os molares dos cães tendem a ter uma quantidade amena de tártaro. Já a partir dos cinco anos o tártaro é mais evidente e afeta os dentes caninos também. Em cães mais idosos é comum que os dentes incisivos estejam desgastados ou já tenham caído. Vale lembrar que o método pode falhar dependendo da dieta alimentar e se ele tem os dentes escovados com frequência.
Olhos
A retina e o cristalino também dão sinais de desgaste com o avanço da idade. Animais a partir dos seis anos já apresentam pequenas linhas ao redor dos olhos, que apesar de não afetarem a visão, podem ser confundidas com a catarata.

Pelo
Muitos animais de pelo escuro desenvolvem ao redor do focinho umapelagem grisalha ou até mesmo branca quando com idade avançada. Mas como este processo pode demorar mais tempo para alguns do que para outros, além de não poder ser aplicada facilmente em animais de pelo branco, este não é um método muito indicado. Como estimar a idade de um cão adulto não é muito preciso, a maioria dos veterinários trabalha com uma estimativa que varia de dois a quatro anos.

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
Link:

Seu cachorro late como louco?

O primeiro passo para solucionar o problema é entender o porquê desta atitude

Confira alguns motivos

  • Para avisar que existe algo estranho ou perigoso por perto.
  • Para chamar a sua atenção ou pedir carinho e companhia.
  • Porque está entediado, com excesso de energia ou estressado e tenta se comunicar com outros cães da vizinhança.
  • Porque está assustado.
  • Porque aprendeu a latir com outros cachorros (que moram ou não na mesma casa), ou você mesmo o ensinou sem querer, atendendo, brincando, ou dando carinhos quando ele late.
  • Por condicionamento. Como, por exemplo, latir para o interfone já que sempre chega alguém depois.
  • Por excesso de estímulos, como quando o cachorro é provocado por pessoas e outros cães que passam pelo portão, ou pela visão de outros animais pela varanda de um apartamento.

  • Elimine a causa dos latidos
Se o seu cachorro late muito porque vê as pessoas pelo portão, coloque alguma barreira visual entre ele e a rua. O problema é o interfone? Peça para o porteiro ligar algumas vezes por dia sem que haja alguém para subir.

Nunca atenda o seu cão enquanto ele está latindo. Mesmo sendo difícil ignore-o até ele parar de latir.
Assim por diante, acabe com os motivos que induzem o cão a latir. Seja criativo.



Aprenda a usar o comando "quieto"
Comece a treinar o seu pet a parar de latir depois de dois ou três latidos. Quando ele estiver latindo dê o comando “quieto”. Segure suavemente o focinho dele se for preciso ou use um spray borrifador com água limpa.

Assim que ele se calar faça o maior carinho do mundo.

Crie uma rotina de exercícios
Cachorros precisam de rotina para evitar e aliviar estresse. Dependendo da raça, o exercício físico é imprescindível para que ele tenha oportunidade de gastar toda a energia acumulada durante o dia, além de manter o corpo em forma e saudável.

Fonte:
petmag.uol.com.br/artigos
Link:

Chuvas aumentam risco de leptospirose em pets

Fique de olho: doença infecciosa é transmitida pelo contato com a urina dos ratos
 e tem o índice de casos aumentados na época de enchentes e alagamentos

De acordo com o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani, o período de chuvas deve elevar o número de casos de leptospirose em pets. A bactéria leptospira interrogans é eliminada na urina dos animais doentes ou portadores e bastante sensível ao sol e ambiente seco, porém sobrevive em ambientes úmidos e sem sol. “A água das chuvas ajuda na disseminação da bactéria que, quando entra em contato com mucosa ou pele com ferimentos, passa a contaminar um novo indivíduo”, explica.


Chuvas aumentam risco de leptospirose em gatos e cachorros
Crédito: Flickr

Segundo a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo, no ano de 2011 a Covisa (Coordenação de Vigilância em Saúde) recebeu 1.714 notificações de casos de leptospirose, porém, 262 confirmados, e entre eles foram registrados 37 mortes. Apesar de não fazerem parte das estatísticas, os animais de companhia podem ser afetados pela doença. “Os roedores são reservatório da doença, ou seja, possuem a leptospira, mas não ficam doentes. Eles se alimentam de restos de comida, rações ou mesmo de fezes de animais e podem deixar sua urina nestes locais favorecendo a contaminação dos animais de companhia”, alerta Quinzani. O especialista diz ainda que o animal doente também passa a eliminar a bactéria pela urina. Assim, o contato com essa urina, água contaminada, utensílios contaminados ou sangue do animal doente pode transmitir a doença a humanos e a outros cães.

Os primeiros sintomas da doença são febre, depressão, perda do apetite, vômito, desidratação, mucosas congestas, icterícia, urina escura e dor renal ou muscular. Esses dois últimos podem ser notados nos animais através da mudança de comportamento. “Na evolução da doença, observa-se insuficiência renal, insuficiência hepática, hemorragias, lesões na pele e hematomas pelo corpo, úlceras na boca e língua e, em casos raros, necrose na ponta da língua. Ocasionalmente, observa-se aborto, meningite e a inflamação intra-ocular comprometendo total ou parcialmente a íris”, completa.

Ao notar estes sintomas em cães e gatos, mesmo que eles não tenham tido contato com água de alagamento ou enchentes, procure imediatamente um médico veterinário e isole outros animais da casa. “Se o animal realmente estiver doente e não receber o tratamento adequado certamente virá á óbito”, diz. “Em caso de confirmação da doença, a família deve também procurar orientação com um infectologista sobre os cuidados e exames necessários para as pessoas que tiveram contato com esse animal”.

Outra dica importante e alimentar o animal em horários determinados, não deixando a ração à vontade e retirando os restos depois que o animal terminar a refeição, pois os restos de alimento atraem os roedores. “Lavar o ambiente dos cães com cloro; evitar acúmulo de lixo e restos de comida que atraem os roedores; não permitir o acúmulo de água parada ou ambientes úmidos e fechar buracos entre telhas e rodapés também são atitudes que auxiliam no controle de roedores”, complementa.

Para Quinzani, as medidas preventivas são simples e incluem cuidados com a saúde, alimentação e com o ambiente em que o animal vive. A imunização anual ou semestral dos cães está no topo da lista de providências a serem tomadas. “O mercado disponibiliza várias opções de vacina que incluem a proteção contra a doença”, esclarece.


Fonte:
petmag.uol.com.br/artigos
Link:

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Cidade de São Paulo tem cem mil animais sem lar

Saiba quais são as alternativas para diminuir esse alto número

É cada vez mais importante, nas grandes cidades do mundo, a ideia de que deve haver uma política pública de controle do número de animais de rua. Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que há um cão para cada cinco habitantes das cidades. Cerca de 10% deles, em estado de abandono.

Em São Paulo, estima-se que cem mil animais vivam sem um lar. Sacrificar esses bichinhos não é a melhor saída.

Para muitos veterinários, a alternativa mais indicada é esterilizar cães e gatos abandonados. Na capital paulista, o número de operações de castração de cachorros não chega a 4.000 por mês. É pouco, diante da população desses animais na cidade, em média três milhões.

Em média, há um cão ou gato para cada quatro paulistanos. Só 200 mil são castrados (Menos de 10% do total).

Uma fêmea sadia é capaz de parir 50 filhotes, durante um período de cinco a seis anos de vida fértil. O descontrole na reprodução aumenta a propagação de doenças e o risco de acidentes.

Além disso, a esterilização diminui a possibilidade da incidência de câncer e de outras doenças no aparelho reprodutivo.

Atualmente, a prefeitura paulistana disponibiliza apenas sete locais onde se pode fazer a castração gratuita de cães e gatos.


Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:

Cães conseguem entender as intenções de seus donos


O que muita gente já tinha notado no cãozinho de estimação agora foi comprovado cientificamente: cachorros conseguem perceber a intenção dos donos quando eles dão os comandos. De acordo com o estudo, cães são receptivos a comunicação humana de uma forma que foi atribuída, anteriormente, apenas aos bebês.

Assim como os bebês de seis meses, os cachorros são sensíveis a deixas – que incluem o contato verbal e visual – que sinalizam a intenção de comunicação. “Concluímos no estudo que cães devem compreender alguns aspectos da comunicação humana e parece que a comunicação ostensiva de humanos facilita atitudes receptivas no cachorro (da mesma forma que em bebês da fase pré-verbal)”, disse ao iG, József Topál, do Instituto de Pesquisas Psicológicas da Academia de Ciências da Hungria e um dos autores do estudo publicado no periódico Current Biology.

Topál acredita que esta habilidade dos cães explica porque muitas pessoas tratam seus bichos de estimação como se fossem bebês. “As pessoas intuitivamente reconhecem que há uma relação funcional entre alguns aspectos na habilidade de comunicação de cães e bebês”, disse.

O estudo usou o mesmo método utilizado em pesquisas anteriores com bebês. Durante os testes, os cães assistiram a um vídeo de uma pessoa que se direcionou para um dos dois potes de plástico da cena enquanto um rastreador ocular capta a reação do cão. Num primeiro momento, a pessoa olhou diretamente para um dos potes, dizendo “oi, cão” com uma voz estridente. Depois, a pessoa fez o mesmo só que com entonação mais suave e sem contato visual. Os testes mostraram que os cachorros tendiam a olhar mais para o pote na primeira situação, quando a pessoa demonstrava a intenção de se comunicar.

De acordo com os pesquisadores, ainda não se sabe se os cães contam com caminhos semelhantes ao dos cérebro dos bebês para processar estas deixas. “Com o rastreamento ocular, tivemos uma primeira experiência sobre como a mente dos cães está trabalhando e processando os estímulos, levando em conta que a direção e o tempo do movimento do olho indica o interesse especial da mente”, disse. Topál pretende agora usar novas técnicas para poder aprofundar o processo mental dos cachorros

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/caes-conseguem-entender-as-intencoes-de-seus-donos/

Adotou um cachorrinho? Veterinária ensina a cuidar de filhote

Em visita ao Hoje em Dia, especialista em cães tirou as dúvidas dos apresentadores 

Quer ter um cachorrinho de estimação, mas não sabe qual poderia se adaptar melhor à sua casa e à sua rotina? A médica-veterinária Gisele Tobias Soares tem dicas importantes para ajudá-lo na escolha.

- Quando o cachorrinho chega em casa, precisa ter certos cuidados, definir qual vai ser o lugarzinho dele e ser muito paciente para ensiná-lo a fazer xix e coco. Não é de cara que os cachorrinhos aprendem a tudo isso.

A especialista visitou o estúdio do Hoje em Dia (Record), nesta segunda-feira (30) com filhotes de cachorro bem diferentes.

Em conversa com os apresentadores do programa, Gisele lembra que cãezinhos adoram controles remotos, pilhas, sapatos. Tudo o que for das pessoas que convivem com o animalzinho é considerado interessante – não apenas os brinquedos dele.

- Também é preciso atenção com escadas e outros locais que possam provocar acidentes.

Já Edu Guedes, que por muitos anos teve cães da raça boxer, conta que esse animal tem bastante energia para gastar.

- Ele pula bastante, brinca, corre. Mesmo quando é filhote, se movimenta bastante. Apesar de dormir muito nessa fase da vida.
Dormir muito enquanto se é filhote, aliás, não é problema, ensina Gisele.

- Tem gente que fica preocupada, mas é que eles gastam muita energia. Certos cachorros dormem quatro horas seguidas e, depois, a noite inteira. Como neném.

Outra preocupação comum a quem quer adotar um cachorro diz respeito aos latidos. É aí que os donos, segundo Gisele, precisam saber agir.

Espaço ideal

A veterinária explica que, em geral, cães de porte pequeno – como maltês, shih-tzu, chihuahua – não precisam de áreas muito grande para viver bem.

- É que eles não precisam praticar tanta atividade. Ficam muito bem em apartamento.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link: