quarta-feira, 13 de junho de 2012
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Cachorro protege homem, leva sete tiros e sobrevive no Ceará
Animal esperou 12 horas até ser levado a uma clínica veterinária.
Cachorro protegeu homem em casa invadida por quadrilha.
Um cachorro da raça pit-bull sobreviveu após levar sete tiros em uma casa na Praia da Tabuba, no Ceará e agora precisa ser adotado. Apelidado de Hulk, o animal estava na casa invadida por uma quadrilha que disparou e matou dois torcedores que participavam de uma festa de aniversário no dia 25 de maio último. “Só não mataram um outro rapaz porque ele [Hulk] o protegeu”, disse a vizinha que ajudou no resgate do cachorro e acompanha o cão, que está em uma clínica, mas não tem lugar definitivo para ficar.
Casada com um policial civil, a mulher conta que o marido foi escalado para trabalhar no caso no dia seguinte aos assassinatos, em 26 de maio. “Ele encontrou o cachorro ainda lá, todos achavam que estava morto. Ele [Hulk] ficou das 22h até 10h lá, sangrando”, contou a vizinha que trabalha voluntariamente com resgate de animais. Ela afirma que o marido tentou localizar o dono do animal, mas desistiu da busca ao descobrir que o animal seria “descartado”.
“Ele ouviu que o cachorro seria entregue ao churrasqueiro como parte do pagamento. Nós achamos que o dono não vai mais aparecer porque ele [cachorro] está com um policial. E soubemos que esse pessoal costuma criar esses animais para proteção, era descartável”, disse a vizinha que decidiu ajudar o animal. Hulk foi levado a um veterinário e, na segunda-feira (11), passou por uma cirurgia na pata esquerda. Ele teve de pôr pinos porque uma das balas atingiu o osso.
Cachorro "Hulk" se recupera de cirurgia
(Foto: Arquivo Pessoal)
Cachorro corre risco de perder pata esquerda
(Foto: Arquivo Pessoal)
O caso ocorreu em uma casa de veraneio na Praia da Tabuba, no município de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza. Dois jovens da Torcida Uniformizada do Fortaleza(TUF) foram mortos e um terceiro baleado em 25 de maio. Segundo informações do comandante do Batalhão de Policiamento de Turismo (BPtur), coronel Mendonça, 15 pessoas passavam o final de semana na casa em comemoração ao aniversário de um deles.
Por volta das 21h30, homens armados entraram no imóvel e dispararam vários tiros. Após o incidente, o policial civil que é casado com a voluntária procurou o homem sobrevivente que estava internado no Hospital Insituto Dr. José Frota (IJF) e descobriu que foi ele quem soltou o cachorro. "Ele [homem ferido] contou que só sobreviveu porque lembrou do cachorro e o soltou. O animal partiu para cima dos caras e eles fugiram, mas atiraram no cachorro", afirmou o casal. O crime ainda está sendo investigado.
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Que eles são bonitos e fofinhos não há dúvida… mas será que são felizes?
Certamente você já parou em frente a uma loja que vende animais e ficou ali, admirando-os, vendo como são bonitos, exclamando “aaai, que fofos!”. Todos já fizemos isso, ao menos quando crianças. Porém, de uns tempos para cá, o sentimento que me vem quando me deparo com animais colocados à venda é de tristeza. Resumindo: é deprimente! Animais privados de uma vida normal de acordo com as suas necessidades de idade e espécie. Privados de sol. Filhotes impedidos de correr e gastar energia. Pássaros amontoados uns sobre os outros, muitas vezes com as gaiolas sujas. Enfim: são coelhos, cachorros, gatos, pombos, galinhas e outras aves (exóticas ou não), uma enorme variedade de escolhas para o “freguês”.
Acho que, em vez de pararmos em frente a suas gaiolas, exclamarmos o quanto são bonitinhos e fofinhos, deveríamos fazer a seguinte pergunta: “será que estão felizes?”. A resposta parece óbvia… É difícil estarem felizes, sem poderem exercer seu comportamento natural e, como já foi citado, sem receberem sol adequadamente, sem fazerem exercício…
Outro absurdo são aqueles peixinhos que as crianças ganham “de brinde” em feiras de animais. A maioria sequer tem aquário em casa, vão criar onde, dentro de um copo? Os coitados dos peixes não devem durar nem dois dias. Isso sem falar nas compras impensadas, feitas por impulso. O cãozinho fofo e peludinho que é dado como “presente de Natal” e que alguns Natais depois já está atirado num canto, pois as crianças enjoaram de brincar com ele…
Comprar animais, por si só, apenas estimula um comércio que vê os bichos como máquinas de procriação, que, quando não são mais “úteis”, são descartados. Escutei em uma aula a expressão“vida útil de uma vaca”… E eu achava que quem tinha vida útil eram lâmpadas e pilhas… Lógico que também existem criadores sérios, mas a maioria se importa apenas com o lucro, isso não é segredo para ninguém.
Muitos animais poderiam escapar da morte nos CCZ’s (Centros de Controle de Zoonoses) se, ao invés de comprar um cachorro, você adotasse um. A espécie é a mesma, incrível, apesar de tantas diferenças em formas, cores e tamanhos. O amor que oferecem também é o mesmo e, além de tirar um bichinho das ruas, você estará evitando que outros, os de raça, sejam colocados para reproduzir e gerar “crias” como se fossem máquinas.
Então deixo aqui a sugestão: da próxima vez em que você passar por uma loja de animais, tente colocar-se no lugar deles. Imagine-se ali, preso 24 horas por dia, enxergando o movimento das pessoas e dos carros do outro lado da calçada, e sem poder sair. Uma “mercadoria” à espera de comprador. E, em vez de admirar sua beleza e fofura, pergunte-se: será que estão felizes?
Fonte: blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede
Outro absurdo são aqueles peixinhos que as crianças ganham “de brinde” em feiras de animais. A maioria sequer tem aquário em casa, vão criar onde, dentro de um copo? Os coitados dos peixes não devem durar nem dois dias. Isso sem falar nas compras impensadas, feitas por impulso. O cãozinho fofo e peludinho que é dado como “presente de Natal” e que alguns Natais depois já está atirado num canto, pois as crianças enjoaram de brincar com ele…
Comprar animais, por si só, apenas estimula um comércio que vê os bichos como máquinas de procriação, que, quando não são mais “úteis”, são descartados. Escutei em uma aula a expressão“vida útil de uma vaca”… E eu achava que quem tinha vida útil eram lâmpadas e pilhas… Lógico que também existem criadores sérios, mas a maioria se importa apenas com o lucro, isso não é segredo para ninguém.
Muitos animais poderiam escapar da morte nos CCZ’s (Centros de Controle de Zoonoses) se, ao invés de comprar um cachorro, você adotasse um. A espécie é a mesma, incrível, apesar de tantas diferenças em formas, cores e tamanhos. O amor que oferecem também é o mesmo e, além de tirar um bichinho das ruas, você estará evitando que outros, os de raça, sejam colocados para reproduzir e gerar “crias” como se fossem máquinas.
Então deixo aqui a sugestão: da próxima vez em que você passar por uma loja de animais, tente colocar-se no lugar deles. Imagine-se ali, preso 24 horas por dia, enxergando o movimento das pessoas e dos carros do outro lado da calçada, e sem poder sair. Uma “mercadoria” à espera de comprador. E, em vez de admirar sua beleza e fofura, pergunte-se: será que estão felizes?
Fonte: blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Donos de primeira viagem devem mudar hábitos ao adotar cão ou gato
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede
A decisão de levar um animal de estimação para casa vai além de se decidir sobre sexo, porte ou raça do novo mascote. Antes de recebê-lo em casa, é preciso tomar alguns cuidados e até mudar hábitos. O primeiro deles, orienta a veterinária Adriana Oliveira Reis, é livrar a casa de qualquer veneno “caseiro”, como os que combatem ratos, baratas ou formigas. O dono “de primeira viagem” também precisa verificar se as plantas ornamentais da casa são tóxicas ou não, pois elas podem matar.
“Filhotes são muito curiosos. Tudo para eles é novidade”, diz a veterinária Giuliana Tessari,da Pet Center Marginal. “Um filhote vê um fio elétrico e vai querer brincar. E muita gente costuma deixar o carregador de celular ligado direto na tomada, por exemplo. É um risco. Já se o novo animal for um adulto, ele vai ver o fio e provavelmente não vai ligar tanto”, completa Giuliana, que sugere ainda colocar rede de proteção nas janelas, principalmente no caso de gatos.
Depois de preparar a casa para a chegada do novo morador, é hora de montar o enxoval, seja para filhote ou adulto. Ração adequada, vasilhas e uma caminha para dormir estão entre os itens essenciais. Para a gerente de marketing Suemi Fucato, de 43 anos, este foi um dos preparativos mais divertidos e mais caros também.
“Logo que adotei, comprei tigelinhas, ração, caminha e mantinha. Gastei acho que uns R$ 250 de uma vez”, relembra a dona dos gatos Ozzy e Greta, que não têm raça definida mas ganharam, há cerca de um ano, um lar e dona dedicada.
Nos preparativos para adoção, Suemi também começou a ler livros e blogs sobre gatos. “Eu queria estar preparada e saber o tamanho da ‘encrenca’ que me esperava”, conta, aos risos. Foi graças a essa busca por informação que ela se livrou da planta ornamental que tinha em casa. “Não sei se era venenosa ou não, mas não quis arriscar.”
Primeiras noites
Quem leva um filhotinho de cachorro para casa precisa se preparar para o choro das primeiras noites de casa nova. A veterinária Giuliana sugere pegar uma camisa usada pelo dono e colocar na caminha dele para que o filhote não se sinta tão só. “Não tem jeito, na primeira noite ele vai chorar mesmo porque estava acostumado à companhia dos irmãos ou da mãe. Já gatos não têm esse problema”.
Para tornar a noite mais confortável, Giuliana também sugere encher uma garrafa plástica com água morna e colocá-la dentro da camisa. “Só precisa ter cuidado com a temperatura, que deve ser de, mais ou menos, 38º C. A água não pode estar muito quente”, alerta.
Por mais que o primeiro impulso seja ir para perto do filhote logo que ele começar a choramingar ou levá-lo para dormir na cama com o dono, a veterinária Giuliana orienta que isso só deve ser feito se for se tornar uma rotina.
Saúde
Receber o bichinho com comida, água e carinho não é essencial, mas não é suficiente, de acordo com a veterinária Adriana Oliveira Reis. Cuidar da saúde do cão ou do gato é imprescindível para garantir o bem-estar. Entre as orientações da profissional está uma visita ao veterinário para os primeiros cuidados médicos, como vermifugação e vacinas.
“O animal precisa ter o acompanhamento do veterinário porque as vacinas não são dadas de uma vez”, esclarece Adriana, que ainda sugere a castração. “Cachorros e gatos vivem por muitos anos, e é preciso cuidar do bem-estar deles durante toda a vida.”
Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Precisamos de um Lar!! Venha adotar um amiguinho.
http://www.facebook.com/pages/Protetores-Independentes-de-Maring%C3%A1/344006495643714
Fonte:
Protetores Independentes de Maringá
Protetores Independentes de Maringá
Fonte:
Protetores Independentes de Maringá
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