terça-feira, 20 de março de 2012

Ovo de Páscoa bom pra cachorro


Crédito Imagem: Pet Rede

Quem disse que só os humanos podem saborear o velho e bom ovo de Páscoa? Com o desenvolvimento dos petiscos pets, os cães também têm vez nesta comemoração. Existe no mercado, nos pet shops e casas especializadas em produtos veterinários, o ovo de Páscoa para cachorro. Isso mesmo, os animaizinhos podem degustar um delicioso chocolate feito especialmente para eles e que, por isso, não agride seu organismo.

É o que explica a veterinária Laís Ferreira. “É um ‘chocolate’ feito com soja, amido, gordura hidrogenada e aromatizante. Não tem açúcar e nem cacau, os quais são prejudiciais para os cães”, detalha.

De acordo com Laís, no cacau existe uma substância extremamente prejudicial aos caninos, cuja absorção pode desencadear, inclusive, a morte do animal. Denominada teobromina, ela tem efeitos semelhantes à cafeína, podendo gerar comprometimentos cardíacos. “A ingestão de chocolate comum pode provocar intoxicação nos cães. Começa com vômito e diarréia e vai até hiperatividade, convulsões e problemas cardíacos”, conta a veterinária, completando que “o pior é que não há um antídoto específico. A gente faz a lavagem estomacal do animal”, expõe.

Os cachorros demoram 17 horas para absorver a teodromina, o que pode agravar a situação, uma vez que os sintomas vão aparecendo gradualmente. E a substância é altamente tóxica para estes animais, tanto que 100 ml por quilo do cão pode ser suficiente para matá-lo. O Chocolate meio amargo é o tipo que possui maior concentração de teodromina.

Para evitar a intoxicação canina, a orientação da veterinária Laís Ferreira é não dar chocolate para os bichos. Segundo ela há uma variedade de produtos com o chocolate apropriado para os cachorros. São ovinhos, biscoitos, ossinhos e moedinhas de chocolate que não vão fazer mal e ainda propiciam uma brincadeira divertida e saudável.

“Dá pra brincar com os cães escondendo estes petiscos no jardim, por exemplo. A gente os prende pela coleira, esconde os ovinhos, por exemplo, e depois os libera. Como eles têm um olfato muito apurado consegue achar com facilidade e aí é aquela festa”, sugere a veterinária. Ela ainda orienta a não dar estes chocolates em grande quantidade para os animais, uma vez que são bem gordurosos. E quanto aos ovos de Páscoa, caixas de bombons e chocolates em geral dos humanos é indicado deixá-los bem longe do alcance das patinhas dos amiguinhos caninos.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br
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Mitos sobre a educação do pet

cao lendo Mitos sobre a educação do pet 
Crédito Imagem: Pet Rede

Você sabia que algumas atitudes – que provavelmente você acha normal – podem prejudicar a saúde do seu bichinho? Confira abaixo o que, definitivamente, você não deve fazer.

Justificar a ausência e prometer voltar
Quando você explica que vai sair, o cão acaba sofrendo de ansiedade de separação, podendo parar até de comer. Isso acontece porque ele percebe a preocupação e angústia do dono nos gestos. Então, já sabe. Vá e venha, mas sem se sentir culpado.

Mimá-lo para evitar a agressividade
Assim como nós, os cachorros precisam de limites. Se realizamos todas as suas vontades, eles se tornam menos preparados para lidar com frustrações. Também é importante lembrar que certas raças são mais agressivas.

Estabelecer um lugar fixo para dormir
Uma casa nova pode ser uma experiência traumática. Por isso, não o deixe sozinho nas primeiras noites. Ele fica estressado e isso debilita seu sistema imunológico. Mas não se preocupe. Aos poucos, ele aprenderá que deve dormir na caminha.

Demonstrar carinho com muita comida
Um animal gordinho não é sinônimo de saudável. Grande parte da população acha que cães no peso ideal são magros demais. Cuidado. A obesidade favorece problemas cardiovasculares e compromete as articulações do seu amigo.

Repreendê-lo por ter estragado algo
Eles não fazem de propósito. Quando você não está em casa, o pet se sente sozinho e procura interagir com objetos impregnados com seu cheiro, como os sapatos. Se você ficar bravo, ele ficará confuso. Afinal, suas intenções eram boas.

Recolher os dejetos o mais rápido possível
Os cães aprendem observando. Ao limpar as fezes de imediato, incentivamos a curiosidade dos peludos. Em uma próxima vez, é capaz que eles queiram recolhê-lhas com a boca. Se for o caso, procure um produto não palatável que irá afastá-los.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Gato faz ‘cara assustadora’ ao ser fotografado em feira no Quirguistão

Cena ocorreu em feira de gatos em Bishke.
Imagem foi feita pelo fotógrafo Vladimir Pirogov.

Um gato da raça 'Don Sphynx' fez uma cara assustadora ao ser fotografado no domingo (18) em uma feira em Bishke, no Quirguistão.  (Foto: Vladimir Pirogov/Reuters) 
Um gato da raça 'Don Sphynx', que não tem pelos,
 fez uma 'cara assustadora' ao ser fotografado no domingo (18) 
em uma feira em Bishke, no Quirguistão. 
(Foto: Vladimir Pirogov/Reuters)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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segunda-feira, 19 de março de 2012

Ajude Gianne Albertoni a achar lar para cão abandonado

Loira é envolvida com projetos e manifestações em prol da causa animal 

Quem acompanha o programa Hoje em Dia (Record) já percebeu que Gianne Albertoni é apaixonada por animais. Além de apoiar manifestações e projetos que asseguram os direitos dos bichinhos, ela se tornou protetora de três cachorrinhos que resgatou das ruas, além de Duke, que gosta mesmo é de morar em um posto de gasolina perto da casa da repórter.

Dois desses cães já foram adotados, mas Cidinho - um vira-lata cheio de energia - continua em busca de um lar. Enquanto isso, Gianne mantém o cão em um hotelzinho, certificando-se de que ele receba carinho, comida e todos os cuidados necessários para seu bem-estar até que alguém o adote (no vídeo abaixo, Gianne apresenta o Cidinho e mostra como é a rotina dele e de outros cãezinhos no hotel).

- Tentei levá-lo para casa, mas meus dois cachorros não se deram bem. Para o bem de todos, fui atrás de um lugar em que o Cidinho fosse tão bem tratado quanto na minha casa. Pelo menos até alguém se apaixonar por ele, como eu sou.

A loira se envolveu com a causa animal há muito tempo e fica indignada com quem é capaz de machucar um ser indefeso.

- Sempre me preocupei com os maus-tratos aos animais. De um tempo para cá, a cobertura da imprensa tem sido maior e, de certa forma, tem ajudado a conscientizar as pessoas. Fico revoltada com tanta crueldade e procuro me mover e participar de medidas que possam contribuir contra a impunidade.

Gianne é presença constante nas passeatas em prol dos direitos animais. Ela acredita que são projetos pacíficos e bem organizados e que buscam a conscientização contra a crueldade aos bichos. Embora tenha uma rotina bastante agitada, Gianne é só cuidados com seus dois pets. Ela é muito carinhosa com os bichinhos.

- Fico a maior parte do dia fora de casa, mas tenho uma pessoa que cuida deles durante o dia, dá comida e água e sai para passear. Quando volto da faculdade, não passo um dia sem brincar com eles e nos finais de semana adoro sair para passear.

Ajude você também!

A repórter do Hoje em Dia tem uma série de dicas para quem tem interesse em se tornar um protetor dos animais.

- Todos podem ser protetores dos animais. Somos fiscalizadores da sociedade. Basta prestarmos atenção ao modo como nossos vizinhos tratam seus bichos de estimação, por exemplo.

Veja outras dicas no vídeo abaixo.




Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Alimentação para cães idosos

Proteja seu amigo de possíveis problemas de saúde causados pelo avanço da idade 

Os avanços da medicina veterinária e a maior conscientização dos donos a respeito da saúde dos pets aumentaram sua expectativa de vida. E, assim como as pessoas, os cães também precisam mudar sua dieta alimentar com o passar dos anos.
Cachorros entram na chamada maturidade por volta dos 7 anos e são considerados idosos com aproximadamente 11 anos de idade, dependendo de seu porte.


Cachorros mais velhos necessitam de uma dieta menos calórica
Crédito: Flickr/ Creative Commons – onkel_wart

Alguns sinais, como o aparecimento de pelos brancos, são aparentes, mas outros, como perda de massa muscular e comprometimento do sistema imunológico, não são perceptíveis. Além disso, com o passar dos anos, pets ficam mais suscetíveis à obesidade, artrite e têm, com mais frequência, problemas intestinais e dentários.

Menos atividade, menos calorias
Cães idosos necessitam de alimentação menos calórica, porque já não são tão ativos como antes, e seu metabolismo torna-se mais lento. No entanto, é preciso fornecer uma quantidade de proteínas suficiente para ajudar na conservação da massa muscular. Por isso, é preciso evitar alimentos específicos para cães idosos que contenham níveis reduzidos de proteína.

Ômega 6
Esse ácido graxo auxilia a manutenção da saúde da pele e dos pelos do animal e, embora seja produzido pelos cães, com a idade avançada, o nível do ômega 6 tende a diminuir. Introduza esse item na dieta de seu amigo com a orientação do veterinário.

Vitamina E e betacaroteno
Para ajudar a eliminar os radicais livres, que degeneram os tecidos do corpo do animal, o ideal é dar alimentos ricos nesses antioxidantes; eles ainda contribuem para a maior eficácia do sistema imunológico e, portanto, não deixará seu cão vulnerável a doenças.

Mudança lenta e gradual
Durante um período, que pode variar entre 7 a 10 dias, apresente a nova ração ao seu amigo; 25% do total que ele consome devem ser preenchidos com essa comida nos dois primeiros dias. Aos poucos, vá aumentando a quantidade até chegar a 100%.

Exames periódicos ao veterinário
Cães idosos precisam ir com mais frequência ao médico para avaliar a presença ou o progresso de doenças crônicas. Assim, seu “velho” amigo terá uma vida melhor e, possivelmente, sem surpresas.

Fonte:
petmag.uol.com.br/artigos
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Crueldade contra animais, uma covardia racional


Quanto mais conheço o ser humano, mais me espanta a sua indiferença em relação aos seres vivos. Quanto mais avançamos na tecnologia, parece que mais nos distanciamos da capacidade de humanizar os nossos atos diários. Há dias fui chamada por uma amiga para ajudar no resgate de um cão atropelado. O animal conseguiu se arrastar até uma praça perto do Olímpico e deitou no chão: assustado, com dor, agonizante. O carro que o atropelou seguiu seu trajeto sem titubear, afinal, “era só um vira-lata”. Na cabeça dessas pessoas (in)civilizadas e de mente ignorante, animais certamente não sentem dor, frio, medo, solidão. Ainda que sintam, são irracionais e não podem acusá-los formalmente.

Se não fosse minha amiga – e protetora – estar logo atrás do carro do atropelador, aquele ser teria ficado estendido no chão de uma praça, agonizando, solitário. Enquanto isso, seu algoz foi para casa, deitou a cabeça no travesseiro e dormiu o sono “dos justos”. Na clínica, o cão chegou em choque tamanha dor que lhe foi causada. A vida já não estava sendo fácil para ele. Uma bicheira enorme havia tomado conta do seu ouvido esquerdo. O coração começou a bater fraquinho, as gengivas esbranquiçaram, o ar começou a lhe faltar. Não havia outra escolha, senão a interrupção da dor. Dar uma morte digna – com o menor sofrimento possível – foi a alternativa encontrada. Deitado sobre a mesa da clínica, aquele corpo tomado por pulgas e carrapatos começava aos poucos a encontrar um pouco de paz. O brilho dos olhos foi se perdendo, até que ficaram vagos e as patas gelaram.

Não havia mais o que fazer. Ficamos ali acariciando a sua cabeça para que de alguma forma soubesse que não estava sozinho. Acho que ninguém gosta de enfrentar a morte na mais completa solidão. Nenhum ser merece passar por tamanha indiferença. Saí de lá me perguntando quando foi que fomos rotulados de “racionais”. Onde está a racionalidade de um motorista que atropela um animal e não para a fim de lhe prestar socorro? Certamente são esses “seres racionais”, dotados de um DNA “diferenciado”, aqueles também capazes (por que não?) de atear fogo em mendigos, partindo do mesmo princípio que a dor que lhes atinge não é a mesma que ele sente. Talvez eles se achem superiores, infelizmente, não passam de uma espécie covarde e desprezível.

Descubra qual é o salário de uma modelo gata

As peças que compõe o guarda-roupas de Toki 
variam de R$ 14 até R$ 138 cada


Coleira com sininho é coisa do passado.
Toki possui um acessório mais glamuroso que o outro. 
ExclusivePix/The Grosby Group


Toki é um felino do mundo da moda. Além de ser modelo profissional, o gato tem um look mais estiloso que o outro.

Os itens fashions são criações da designer americana Julie Song, que trabalha sob o pseudônimo de CatAtlelier. As ideias malucas dessa designer de 33 anos incluem tiaras de ouro, boinas e até um leque de gravatinhas-borboleta.

Toki, de três anos, é a gata de Julie e a modelo de suas obras de arte. O felino está sempre preparado para andar em uma passarela.

Julie Song é designer em tempo integral, mas roupas para felinos é uma criação das horas vagas. Clique aqui e veja a coleção!

Ela se preocupa com o bem-estar da sua gata, por isso explica que é preciso preparar o cenário, a câmera, as luzes e os acessórios antes de preparar o animal para a sessão. Julie explica também que os ensaios são bem curtos, pois não quer que eles se transformem em uma sessão de tortura para Toki.

O bom de trabalhar com uma top-model tão familiar é que Toki faz um preço bem camarada para a sua dona. Tudo que ela quer são pedaços suculentos de frango antes e depois da sessão de fotos.

As peças cheias de estilo que compõe o guarda-roupas de Toki variam de R$ 14 até R$ 138 cada uma.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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