segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Rob Lowe é voluntário em ONG de ajuda a cães

O ator Rob Lowe, junto com seu irmão Chad, e seu filho Matthew, está trabalhando como voluntário há seis meses numa organização de apoio a cães.

De acordo com o TMZ, Lowe estaria trabalhando para a "One Dog Rescue" na organização de eventos de adoção de animais, alugando equipamentos veterinários e até comprando brinquedos para os cãezinhos.

Matthew, filho do ator, tem ajudado na busca de lares para os animais resgatados pela organização.

Rob Lowe estaria trabalhando como voluntário em ONG
 de apoio a cães doentes e sem família
Crédito Imagem: Carlo Allegri/AP

Fonte:
F5.folha.uol.com.br/celebridades
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Cadela alimenta filhote de tigre na China

Uma cachorrinha foi flagrada alimentando um filhote de tigre siberiano, no zoológico de Qingdao, na China.
Generosa, a cadela alimenta mais dois filhotes de tigre, já que a mãe deles não consegue alimentá-los.

Cadela alimenta filhote de tigre siberiano
Crédito Imagem: Reuters

Fonte:
F5.folha.uol.com.br/bichos
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Família recebe labrador com a missão de treiná-lo para ser cão-guia

A estudante Mariah, 13, recebeu neste domingo (19) um novo membro na família: a cadela Havana, de apenas dois meses.

A filhote de labrador já tem definida qual será sua missão no futuro: servir de cão-guia para deficientes visuais. Havana ficará com Mariah e sua mãe, a empresária Patrícia Fernandes, 44, até que complete um ano de vida.

Depois, elas deverão entregá-la para treinadores, que adestrarão a cadela. Então, Havana passará para o novo dono, deficiente visual.

Cachorro labrador que será treinado para servir de cão-guia 
é entregue a Marco Antonio, 47, e Martinas, 5
Crédito Imagem: Luiz Carlos Murauskas/Folhapress

Apesar de ter que se separar da nova cachorrinha, provavelmente para sempre (ela poderá voltar para a família ao se aposentar, por volta dos nove anos), a família sabe que será importante na formação da cadela.

Neste período, mãe e filha deverão levá-la ao trabalho e à escola, para andar de ônibus e metrô, a restaurantes, cinemas e shoppings.

Dessa forma, a cachorra se tornará familiarizada com cheiros, barulhos e situações que depois enfrentará na companhia de seus futuros donos deficientes visuais.

Ontem, além de Havana, outros nove filhotes foram entregues a novas famílias.

Eles fazem parte do projeto "Cão-Guia", do Sesi (Serviço Social da Indústria), que treina cachorros para que, no futuro, eles se tornem os olhos de deficientes visuais.

Desde julho, outros 19 cachorrinhos já foram entregues para famílias que têm o papel de socializá-los. Até o final do ano, serão mais três.

No ano que vem, o projeto espera entregar outros cem. Um número expressivo, se considerada a quantidade de cães-guias existentes atualmente no país: cerca de 60, de acordo com o Sesi.

A maior parte deles trazida do exterior, a um custo de R$ 30 mil, conta Ana Eliza Gaido, diretora da divisão de saúde do Sesi, que foi a primeira a acolher um cão.

Os deficientes visuais que receberão os cãezinhos serão selecionados pelo Sesi (as inscrições começarão em janeiro). Inicialmente, terão prioridade trabalhadores da indústria --estima-se que 1.300 possam se beneficiar.

Saiba mais sobre o projeto em sesisp.org.br/caoguia.
Fonte:
1.folha.uol.com.br/cotidiano
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Dona usa guarda-chuva para proteger husky do sol na Rússia

Para proteger os grossos pelos dos seus animais de estimação do sol, a dona de dois cães da raça husky usou um guarda-chuva enquanto passeava pelas ruas de São Petesburgo, na Rússia.

Os cães husky são bichos bastante ativos e possuem uma densa pelagem pelagem dupla, que os ajuda a sobreviver no ambiente extremamente frio dos países mais ao norte da Europa.

De acordo com a imprensa local, os filhotes custam por lá cerca de R$ 1.700, no Brasil um filhote da raça custa entre R$ 600 e R$ 1.200.

Dona protege cães husky do sol em São Petesburgo
Crédito Imagem: Alexander Demianchuk /Reuters

Fonte:
F5.folha.uol.com.br/bichos
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Macaca pega filhotes de gato para criar

Ela trata os filhotes como macacos

Uma macaquinha de um ano de idade tem alimentado dois filhotes de gato - de duas semanas -, desde que eles chegaram à loja de animais em que ela vivia.

Os gatinhos eram tão pequenos que ela conseguiu pegá-los por entre as grades. A partir de então, não desgrudaram mais. Ela cuida deles como se fossem macacos, e quando estão juntos, os filhotes não choram.

"Ela finge que eles são seus bebês. É como uma menina com uma boneca", comentou a dona da loja.



Fonte:
Pop.com.br/popnews/noticias/poptrash
Link:
http://www.pop.com.br/popnews/noticias/poptrash/540779-Macaca-pega-filhotes-de-gato-para-criar.html

sábado, 17 de setembro de 2011

Brasil terá centro para validação de pesquisas que não usam animais em fase de teste

Crédito Imagem: Pet Rede

O Brasil terá o primeiro centro da América do Sul preparado para desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais em fase de teste. A unidade foi criada a partir de um acordo de cooperação assinado hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A proposta, segundo a vice-diretora de Pesquisa e Ensino do INCQS, Isabela Delgado, é que, com a nova unidade, que se chamará Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam), seja possível substituir totalmente, ou reduzir, o número de animais utilizados em testes sobre a qualidade de vacinas, por exemplo.

“Existe, no Brasil, o processo de desenvolvimento de tecnologias, os grupos que estudam alternativas e a aceitação regulatória desses métodos. O centro vem preencher essa lacuna. De maneira organizada, vamos trabalhar os dados e organizar grupos de pesquisas para que novas metodologias sejam fomentadas e passem a ser métodos oficiais”, explicou a pesquisadora.
Pelo documento assinado hoje, fica garantida apenas a criação do Bracvam, mas não há qualquer previsão de orçamento inicial, o que impede uma estimativa sobre os primeiros resultados das pesquisas. Ainda assim, Isabela Delgado disse que alguns órgãos já sinalizaram apoio ao funcionamento do centro, com recursos financeiros, entre eles o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.
Cerca de R$ 700 mil que devem ser investidos pelo órgão de fomento à pesquisa e podem garantir o início dos trabalhos do Bracvam, que será a validação de metodologias que já foram reconhecidas em países da Europa e pelos Estados Unidos. “O processo de validação é caro e demorado. Vamos incorporar essas metodologias por meio de um processo que a gente chama de validação por captura. Vamos avaliar o que já foi validado lá fora e incorporar. Existem situações em que temos as particularidades brasileiras, como controle de qualidade de produtos biológicos, tais como o soro antiofídico. São espécies de serpentes que só existem no Brasil. A gente vai precisar desenvolver metodologias e validar essas metodologias no contexto nacional, que também é uma atribuição do centro, mas a médio prazo”, explicou Isabela Delgado.

Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Labrador resgata hamster perdido e o devolve dentro de sua boca

Rooney, o labrador do vizinho, 
encontrou o hamster Jeff perdido no jardim e, 
todo orgulhoso, correu até a dona com o “prêmio” dentro da boca-
 são e salvo, é claro.

Lisa Marsh, de 42 anos, e seus filhos Joe e Jake, de 11 e 9 anos respectivamente, estavam aflitos com o sumiço de Jeff, o hamster de estimação da família. Só uma coisa os deixou mais aflitos: saber que o ratinho havia sido encontrado pelo labrador do vizinho.
Rooney, o labrador do vizinho, encontrou o hamster Jeff perdido no jardim jardim e,
todo orgulhoso, correu até a dona com o “prêmio” dentro da boca – são e salvo, é claro.
Crédito: Flickr

No entanto, o que tinha tudo para ser uma história trágica, teve um final feliz e surpreendente.

Depois de procurarem muito por Jeff, a família Marsh já considerava que o pequenino não teria conseguido resistir à dura vida fora de casa. Só restava-lhes rezar por um milagre.

Foi então que receberam uma visita de Tammy Baxendale, vizinha deles, dizendo que o labrador Rooney havia encontrado Jeff. O cão de 8 anos encontrou o roedor no jardim e gentilmente pegou-o com a boca, deixando-o ao lado dos pés de Tammy. O pequeno Jeff estava ileso.

Tammy logo tratou de secar o hamster – que estava encharcado de saliva – e correu para devolvê-lo à Lisa.

“Tammy bateu à nossa porta durante a noite e trazia Jeff nas mãos”, conta Lisa. “Ela disse ter visto Rooney farejando alguma coisa no jardim, quando, de repente, o cão foi até ela e deixou ‘um objeto’ ao seu lado. Era Jeff!”, comenta.

“Apesar de estar coberto de saliva e completamente aterrorizado, Jeff estava absolutamente bem”, explica Lisa, contente por ter seu companheiro de oito meses de idade de volta.

Fonte:

Petmag.uol.com.br/noticias
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