terça-feira, 8 de maio de 2012

PM do Rio analisa caso de policial que lançou spray de pimenta em cadela na Rocinha


Policial usa spray de pimenta contra cachorro na favela da Rocinha, no Rio
Domingos Peixoto/Agência O Globo

A Polícia Militar do Rio de Janeiro informou, nesta segunda-feira (7), que a Corregedoria da corporação vai analisar o caso do policial militar que atua na ocupação da Rocinha, na zona sul da cidade, que foi fotografado pelo jornal "O Globo" no momento em que borrifara spray de pimenta nos olhos de uma cadela que latia para a tropa.

O flagrante ocorreu no domingo (6) depois de um confronto entre policiais e traficantes que tentam retomar o controle da favela. Em nota, a Polícia Militar afirmou que o coordenador do policiamento da Rocinha, major Édson Santos, está preparando um relatório sobre o episódio.

O documento inclui a defesa apresentada pelo policial militar que usou o spray, cuja identidade não foi divulgada pela assessoria da corporação. Na versão dele, no momento em que lançara o spray, o cachorro “simbolizava uma ameaça à integridade física dos policiais”.

O porta-voz da PM, coronel Frederico Caldas, afirmou que a cadela estava agressiva porque perdeu os filhotes há pouco tempo.

O dono do animal, um morador identificado como José Luiz Francisco, também foi chamado para depor. Segundo informações da PM, a cadela passa bem, e não houve consequências mais graves em função da atitude do policial militar.
Tensão e confrontos

Após seis meses da operação que simbolizou a ocupação da Rocinha, sem nenhum tiro disparado, a maior favela da zona sul do Rio vive novamente uma fase de insegurança e tensão em razão dos vários confrontos recentes envolvendo policiais e grupos de traficantes que batalham para retomar as bocas de fumo da comunidade.

O último tiroteio intenso ocorreu na madrugada deste domingo (6), o que levou a Polícia Militar a reforçar a segurança nos principais acessos da Rocinha.

Um homem ainda não identificado acabou sendo baleado -- não foram divulgadas informações sobre o quadro clínico do suspeito.

A disputa explícita entre quadrilhas de traficantes interessados em uma retomada do crime organizado na região resultou em uma onda de homicídios e outros tipos de delitos que transformaram a Rocinha em um ponto crítico da política de segurança do Estado.

Entre os meses de fevereiro e abril, a Polícia Civil registrou mais de dez assassinatos, entre os quais a do líder comunitário Vanderlan Barros, o Feijão.

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública, ainda não há uma definição sobre a data em que a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha será efetivamente inaugurada. Atualmente, cerca de 700 agentes atuam no patrulhamento da comunidade.


Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias
Link:

Até 40% dos animais abrigados enfrentam rejeição na hora da adoção

Ele tem um quê de chow-chow, a robusta raça de origem chinesa. Hoje, está com os pelos brilhando. É brincalhão. Apesar de seu porte, é considerado jovem: tem apenas três anos de idade.

Quatro meses atrás, esse SRD (sem raça definida) vivia pelas ruas de São Mateus, na zona leste de São Paulo, sabe-se lá como. Desde que chegou ao abrigo da Aila (Aliança Internacional do Animal), faz semanalmente sessões de acupuntura e fisioterapia.

Em breve, deve se submeter a uma cirurgia. Da cintura para baixo, Alê não se move. Ele faz parte de uma lista de animais que não se enquadram na categoria "fofinho". São bichos idosos, portadores de alguma doença crônica ou vítimas de mutilações e preconceito humano.

Como sofrem rejeição na hora da adoção, nem chegam a participar das feirinhas, para evitar uma "versão moderna dos 'freak shows' [shows de horrores]", nas palavras de Marta Giraldes, 44, vice-presidente da Aila.

"Essa população pet", continua ela, "é uma espécie de 'excluídos dos excluídos'". "Quase ninguém quer saber deles. Quiçá ficar com eles."

Essa turma não é pequena. Segundo estimativas de dez ONGs de proteção, entre 30% e 40% dos bichos que vivem em abrigos na Grande São Paulo se enquadram nesse perfil, o que representa pelo menos 2.000 animais.

"O que as pessoas veem nas vitrines dos pet shops? Bichinhos bonitinhos, pequenininhos, branquinhos, peludinhos", conta Luiz Scalea, 44, gerente-administrativo da Apasfa (Associação de Proteção dos Animais São Francisco de Assis). "A gente trabalha com os que são descartados pela população."
ONGs que abrigam animais                                    Ver em tamanho maior »


O cão Menen, que possui problemas de locomoção, 
na ONG Aila, em Cotia, Grande São Paulo   Leia mais
Juca Varella/Folhapress

Ao todo, a entidade está com cerca de 250 animais espalhados por abrigos, quase 40% deles são "indoáveis", segundo Scalea.

SOBREVIVENTES

Existe outro grupo especial de "indoáveis". E a médica Patrícia de Arruda Cancellara, 41, o conhece bem.

Há 13 anos, ela só trabalha com um perfil delicado de "excluídos": os pit bulls.

A entidade dela, a Pit Cão, abriga hoje cerca de 260 cães entre filas, rottweilers e "vira-latas pretinhos, velhinhos, ceguinhos, que ninguém quer", diz Patrícia. E, é claro, pit bulls -a maioria deles.

Ela calcula que 99% desses animais tenham sido vítimas de algum tipo de crueldade. Um deles é Lanza, mestiço de pit bull com boxer.

Há cerca de um ano e meio, ele foi resgatado por Patrícia das ruas da periferia de Guarulhos. Quando a médica o encontrou, estava quase morto. "Ele tinha vários machucados profundos no focinho." Contaram cerca de 2.000 larvas na face do cão. Ele passou por uma série de cirurgias complicadíssimas. Permaneceu seis meses internado.

"Existe muito preconceito contra os pit bulls", diz Patrícia. "O homem os incitou à violência", conta. "Muita gente, quando se depara com um deles pela rua, quer de qualquer forma maltratá-lo."


Fonte:
1.folha.uol.com.br/cotidiano
Link:

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Cães terapeutas visitam idosos carentes em Duque de Caxias (RJ)

O Abrigo Getsemani, no bairro de Capivari, em Duque de Caxias (RJ), recebeu neste sábado (05) a visita dos cães co-terapeutas do Projeto Pêlo Próximo – Solidariedade em 4 patas, que levaram muita alegria para cerca de 58 idosos que residem no local. A visita no asilo teve como objetivo, promover uma tarde de interação entre os cães e os idosos.

Durante a visita, os idosos tiveram a oportunidade de realizarem exercícios lúdicos com o uso de bolinhas, escovação dos pêlos dos cães e trabalharam a motricidade com a atividade com o arco, durante a apresentação de um mini agility. Além dos exercícios, o grupo de voluntários realizou a entrega das doações de fraldas geriátricas, roupas e alimentos arrecadados na campanha para o Abrigo Getsemani e organizaram um lanche coletivo para os pacientes.


Imagem: Luciana Botelho/Ilustração/Divulgação/Reprodução

O Projeto Pêlo Próximo realiza no Rio de Janeiro visitas filantrópicas a várias instituições que cuidam de crianças, idosos, portadores de necessidades especiais e em escolas. O grupo conta atualmente com 35 voluntários e 29 cães que realizam diversas atividades com pacientes, assim como contato direto com o animal; exercícios para estimular o raciocínio e trabalhar a motricidade fina dos pacientes; escovação; exercícios com arco; exercícios de estimulação usando o boliche e o futebol; além de apresentação de agility e show dog. Nas visitas, o grupo proporciona uma tarde de alegria e descontração, contribuindo principalmente, para a recuperação da saúde dos visitados.

Para conhecer o trabalho do Projeto Pêlo Próximo visite o site www.peloproximo.com.br

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:

ADOTE UM ANIMAL!


Santuário na Sérvia abriga gatos retirados da rua

Por Natalia Cesana (da Redação)

Toda pessoa que alimenta com alguma regularidade animais que vivem na rua tem o sonho recorrente de que um dia eles estejam em segurança. Para Danica Mirkovic, da Sérvia, esse sonho virou realidade. As informações são da Care2.

Por muitos anos, Danica e alguns voluntários da Felinologic Association Felix cuidaram de alguns gatos abandonados em Novi Sad, norte do país, garantindo pelo menos água, comida e atendimento veterinário. Mas simplesmente não havia como protegê-los dos perigos diários que eles enfrentavam por não terem um lar. Até que um dia, de forma inesperada, um dos gatos foi ferido irreparavelmente.

“Encontrei esse filhotinho com as patas traseiras cortadas, no meio da rua”, lembra Danica, com lágrima nos olhos. “Daquele dia em diante eu soube que deveria sair da cidade.”
Surpreendentemente, Danica conseguiu salvar o gatinho, batizado de Milance, que se tornou um lindo gato. Apesar de a vida dele ter sido interrompida durante o início da idade adulta devido a uma infecção generalizada, Milance foi profundamente amado e deu a Danica a motivação e a coragem para dar o próximo passo.

E se ela juntasse todos os gatos?

Em 2010, Danica e seus voluntários voltaram à cidade de Novi Sad, reuniram todos os gatos e os levaram para bem longe dali, em uma aldeia em Vojvodina, também na Sérvia.

“Nós temos 90 gatos no abrigo e todos vão ficar aqui para o resto de suas vidas. Eles foram castrados, vacinados e têm acompanhamento veterinário regular. Embora alguns sejam velhos, ou com doenças crônicas, todos parecem desfrutar de suas vidas aqui”, conta Danica, com satisfação.

“Apesar de meu abrigo estar lotado, mesmo assim novos gatos sempre chegam e nunca poderei dar as costas para um animal em uma situação desesperadora”, explica. “Como a número de gatos tem crescido, as despesas também têm aumentado e está cada vez mais difícil cobrir todos os gastos, mas vê-los felizes brincando e descansando relaxados, provavelmente pela primeira vez nas suas vidas, faz com que todos os esforços valham a pena.”

Veja um vídeo com os gatos abrigados:



Fonte:
anda.jor.

CASTRAÇÃO AUMENTA EXPECTATIVA DE VIDA DOS ANIMAIS E REDUZ RISCO DE DOENÇAS


Castração de fêmeas de cães e gatos, realizadas antes do primeiro cio, reduz em quase 100% risco de desenvolver câncer de mama, além de outras doenças. Expectativa de vida de cães e gatos no Brasil é de apenas três anos

A expectativa de vida de cães e gatos no Brasil é de apenas três anos, de acordo com pesquisa realizada em 2007 pela Universidade de São Paulo (USP), em parceria com outras universidades. Em países desenvolvidos, como Inglaterra, a expectativa chega a 11 anos.

Como principal causa de morte citada estão as doenças infecciosas, como cinomose e parvovirose, que são evitadas com vacinas, são responsáveis por 35% dos óbitos, seguida pelo câncer, que ocupa o segundo lugar.

A castração ainda é um tabu para algumas pessoas, mas esse procedimento básico aumenta a expectativa de vida do animal e ajuda na prevenção de diversas doenças.

A cirurgia, que é realizada com anestesia geral, nas fêmeas consiste na retirada do útero, trompas, tubas uterinas e ovários e nos machos na retirada dos testículos.

O procedimento é simples e demora cerca de 10 minutos nos machos e aproximadamente 40 minutos nas fêmeas. As fêmeas ficam internadas por uma noite para evitar hemorragia e o macho recebe alta no mesmo dia e, em torno de uma semana, está totalmente recuperado. “A castração pode ser feita a partir dos 3 meses de idade e, no caso das fêmeas, recomenda-se que seja realizada antes do primeiro cio, que ocorre por volta dos seis meses. Quanto mais jovem o animal, mais benefícios ele terá com a castração. É preferível, porém, que antes o animal tenha tomado as vacinas”, explica a médica veterinária Valéria Correa, diretora técnica do Grupo Pet Center Marginal.

O tumor mais comum em cadelas não castradas é o de mama. Ele é o segundo mais freqüente em cadelas e o terceiro mais comum em gatas. Estudos comprovam que a incidência desse tipo de tumor cai para 0,5% quando a cadela é castrada antes do primeiro cio. Já nas gatas a ocorrência do tumor de mama é sete vezes menor em fêmeas castradas. “Muita gente acha que o animal tem que ter pelo menos um cio ou uma cria para depois castrar, mas dessa forma não está ajudando o animal. Os proprietários precisam ter a consciência que não estão privando seu animal de ser feliz, pelo contrário, estão garantindo que ele viva mais e tenha menos chances de desenvolver doenças”, destaca Dra. Valéria.

Outra doença comum em cadelas e gatas que é evitada com a castração é o Complexo Hiperplasia Endometrial Cística (PIOMETRA). A doença é causada por uma infecção bacteriana dentro do útero e, se não tratada corretamente, pode levar o animal a óbito. Ela se desenvolve principalmente em animais que recebem injeções de hormônio para evitar o cio.

Nos machos a castração evita tumores nos testículos e próstata e normalmente ainda diminui o instinto de marcar território a todo momento.

De acordo com a veterinária, dois mitos que são alimentados sobre a castração: que o animal fica gordo e perde o pique, ficando apático. “Muitos deixam de castrar os animais por conta desses mitos, mas na verdade o que acontece é que, com a castração, aumenta o apetite do cachorro e se o dono controlar e não ceder as vontades do animal, ele não ficará obeso e muito menos perderá o pique que tinha antes da cirurgia. Além disso o animal precisa se exercitar, passear.” explica.

Outro grande benefício da castração é o controle da natalidade animal, reduzindo o número de cães e gatos abandonados. Felinos se reproduzem de 3 em 3 meses e cães de 6 em 6 meses. Em seis anos uma cadela e seus descendentes podem gerar até 60 mil filhotes.

Hoje o Brasil possui uma população de 35 milhões de cães e 18 milhões de gatos, ficando atrás apenas dos Estados Unidos em número de animais. Esses números, porém, são apenas de animais que possuem um lar. Levantamentos apontam que o número de cães abandonados pode chegar a 20 milhões. “O número de animais abandonados no Brasil já é um grande problema de saúde pública e a solução é a conscientização da população e principalmente a castração, para que esses números não aumentem ainda mais”, conclui Dra. Valéria.

Vantagens da castração para fêmeas
- Evita a procriação indesejável;
- Auxilia no controle da população animal;
- Evita câncer nas glândulas mamárias, ovário e útero na fase adulta;
- Evita a PIOMETRA, infecção uterina que acomete fêmeas adultas;
- Evita episódios de gravidez psicológica;
- Evita cios;

Vantagens Para os Machos
- Diminui as fugas;
- Reduz a demarcação do território (xixi fora do lugar);
- Evita tumores (câncer) testiculares e de próstata
- Os animais ficam mais tranqüilos e caseiros.

Fonte:
Fonte:
ANDA - Agência de Notícias de Direitos Animais
Link:

10 mandamentos do dono bom


Animais de estimação nos dão amor incondicional, melhoram nosso estado de espírito e até nossa saúde. Por que não adotar um novo amiguinho, não é mesmo? Antes, confira os mandamentos do dono bom:

1. Antes de adquirir um bicho, considere seu tempo médio de vida. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará do animal nas férias e feriados.

2. Prefira animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

3. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico necessário.

4. Não deixe seu animal sair à rua sozinho e, quando passear com ele, use coleira. Isso evita problemas para ele, para você e para os outros. Em casa, no entanto, não mantenha o bicho acorrentado.

5. Cuide da saúde do animal. Providencie local e alimentação adequados (não dê sobras de comida, que em geral não atendem às necessidades nutricionais do bicho). Não deixe água estagnada no pote, vacine, dê banho, escove e exercite-o. Quando estiver doente, leve ao veterinário.

6. Zele também por sua saúde psicológica. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele. Não o castigue nem maltrate.

7. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

8. Ao sair na rua com seu cachorro, recolha a sujeira que ele fizer. Essa é uma regra básica de civilidade e higiene.

9. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.

10. Evite crias indesejadas. Castre machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link: