terça-feira, 17 de abril de 2012

Carro que leva pet deve ser aspirado toda semana

Uma voltinha de carro com o cachorro ou o gato a bordo é o suficiente para o interior do automóvel ficar cheio de pelos e partículas de pele dos animais. Quando acumulados, podem exalar forte odor e provocar alergias nos ocupantes.

"Quem transporta os pets sem usar caixas adequadas deve passar o aspirador de pó na cabine ao menos uma vez por semana", afirma a veterinária Maria Cecília Fleury Curado, supervisora do hospital Sena Madureira.


Keith Bedford/Reuters

Apesar de úteis, as capas protetoras para os bancos e os tapetes emborrachados no assoalho não eliminam a necessidade da limpeza periódica, pois as células epidérmicas desprendidas dos bichinhos contaminam o sistema de ventilação do veículo.

A estudante Sabrina Mainardi, 20, dona de um peludo cachorro da raça lhasa apso, diz que já sentiu irritações respiratórias no carro, mas nunca se preocupou com a correta higienização da cabine. "Como o meu cachorro vive limpinho, achava que não havia necessidade de aspirar o carro após alguns passeios."

Se o transporte de pets no carro for frequente (mais de duas vezes por semana), há necessidade de uma limpeza profunda da cabine a cada seis meses. Nos carros que não transportam bichos, esse intervalo pode ser dobrado, calculam especialistas em higienização. O serviço, que utiliza produtos químicos capazes de eliminar parasitas, custa, em média, R$ 250.

sem manchas
Para evitar manchas causadas por urina, vômito ou sangue animal, o melhor é impermeabilizar os bancos, serviço que custa cerca de R$ 300 (para todos os bancos).

Evite a obesidade do seu animal de estimação


Seu amigo de estimação está comendo demais? Fique atento ao tipo de alimentação e à quantidade que ele está ingerindo. Confira dicas para evitar a obesidade animal:

Animal gordinho não é sinônimo de saúde: Casos de animais com problemas de obesidade são cada vez mais comuns, principalmente entre cães e gatos. Por isso, jamais dê a eles restos de comida. Este simples gesto é um dos maiores causadores da gordura excessiva dos bichos.

Opte por boas rações: A melhor alimentação é a ração de boa qualidade, com proteínas, vitaminas e minerais balanceados. A quantidade deve variar de acordo com a raça e o tamanho do animal. No mercado há rações para todas as idades e até para animais obesos, que são as dietéticas.

Na medida certa: Não deixe o pote com ração à disposição. Quando o alimento está ao alcance, os bichos comem mais. O animal precisa aprender a comer na medida e nos intervalos corretos. Assim você estimula que ele consuma tudo de uma vez, não deixando que o alimento estrague. Também evite comer perto do animal e mantenha-o longe na hora das refeições. E mesmo que o bicho peça, não dê a ele o que você come.

Exercício: Sim, os animais também precisam dele! Leve seu amigão para passear com frequência e incentive-o a correr. Quando estiver em casa, estimule-o a brincar, jogando bolinhas, por exemplo, ou chamando-o para que ele se movimente alguns minutos. A reversão do quadro de obesidade depende da resposta do animal e, claro, da colaboração do dono.

Fique atento: Não dê ao seu cão ou gato bolachas, pães e guloseimas. Esteja atenta à aparência do seu bichinho. Se perceber que está gordinho, procure orientação de um veterinário.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:

Saiba como levar o cachorro para passear pode ajudar a sua saúde

Você anda buscando uma companhia para caminhar e está encontrando dificuldade de conseguir um parceiro para a atividade física? Já pensou em recorrer ao melhor amigo do homem?

O cachorro, que já leva essa fama pela fidelidade ao dono, agora também está sendo apontado como o melhor amigo do homem que deseja levar uma vida saudável.




Quem está fazendo jus a essa fama é um estudo americano que revela que donos de cães costumam caminhar mais e com maior velocidade, tudo porque costumam realizar a atividade ao lado de seus animais de estimação.

A pesquisa, encomendada pela Mars Petcare, rede de lojas de comidas de animais, revelou que os cachorros são os responsáveis por dois terços, ou 66%, das caminhadas de seus donos todas as semanas.

E um quarto das pessoas com crianças e animais normalmente visitam parques e outros espaços destinados à prática de exercícios por causa dos seus cães.

Os animais também estimulariam uma vida menos sedentária para as pessoas de terceira idade.


Segundo a pesquisa, cerca de 44% dos donos de cães com idade entre 65 anos ou mais, fazem exercícios durante a semana por causa do cachorro.

Por isso não tome a iniciativa de levar seu cãozinho para passear. Sua boa forma vai agradecer.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lista de 10 primeiros Cuidados de filhote com o Cão Sadio


Se você acabou de ganhar, comprar ou achou um filhote de cão e ele está saudável, leve ao Veterinário para os primeiros cuidados. Normalmente esses cuidados se iniciam logo após o desmame em torno de 30 dias como segue abaixo.

1.EXAME DE FEZES :
A partir de 25 a 30 dias de idade, SEMPRE antes do início do esquema de vacinação, para identificar diferentes parasitas e escolher o vermífugo adequado, preparando o seu filhote para as doses seguidas de vacina.

2.VERMIFUGAÇÃO: Após resultado do exame de fezes ou antes caso necessário (presença de vermes nas fezes). Pode-se iniciar a vermifugação com 30 dias de idade, repetindo após 15 dias e depois novo ciclo no final do esquema de vacinação. Lembrar-se de que a dose é calculada de acordo com o peso do animal.

3.VACINAÇÃO: Em animais saudáveis e vermifugados, após a introdução ao ambiente definitivo e quando já estiver se alimentando normalmente de ração, evitando sempre coincidir com situações de estresse.

- PRIMEIRA DOSE: Em torno de 45 a 60 dias de idade – Vacina Polivalente ( V8 ou V10).

- SEGUNDA DOSE: 30 dias após: Segunda dose da V8 ou V10 e primeira dose da vacina contraBordetella (Gripe dos Cães).

- TERCEIRA DOSE: 30 dias após: Terceira dose da V8 ou V10 e segunda e última dose da vacina contra Bordetella.

- QUARTA DOSE: 30 dias após: Vacina Antirrábica (dose única). Para alguns animais dependendo da avaliação do Médico Veterinário pode se fazer uma quarta dose da V8 ou V10. A maioria dos filhotes de cães termina o esquema de vacina em torno do quarto/quinto mês de vida.

4.PREVENÇÃO PARA DIROFILARIOSE ou DOENÇA DO VERME DO CORAÇÃO: Iniciar de acordo com o preventivo escolhido, em torno do quarto mês de vida.

5.PREVENÇÃO DE ECTOPARASITAS (PULGAS E CARRAPATOS): Pode-se iniciar a partir de 30 dias de vida de acordo com o produto escolhido e a frequência dependerá da exposição aos parasitas e do produto escolhido.

6.CASTRAÇÃO PRECOCE: Quando a opção é pela não reprodução deve-se instituir a castração precoce das fêmeas a partir do quinto mês de vida (quando da troca dos dentes caninos), principalmente para prevenir o tumor de mama. Nos machos teria indicação para evitar marcar territórios com urina ou diminuir agressividade.

7.ALIMENTAÇÃO: Ração de filhotes até 10 a 12 meses de vida (de acordo com a raça), depois desse período inicia-se a ração de adulto.

8.BANHO /TOSA: De acordo com a raça e particularidades de pele/pelo, podendo no caso de filhotes sadios iniciar a partir de 45 dias de vida. A frequência dependerá da necessidade.

9.CUIDADO COM DENTES: Deve-se condicionar o seu animal a escovação dos dentes a partir do segundo mês de vida com o intuito de ir se acostumando com a escovação. Cães que escovam os dentes regularmente, normalmente não precisam de fazer o tratamento periodontal eliminado os riscos de anestesia e economizando o custo do tratamento.

10. TROCA DE DENTES: Os filhotes iniciam a troca de dentes de leite por definitivos em torno de 4 a 6 meses de idade, iniciando pelos dentes incisivos (da frente). Nesse período pode ter sangramento gengival, desconforto e coceira nas gengivas além do mau hálito.

No Hospital Veterinário Pet Care o atendimento a filhotes pode ser feito com hora agendada ou por ordem de chegada 24 horas por dia todos os dias do ano. Se o seu filhote estiver saudável, fazendo a primeira consulta de filhotes você ganha o exame de fezes a a primeira dose da vacina V10.

Fonte:
Pet Care Centro Vetrinário
Link:
http://petcare.com.br/blog/lista-de-10-primeiros-cuidados-com-o-filhote-de-cao-sadio/

Ma leva para casa?

Crédito Imagem: procure1amigo

Fonte:
Procure1 amigo.com.br
Link:

Um ronronado pode transformar sua vida.

O mundo das terapias alternativas anda cada dia mais diversificado. Flores, cavalos, água, feixes de luz, vinhos, pedras, água do mar, entre outras ferramentas são usadas no tratamento contra o estresse, no alívio para problemas cardíacos, dores, entre outros males.


Uma jornalista francesa lançou recentemente um livro intitulado em francês de “La Ronron Thérapie”, algo como “A Ronronoterapia”. Na obra, Véronique Aïache usa como base estudos feitos por veterinários e outros especialistas, para divulgar o poder de um bom ronronado.

Se você não faz ideia do que seja isso, uma pista: a palavra está no dicionário. No “Houaiss”, ronrom é definido como ruído contínuo que o gato faz com a garganta, especialmente quando descansa.

É o som que o bichano emite – parecido com um motor funcionando em baixa velocidade – quando ganha carinho ou às vezes quando encontra um outro colega de sua espécie. Algumas pessoas chegam a confundir isso com asma, mas não é. É pura felicidade felina.

Véronique diz em sua obra que um gato pode melhorar a vida das pessoas com esse hábito. Ela apresenta um estudo onde voluntários passaram por uma série de audições com gravações do mais puro “rom rom” de gatos. Ao fim do estudo, os participantes disseram sentir mais bem-estar, serenidade e mais facilidade para dormir tranquilamente.

Eu já sabia
A empresária Kátia Amaral, 45 anos, não precisou desses estudos, para chegar ao mesmo resultado. Ela é dona do Tico, um siamês de 8 anos que está na família desde seus primeiros dias de vida.

Tico tem mania de se deitar no peito de sua dona e quando isso acontece, ele ronrona. “O barulho da sono e faz com que eu me sinta melhor”, diz Kátia.

Fora isso, a empresária não tem dúvida de que ter o animal em casa também seja uma terapia. “Quando eu chego em casa, apressada e já cansada, ele me obriga a sentar alguns minutos e brincar. Nisso, eu relaxo na hora”, conta.

O feitiço pode virar contra o feiticeiro
O investimento pode ter o resultado inverso de uma terapia, caso o dono tenha alergia. Certifique-se de que você está livre disto, antes de adotar um gato

25 e 50
hertz é entre esses números que se está a frequência de um rom rom, segundo as pesquisas francesas

Teoria traz uma nova visão, para antigos elementos
A professora de terapia ocupacional da USC Cristina Quaggio lembra que gatos, cachorros e cavalos, como a equoterapia, já vêm sendo usado há tempos em terapias. No Brasil, os tratamentos desse tipo começaram a ser desenvolvidos no começo da década de 1950.

“Eles ajudam bastante no processo de relaxamento e também para estabilizar o batimento cardíaco dos pacientes”, conta. Fora isso, a interação e os cuidados que um animal exige auxiliam àqueles que têm dificuldades de socialização.

No caso da ronronoterapia, processo ainda pouco conhecido por aqui, o som também é um elemento importante. A professora conta que estímulos sonoros também são ferramentas bastante usadas e eficazes, principalmente no tratamento com crianças. “São capazes de promover uma condição de atenção e melhorar a cognição”, diz.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:

Queremos um lar


Fonte:
procure1amigo
Link: