quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Conheça os animais que ajudam a polícia a desvendar crimes

Uma cacatua ajudou a prender o assassino de seu dono 

Conheça a incrível história de animais que ajudaram a polícia a desvendar crimes que pareciam sem solução.

Uma cacatua foi peça-chave para a prisão do assassino do seu dono. Ela deu a pista que levou os policiais ao autor do crime.

Tudo isso você vê no primeiro episódio da série Testemunha Animal que estreia neste domingo (5) no Domingo Espetacular, logo após o Programa do Gugu.




Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:

Otite em cães e gatos: uma coluna sobre a importância do diagnóstico e do tratamento corretos!

Nem toda coceira no ouvido é otite, mas toda coceira no ouvido é preocupante e pede uma consulta veterinária o quanto antes.


Otite
Mais comum em cães do que em gatos, já que estes últimos têm orelhas empinadas e tomam menos banho, a otite é o nome dado a qualquer inflamação do conduto auditivo (ouvido). Pode ser aguda ou crônica e é diferenciada pela região onde ocorre (interna, média ou externa) e pela gravidade da inflamação. O maior perigo da otite é a falta de diagnóstico e de tratamento corretos, que acontece por diferentes fatores, entre eles a automedicação, a demora em procurar um médico veterinário, a dificuldade do diagnóstico correto e a falta de comprometimento com o tratamento. Como sempre, quanto antes for diagnosticada e tratada, mais fácil e barato será combater a doença.

Causas
Ácaros da sarna de ouvido (otodécica) podem provocar otite parasitária. Bactérias podem ocasionar otite infecciosa e é preciso saber exatamente que bactéria está sendo combatida para garantir o sucesso do tratamento, ou a doença pode ficar crônica. Excesso de produção de cera, fungos, alergias, hipotireoidismo, baixa de imunidade e tumores também podem causar otite. Umidade, formato de orelhas (caídas) e predisposição de algumas raças às inflamações de ouvido são outros fatores. Às vezes, mais de um agente causa a inflamação.

Diagnóstico
Nem toda coceira no ouvido é otite, mas toda coceira no ouvido é preocupante e pede uma consulta veterinária o quanto antes. Exija do veterinário um exame com otoscópio (aparelho que examina o conduto auditivo de maneira correta e que diminui as chances de um diagnóstico errado) e também exames para descobrir que bactéria ou fungo será combatido, se for o caso. Ao falarmos em otite pode-se pensar em uma doença sempre igual, com tratamento padrão, mas como estamos vendo, é importantíssimo saber quais os causadores da otite em questão.

Sintomas
Coceira exagerada nas orelhas, sacudir a cabeça, gemer ao coçar os ouvidos, mau cheiro, secreção com pus saindo dos ouvidos, andar com a cabeça inclinada, arrastar-se nas paredes para se coçar ou aliviar a dor, vermelhidão no canal auditivo e agressividade ao ser tocado na cabeça podem ser sintomas de otites.

Prevenção
Examinar sempre as orelhas em busca de sintomas. Combater a umidade de maneira geral, secando bem os ouvidos após banhos e não dar banhos em excesso (uma vez por semana é excessivo!). Usar apenas produtos específicos para limpeza de orelhas e ouvidos. Para cães de orelhas caídas, limpar as orelhas e ouvidos semanalmente, para os cães de orelhas empinadas e gatos, a limpeza pode ser mensal.

Cuidados
Se a pinça usada na pet shop para limpar ouvidos não for descartável ou desinfetada, pode ser um fator contaminador, levando ácaros, bactérias e fungos de um peludo a outro. Não deixe que depilem os ouvidos do seu animal a menos que um veterinário recomende e faça (ou supervisione) o procedimento. Maior atenção no verão, quando o tempo é mais quente e úmido. Remédios devem ser pingados bem dentro do conduto auditivo para evitar que sejam expelidos quando o animal sacudir a cabeça. Faça massagem depois e tente distrair o peludo com petiscos em seguida.

Fonte:

.ndonline.com.br/florianopolis/colunas
Link:
http://www.ndonline.com.br/florianopolis/colunas/mae-de-cachorro/23703-otite-em-caes-e-gatos-uma-coluna-sobre-a-importancia-do-diagnostico-e-do-tratamento-corretos.html

CCZ: abrigo de animais ou lugar de extermínio?

A falta de políticas públicas efetivas no combate à superpopulação de cães e gatos, aliado à irresponsabilidade de muitos donos, causa o sofrimento e a morte de bichos de companhia
A lei estadual no. 12.916/08, que proíbe a eutanásia de animais sadios nos CCZs de São Paulo, parece que ainda “não pegou”, assim como muitas leis brasileiras que não são cumpridas, ou porque não há fiscalização ou por serem mal-formuladas. Com isso, muitos cães e gatos são sacrificados – ou melhor, assassinados – sem ter a chance de encontrar um lar responsável.
Câmara de gás, enforcamento e tiros de pistola 
são alguns dos métodos utilizados para sacrificar pets saudáveis
Crédito: Flickr/Creative Commons – Adote um Amigo BH

De que adianta impedir a morte de seres inocentes, se não há políticas públicas efetivas para combater o aumento populacional de bichos de companhia? É preciso conscientizar a sociedade da guarda responsável, promover uma ampla campanha de esterilização desses animais, mais feiras de doação e punir com rigor os maus-tratos.

E não se pode mais ficar alienado às precárias condições que se encontram os abrigos municipais de todo o Brasil: falta de higiene e espaço, alimentos e remédios vencidos, cães e gatos sem tratamento adequado. Um mero depósito de animais com data marcada para morrer. Quando eles chegam aos CCZs, há um período mínimo de três dias para a “eutanásia”, termo que não pode ser aplicado a todos os abrigos, pois muitos animais morrem em câmaras de gás ou descompressão, pauladas, tiros de pistola, eletrocussão ou por enforcamento.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) já concluiu, na década de 1980, que não há evidências de que o extermínio sistemático de cães seja a solução para o fim da disseminação da raiva. De acordo com a entidade, somente a vacinação dos animais, e campanhas educacionais para a esterilização e a guarda responsável são eficazes, além de menos onerosas aos cofres públicos.

Então fica a pergunta: quem ganha com a vigência desse modelo caro, antigo, ineficaz e cruel de controle de zoonoses? Certamente, não é a população, muito menos os animais que estão nas mãos de donos irresponsáveis, que os abandonam como quem joga fora um utensílio incômodo e sem utilidade.

Em abril de 2009, protetores fizeram uma manifestação em frente ao CCZ da cidade de São Paulo. Na época, já com a lei em vigência, havia suspeitas de que cães e gatos estavam sendo sacrificados.
Infelizmente, o slogan da manifestação ainda vale: “CCZ: Ou muda ou fecha.”

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
Link:

Polícia investiga veterinário que colou pata fraturada de cão com Super Bonder

Uma família de São Manuel (259 km de São Paulo) deu queixa na polícia contra um veterinário da cidade que colou a pata fraturada de uma cachorra com Super Bonder. A poodle Radija, de quatro meses, foi levada ao veterinário depois de se ferir ao saltar do sofá da família na semana passada.

Segundo o dono do animal, o caminhoneiro José Luiz Padovan, 40, o veterinário passou a cola Super Bonder na região fraturada e grudou a pata dianteira esquerda no peito da poodle, que, após o atendimento, permaneceu gemendo de dor. A mulher do caminhoneiro resolveu então, de acordo com ele, desgrudar a pata com água morna. O animal ficou cerca de quatro horas sob o chuveiro. “Quando desgrudou, a pele saiu junto. Foi horrível.” De acordo com o dono da cachorra, o pet shop cobrou R$ 50 pelo trabalho.

O veterinário Airton Roberto Romão afirmou que a pata não foi colada ao peito, mas sim sob uma das axilas da cachorrinha, dobrada, para que ficasse imobilizada. Ele disse que, em 32 anos de profissão, já usou a técnica com sucesso em ovinos, caprinos e aves.

Romão alegou que, em 27 dias no máximo, a pata se desgrudaria naturalmente da pele. “Uma substância oleosa que a pele solta acabaria fazendo a pata se descolar. Mas a dona se desesperou e resolveu tirar com água quente e aí acabou abrindo um buraco”, afirmou. O profissional disse que essa técnica apresenta vantagem em relação ao uso de talas porque o local do ferimento não fica abafado.

A poodle passou por um cirurgia nesta terça-feira (31) no Hospital Veterinário da Unesp (Universidade Estadual Paulista de Botucatu). O animal passa bem, segundo o dono, mas continua caminhando somente com as três patas.

A veterinária que cuidou da cachorra no hospital da Unesp, identificada apenas como Sheila, foi procurada para comentar o caso, mas não foi encontrada.

A polícia instaurou inquérito para apurar se houve maus-tratos contra o poodle.


A poodle Radija, de quatro meses, teve a pata fraturada ao saltar do sofá da família
A poodle Radija, de quatro meses, teve a pata fraturada ao saltar do sofá da família
Crédito Imagem: Uol

Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias
Link:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Animais aproveitam os benefícios da acupuntura

O procedimento dura entre 40 e 50 minutos e custa em média R$ 50 

A acupuntura, terapia geralmente usada com os humanos no combate de doenças e dores, estase tornando uma pratica comum entre os animais.

Gatos, cachorro e até cavalos se beneficiam com os resultados da prática.

O procedimento dura entre 40 e 50 minutos e é semelhante ao realizado com humanos, inclusive o material utilizado.

Vale lembrar que a acupuntura deve ser usada como um tratamento complementar, sempre recebendo orientação de um veterinário.

Cada sessão do procedimento custa, em média, R$ 50.

O tempo de tratamento varia conforme o caso, mas na maioria dos casos traz muitos benefícios ao animal.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:

Animais sobrevivem em 'zona proibida' de Fukushima

Há pouco menos de um ano, as autoridades do Japão obrigaram os moradores das áreas próximas à usina nuclear de Fukushima a deixar a região, após o terremoto e tsunami que atingiu o país.

Em meio à pressa para deixar a região, muitos proprietários de gado e donos de animais domésticos tiveram que deixar seus animais para trás.

Muitos animais acabaram morrendo, mas vários outros conseguiram encontrar alimentos e sobreviver.

Assista ao vídeo e veja como estes bichos fazem para comer

Voluntários recolhem e abrigam em suas próprias casas animais perdidos no Pinheirinho

Um grupo de 20 voluntários está recolhendo os animais que se perderam de seus donos após a ação de reintegração de posse na comunidade do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), no último dia 22. Sem destino apropriado, os animais estão sendo abrigados nas próprias residências dos voluntários, segundo relata a veterinária Veriane Araújo, 26. 

Mas, de acordo com a voluntária, muitos ficaram para trás. “Deve ter uns 500 animais ainda perdidos por lá. Vi muitos animais mortos ou feridos com balas de borracha. Muitos que sobreviveram estão com sarna e vermes. Faz cinco dias que não durmo”, desabafa. “Só eu contei umas 30 fêmeas prenhas e uns 40 filhotes.”

Nos três dias posteriores à reintegração de posse, a reportagem do UOL presenciou vários moradores desesperados por terem perdido seus animais na reintegração. As famílias tinham que esperar em uma longa fila e aguardar a liberação da Polícia Militar para buscar as coisas em casa e procurar seus bichos pelo Pinheirinho.

Nos alojamentos para onde as famílias foram levadas após o despejo também havia muitos animais, principalmente cães e gatos.

Os voluntários pedem doações de ração e medicamentos para os bichanos. Os interessados devem enviar email para spaveriane@yahoo.com.br ou ligar para (12) 8144-0044.

Entenda o caso
No último dia 22 de janeiro, a Polícia Militar cumpriu uma ordem de reintegração de posse da área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). A ação terminou no dia 25, cerca 9.000 pessoas viviam no local terreno de 1,3 milhão de metros quadrados há oito anos. O terreno integra a massa falida da empresa Selecta, do investidor Naji Nahas. A Justiça Federal decidiu contra a desocupação do terreno, mas a polícia manteve a reintegração obedecendo ordem da Justiça Estadual.


Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano
Link: