'Lava-jato' será aberto oficialmente na quinta-feira.
A Alemanha ganhou seu primeiro "lava-jato" para cães. A novidade foi criada em Leipizig e será aberta oficialmente na quinta-feira (9). No 'lava-jato' canino, os cães tomam banho com água morna e xampu. Depois, é utilizado um secador para secá-los.
Alemanha ganhou seu primeiro "lava-jato" para cães
Jesus Villanueva diz ter aprendido a laçar a 30 anos atrás, enquanto trabalhava em uma fazenda de gado no México, e que depois disso nunca mais havia praticado. Mas pelo que consta ele ainda sabe usar com habilidade suas cordas.
O mais novo herói estava trabalhando quando ouviu gritos vindos ao longo de um canal de irrigação de Moxee, Washington (EUA). Ao ir até o local viu que uma mulher e seu marido tentavam salvar os seus dois cães que estavam sendo arrastados pela corrente. Até as autoridades estavam no local para tentar ajudar. A vice-xerife Yakima tinha uma corda, mas não teve sorte.
O marido, Mat Deats, disse que apesar dos sinais de alerta do local sua esposa deixou os animais, Fawn, o labrador, e Nia, um pastor australiano, sem suas coleiras, e foi então que eles pularam no canal. Matt também tentou descer uma escada para alcançar seus animais de estimação, mas da mesma forma que a xerife, não conseguiu nenhum resultado.
A esperança de salvá-los já estava acabando, e foi então que Villanueva apareceu. O herói com apenas um laço para cada cachorro conseguiu trazê-los de volta a salvo.
Cãozinho lançou o 1º ataque, mas, em seguida, fugiu.
Brigas entre cão e gato são comuns, e normalmente o primeiro leva a melhor no confronto. Mas um vídeo publicado na internet no dia 24 de agosto mostra justamente o contrário. Um homem flagrou o encontro entre os dois rivais em um gramado.
Gato expulsa cão durante briga.
(Foto: Reprodução)
O vídeo de menos de menos de dois minutos mostra o felino se aproximando do cão, que mantém a posição. Quando ambos estão frente a frente, o cãozinho lança um ataque contra o oponente, mas, em seguida, sai em disparada, enquanto é perseguido pelo gato.
Orelha esquerda mede 31,11 cm, e direita, 34,29 cm.
O cão chamado "Harbor", de oito anos de idade, que pertence à americana Jennifer Wert, da cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), entrou para o Guinness, livro dos recordes, com as orelhas caninas mais longas do mundo. A orelha esquerda de "Harbor" mede 31,11 centímetros, enquanto a direita tem 34,29 centímetros.
Duas teses em andamento na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP) utilizam injeções de células-tronco em cães com lesões crônicas de coluna lombar e restrições de movimento. Os testes foram realizados em cães considerados “desenganados” pela medicina veterinária e alguns dos animais tratados já conseguiram apresentar melhoras.
Segundo informações da Agência USP, após a cirurgia, Bond, um cãozinho da raça lhasa apso, voltou a abanar o rabo e a apoiar as patas traseiras. Juquinha, da mesma raça que Bond, também apresentou resultados positivos. Quando foi operado, em dezembro de 2010, Juquinha não conseguia ficar “em pé”, por causa da falta de sustentação de suas patinhas. Um mês após a cirurgia, ele já consegue andar na esteira aquática.
O veterinário Carlos Alberto Palmeira Sarmento, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, analisa os resultados do trabalho com os animais com bastante otimismo, apesar de saber que é necessário um trabalho de fisioterapia contínuo. “Acredito que com esta e outras pesquisas, os estudos envolvendo células-tronco possam apresentar resultados cada vez melhores”, afirma. “Apesar de promissores, os resultados são fruto de pesquisas em animais e até se chegar a terapias válidas para seres humanos, ainda teremos um longo caminho pela frente. Por isso, não podem ser encarados como uma possível cura para humanos com lesões medulares”, pondera o veterinário Matheus Levi Tajra Feitosa, que também está trabalhando na pesquisa.
De acordo com os veterinários, um dos diferenciais do projeto é que a solução de células-tronco é injetada tanto no local exato da lesão da coluna como um pouco antes e um pouco depois do lugar lesionado. Após a cirurgia, os animais continuam fazendo fisioterapia cerca de três vezes por semana em sessões de aproximadamente 1h30, durante três meses, com a finalidade de estimular a musculatura.
Ativistas foram às ruas defender a criação de uma lei
para proteger os direitos dos animais
Ativistas pedem criação de lei que proteja o direito dos animais
e proiba a comercialização de sua carne
Crédito Imagem:AP
Neste domingo (4), centenas de ativistas sairam às ruas de Bancoc, na Tailândia, para protestar contra a venda de cachorros como comida. Na região, o consumo de carne de cães é tido como normal e faz parte da cultura local. Mas, na contra-mão, protetores dos animais defendem a criação de uma lei que proteja o direito dos pets e proiba a comercialização de cachorros para fins alimentícios.
Em agosto, a polícia tailandesa resgatou milhares de cães que estavam em caminhões e seriam lavados até o Vietnã para serem abatidos e terem sua carne comercializada.
Os traficantes tailandeses recolhem cachorros no interior do país e os levam ao Vietnã, onde recebem até R$ 52 por animal.