quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Pet shops deixam de vender filhotes para apoiar adoção

Duas redes de petshops canadenses 
abriram mão da atividade mais lucrativa de seus negócios 
para incentivar a adoção de animais abandonados.

Duas grandes redes de pet shop canadenses, a PJ’s Pets e a Pets Unlimited, suspenderam a venda de filhotes de cães e gatos em todas as suas lojas. A intenção é nobre: incentivar a adoção dos inúmeros bichinhos que vivem em abrigos e nas ruas à espera de um dono.

Duas redes de pet shop canadenses, 
suspenderam a venda de filhotes para incentivar a adoção.
Crédito: Flickr

A partir de setembro, os espaços que pertenciam à exposição dos filhotes serão agora ocupados por stands de ONGs e abrigos de animais que mostrarão aos clientes fotos dos cães e gatos disponíveis para adoção. Nas lojas maiores, canis serão construídos e ficarão à disposição dessas entidades.

Um trabalho de conscientização sobre a importância de adotar animais, em vez de comprá-los, com direito à distribuição de panfletos darão apoio à ação. Para as empresas, somente deixar de vender filhotes sem o suporte de uma campanha educativa não resolverá o problema dos animais abandonados. Isso porque os clientes poderiam sair da loja e simplesmente procurar outra para comprar os bichinhos.

A PJ’s Pets e a Pets Unlimited ainda se comprometeram a colocar para adoção os cães de reprodução de seus canis particulares, assim como as ninhadas que ainda não haviam sido vendidas.
A ideia tem sido vista com bons olhos no Canadá.
 Bem que a moda poderia pegar no Brasil.
Fonte:
Petmag.uol.com.br/noticias
Link:

Rancho tenta alimentar leões com ração vegetariana

Eles amam bichos e, há 20 anos, dedicam-se a cuidar de cães, aves e até leões abandonados em um santuário ecológico em Cotia, a 31 km de São Paulo.
Mas não param por aí: adeptos do veganismo --não comem carne nem derivados de animal--, Marcos Pompeu, 45, e sua mulher, Silvia, 49, responsáveis pelo Rancho dos Gnomos, buscam uma alternativa para não alimentar com carne os bichos abrigados ali.

"É como trocar seis por meia dúzia. Você cuida de um e sacrifica o outro", diz Silvia. O casal faz testes para criar uma ração com soja e nutrientes sintéticos que possa substituir as vísceras de boi, carne de frango e ratos usados para alimentar 11 leões, um tigre, uma onça parda, corujas e gaviões.
Leões abrigados no santuário ecológico em Cotia, 
onde funcionários tentam evitar alimentação com carne.
Crédito Imagem Paulo Pampolin/Hype/Folhapress

Silvia diz entender que é da natureza de vários animais caçar presas, mas acha que o dilema se justifica pelo fato de os bichos de lá já terem sido retirados do contexto natural. "Eles foram removidos de seu ambiente. Estamos tentando recuperar o que é possível."

Para a veterinária do rancho, Kelly Spitaleti, 35, também vegana, substâncias sintéticas podem fornecer os nutrientes necessários.

O problema é tornar a comida atraente. "Para os leões, por exemplo, podemos adicionar à soja a taurina, aminoácido encontrado na carne e importante para a nutrição do felino. Mas é preciso achar uma textura e um cheiro que façam o bicho sentir vontade de comer."
Segundo Marcos, o custo para produzir a ração é um problema: "Recebemos animais muito doentes, machucados ou acidentados. Uma vez por semana, fazemos testes incorporando soja à dieta dos bichos, mas a prioridade é construir recintos adequados para abrigá-los e cuidar da saúde deles". No último levantamento, o número de acolhidos era 321.

RESGATE
Novos moradores não param de chegar. Em setembro, o rancho vai receber o leão Simba, que vive em um zoológico desativado em Ivinhema (MS) e ficou conhecido por causa de uma campanha de ajuda no Facebook. Ele deve chegar em uma carreta especial para animais de grande porte.

O último resgate aconteceu em janeiro de 2010 e foi da tigresa Yamma, maltratada em um circo de Teresina (PI). "Ela estava muito debilitada. Viveu aqui ao lado do outro tigre, o Bengalinha, mas não resistiu muito e nos deixou em junho", lamenta Silvia.

Além dos felinos, há araras, preguiças, veados, porcos, cães, gatos e a filhote de lontra Fofoquinha, que tomou conta da piscina. "Ela foi trazida pelos bombeiros e, como não há lugar para acolher animais da espécie na região, construímos um lugar na piscina para cuidar dela", diz Marcos.

Para dar conta da bicharada, 12 funcionários dividem o trabalho com a equipe de voluntários, formada por veterinários, biólogos, nutricionista, advogados e contador. O rancho se mantém por doações. São cerca de mil colaboradores, a maioria pessoas físicas, que doam mensalmente no mínimo R$ 15.

O santuário é mantido com dificuldade e a equipe de cuidadores sabe que os animais estariam melhores em seu ambiente natural. "As pessoas precisam entender que o tráfico de animais silvestres e exóticos é crime. Não é raro que os traficantes também sejam envolvidos com a venda de drogas e de armas. Comprar um papagaio é estimular todos esses crimes", afirma a veterinária Kelly Spitaleti.

Para quem pergunta como conseguem sustentar os animais com poucos recursos, Silvia diz que não é à toa que o lugar se chama Rancho dos Gnomos. "Só acreditando no impossível para cumprir nossa missão."
Fonte:
1.folha.uol.com.br/saopaulo/964036
Link:

Gatinho faz sucesso em vídeo na web por rosnar para câmera


Gatinho brigão (Foto: Reprodução)

As coisas que bombam na Internet variam de "que incrível" até "isso é sério?". Por mais que seja fofo o vídeo Growling Kitty! pode facilmente ser categorizada na segunda opção.

Nele vemos Leo, um filhote de gatinho, que gosta tanto de sua bola que rosna para qualquer coisa que se aproxima dele. Quanto proteção, hein?

O vídeo que tem um pouco mais de um minuto (1m13 para ser mais exato) já conseguiu mais de 8 mil views em três dias.

Assista o vídeo Growling Kitty!

Fonte:
Techtudo.com.br/curiosidades/noticia
Link:

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Camiseta com focinho

Quer fazer uma homenagem para o seu melhor amigo? É só escolher uma das camisetas da marca norte-americana The Mountain e sair por aí, com o cachorro estampado na roupa. As peças trazem fotografias realistas de animais de várias raças: tem rotweiller, labrador, golden retriever… Apesar de não ter um buldogue em casa, este foi um dos modelos de que eu mais gostei, por causa das bochechas. E vocês?





Fonte:
colunas.casaejardim.globo.com
Link:
http://colunas.casaejardim.globo.com/bichoemcasa/category/cachorro/

Homeopatia traz benefícios também para os animais

Crédito Imagem: Petrede

A acupuntura é uma técnica muita usada há muitos anos para tratamentos de saúde em humanos. A novidade agora é que tal técnica está sendo realizada em alguns animais, por exemplo, em cavalos de uma hípica de Botucatu, interior de São Paulo.
As agulhas são aplicadas no dorso do animal por profissionais experientes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Os veterinários se dedicam a essa pesquisa e tratamentos há mais de 20 anos.
É preciso sentir os pontos dos animais para detectar quais problemas estão ocorrendo. Os pontos dos animais são praticamente os mesmos do ser humano, porém é preciso apenas fazer uma adequação à anatomia do animal.
O combate a carrapatos, bernes e mastite, e também à inflamação das glândulas mamárias, é realizado por meio da homeopatia. A boa notícia é que o custo é reduzido, pois o medicamento é preparado na própria fazenda.
Os benefícios proporcionados pela homeopatia – tanto pela acupuntura ou pelos remédios homeopáticos –, são diversos, no entanto, é preciso ter cuidado e atenção na dose a ser administrada no animal.
“Qualquer utilização indiscriminada de medicamentos é prejudicial ao organismo, dessa forma, precisamos buscar alternativas que sejam comprovadas cientificamente e que tragam resultados positivos”, ressalta a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/homeopatia-traz-beneficios-tambem-para-os-animais/

Fezes de animais podem ser focos de transmissão de doenças e micoses

Crédito Imagem: PetRede


Caminhar com os bichinhos de estimação faz parte da rotina de dezenas de pessoas, pois além de ter um companheiro na hora das atividades físicas, os animais também têm a oportunidade de passear e desestressar, já que muitos vivem dentro de casas cada vez menores e sem espaço para as brincadeiras dos pets. 

Porém, diferente dos seres humanos, os animais acabam fazendo suas necessidades por onde passam e, com isso, quem vem logo em seguida precisa desviar das fezes dos animais.

A aposentada Cecília Ferrite, moradora próximo à praça da Boa Morte, conta que, além de desagradável, as fezes dos animais geram certo incômodo.

“Na praça da Boa Morte diariamente encontramos diversos locais com fezes de cachorro. A cada 10 metros tem um”, conta.

“Acho um verdadeiro desrespeito dos donos de animais, pois naquele local têm muitas crianças que brincam e elas acabam pisando no coco dos animais, que pode trazer doenças”, afirma.

“Acho que a Prefeitura deveria fazer alguma campanha para conscientizar os proprietários dos cachorros sobre os riscos de contaminação que as fezes podem trazer, além da falta de educação”, salienta.

E não tem desculpa para não se recolherem os restos dos animais, atualmente no comércio é possível encontrar kits higiênicos, com pás que vêm com saquinho, que facilitam na hora de pegar as fezes do animal.

Tudo muito simples, sem nenhum contato direto ou indireto com os dejetos.

Há também os porta-saquinhos, onde é possível colocar sacolinhas em um suporte que é fixado na coleira do cãozinho.

Para quem não pretende gastar muito com esses utensílios, o indicado é sair de casa com pelo menos duas sacolinhas plásticas que, dobradas, nem ocupam espaço e podem ser levadas em qualquer bolso ou mesmo na mão, e quando o cãozinho fizer suas necessidades, é só pegar com a sacola.

Porém, fica a dica: não adianta pegar os restos dos bichinhos e jogar a sacolinha em qualquer lugar, ela deve ser depositada em lixeiras e, caso não as encontre, o proprietário precisa levá-la para casa e descartar junto com o lixo doméstico.

Vale lembrar que pisar nas fezes dos animais e seguir com os calçados para dentro de casa pode trazer doenças aos moradores, além de verminoses e fungos como o da micose.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/fezes-de-animais-podem-ser-focos-de-transmissao-de-doencas-e-micoses/

Ringue canino: como prevenir brigas entre cães

Crédito Imagem: PetRede
Se você tem mais do que um cachorro em casa, é provável que já tenha presenciado algum tipo de briga (mesmo que apenas uma rosnada) entre seus peludos. Elas podem aparecer por disputa de território, por exemplo, e se forem sérias podem lhe causar grandes dores de cabeça. Muitos cães que brigam acabam não conseguindo mais conviverem juntos e, por isso, precisam viver separados para o resto da vida. 

Para ajudar que isso não ocorra com seus amigos peludos, ou mesmo que aconteça algo semelhante durante os passeios, algumas dicas podem ser essenciais. Com a ajuda de especialistas, o site Dogster elaborou listas de como prevenir que um cão se torne agressivo com outros animais. Confira e coloque em prática desde o primeiro dia do seu companheiro em casa. 

Primeiros sinais
- Dorso: é comum que os pelos dessa região levantem sempre que um cão está irritado, nervoso ou agitado.
- Focinho: mostrar os dentes é um sinal de que seu cachorro está pronto para morder.
- Cabeça: fique atento se ele abaixar ou levantar demais a cabeça.
- Postura: antes de uma briga, a postura de um cão fica rígida e quase paralisada.
- Distrações: o cão fica muito atento quando está preparado para uma briga. Provavelmente ele não responderá a seus comandos.
- Sons: um cão que está pronto para lutar ou fica silencioso, ou ao contrário, emite um rosnado baixo. 

Como prevenir as brigas entre cães
- Treinamento da obediência: isso é muito importante. Treine o seu cachorro diariamente com comandos como “pare”, “largue” e “atenção!”
- Barulho: faça barulho com uma buzina de ar comprimido ou uma lata de moedas.
- Alimentação separada: alimente seus filhotes diariamente em áreas separadas.
- Reforço positivo: o “sim” é mais importante que o “não”. Elogie seu cão desde filhote para qualquer boa interação com outros cães.
- Liderança: como líder, você deve sempre deixar a casa em primeiro lugar, tocá-lo a qualquer momento, mesmo que esteja dormindo no sofá ou comendo.
- Evite situações de tensão: na rua, preste atenção para os sinais de alerta em outros cães e mantenha o seu cachorro longe deles.
- Encontros: é melhor que todos os cães passeiem de coleira. Esteja alerta e puxe a coleira para trás se houver sinais de tensão com outro animal. 

O que fazer caso ocorra uma briga
- Primeiro, mantenha a calma – é difícil, mas essencial.
- Cada proprietário deve retirar seu cão segurando as patas traseiras e puxando-os para longe um do outro.
- Deixe o local imediatamente com o seu cão devidamente na coleira.
- Não grite. Leve seu cão para outro local e faça comandos como “sente”, “deite”, “fique”.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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