sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Como apresentar cães evitando brigas

Por Equipe Cão Cidadão

Muitas pessoas ignoram a importância de uma boa apresentação de um cão a outro, especialmente se a situação importar na introdução de um novo amigo numa casa que já tinha um peludo como “morador antigo”.

Se o primeiro contato de ambos gerar reações agressivas ou mesmo uma briga, a relação dos cães pode ficar comprometida para sempre, gerando até situações de perigo constante.

Identificando os sinais de perigo
Mesmo que o novo morador seja um filhote, é preciso cuidado no primeiro contato, para que o mais velho não estranhe a chegada do pequeno. Além disso, há maior probabilidade de problemas caso o encontro ocorra no ambiente onde o cão mais antigo morava. Finalmente, cães do mesmo sexo tendem a se “estranhar” mais do que um macho e uma fêmea quando se conhecem.

Assim, se a situação a ser enfrentada tiver algum dos fatores acima, os cuidados devem ser redobrados.

Como agir 

A primeira dica é providenciar para que o primeiro contato se dê em um local neutro. Pode ser na rua, num parque ou praça, de preferência sem muito barulho ao redor.
Outro ponto importante é providenciar para que os dois cães estejam contidos em suas respectivas guias, cada um sendo conduzido por uma pessoa.

A aproximação deve ocorrer aos poucos, iniciando com uma boa distância ente os cães. Cada condutor deve estar bem atento às reações do peludo que está ao seu lado. Sinais como: encarar o outro cão fixamente, pelos do pescoço eriçados, cauda ereta e imóvel, significam perigo e devem ser imediatamente coibidas! Deve-se retirar imediatamente o cão do local que lhe dava visão do outro, com um sonoro e vigoroso NÃO.

É importante, por outro lado, valorizar os comportamentos desejados e esperados para esta situação: se o cão, mesmo já tendo visto o outro, mantiver-se numa posição relaxada, deve ser elogiado e bastante recompensado.

O objetivo é que a aproximação ocorra aos poucos, sempre observando as reações de ambos os cães, que devem ser tranquilas e despreocupadas para que se saiba em que ponto avançar. Isto pode levar alguns minutos ou até dias. Mas é muito importante ter paciência, pois trata-se de uma providência que garantirá tranquilidade aos peludos!

Quando se tiver certeza que ambos estão tranquilos, pode-se permitir que se cheirem, pois é neste momento que a relação entre os cães realmente se iniciará.

Antes de deixar os peludos sozinhos no local destinados a eles, é indicado que sejam separados na hora da alimentação. Além disso, todos os brinquedos, ossos e objetos que possam iniciar uma disputa, devem ser retirados do local, para somente serem introduzidos após certo tempo de convivência harmônica.


Importante: caso a(s) pessoa(s) seja(m) totalmente inexperiente(s) com cães e/ou qualquer dos peludos tenha histórico de agressividade, é indicado buscar a ajuda de um profissional especializado em comportamento canino para auxiliar na apresentação a outro cão.
Texto: Cassia Rabelo Cardoso dos Santos (Adestradora Cão Cidadão)
Revisão e Edição Final: Alex Candido
Fonte:
Noticias.r7.com/blogs/dr-pet
Link:
http://noticias.r7.com/blogs/dr-pet/2011/08/04/como-apresentar-caes-evitando-brigas/

Que tal deixar seu bichinho mais bonito? Conheça os novos produtos de beleza para cães e gatos

Perfumes de luxo, cauterização e, até mesmo, 
tonalizantes são opções para os bichos.

Produtos de beleza prometem deixar seu pet impecável
Crédito Imagem: Getty Images
Assim como os nossos cabelos e pele merecem cuidados e mimos, a pelagem e higiene dos pets também.
Pensando nisso, muitas marcas do mercado animal lançaram produtos essenciais para manterem a aparência dos mascotes impecáveis.Entre cauterização e perfumes importados, com inspiração em grandes marcas como Dolce Gabana e Carolina Herrera, as prateleiras dos pet shops vão ficando lotadas de opções e a penteadeira do bichinho cada vez mais cheia.Quem gosta dessas novidades são eles, que deixam a cabeleira mais bela e o sentimento de vaidade mais aguçado.A aceitação destes produtos é tão grande - entre os donos e animais- que a empresa Pet Society irá realizar uma feira de estética animal, entre os dias sete e nove de agosto em Florianópolis, capital de Santa Catarina, que trará novidades deste mercado e, principalmente, aulas de beleza.Além deste evento, que marca a importância dos cuidados com os animais, houve, em março, outro evento, mas na cidade de São Paulo, que enalteceu os produtos de beleza e higiene voltada para o animal – o Pet Show.
Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:

Cãozinho é resgatado após ficar preso debaixo de carro

Caso ocorreu em Miami, no estado da Flórida.
Bombeiros usaram macaco para levantar veículo e retirar o animal.

Um cão foi resgatado em Miami, no estado da Flórida (EUA), depois que foi encontrado preso debaixo de um carro. Moradores que ouviram os latidos do filhote avisaram as autoridades. Os bombeiros usaram um macaco mecânico para levantar o veículo e conseguir retirar o animal, segundo reportagem da emissora de TV “WSVN”.

Bombeiros usaram macaco mecânico para levantar o veículo e retirar o animal. 
(Foto: Reprodução/WSVN)
Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Por que não gosto de pit bulls, em gráfico [repost]


Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/porque-nao-gosto-de-pit-bulls-em-grafico/

Identificação animal

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação/PetRede

Identificar um animal é tão importante e significativo quanto decidir adquirir ou aceitar esse mesmo animal. Pelo menos deveria ser…

Não é isso que fazemos quando compramos um carro, ou um imóvel? Independente de valores em moeda, sabemos instintivamente que é a melhor maneira de garantirmos que “aquilo” que pagamos é realmente nosso. Por quê não garantir também que nosso melhor amigo é de nossa propriedade? Tirem suas próprias conclusões.

Que fique claro que o termo propriedade é usado aqui com a única e sincera intenção de definir e insinuar que aquele animal é dependente de nossos cuidados e atenção. Nada pejorativo. Se preferir, favor substituir por Responsabilidade.

Já não é novidade o papel e o valor sentimental que um animal de estimação exerce em nossas vidas e em nossos lares. As últimas décadas foram marcadas pelo continuo crescimento do segmento Pet e suas ramificações. O mercado de rações, medicamentos, vestimentas, acessórios e o de vendas de animais propriamente dito têm estado em ótima fase. As perspectivas são no mínimo otimistas.

É notório o interesse por diferentes espécies de mascotes e pelas novidades que o mercado Pet oferece para nossos amigos. Hoje é muito fácil encontrar mascotes como serpentes, lagartos, chinchilas e furões ao invés de cães e gatos. Aliás, para quem não sabe, todo furão que chega ao Brasil já vem com um microchip implantado. Isso mostra e prova como em outros países a identificação já é levada a sério e claramente é uma ferramenta de rastreabilidade e segurança que vale a pena.

O Brasil especificamente tem se mantido entre os primeiros países em população pet e o mercado parece que ainda tem fôlego e espaço para crescer. Tudo isso é visto com bons olhos pelo próprio mercado, mas há um lado que ainda merece cuidados mais que especiais.

A dramática situação em que muitos (maioria) de nossos animais “sobrevivem” nas ruas ou pior que isso, em alguns chamados lares, é uma realidade que deve ser coibida com “agressividade” (no bom sentido da palavra) e urgência total. A política e a legislação Brasileira ainda estão longe de servir como exemplo quando o assunto é Bem Estar Animal. Não há unanimidade na criação de leis severas e mais além, não há mão de obra qualificada suficiente para exercer a fiscalização das leis existentes, por mais brandas que sejam. Basta ir a qualquer praia e constatar a presença de cães que são levados pelos próprios donos. Muitas vezes bem próximos as placas avisando sobre a proibição. Mal sabem que os 2 primeiros em uma grande cadeia de prejudicados são exatamente os próprios animais e nós humanos/banhistas. Egoísmo e irresponsabilidades a flor da pele (cabe aqui alusão aos problemas de pele que podem acometer esses cães).

Experiências positivas em outros países e algumas poucas aqui mesmo no Brasil – (www.caochorro.com.br) estão sempre atreladas a esterilização e identificação em massa da população animal. A fiscalização é o próximo fator na ordem de importância.

A tecnologia avançou muito no ramo da identificação eletrônica para animais, e sem dúvida é a que melhor atende as necessidades e desafios dessa tarefa. Muito gastou-se no passado com plaquetas e tatuagens, métodos que provaram-se falhos e com custo benefício bastante negativo.

O microchip, famoso aparato que é implantado literalmente “dentro” dos animais, tornou-se o mais usado e mais eficiente método de identificação nos últimos anos. Seu custo pode ser considerado baixo quando comparado aos inúmeros benefícios que proprietário e animal recebem. A implantação é rápida, indolor e sem efeitos colaterais. O material usado é o chamado BioVidro e obviamente é tolerado pelo organismo animal sem problemas.

Hoje inclusive existem padronizações e normativas que garantem que ao redor do mundo haverá comunicação entre leitoras e microchips. De nada adiantaria meu animal sair aqui do Brasil e não ser identificado na Europa ou vice versa.

O pequeno chip com um numero gravado durante sua fabricação, é intransferível e único. Não haverá outro animal com um mesmo numero em qualquer outro lugar do planeta. Este chip é encapsulado junto com uma antena e um transmissor-receptor em um cilindro de vidro bio compatível que fica em modo de espera até que a leitora emita um sinal de rádio frequência ao passar bem próximo ao corpo do animal. Não é necessário nenhum tipo de manutenção e o microchip literalmente fica a espera de um sinal para ser acionado.

As melhores empresas atualmente oferecem microchips já esterilizados e com capsula anti migratória. O que mostra algumas das melhorias dessa tecnologia sempre em evolução.

Independente de marca ou modelo, TODO animal microchipado deve ser cadastrado em um banco de dados unificado. O Brasil, apesar de ser iniciante no segmento de identificação eletrônica para animais, pode considerar-se privilegiado por possuir o Abrachip – Associação Brasileira do Microchip Animal. Apesar do tamanho de nosso imenso pais, é possível fazer o cadastro de um animal em minutos, desde que haja conexão com internet. Basta acessar o banco de dados através do site (www.abrachip.com.br) e fazer seu cadastro como Medico Veterinário. O cadastro é rápido e seguro como o microchip.

É imprescindível que autoridades e população andem juntas nessa cruzada pelo bem estar e melhoria da qualidade de vida dos animais. Programas de castração em massa para a população de baixa renda seguida de identificação e cadastro é o caminho. Uma vez que haja controle e manejo desse contingente, fica mais fácil localizar, atualizar dados e porque não penalizar quem não cumprir com suas obrigações civis.

A tendência mundial é óbvia em relação a obrigatoriedade da identificação através de micrcochip. Vários países já a adotaram e muitos outros tem data limite para iniciá-la.
Aeroportos espalhados pelo globo já utilizam a verificação de qualquer animal que entre o país. Para entender o quanto o microchip facilita esse serviço, basta saber que a “leitura” de um animal microchipado é feita em segundos. Para o bem do animal e de nossa própria segurança sanitária, é imprescíndível que haja esse controle na entrada de animais em nosso território.

O Brasil felizmente acaba de adotar medida bastante positiva ao regulamentar através do Decreto 7.140 (29 de Março de 2010) o uso do Passaporte para o trânsito internacional de nossos cães e gatos, que também será válido para o território nacional.

Nas clínicas e hospitais veterinários, o dia a dia dos profissionais pode render muito mais quando um paciente tem seu registro e ficha clínica atrelados ao número do microchip. Em casos de laboratórios, esse número também ameniza possíveis erros ou confusões entre paciente e o exame feito.

Aqui no Brasil as Confederações e Associações de Equinos já saíram na frente e muitas adotaram o microchip como forma de identificação. Aliás, o ano de 2010 foi marcado com o início da obrigatoriedade da identificação eletrônica para cavalos registrados na CBH (Confederação Brasileira de Hipismo).

São inúmeros os casos de animais que retornaram aos seus donos e lares graças a um microchip. É certo que às vezes muito tempo depois, mas gosto de pensar que o retorno pode ser abreviado na maioria dos casos.

Outro fator relevante é o poder inibitório muito grande que o microchip oferece. É justamente aqui que cabe a palavra Propriedade, conforme citei no começo do texto. A identificação de nossos animais também garante essa ligação entre um “dono” e determinado animal. Já presenciei alguns casos de animais roubados que foram devolvidos mediante prova de “propriedade” pelo microchip. Claro que para isso é fundamental o registro e cadastro com documentação que comprove essa “paternidade”. Mais uma vez cito a importância de um banco de dados e a participação dos Médicos Veterinários como profissionais responsáveis pela implantação do microchip e do cadastro dos animais e seus proprietários.

É chegada a hora de assumirmos nosso papel perante nossos fiéis amigos. Seja como proprietário responsável, seja como veterinário atuante ou apenas como simpatizante dessa causa tão nobre. Posse Responsável e Bem Estar Animal é nosso dever para com qualquer animal. Quem não gosta, respeita. Quem gosta, cuida e dá carinho.

Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Dicas para tirar o odor dos animais da sua casa

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação/PetRede

A maior parte dos leitores do blog possui um ou mais (muito mais!) bichos de estimação: cachorros, gatos, passarinhos, tartarugas, hamsters. A pedido de uma internauta, seguem algumas dicas de como manter o ambiente onde vivemos com nossos animais limpo, para evitar mau cheiro, problemas com vizinhos e até mesmo doenças.
Inicialmente, é essencial passar aspirador de pó em toda a casa (carpetes, tapetes, parquê) para tirar a poeira e os pelos que ficam nos locais, especialmente nos cantinhos. O chão deve ser lavado com água sanitária e, em uma segunda vez, com algum desinfetante específico para REMOVER odores de animais.

Quem tem gato, sabe a importância de manter a caixinha de areia sempre limpa, pois os gatos são muito higiênicos e tendem a não usar o local se ele estiver sujo. Existem algumas areias, mais caras, que ajudam a inibir o odor do xixi do felino. Quem tem pássaros ou hamster também sabe que há a necessidade de manter as gaiolas sempre asseadas.
Conversando com amigos e proprietários de animais, descobrimos vários truques que podem ser testados. Eu nunca fiz nenhum mas, sem dúvida, tentarei essa semana pra ver se funcionam. 

Para tirar cheiro de xixi
Juntar água, limão e bicarbonato de sódio. Aplicar sobre o local (especialmente sofá e tapetes, pois não desbota tecido)
Retirar o excesso de xixi com papel absorvente, colocar um pouco de vinagre branco e maisena em cima da mancha e esperar secar por 3 ou 4 horas. Retirar com aspirador de pó.
Misturar álcool e vinagre em partes iguais (ou somente álcool puro) e esfregar no local, ou colocar a solução em um pulverizador e aplicar sobre o xixi.
Limpar a área com papel toalha e aplicar REMOVEDOR de odores generosamente, procurando cobrir um pouco além da área que foi suja pelo cão. Não enxaguar, nem secar com outro pano. A diferença é que o removedor age destruindo as moléculas que causam o cheiro ruim.

Para evitar que os animais façam xixi fora do lugar
Fazer um sachê com tecido e colocar duas ou três pimentas dedo de moça (a vermelha) dentro e amarrar. Colocar em cima do sofá para afastar o gato do local.
Borrifar produto específico para animais com citronela nos locais onde o animal não deve fazer xixi. (Essa eu fazia – e costumava misturar a essência com um pouco de água, borrifar e esperar secar).

Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Cadela presa em buraco é resgatada com equipamento de terremoto

Cocker spaniel foi encontrada em uma toca de raposa,
 onde já estava há quatro dias.
Cadela presa em buraco é resgatada após quatro dias e com equipamento de terremoto
Crédito Imagem: BBC

Uma cadela que ficou presa em um buraco na região de Hampshire, na Inglaterra, foi solta com o uso de equipamentos utilizados para resgatar vítimas do terremoto no Japão e na Nova Zelândia.
Ivy, uma cocker spaniel de quatro meses, foi encontrada presa em uma toca de raposa, onde já estava há quatro dias.
A equipe de resgate do Corpo de Bombeiros de Hampshire utilizou sua câmera flexível de buscas e equipamentos de escuta durante a operação.
Ivy foi encontrada por um morador, após ter sumido de sua casa em Burghclere.
Segundo um porta-voz dos bombeiros, as equipes fizeram a escavação com cuidado para nao ferir o animal. Eles conseguiram ver o rosto de Ivy após duas horas de trabalho.
Ivy estava presa na toca pelos quadris, e as pernas da frente estavam presas debaixo de seu peito, o que a impossibilitava de tentar sair.
Uma vez retirada do buraco, Ivy foi encaminhada para a Sociedade Real de Proteção dos Animais, que a levaram para um veterinário local.
Ela já está de volta à casa onde vivia.

Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/cadela-presa-em-buraco-e-resgatada-com-equipamento-de-terremoto-20110804.html