segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gordura não é sinal de saúde!

Excessos alimentares
 podem causar problemas ortopédicos em cães.

É importante manter uma boa nutrição
para controlar o peso do seu cão e evitar a obesidade
Crédito: Daily Mail
 
Quando pensamos em alimentação para pets, logo nos lembramos das modernas dietas disponíveis, completas e balanceadas, e podemos pensar que finalmente não veremos mais os comuns problemas nutricionais do passado. De fato, não os mesmos, mas infelizmente eles ainda existem.


 Antigamente, devido ao padrão de alimentação que os cães recebiam –geralmente caseira ou restrita a uma ração comercial de baixa qualidade –, os cuidados em certas fases da vida dos nossos amigos (como crescimento, gestação e lactação) eram frequentemente acompanhados de suplementação. Havia uma preocupação focada principalmente na suplementação vitamínico-mineral, tudo para que eventuais carências, comuns na época, não se desenvolvessem.

 No entanto, ao contrário da antiga realidade, hoje o que vemos são os excessos. Os fatores que juntos podem levar a eles são basicamente três:

  •  as dietas estão cada vez mais completas e balanceadas, dispensando suplementações;
  •  ainda existe muita informação errada e mitos em relação à suplementação alimentar, principalmente para os cães de grande porte;
  • os proprietários, cada vez mais, transferem maus hábitos alimentares aos seus pets, oferecendo muitos extras (como petiscos), não respeitando a quantidade recomendada pelo fabricante.

Por sua alta incidência e influência negativa direta sobre as doenças ortopédicas, cabe iniciarmos a conversa falando sobre o excesso de calorias, cuja consequência imediata é a obesidade. Estudos demonstram que aproximadamente 40% da população canina, independente do porte, estão acima do peso. Além de ser uma dificuldade por si só, a obesidade agrava, e muito, todos os problemas ortopédicos em todas as fases da vida do animal. O excesso de peso prejudica o sistema musculoesquelético, aumentando a incidência ou piorando os casos de artrose, discopatia (problema na junção das vértebras da coluna), entre outras, principalmente a displasia coxofemoral.

Especialmente no caso de filhotes, os excessos podem comprometer seu correto desenvolvimento refletindo-se por toda vida. Comumente isto decorre do fato de os proprietários desejarem que seus animais estejam satisfeitos e alcancem o desenvolvimento máximo em menor tempo possível. Porém, quando há acesso livre ao alimento associado a uma dieta saborosa, rica em proteína bruta e calorias, os animais acabam ingerindo mais energia que o necessário para seu desenvolvimento, resultando em distúrbios do crescimento.

Além disso, cães alimentados à vontade ou suplementados também excedem o consumo de outros nutrientes como o cálcio, ingerindo quantidades muito superiores às necessidades diárias, o que pode levar a sérias alterações no desenvolvimento ósseo. O excesso de cálcio exerce influência direta no crescimento, principalmente dos ossos dos membros. A tendência é que haja um acúmulo excessivo de cálcio no osso, que com o tempo interfere no crescimento e modelamento da estrutura óssea. Pesquisas demonstram uma forte associação entre níveis altos de cálcio na dieta e problemas ósseos, mesmo quando os níveis de energia e outros nutrientes se mantêm nas faixas ideais.

 Nesse contexto, é primordial chamar a atenção para o fato de que os filhotes de raças grandes e gigantes (como dogue alemão, boxer, labrador, pastor alemão, entre outros) estão mais propensos a desenvolver essas alterações, que envolvem doenças como displasia coxofemoral e displasia de cotovelo, osteocondrite dissecante, osteodistrofia hipertrófica.

 Essa predisposição está associada a fatores genéticos, mas fatores ambientais como a nutrição e o peso corporal podem deflagrar ou acentuar o problema. Diante de tudo isso, como proceder para garantir que estamos fazendo o mais correto para o melhor amigo? O meio mais indicado de garantir uma nutrição excelente é ter atenção a cuidados simples, mas decisivos para a saúde dos pets:
  • somente adquirir alimentos comerciais de alta qualidade (premium e super premium), respeitando a idade e porte do cão;
  • respeitar a quantidade indicada pelo fabricante, adequando-a ao nível de atividade física, idade e peso do cão;
  • não oferecer nenhum tipo de suplementação, principalmente de cálcio (as rações de boa qualidade são completas, dispensando absolutamente qualquer suplementação vitamínico-mineral);
  • redobrar todos estes cuidados se seu cão for um filhote ou adulto de porte grande ou gigante (acima de 25 kg de peso na idade adulta).

Atualmente o mercado dispõe de excelentes opções para cães de raças grandes e conta com alimentos para raças específicas como labrador, golden retriever, bulldog etc, todos especialmente formulados para atender de forma ideal a todas as necessidades, sem excessos prejudiciais ao seu cão.

 
sobre o autorKeila Regina de Godoy é médica veterinária formada pela Universidade Paulista (UNIP) 2000. Há 6 anos faz parte da equipe PremieR pet, onde atuou nas áreas comerciais e técnicas. Atualmente gerencia o departamento de Desenvolvimento e Capacitação Técnica da PremieR pet.

Atenção: as opiniões do artigo são de inteira responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a opinião do site PetMag.



Fonte: 
Petmag/Uol/Colunas
Link:
http://petmag.uol.com.br/colunas/gordura-nao-e-sinal-de-saude/

sábado, 11 de junho de 2011

Presenteie o seu amor com um animal abandonado!!

Think Stock

Que tal presentear seu amor  neste domingo
com um animal pronto para ganhar um lar?
"Há milhares de anos é comum a convivência amigável entre humanos e animais. Com o tempo esta amizade ganhou força, superando, em alguns casos, a convivência dos membros da propria raça.
O Brasil é o segundo país do mundo em número de animais de estimação, sendo superado apenas pelos EUA."
 
 
Fonte:
Mania de Cão / Pet Notícias
Link:
http://www.maniadecao.com.br/do/PetNoticias

Depois de gatos, Harvard pesquisa modo de beber dos cães

DO "NEW YORK TIMES"



Um estudo do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) de 2010 analisou a maneira como os gatos ingerem líquidos usando a ponta da língua. Agora é a vez da Universidade Harvard desenvolver pesquisa semelhante, mas com outro foco de estudo: os cães.

O zoólogo Alfred Crompton e sua assistente Catherine Musinsky, ambos de Harvard, usaram vídeos de alta velocidade e em raios-X para demonstrar que os dois animais, no fundo, adotam o mesmo mecanismo para beber.
"Cachorros são apenas menos exuberantes e bagunceiros ao beber. Parece que eles sugam o líquido", explica Crompton, "mas agem exatamente igual aos gatos."
Tanto o gato quanto o cão usa a língua para formar uma "coluna líquida". Antes que a bebida caia, eles abrem a boca e a jogam para dentro.
A ponta da língua do cachorro, entretanto, penetra o líquido de uma forma um pouco mais profunda do que a do gato, e espalha mais líquido durante a sucção, explica Crompton.
Isso gera a falsa impressão de que os cães fazem um movimento em concha.
O objeto de teste no estudo --publicado na edição atual do jornal "Biology Letters"-- foi a cadela de Crompton, chamada Mathilda.
Uma vez que o líquido estava na boca de Mathilda, os pesquisadores viram que ele era mantido em sulcos --ou rugas-- no céu da boca antes de descer pela garganta.
Esse local intermediário para o líquido permite que Mathilda, assim como outros de seus pares, deem lambidas contínuas e suguem outra coluna de líquido sem perder a anterior.


Fonte:
Uol/Folha.com
Link:
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/928141-depois-de-gatos-harvard-pesquisa-modo-de-beber-dos-caes.shtml

Guarda 'ajuda' gato oficial do premiê a entrar em casa no Reino Unido.

Larry ficou indeciso quando a porta
de Downing Street foi aberta.
Guarda deu um 'empurrãozinho'
para convencer o felino a entrar.

Larry, gato oficial de Downing Street, é 'convencido' a entrar na residência oficial do premiê britânico, nesta quinta-feira (9). O guarda que fica na porta da residência deu um 'empurrãozinho' no felino, que ficou indeciso sobre entrar ou não na casa. O incidente ocorreu antes de encontro do primeiro-ministro David Cameron com o presidente da BMW, Norbert Reithofer (Foto: AFP)
 
Fonte:
G1/Globo.com/Planeta Bizarro
Link:
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/06/guarda-ajuda-gato-oficial-do-premie-entrar-em-casa-no-reino-unido.html

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Antes de adotar um animal de estimação é preciso conhecer os conceitos da posse responsável

A imagem de um cão ou gato ainda filhote em uma vitrine de pet shop causa comoção e encanta algumas pessoas, que muitas vezes sem se preocupar com as responsabilidades posteriores adquirem um animal de estimação e algum tempo depois o abandonam, ou repassam para outras pessoas. Para que esse comportamento deixe de se repetir é preciso divulgar os conceitos da posse responsável.


Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação
A Sociedade Mundial de Proteção Animal (World Society for the Protetion of Animal – WSPA) foi criada em 1981 e possui filiação em mais de 100 países. De acordo com a sociedade, a posse responsável deve abrange a relação entre o dono, seu animal de estimação e o meio em que ambos vivem.

Para a WSPA o proprietário de um animal de estimação deve “prevenir os riscos de agressão, transmissão de doenças ou danos a terceiros, que seu animal possa causar à comunidade ou ao ambiente, como interpretado pela legislação vigente”.
Ter uma atitude responsável pode ajudar a diminuir o número de animais abandonados nas ruas e abrigos.

A definição
De acordo com o médico-veterinário e vice-presidente do Grupo de Proteção Animal (GPA) Jorge Carneiro, “a posse responsável compreende todas as responsabilidades que o cuidador tem pelo animal”. Entre elas oferecer alimento, água, condições de abrigo, atenção veterinária, respeitar a liberdade, não alterar o comportamento do animal.
Em resumo, a posse responsável é o conjunto de “regras para garantir um convívio entre homem e animal de estimação”, explica.

Falta de legislação específica
O GPA trabalha em projetos para divulgação dessas responsabilidades. Para o vice-presidente da ONG, é preciso haver uma legislação específica para o assunto, além de um trabalho educacional com a população.
“O que a gente precisa urgentemente é uma legislação, políticas públicas voltadas para a posse responsável. Por exemplo, identificação e registro de animais e proprietário. Conscientizar para controle de natalidade animal (castração). Leis que garantam condições de saúde, vacinas, tratamentos diversos. O fato é que enquanto não tivermos essa cultura da posse responsável vamos continuar vendo animais sofrendo. É inconcebível continuar vendo isso”, lamenta.


Cão X Violência
Para o professor de muay thai Dídimo Neto, até mesmo raças de cães tidas como violentas, como os pitbulls, poderiam ser criadas sem problemas se os donos tivessem atitudes mais responsáveis.
“Crio dois pit bulls, um de sete outra de três anos, são animais extremamente sociáveis. Eu crio gatos com os pit bulls, eles comem juntos. Ando normalmente na rua, qualquer pessoa brinca com eles, passam a mão, eles lambem igual quer outra raça de cães. Cachorro é cachorro. Morder um ser humano todo cachorro pode. Se você pega um pincher e um fila, e os confina, todos os dois se tornam agressivos, o que muda é a força da mordida. No caso do pitbull, ele precisa gastar muita energia. Cão deve ser socializado com animais e outros bichos e pessoas. O estresse afeta o animal.”, disse.


Escolher o animal e a raça certa
O professor acrescenta que é preciso analisar se o futuro dono possui as características necessárias para criar o cão adequadamente.


“A criação do cachorro reflete no comportamento do animal. Por exemplo, um idoso não pode criar um pit bull, pois não vai acompanhar o ritmo do animal Não só os pet , mas os criadores (donos de canis) deveriam alertar os compradores. Muita gente pega o cachorro por impulso. É bonitinho e quando cresce cria problemas. É extremamente importante conhecer a raça.”, enfatiza.


Dez mandamentos
A Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal ARCA Brasil foi a entidade que consolidou no país o conceito de posse responsável de cães e gatos. A associação criou os Dez Mandamentos da posse responsável. São eles:


1- Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
2- Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
3- Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
4- Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
5- Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
6- Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
7- Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
8- Recolha e jogue os dejetos em local apropriado.
9- Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10- Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.


A ARCA Brasil disponibilizou em seu portal o Teste do Proprietário Responsável.
Divulgação da posse responsável
O GPA desenvolve atividades voltadas para divulgação do conceito de posse responsável e controle de natalidade animal. No final deste mês a ONG vai realizar um curso voltado para educadores da rede municipal de Manaus em conjunto com a WSTA. Mais informações podem ser adquiridas pela site do GPA.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/antes-de-adotar-um-animal-de-estimacao-e-preciso-conhecer-os-conceitos-da-posse-responsavel/

Cãozinho vira mascote de taxistas no Rio de Janeiro

O vira-latas Juarez virou amigo das pessoas nas ruas de Leopoldina.

Sabe aquele ditado que diz que o cachorro é o melhor amigo do homem? Pois bem, o vira-latas Juarez é o melhor amigo dos taxistas do bairro Leopoldina, na zona portuária do Rio de Janeiro.

O cãozinho chegou machucado nas proximidades do ponto e foi adotado pelos motoristas que trabalham por lá. Seu nome, inclusive, é igual a um dos profissionais que o ajudaram a se curar.
Hoje, Juarez tem uma casinha nas ruas de Leopoldina e é alimentado pelos moradores da região, que sempre param para dar carinho ao vira-latas.




Fonte:
R7/Entretenimento/Bichos/Notícias
Link:
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/caozinho-vira-mascote-de-taxistas-no-rio-de-janeiro-20110609.html