segunda-feira, 18 de abril de 2011

Super bactérias também podem afetar animais de estimação.


Especializado no atendimento de pequenos animais, o Hospital Veterinário Pet Care faz um alerta em relação à discussão sobre o desenvolvimento de bactérias resistentes: o risco pode estar presente também entre os animais de estimação. “Infelizmente, o problema é frequente no universo veterinário”, diz a diretora do hospital, Carla Alice Berl. De acordo com a profissional, a questão quase sempre está ligada à interrupção do tratamento antes do prazo estabelecido pelo veterinário, à dificuldade em se administrar as doses corretas e ainda à medicação sem a orientação do especialista.

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação


Quando medicados corretamente, os cães e gatos com infecções apresentam melhora significativa dos sintomas, mas isso não significa que infecção bacteriana foi sanada. Com esta aparente melhora do animal, o proprietário decide parar o tratamento. “Neste momento em que estamos quase ganhando a briga contra a bactéria o medicamento para de ser administrado. A bactéria que ainda não foi erradicada totalmente pode se recompor e se tornar resistente à medicação”.
Outra questão é acertar as doses e os horários da medicação. “Às vezes pela dificuldade em medicar o animal, o dono não consegue fornecer a dosagem recomendada ou seguir os intervalos estipulados pelo veterinário”, lembra. Para Carla cabe aos veterinários o papel de conscientizar os proprietários de animais sobre a responsabilidade da administração de antibiótico. “Devemos indicar o melhor produto para facilitar a medicação, seja oral – em forma de comprimido ou solução tipo xarope – ou injetável e ainda reforçar que o tratamento não pode ser interrompido para não sermos responsáveis por este grande problema mundial”, acredita.
Para ajudar os proprietários, o Hospital Veterinário Pet Care indica o tempo mínimo de tratamento das principais doenças bacterianas:

· Infecções bacterianas de pele e ouvidos: As otites e piodermites em animais de estimação devem ser tratadas no mínimo 15 dias com antibiótico, podendo se estender durante meses até que o veterinário detecte a erradicação da bactéria;

· Infecções de trato urinário: Para as cistites e pilonefrites recomenda-se um tratamento mínimo de 21 dias com antibiótico, assim como nas mordeduras e feridas sépticas, podendo se estender meses de tratamento.

· Para infecções ósseas: Nas osteomielites, a antibioticoterapia é realizada por tempo indeterminado até haver completa resolução diagnosticada por radiografia.

A realização de exames de cultura bacteriana antes da medicação e durante o tratamento também são importantes para a eficácia do tratamento. “É preciso realizar um antibiograma para identificar qual é a bactéria e a qual antibiótico ela é susceptível”, finaliza Carla.


Serviço
Hospital Veterinário Pet Care – 24h
Avenida Giovanni Gronchi, 3001 – Morumbi – São Paulo/SP
(11) 3743-2142Siga o Pet Care no Twitter!

http://www.petcare.com.br/

www.twitter.com/hvpetcare

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/super-bacterias-tambem-podem-afetar-animais-de-estimacao/

Castrações ilegais podem resultar na morte dos animais.

Em carta publicada esta semana na Gazeta do Sul o mecânico Airton Andres alertou a população para castrações ilegais de cães em Santa Cruz do Sul. As denúncias estão sendo investigadas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e pela Vigilância Sanitária do município.

José Augusto Borowsky

Atraído por um preço atrativo, de R$ 80,00, o mecânico contratou o serviço de dois veterinários, indicados por uma casa agropecuária e que fizeram a castração de dois cães (fêmeas) nos fundos da sua residência, sem cuidados com a assepsia. Os profissionais seriam de outro município e viriam a Santa Cruz semanalmente para atender os clientes do estabelecimento.

 Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação


Logo depois dos procedimentos, as suturas, feitas com linha de pesca, infeccionaram e as cachorrinhas Cindi (uma linguicinha) e Lessi (SRD) quase morreram. Elas precisaram ser internadas em uma clínica, onde ficaram por quase dez dias em tratamento. Revoltado, Andres denunciou o caso à Polícia Civil, ao Ministério Público e ao CRMV, além de mover processo contra os veterinários e a agropecuária.
O coordenador da Vigilância Sanitária da Prefeitura, veterinário Paulo César Rutkowski, confirmou a denúncia e disse que não foi a primeira envolvendo os dois profissionais. No entanto, como o caso não ocorreu dentro de um estabelecimento, o setor não pôde agir. “Nós recomendamos a realização do boletim de ocorrência na Polícia Civil e a denúncia à promotoria e ao CRMV.”

Ética
Rutkowski esclareceu que não é permitida a realização de cirurgias a céu aberto ou em domicílio. Frisou que qualquer procedimento desse tipo só pode ser feito em sala exclusiva e apropriada, com equipamentos esterilizados e adequados, em locais licenciados pela vigilância.
Destacou que os dois veterinários feriram a ética profissional. Explicou que, por terem passado por uma universidade, conhecem os procedimentos legais para uma cirurgia. Como agiram fora das normas, disse que estão lesando os clientes. “Quem contrata o serviço de um profissional tem a expectativa de que ele irá atuar dentro dos padrões técnicos e éticos.”

Desconfie do preço baixo
Conforme Paulo Rutkowski, os proprietários de animais devem desconfiar de “promoções”. Explicou que a castração de uma cadela de porte médio, com todos os cuidados recomendados pelo CRMV, custa entre R$ 250,00 e R$ 300,00. De um macho, o preço médio é de R$ 150,00. Avaliou que uma castração por R$ 80,00 não estará respeitando as normas técnicas e de assepsia. Só o frasco de anestesia custa R$ 70,00 em uma casa veterinária.
O coordenador da vigilância disse que uma cirurgia feita sem os cuidados necessários poderá levar o animal à morte. Pela forma como teriam agido os alvos de denúncia, Rutkowski diz que até duvida se realmente são veterinários. Lembrou que, em algumas localidades, é comum a existência de “práticos”, que acabam causando danos irreversíveis em muitos procedimentos.


Fonte:

blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/castracoes-ilegais-podem-resultar-na-morte-dos-animais/

sábado, 16 de abril de 2011

PANTERA " mascote da semana "



Comunique-se corretamente com seu cão com truques fáceis.

Os cachorros são mestres em linguagem corporal, mas, infelizmente, o homem não é. Os donos costumam acreditar que, usando a voz, estão pedindo que o cão faça algo, enquanto, na verdade, a posição de seu corpo está dizendo totalmente o oposto.

Para treinar o animal com êxito, você precisa deixar bem claro o que quer - quanto melhor for a comunicação, mais fácil e rápido será o aprendizado dele. Além da voz e da linguagem corporal, comunique-se com ele usando expressões faciais, tato, sinais com as mãos e, como veremos adiante, o clicker (acessório opcional usado no adestramento de cães).

Latir é sinal de alguma coisa
O latido, muitas vezes, é uma reação de um cachorro confuso ou frustrado. É o cão pedindo mais pistas do que você quer dele. Não fique insistindo na mesma ação, volte para a última etapa que ele entendeu. Então, dê-lhe mais algumas indicações do que você quer, cuidando para que os sinais sejam claros.

Linguagem corporal
Os cães respondem à sua silhueta, então tente manter uma postura clara. Use sempre a mão do lado mais próximo do cão para atraí-lo ou fazer sinais, em vez de passar a outra por sobre o corpo. Frequentemente, o animal não entende os sinais que você pensa estar passando a ele, então use a pista de algo mais sutil.

Crédito Imagem: Arquivo Pessoal - Zé Colmeia

Preste atenção em como sua movimentação afeta a do animal - avançar na sua direção o deixará inseguro para aproximar-se novamente. Curvar-se sobre ele pode ser ameaçador, principalmente para cães de porte pequeno ou filhotes, é melhor ajoelhar-se. E sempre lhe dê espaço suficiente para realizar o movimento que pediu.

Sinais manuais
Quando ensinar um truque, comece com movimentos amplos e reduza-os gradualmente. Isso torna os sinais mais claros e fáceis de entender. Se usar sinais manuais para orientar o cachorro em um truque, eles devem ser precisos.

Voz
Tenha cuidado ao usar comandos de voz para evitar confundi-lo. Palavras como "solta" e "volta" podem soar parecidas. Varie o tom da voz de acordo com o comando - mais alto para movimentos para cima e mais baixo, para baixo.

Pontos-chave
- Um cão pode realizar um truque a partir de um comando de voz, de mão ou do corpo.
- O movimento que você usar no início para atrair o cão será a primeira pista visual.
- Quando ele conseguir fazer o truque seguindo apenas o sinal manual, acrescente o comando verbal que deseja usar.
- Use sinais verbais e visuais ao mesmo tempo, para que o cão os associe ao truque.
- Com prática, ele será capaz de realizar truques a partir do comando verbal ou do visual.


Fonte:

FOLHA.COM
http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/903200-comunique-se-corretamente-com-seu-cao-com-truques-faceis.shtml

Os animais doentes necessitam de procedimentos adequados para serem curados

Dar remédios aos animais é um trabalho difícil para a maioria dos proprietários. Após tentar – sem sucesso – colocar o comprimido na boca do animal, muitos camuflam o medicamento em um pedaço de pão ou misturam na ração para que ele não perceba, porém nem sempre essas técnicas funcionam.


Vininha F. Carvalho

O procedimento mais adequado para administrar a medicação líquida é colocar o conteúdo numa seringa, sem agulha, dentro da parte lateral da boca do animal. Não coloque muito líquido de uma vez, o processo precisa ser realizado lentamente. O ato de engolir rapidamente pode conduzir o líquido para os pulmões e ocasionar uma pneumonia. Segure o animal pela cabeça , para evitar que ele balance-a e deixe o remédio cair. Para um filhote recém-nascido é preciso utilizar um conta-gotas.

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação

Os comprimidos e cápsulas devem ser dados com o animal sentado a sua frente, numa superfície nivelada, olhando em direção de seu lado direito. Segure a cabeça com sua mão esquerda, com o polegar e os dedos forçando para o lado oposto da mandíbula superior. Empurre delicadamente a cabeça do animal para trás, até o nariz estar apontando direto para você, e mantenha essa posição. Com sua mão direita empurre para baixo seus dentes inferiores, para evitar que feche a boca. Coloque o comprimido ou cápsula no fundo da língua, empurrando-o com o dedo para que ele desça para a garganta. O animal normalmente aceita muito bem esta situação.

Não tente alimentá-lo sem solicitar a orientação do veterinário, para evitar a incidência de vômito ou diarréia, assim como, somente utilize os remédios prescritos. Muitos animais doentes perdem o apetite, por isto é necessário atraí-lo com um alimento bem saboroso. Se ele não comer sozinho, poderá dar líquidos, da mesma forma utilizada para medicá-lo, e os sólidos poderá dar com uma colher.

Anote os progressos diários obtidos para apresentar ao profissional responsável, assim, estará apto para oferecer informações precisas, inclusive a freqüência com que o animal se alimentou, a temperatura, se ocorreu vômitos, etc… Todos os detalhes são importantes para que o tratamento seja bem sucedido.

Para usar um termômetro retal, passe vaselina nele e coloque a metade de seu comprimento no ânus do animal. Deixe-o lá por aproximadamente um minuto. Lembre-se de que a temperatura entre 38o C a 39o C é considerada normal para os cães e gatos.

A elevação de temperatura acima do normal indica febre, geralmente acompanhada por outras perturbações, como aceleração do pulso e calafrios. O pulso de um animal indica os movimentos de seu coração.

As contrações cardíacas produzem ondas de pressão que avançam pelos vasos sangüíneos e que podem ser sentidas pelo observador que ponha os dedos sobre o ponto em que o vaso cruza a superfície dura do osso.

O pulso de um animal é bastante regular quando tem saúde, mais rápido nos indivíduos muito jovens ou muito velhos e acelerado depois de um exercício. Dentro de uma mesma espécie, o pulso é tanto mais rápido quanto menor o porte e mais novo o animal. Num cão de porte grande a pulsação varia de 62 a 80, e no de pequeno varia de 90 a 130.

O número de pulsações deve ser contado pelo menos durante meio minuto, da seguinte maneira: cão e gato, sobre a artéria femural, acima do jarrete e nas aves, devem ser contados batimentos cardíacos na região axilar anterior esquerda, pouco atrás do cotovelo.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Campanha quer conscientizar sobre maus tratos.

Umuarama
– Você sabe cuidar do seu amigo?
É com esta pergunta que o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV-PR) lançou a campanha “Guarda Responsável”, que trata de questões como: relação homem, animal e meio ambiente; a população de animais de rua; maus tratos e o risco a saúde pública.

A campanha que nasceu em Curitiba chega a Umuarama, com o objetivo de chamar a atenção da comunidade e das entidades ligadas ao tema, sobre a responsabilidade em bem cuidar dos animais de estimação. “Algumas pessoas simplesmente não se preocupam com as condições necessárias para manter um animal antes de comprar ou adotar um, e quando resolvem que não querem mais ficar com ele, simplesmente o descartam. A partir daí esse animal abandonado se transforma um problema de todos, inclusive de saúde pública”, destacou o representante umuaramense da CRMV-PR e médico veterinário, Sérgio Toshihiko Eko.


Crédito Imagem: Arquivo Pessoal

Ao falar sobre saúde pública, Eko cita como exemplo os frequentes ataques de animais. “Existes animais de raças que são naturalmente mais agressivas, e eles exigem cuidados especiais. Se o dono não souber como tratá-lo poderá abrir precedentes para que ele fuja e cause sérios riscos à vida”, alertou.

Enxergando a necessidade em expor o tema e alertar a respeito da problemática do abandono e maus tratos aos animais, o representante da CRMV convida a toda comunidade para participar do Seminário Guarda Responsável que acontecerá no próximo dia 17 ás 19hs, no Anfiteatro do Campus III da Unipar.

Segundo Eko é indispensável à participação da comunidade e das entidades. “Queremos organizar iniciativas e delimitar ações de trabalho. Somos carentes em projetos que busquem solucionar o problema, e a comunidade deve ajudar”, ressaltou o veterinário que vê na castração e na adoção, alternativas para o controle de animais.

Eko adiantou que durante o seminário haverá depoimentos de pessoas que já vem desenvolvendo iniciativas de recolhimento e tratamento dos animais, além da presença do médico veterinário Leonardo Nápoli da comissão de Bem-Estar Animal e Zoonoses do CRMV.

A campanha conta o apoio ainda da Unipar – Universidade Paranaense e da Universidade Estadual de Maringá (UEM).




Fonte:

blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/campanha-quer-conscientizar-sobre-maus-tratos/

“Páscoa sem chocolate”

Por: Vanessa Lima

Não adianta. Por mais firme que você esteja na dieta, os ovos de Páscoa são sempre uma tentação. É quase impossível passar esta temporada sem experimentar os chocolates deliciosos que parecem simplesmente aparecer na nossa frente, em qualquer lugar que a gente vá: no supermercado, na padaria, em reuniões de família… E aí vocês me perguntam: o que essa história tem a ver com os bichinhos? A resposta deveria ser “absolutamente nada”, mas, infelizmente, não é bem assim.

Quando estamos nos deliciando com comidas feitas para gente, como o chocolate, alguns pets (os meus fazem parte do grupo) ficam lá, com aquelas carinhas de pidões, implorando por um pedacinho. Olhos fixos no alimento e as patinhas para cima, como se estivessem dizendo: “Ei, olha eu aqui, me dá um pouquinho!”. Sei que é difícil resistir, mas, pela saúde dos nossos tão queridos e amados amigos peludinhos: não dê nada, nem um pedacinho, nem um farelinho sequer. O organismo dos animais metaboliza as coisas de uma maneira completamente diferente do nosso e, por isso, alguns alimentos que ingerimos normalmente podem fazer um mal danado a eles.

Amanda Carvalho, veterinária do laboratório Vetnil, explica que o chocolate contém um composto químico chamado teobromina, parecido com a cafeína. “A cafeína em excesso faz mal a uma pessoa adulta e não é eliminada pelo organismo de um bebê rapidamente. De forma semelhante age a teobromina no organismo dos pets, que não conseguem eliminá-la do sangue de forma rápida, sendo prejudicial à saúde de cães e gatos e podendo levar a quadros de intoxicação”, afirma.

Portanto, é bom não nos rendermos àqueles focinhos gulosos. Se quiser dar um mimo a seu bichinho na Páscoa, opte pelos chocolates feitos especialmente para eles, à venda nos pet-shops. Ah, e como bem mostra a foto acima, não dar chocolate não basta. É preciso ficar de olho para os espertinhos não roubarem os seus. Combinado?




Fonte:
CASA E JARDIM / GLOBO.COM  /  BICHO EM CASA
http://colunas.casaejardim.globo.com/bichoemcasa/2011/04/14/pascoa-sem-chocolate/