segunda-feira, 21 de março de 2011

9 coisas que você não sabe sobre cães!

Já que o cão é o melhor amigo do homem
há cerca de 15.000 anos,
você poderia pensar que os seres humanos os conhecem muito bem.
Imagem: Ilustração/Divulgação

Surpreenda-se com essa lista, que mostra que nossos animais de estimação preferidos são muito mais do que acreditamos:

1 – Eles pegam nossas doenças

Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma “boa” coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura.

2 – Eles podem cheirar nossas doenças

Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem “perfumes” extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar.

3 – Eles “pensam”

Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria “inteligência”, capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o “top cinco” de mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro.

4 – Eles podem nos deixar doentes

Cães podem transportar patógenos aos humanos. A , uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável.

5 – Eles também têm inveja

Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata.

6 – Mas não se sentem culpados

Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele “olhar de pena”, não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com “cara de culpa” independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele.

7 – Cães dóceis vivem mais

Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade.

8 – Eles são a raça de mamíferos mais diversa

Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética.

9 – Eles fazem parte da nossa vida social

No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no “além”.

No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos.

Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido.

Ter um cão pode, literalmente, fazer bem ao o coração


Novas mostram que donos de cachorros apresentam probabilidade 34% maior de receberem recomendação médica de uma quantidade mínima de semanais, graças a seus amigos peludos.

“O cão pode ser um excelente motivador de atividades físicas. As pessoas que levam o cachorro para passear acabam caminhando mais. Elas costumam caminhar cerca de uma hora a mais por semana”, disse Mathew Reeves, professor de epidemiologia da Michigan State University e autor do estudo.

Reeves, que também é veterinário, diz que o problema de saúde pública da obesidade afeta tanto o homem quanto seu animal doméstico, por isso ambos se beneficiam da caminhada. Ele sugere que, mesmo não conseguindo se exercitar para melhorar a própria saúde, talvez a manutenção da saúde do animal seja o grande motivador necessário.

No estudo, publicado na edição de março do periódico americano Journal of Physical Activity and Health, foram revisados dados da de uma grande pesquisa de 2005 – com mais de 6.000 entrevistados – sobre fatores comportamentais de risco.

Quarenta e um por cento dos participantes eram donos de um cachorro. Dentre eles, quase dois terços relataram que levavam o animal para uma caminhada de pelo menos 10 minutos.
No total, os donos de cachorros se mostraram 69% mais propensos a realizar atividades físicas nas horas de lazer. Eles também apresentaram probabilidade 34% maior de realizarem os 150 minutos semanais de exercícios moderados ou vigorosos, recomendados pelos órgãos governamentais de saúde dos Estados Unidos.

“Apenas 27% das pessoas que têm um cachorro atingem as recomendações de 150 minutos semanais de atividades físicas – ou seja, elas provavelmente poderiam estar caminhando com mais freqüência”, disse Reeves.

O veterinário recomenda aos 40% dos donos de cachorros que nunca levam seus animais para passear que eles realmente deveriam começar a fazê-lo. “Todo cachorro deveria ter a oportunidade de sair de casa para caminhar”.

Diversas razões foram citadas pelos donos para não levar seus animais para passear, mas a desculpa mais comum foi de que o cachorro já se exercitava sozinho ou que vivia do lado de fora da casa. Alguns deles disseram que não tinham tempo ou interesse em levar o cão para passear, outros relataram que tinham animais muito mal-comportados. A idade avançada do cão ou do próprio dono também foi uma justificativa citada.

As pessoas com mais de 65 anos se mostraram mais propensas a atingir as recomendações governamentais simplesmente levando seu “melhor amigo” para um passeio. De acordo com o estudo, as pessoas de meia-idade foram as que passaram menos tempo passeando com o cachorro. O estudo também mostrou que o grau de instrução e o gênero tiveram pouco impacto no tempo dedicado ao passeio com o cachorro.

De acordo com os resultados da pesquisa, as pessoas com renda mais baixa, especificamente aquelas que ganhavam menos de US$20.000 por ano, foram as que passaram mais tempo passeando com o cachorro (a média foi de 104 minutos semanais).

Os pesquisadores também constataram que donos de cachorros mais jovens costumavam realizar mais exercícios. Os resultados também mostraram que os cães de menor porte realizavam passeios mais curtos.

Com base nos resultados do estudo, os autores sugerem que as campanhas de saúde pública enfatizem os benefícios para a saúde das caminhadas regulares com o cachorro.

“Se sua única forma de se exercitar é levando seu cachorro para passear, certifique-se de fazer isso pelo menos cinco vezes por semana por 30 minutos”, recomendou Jill Rubin, fisioterapeuta da clínica Scott and White Healthcare in Round Rock, do Texas.

“Se você não pode levar seu cão para passear com esta freqüência, algum tipo de exercício suplementar será necessário para atingir as recomendações dos órgãos de saúde”, ela complementou.

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sábado, 19 de março de 2011

Em defesa dos vira-latas. SRD - SUPER RAÇA DOMÉSTICA

O preconceito esta inerente a nossa cultura, embora se formos avaliar nossa sociedade, somos todos “vira-latas”, porque temos uma grande miscigenação de raças no Brasil.

LOIRIRINHO - RAÇA SRD
SUPER RAÇA DOMÉSTICA

O vira-lata ainda é visto como um animal inferior, que pode saciar a fome com restos de comida, que tem imunidade natural contra as doenças , enfim que não requer maiores cuidados.


ZÉ COLMEIA - RAÇA SRD
SUPER RAÇA DOMÉSTICA
Acredito que a adoção de um vira-lata, esta relacionada a uma atitude nobre das pessoas que realmente amam os animais, ou diz respeito, a uma opção descomprometida , daqueles que querem um animal para dar um tratamento inadequado, ou seja, não querem ter gastos e nem se preocupar com sua criação.
Mas precisamos reverter esta situação, os animais precisam ser valorizados na sociedade , independente de ter uma raça definida ou não. Na realidade o vira-lata é um animal muito especial, que traz em sua carga genética uma maior facilidade para enfrentar os desafios da vida e merece toda a atenção do dono.
Eu fico impressionada com a esperteza dos meus “vira-latas”, eles superam a capacidade de aprendizagem dos meus cockers.Precisamos nos conscientizar, também, que o controle de natalidade precisa ser realizado para todos os animais,com ou sem raça definida, só assim estaremos impedindo que haja uma superpopulação , onde serão sacrificados sem distinção.
Minha expectativa é que as leis que defendem os direitos dos animais sejam cumpridas.Embora os animais não sejam pessoas, sob o ponto de vista jurídico são titulares de direitos civis e constitucionais, na legislação brasileira, podendo ser, com tais, considerados sujeitos de direitos. Seus direitos são parcialmente reconhecidos e tutelados, e podem ser postulados por agentes titulados para esse mister, que agem em legitimidade substitutiva. No Brasil, essa representação foi atribuída ao Ministério Público e às sociedades ambientalistas.
Apesar da lei n. 9605/98 (BR) , que, principalmente em seu artigo 32 , nos ampara quando precisamos denunciar o agente que pratica violência em animais, percebemos que essa legislação é muito recente e nem sempre é do conhecimento dos delegados de policia, por isso é fundamental estar sempre com o texto de lei em mãos em caso de ir a delegacia solicitar as providencias cabíveis, munidos de provas,como fotos, testemunhas, laudo necroscópico ou qualquer coisa que evidencie o crime.
O delegado deverá fazer um boletim de ocorrência ou termo circunstanciado.Caso ele se negue, existe o sistema de ombusmam da policia civil e o Ministério Público Estadual que tem poder de fiscalizaçao sobre a atividade policial.
Caso disponha de um bom embasamento de provas, pode-se representar diretamente ao Ministério Público e, assim ele deve propor a denuncia.Cabe ao Ministério Publico fazer juizo de valor acerca da situação, caso existam indícios de que houve os maus tratos, ele irá agir nos rigores da lei.

Editora: Vininha F.Carvalho - Del Valle Editoria

A responsabilidade do dono diante do ataque de seu cão.

A decisão de se um cão deve ser muito sincera e profunda. A felicidade de um cão é um dom que impõe obrigações morais tão grandes quanto as impostas pela amizade a um ser humano. As pessoas insensíveis, incapazes de desenvolver no animal o de respeito e amor, ao adquirirem sua posse podem estar criando enormes problemas a si e a terceiros.
Imagem: Ilustração/Divulgação

Os proprietários de animais respondem civil e criminalmente pelos danos que estes causarem, ressarcindo material e moralmente as ví­timas. Se o animal causar a de alguém, o dono deverá pagar os gastos médico-hospitalares e funeral. Assim como fica obrigado a pagar pensão alimentí­cia aos dependentes.

Em caso de ou outra lesão a pessoa, o proprietário do animal pagará o e os lucros cessantes até o fim da convalescença. Se o ferimento resultar em algum tipo de deformidade, esse valor serão duplicado. Se a vítima ficar com um defeito que impeça de exercer sua profissão ou diminua sua capacidade de trabalho a indenização incluirá ainda uma pensão proporcional a perda da aptidão para o trabalho.

No ámbito da responsabilidade penal o dono do animal pode responder por culposo (lesão ou homicídio) se ficar demonstrado que agiu com negligência, imprudência ou imperícia.

O animal que é criado num ambiente equilibrado, recebendo um que permita o domínio de sua agressividade, caso venha a provocar um acidente onde seja possí­vel provar que o proprietário tomou todos os cuidados e o ocorrido foi imprevisí­vel, não se configura um crime.

A prevenção dos acidentes que envolvem os cães inicia-se na responsabilidade que o criador tem de não permitir que as pessoas sem condições mínimas adquiram o filhote, expondo futuramente o animal adulto a transferir através da violência, todos seus traumas decorrentes da fome, da sede, maus tratos e falta de conví­vio com as pessoas, permanecendo por longos períodos confinados em cubículos sombrios ou presos em correntes curtas, com o único intuito de defender o patrimonio quando soltos.


www.animalivre.com.br Vininha F. Carvalho

Pinpoo volta para casa e tem vida de celebridade!!

Dona de cachorro que foi perdido durante voo
diz que pretende processar empresa.
Duas semanas depois de sumir, o cachorro Pinpoo foi encontrado e passou esta quinta-feira (18) nos braços da aposentada Nair Flores, de 64 anos, e em diferentes ambientes, como a casa da dona, uma clínica veterinária e até um estúdio de televisão, em Porto Alegre (RS).
A aventura do animal perdido no aeroporto Salgado Filho mobilizou a dona, comunidades de Porto Alegre e Alvorada, funcionários da Infraero e da GolLog, soldados da Brigada Militar e boa parte da imprensa nacional, que deu grande cobertura ao caso.
Pinpoo tem 11 meses, é resultado do cruzamento das raças pinscher e poodle, e viajaria como carga de Porto Alegre para Vitória (ES) no dia último dia 2. Iria acompanhar a dona nas férias em Guarapari. Mas, segundo funcionários do aeroporto informaram à aposentada, escapou da caixa de transporte e sumiu.
Ao saber da fuga, Nair voltou à capital gaúcha e passou a procurar seu bichinho diariamente no aeroporto e torceu o tornozelo durante a procura. Na segunda-feira, chegou a levar para uma clínica um cachorro semelhante a Pinpoo que moradores de Alvorada, na região metropolitana de Porto Alegre, haviam encontrado e encaminhado ao aeroporto. Na terça-feira, no entanto, concluiu que aquele animal não tinha reações iguais ao seu e retomou as buscas.
A busca terminou no final da noite de ontem, quando três policiais militares foram à casa da aposentada e entregaram a ela o verdadeiro Pinpoo. O cachorro logo pulou no colo da dona, encheu-a de lambidas e recebeu diversos beijos.
- É ele, com todos os defeitos e manias.
A dona deixou até de falar em DNA, exame ao qual admitia recorrer para dirimir dúvidas sobre a origem do suposto Pinpoo, ainda internado sob responsabilidade da GolLog.
O fim da novela também revelou como Pinpoo passou os dias em que esteve sumido. O cachorro perdeu-se num matagal próximo ao hangar do Batalhão de Aviação da Brigada Militar, do outro lado da pista do aeroporto na perspectiva de quem está no terminal de passageiros. No sábado, foi visto por policiais militares que trabalham no local, mas mostrou-se amedrontado e fugia diante de qualquer movimento ou dos sinalizadores luminosos dos veículos.
Supondo que o cão arredio fosse Pinpoo, os policiais trataram de atraí-lo com comida. Na noite de quinta-feira (16), o cachorro não resistiu ao cheiro de um pedaço de frango e entrou numa sala, onde foi fechado. Para ter certeza de que estava diante do animal extraviado, o sargento Paulo Ribas chamou-o pelo nome. Pinpoo atendeu. Poucas horas depois, três policiais militares entregaram o cachorro à dona.
No dia seguinte, a aposentada levou seu cão ao veterinário, onde constatou que ele está bem.
A GolLog informou, por sua assessoria de imprensa, que o suposto Pinpoo, aquele que está numa clínica, será encaminhado à adoção. A aposentada promete processar a empresa pelos danos que sofreu. A GolLog não emitiu comentários sobre a intenção da cliente.

Cães e gatos podem fazer massagem e cuidar do pêlo em feira gratuita em SP.

Descubra quais são as novidades que estarão disponíveis no mercado pet.

Na abertura da feira Pet Show, nesta sexta (18), os cachorros pisaram na passarela durante um desfile de modas com direito a filmagens

Na abertura da feira Pet Show, nesta sexta (18), os cachorros pisaram na passarela durante um desfile de modas com direito a filmagens. Osiris Bernardinho/Divulgação
Brinquedos especiais, terapia com massagens gratuitas, termômetro que tira a temperatura sem tocar no bicho e aparelho dental canino são algumas das novidades expostas na Pet Show, feira de produtos para pets que acontece na cidade de São Paulo.
Até domingo (20) é possível passear pela feira, acompanhado do seu pet, e ganhar uma massagem gratuita para o cão ou o gato. Ao passar pelo estande da esteticista de cães Simone Garotti, aproveite ainda para fazer um penteado no bicho.
Entre os lançamentos, o novo modelo de termômetro para cães e gatos vem para dar um alívio aos animais. O aparelho tira a temperatura sem tocar no bicho, pela temperatura da orelha, diferentemente do termômetro convencional, que mede pelo ânus do animal.
Saiba mais:Pet Show
Quando: até este domingo (20), das 13h às 20h
Onde: Centro de Exposições Imigrantes, na Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, São Paulo
Quanto: entrada gratuita, vans gratuitas também saem do metrô Jabaquara a cada cinco minutos
Andrea Miramontes, do R7