segunda-feira, 25 de junho de 2012

ORAÇÃO DE UM CÃO ABANDONADO

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Sabe, senhor, ainda não entendi. Viemos à praça, pensei ser um passeio; estranhei, ele não tinha esse hábito, mas fui, feliz.
Lá chegando, ele me deu as costas, entrou no carro, e nem me disse adeus. Olhei para os lados, nem sabia o que fazer. Ainda tentei segui-lo e quase fui atropelado. Que teria feito eu de tão mal?
À noite, quando ele chegava, eu abanava o rabo, feliz, mesmo que ele nunca viesse ao quintal me ver. Às vezes eu latia, mas tinha estranhos no portão; não poderia deixa-los entrar, sem avisar o meu dono!
Quem sabe, foi a minha dona que mandou, devia estar lhe dando trabalho... Mas não as crianças, elas me adoravam. Como sinto saudades! Puxavam-me a calda, as vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Creio que eles nem sabem, devem Ter dito que fugi.
Estou faminto, só bebo água suja, meus pêlos caíram quase todos. Nossa, como estou magro!
Sabe, Pai, aqui neste canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado.
Creio que, ainda hoje vou me encontrar contigo, ai no céu, meu sofrimento vai terminar. Ao menos em espírito, terei permissão de ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas por meus irmãozinhos. Mande-lhes a pessoas que deles tenham compaixão, pois, sozinhos como eu, não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual ao que sinto agora, com o calor dos atos de pessoas abençoadas. Diminua-lhes a fome tal qual a que sinto, com o alimento do amor que me foi negado. Sacie-lhes a sede com a água pura dos seus ensinamentos transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, extirpando a ignorância da Terra. Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados em atos apregoados como religiosos, científicos e tudo mais, tirando das mãos humanas o gosto, pelo sangue. Ampare as cachorrinhas prenhas que verão suas crias morrerem de fome, frio e pestes, sem nada poder fazer.
Abrande a tristeza dos que como eu foram abandonados, pois entre todos os males, o que mais me doeu foi este.
Receba, Pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não será o meu sofrimento, mas a dos que ficarem, é por eles que vos peço.



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Epidemia de obesidade também atinge seu melhor amigo


obesidade tem se provado um problema crescente na sociedade atual. Agora, estudos mostram que ela não se limita aos seres humanos. O problema realmente abrange a sociedade, incluindo os animais. Uma nova pesquisa constatou o aumento das taxas de obesidade em mamíferos selvagens que variam de ratos a animais domésticos e primatas de laboratório.


Normalmente, os principais culpados pela epidemia de obesidade são as dietas calóricas e a falta de exercício. No entanto, os resultados com animais apontam para outras causas ainda não identificadas para tal aumento de casos de obesidade.
Segundo os pesquisadores, não há como explicar as mudanças de peso dos animais pelo fato de que eles comem em restaurantes com mais freqüência, ou pelo fato de não praticarem educação física nas escolas. Ou seja, podem haver outros fatores, além do óbvio.
A primeira evidência de excesso de peso de animais que os pesquisadores perceberam foi através da observação de dados sobre saguis em um centro de pesquisa. O peso médio dos macacos havia subido ao longo das décadas, e não parecia haver nenhuma explicação plausível para isso.
Os pesquisadores consultaram o centro quanto a possíveis causas: os saguis estavam vindo de um fornecedor diferente? Poderiam ter sido criados para ficarem maiores? As respostas foram “não” e “não”.
Porém, as dietas dos macacos haviam sido alteradas ao longo dos anos, o que foi bem documentado pelo laboratório. Os pesquisadores controlaram os resultados para incluir a mudança de dieta. A descoberta foi que, com a mudança de dieta, os animais deveriam ter perdido peso, ao invés de ganhar.
Intrigados com os resultados, os pesquisadores decidiram estudar mais a fundo. Eles reuniram dados de mais de 20 mil animais, que vivem em 12 populações distintas. Eram oito espécies no total: macacos de laboratório, chimpanzés, macacos, saguis, camundongos, cães domésticos, gatos domésticos e ratos domésticos e selvagens de áreas rurais e urbanas.
Todas as populações tiveram registros de peso que se estendem até a segunda metade do século 20. Apenas os grupos de controle de animais de laboratório foram incluídos para afastar os efeitos de tratamentos ou experiências sobre a obesidade. Os pesos foram medidos em várias épocas da vida dos animais.
Os pesquisadores dividiram as 12 populações em conjuntos masculinos e femininos, em um total de 24 grupos. Eles então analisaram cada população para descobrir a porcentagem de mudança no tamanho do corpo de cada uma ao longo do tempo. Segundo eles, em 24 dos 24 casos, o peso corporal aumentou. Isso sugere que há algo acontecendo.
Em uma segunda análise, os pesquisadores designaram os 15% mais pesados dos primeiros dados de peso dos animais como “obesos”. Enquanto a obesidade humana começa com um índice de massa corporal (IMC) de 30, não há uma definição universal da obesidade para os animais. Eles então usaram essas medidas para ver quantos animais de cada população entraram na categoria de obesos, conforme o tempo passou. Desta vez, o percentual de animais obesos aumentou em 23 dos 24 casos.
O tamanho da mudança variou com a espécie, mas em muitos casos foi bastante significativa. Por exemplo, o peso corporal do macaco aumentou 7,7% por década nos machos e 7,9% por década nas fêmeas. Os camundongos machos aumentaram o peso em 10,5% por década e as fêmeas 11,8% por década. As gatas engordaram 13,6% por década, e os gatos 5,7%. Os cães experimentaram um aumento de 2 a 3% em peso por década. Até os ratos selvagens engordaram: os machos 5,7% por década, e as fêmeas 7,22%. Ratos rurais mostraram resultados semelhantes.
Embora não seja surpreendente que animais domésticos estejam engordando junto com seus donos, ou mesmo que ratos estejam engordando por comerem o lixo humano rico em calorias, o aumento no peso corporal de animais de laboratório, por exemplo, é inesperado.
Segundo os pesquisadores, isso só ressalta o quão pouco os seres humanos sabem sobre o que está acontecendo em termos de aumento de peso corporal da população. Talvez o problema não seja tão simples quanto a ingestão energética e o gasto energético, que tem sido a mensagem predominante nos últimos 10 anos.
Há diversas teorias das causas dessa epidemia de obesidade, além do fast food e da preguiça. Patogenias poderiam ser as culpadas. Por exemplo, um vírus chamado adenovírus 36 tem sido associado com a obesidade em seres humanos e animais. Compostos desreguladores de hormônios, ou disruptores endócrinos, também provocam obesidade em ratos expostos a eles no útero.
Outro fator pode ser os ambientes cada vez mais artificiais. A poluição luminosa e as perturbações no sono têm sido associadas à obesidade. É até possível que o ar condicionado e os aquecedores sejam culpados.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que estes fatores são apenas especulações. Vários estudos estão pesquisando o que pode ser a chave para compreender a epidemia da obesidade. Segundo eles, se o número de calorias consumidas é a mesma ao longo do tempo, mas há um ganho de peso, então, obviamente, a maneira essas calorias estão sendo gerenciadas mudou, ou alguma outra coisa mudou. Descobrir o que mudou é fundamental se os seres humanos quiserem inverter essa tendência.
Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/epidemia-de-obesidade-tambem-atinge-seu-melhor-amigo/#.T-he1Rc18fU

Cristado chinês 'Mugly' é o cão mais feio do mundo em 2012

Cãozinho venceu outros 19 concorrentes.
Eleição ocorreu em evento em Petaluma, na Califórnia.

O cão mais feio do mundo em 2012 é o cristado chinês “Mugly”. 
Ele confirmou favoritismo e foi eleito nesta sexta-feira (22)
durante evento em Petaluma,
no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Em sua 24ª edição,
a competição contou com 19 concorrentes.
(Foto: Kimihiro Hoshino / AFP Photo)


“Mugly”, sua dona, Bev Nicholson, e o troféu.
 (Foto: Kimihiro Hoshino / AFP Photo)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia

Link:

Quer um bichinho? Adote um animal abandonado


Vira-lata em feira de adoção em Alphaville, Grande São Paulo 

(Pablo de Sousa/VEJA SP)

Estima-se que, no Brasil, haja ao menos 2,5 milhões de animais domésticos que foram abandonados por seus donos. O número, uma projeção da WSPA (sigla em inglês para Sociedade Mundial de Proteção Animal), pode ser maior, segundo representantes da área. A população de animais não para de crescer. E, com ela, a de proprietários despreparados. "Podemos resumir a questão em uma única palavra: irresponsabilidade – no caso, de quem adquiriu um animal sem ter condições de criá-lo ou permitiu que ele se reproduzisse sem poder assumir a cria", diz Rosângela Ribeiro, gerente da WSPA Brasil.
Além da conscientização de aspirantes a donos de animais, a solução para o problema, apontam especialistas, passa pela adoção. Foi o que fez a advogada Christie Bechara, de 36 anos. Em 2007, envolvida com temas de sustentabilidade no trabalho, ela visitou uma feira em São Paulo realizada pela organização não-governamental (ONG) Animais Precisam de Ajuda. Saiu de lá com dois gatos, Pandora e Benê. "Eram gatos de rua. A Pandora foi recolhida perto de um cemitério, onde, por causa da cor, preta, era maltratada. Depois que a trouxe para casa, a ONG me procurou algumas vezes para saber como ela estava: havia uma preocupação, porque gatos pretos às vezes são adotados com fins de feitiçaria." A experiência de Christie deu tão certo que, no começo do ano, ela adotou um terceiro animal: Princesa, encontrada em frente ao seu prédio.
A vida de animais de rua não é fácil. E pouco adianta o fato de que é crime largá-los por aí. Segundo a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605), maltratar um animal – e abandono pode ser entendido como tal – é ato punível com detenção de três meses a um ano, além de multa. "A dificuldade é constatar o crime: é preciso um flagrante", diz Ana Claudia Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Prefeitura de São Paulo.
Destino de muitos animais preteridos na capital, o CCZ serve de termômetro do abandono na cidade. Por mês, o local recebe cerca de 2.500 solicitações de remoção de animais - pessoas que ligam ou escrevem informando sobre o caso de um bicho abandonado a ser recolhido. Como desde 2008 o CCZ está proibido de praticar eutanásia em animais saudáveis, e apenas entre 80 e 90 cães e gatos removidos pelo centro são adotados mensalmente, muitas das solicitações deixam de ser atendidas. "Temos vagas para 354 cães e 40 gatos. A rotatividade é pequena porque a procura pela adoção é menor do que a necessidade", afirma Ana Claudia.
Com sede no Rio de Janeiro, a Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) também recebe e encaminha animais para adoção. Já recepcionou bichos de diversos estados, como São Paulo e Paraíba. Por dia, de acordo com a presidente da entidade, Izabel Cristina Nascimento, chegam 60 bichos abandonados - a instituição já hospeda 5.000 animais. "Abandonar é o pior verbo que eu conheço. O ser humano acha que um animal de estimação é um brinquedo para ter em casa, e depois se cansa de brincar", diz. "É preciso estimular a adoção para salvar os animais abandonados, e também porque um bicho não é uma coisa que se compre no mercado."
Fonte: Veja
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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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sábado, 23 de junho de 2012

Respeitem os animais!!

sem nenhuma dúvida...
é de pequenino que se forma caráter, 
de berço que se cria uma personalidade generosa...
ou não!


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procure1amigo
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http://www.facebook.com/procure1amigo