sexta-feira, 11 de maio de 2012

Cachorros paraplégicos arrasam em cima de duas rodas

Cachorros não percebem a paraplegia como uma limitação.
 Os bichinhos se adaptam super bem as cadeiras de rodas e conseguem viver felizes e independentes em cima dos carrinhos 
SWNS/The Grosby Group 

Hope, esta adorável border terrier, desliza em uma das únicas cadeiras de rodas dianteiras da Grã-Bretanha. Depois de um acidente deslocar a perna direita e uma artrite comprometer a esquerda, seus donos recorreram a internet para importar uma cadeira de rodas diretamente dos Estados Unidos 
SWNS/The Grosby Group 

Lucy, esta linda São Bernardo, também foi beneficiada por uma cadeira de rodas da empresa Eddie's Wheels, mesma empresa que ajudou Hope a conseguir seu equipamento
SWNS/The Grosby Group 

Graças as rodinhas hoje ele vive deslizando por aí
Roosevelt também se beneficiou com a cadeira. 
SWNS/The Grosby Group 

Cazwilla também recuperou os movimentos das patas dianteiras graças a cadeira de rodas da empresa Eddie's Wheels. Um renascimento para todos eles!... 
SWNS/The Grosby Group 

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/fotos
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Pitbull salva dona que desmaia na linha do trem e perde pata


Acho que esta reportagem mostra o que um pitbull e não somente como a mídia massacra a raça. A ong Pitcão recebe denúncias de casos que o homem é que maltrata-os simplesmente por eles existirem.

Cadela pit bull perde pata após salvar dona desmaiada sobre linha de trem. Lilly teve parte de pata dianteira dilacerada pelo trem em Massachusetts. Maquinista viu a cachorra arrastando a mulher, mas não conseguiu frear.

Uma cachorra da raça pit bull chamada Lilly está sendo chamada de heroína após salvar a vida de sua dona, que desmaiou embriagada sobre trilhos de trem em Shirley, no estado americano de Massachusetts.

Lilly, de 8 anos, acabou sendo atingida depois de arrastar Christine Spain para a segurança. Levada para o veterinário, ela teve parte da pata dianteira direita amputada, segundo a reportagem da emissora FOX em Boston.

O maquinista diz que viu a cadela puxando a mulher da linha de trem por volta de meia-noite da última sexta-feira (5). Ele acionou os freios, mas a locomotiva parou por completo só depois de atingir Lilly. A mulher não sofreu nenhum ferimento.

A cachorra teve a ponta da pata dilacerada, sofreu fraturas na pélvis e ferimentos internos, mas se manteve ao lado da dona até que o socorro chegassem ao local, disse um bombeiro.

O filho de Christine, David Lateigne, explicou que a mãe sofre de alcoolismo há muitos anos. Ele mesmo deu Lilly para a mãe como forma de companhia, após resgatar a cachorra três anos atrás.

“Sempre soubemos que ela é um cão especial. E ela mostrou exatamente o que é um pit bull, ela foi até o fim”, conta David, emocionado. Ele trabalha como policial em Boston, longe da mãe.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Queda de pelos de cães e gatos: aprenda a controlar



Os pelos do animal de estimação se acumulam em vários pontos da casa e você anda pensando se há alguma coisa errada com seu melhor amigo? Acalme-se. Segundo a veterinária Isabella Morand, da Bicho Bacana, há ocasiões em que essa queda é normal. “Durante as mudanças de estação, especialmente quando há alteração significativa na temperatura, é comum o bichinho perder um pouco de pelo”, explica ela.

Existem dois tipos de queda de pelos: a fisiológica e a provocada por alguma dermatopatia. A primeira é normal e não mexe muito com a estrutura dos fios, mas a segunda requer uma consulta com o veterinário para identificar a causa e fazer o tratamento adequado. Diferenciar as duas não é tarefa complicada. “A fisiológica não altera a pelagem. A cobertura continua normal, sem buracos. Quando há dermatopatia, entretanto, surgem falhas, a pele pode apresentar lesões e o pelo fica ressecado e quebradiço”, diz Isabella.

Problemas nutricionais também podem fazer o bichinho perder pelos. Nesse caso, as falhas na pelagem aparecem, mas a pele continua normal. “Quando se trata de um animal saudável, pode-se controlar a queda oferecendo uma refeição balanceada, com ração de boa qualidade e, se for o caso, um suplemento alimentar”, ensina Isabella. “E a escovação diária ajuda a retirar os pelos mortos”, completa.

De acordo com a veterinária, cães sem dermatopatia não terão grandes problemas com a perda de pelos. Mas o mesmo não acontece com os felinos, que se lambem e ingerem o excesso de fios, formando novelos no estômago. “Enquanto o gato consegue vomitar as bolas de pelos, tudo bem. O problema é quando a quantidade é tanta que os fios passam para o intestino. Isso resseca as fezes e pode causar cecaloma, uma prisão de ventre grave”, alerta Isabella. Para prevenir, há rações e complementos alimentares com hairball, que ajuda a eliminar os pelos e lubrificar as fezes. “Algumas pessoas colocam uma colher de azeite ou óleo mineral na boca do gato, mas isso não é recomendado. Esses produtos podem afetar o pulmão se forem ingeridos de forma errada”, afirma ela.

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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Mulher tem ganso de estimação

O animal anda na coleira e, xodó da família, tem até página na internet

Bebê, o ganso de estimação de Mônica Trindade, assistente social, tem uma vida de celebridade na cidade do Rio de Janeiro. Por onde passa com sua coleira especial ao lado de sua dona, o ganso chama bastante atenção. O assédio é grande. 

O animal, que está com Mônica há seis anos, tem até uma página na rede social Facebook. Cheio de estilo, Bebê circula pelas ruas da Tijuca com ares de pop star e prova que popularidade é com ele mesmo.

Mônica tem em casa um minizoológico. Além do ganso, ela tem em casa quatro cachorros, 16 pássaros e uma rã.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Brasileiro cria a primeira cerveja brasileira para Cães e gatos dos pais nos sabores carne, frango e peixe.

Foto/Lionel Falcon

Não-alcoólica, a primeira cerveja brasileira desenvolvida especialmente para o paladar dos bichos é fabricada nos mesmos moldes da bebida para humanos e é encontrada nos sabores já utilizados em petiscos sólidos para animais, como carne e frango para cães e peixes para gatos. “A Dog Beer possui formulação a base de malte, que faz muito bem para os rins, e é uma fonte rica em Vitamina B”, conta Marco Melo, idealizador da cerveja brasileira.

De acordo com Melo a ideia de criar as bebidas Dog Beer e Cat Beer surgiu do desejo em oferecer algo novo e diferenciado para o mercado pet. “ Inicialmente tentei importar, mas encontrei barreiras e limitações das cervejas americana, européia e australiana. Foi então que decidi desenvolver a primeira fórmula brasileira de cerveja para animais, seguindo o padrão de produção de uma cervejaria convencional, com capacidade de produção em larga escala”, revela.

Para viabilizar o projeto Melo procurou o SENAI, que possui o único Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas da America Latina, dentro do qual são formados todos os mestres cervejeiros do Brasil. “O case foi aceito e então começamos a desenvolver a legítima cerveja para animais, sem álcool, lúpulo e CO2, que são letais aos animais”, explica.

De acordo com o produtor a recomendação de consumo para animais com até 4 Kg é ½ garrafa ao dia; cães acima desse peso e gatos podem consumir uma garrafa ao dia. A cerveja para bichos chega ao mercado com preço próximo ao das cervejas importadas, em torno de U$ 5,00 a garrafa de 355ml.



Foto/Lionel Falcon
Fonte:
colunas.revistaepocasp.globo.com
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Cachorro de uniforme ajuda adolescente a voltar para a escola

Nick Gilling tem 14 anos e sofre da Síndrome de Asperger, um tipo de autismo que, apesar de não compreender nenhum problema no desenvolvimento mental, traz uma série de dificuldades de interação social.

De acordo com o jornal "The Sun", há dois anos Nick havia parado de frequentar a escola por conta do bullying que sofria dos seus colegas.

"Nick foi muito maltratado na escola. Os outros alunos o viam como diferente. Eles o chutavam no estômago, deixando-o com hematomas e o ameaçavam", afirma a mãe do garoto.

Um certo dia, o jovem chegou em casa, arrancou o uniforme e disse que nunca mais voltaria para a escola, passando a estudar em casa.

O grande apoio para a mudança foi a cadelinha Sally que há 18 meses convive diariamente com Nick.
Reprodução/Thesun.co.uk
Reprodução do site do jornal "The Sun" com a cachorrinha Sally, 
que ajudou menino com Asperger, de uniforme

Apesar de retornar aos estudos em uma escola especial em abril passado, o jovem ainda se recusava a usar seu uniforme escolar.

Foi então que Tessa Gilling, mãe de Nick, resolveu testar um método que havia visto que poderia ajudar pessoas com problemas parecidos com os do filho.

"Eu pensei, 'não há nada a perder', então, uma manhã, eu deixei Sally vestida de uniforme de Nick", afirmou Tessa, "Ele achou hilariante. Mas foi, literalmente, uma reação instantânea - ele concordou em vestir o uniforme naquele dia para ir à escola".

O garoto também valoriza a presença da cadelinha na vida dele: "Sally faz com que eu me sinta seguro. Ela mudou minha vida e me faz sorrir todos os dias".
Fonte:
f5.folha.uol.com.br/bichos
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Animais de estimação proporcionam o mesmo calor humano dos amigos


Um animal de estimação é capaz de operar milagres na vida do ser humano. A amizade que um cão proporciona, por exemplo, satisfaz as necessidades psicológicas básicas do homem. Cuidar de um animal também ajuda a curar doenças e espantar a solidão.

Um estudo da Universidade de Miami, nos EUA, analisou a capacidade que os animais têm de reforçar a saúde mental daquele que nunca sofreu de solidão. Os pesquisadores observaram a atuação dos pets como um reforço da autoestima.

O estudo descobriu que os proprietários de animais se sentiam menos solitários e tinham uma autoestima maior do que aqueles que eram sozinhos e não tinham animais para cuidar. Os cientistas chegaram a conclusão que os cães ajudam os homem a ter uma compreensão maior das necessidades sociais e, com isso, a sentir-se melhor com a vida. Os pesquisadores deixaram claro que animais não são uma substituição de amigos e familiares, mas proporcionam bem-estar, independente da companhia humana.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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