sábado, 7 de abril de 2012

Seu pet não deve comer chocolate. Veja dicas para alimentação de animais de estimação


Oferecer petiscos aos pets que são comuns à alimentação humana nem sempre é errado, desde que o dono saiba fazer as escolhas certas e evite os alimentos que podem provocar problemas. Além dos distúrbios gastrointestinais, alguns alimentos podem prejudicar o sistema circulatório, sistema nervoso e também os rins. Na ânsia de agradar os animais, os donos correm o risco de prejudicar a saúde dos pets ao oferecerem guloseimas aparentemente inofensivas, como chocolate, algumas frutas ou comidas condimentadas. Abaixo, a veterinária Amanda Carvalho, dos Laboratórios Vetnil, cita os alimentos que mais prejudicam a saúde dos pets.

Abacate: possui persina, uma substância que pode provocar transtornos gastrointestinais;

Uva e uvas-passa: não foi descoberta a causa, mas sabe-se que elas podem desenvolver insuficiência renal nos cães;

Macadâmia: não sabe qual, mas há uma substancia nesta noz que provoca um quadro de tremores e paralisia temporária nos membros traseiros dos cães;

Espinafre: por possuir muito ácido oxálico, o vegetal predispõe a formação de cálculos urinários;
Broto de Batata: possui solamina, substância que pode provocar depressão do sistema nervoso central e distúrbios gastrointestinais;
Cebola e alimentos preparados com cebola: são tóxicas aos animais por provocarem quadros graves de anemias;

Alho e alimentos preparados com alho: seu mecanismo de ação é parecido com a cebola, pois ele destrói as células vermelhas do sangue, causando anemias e em casos mais graves causando falência renal devido a grande perda de hemoglobina;
Pimentas: podem causar irritação no estômago dos cães;

Chocolate e todos os derivados do cacau: são tóxicos por possuírem a teobromina, que pode ocasionar quadros de vômito e também a vasoconstrição com conseqüente aumento do ritmo cardíaco e estímulo do cérebro.

Café: é bem semelhante ao chocolate, pois a administração do café irá causar arritmias podendo desenvolver um ataque cardíaco.

Bebidas alcoólicas: o álcool diminui as funções cerebrais e como os cães são mais sensíveis, o risco de coma alcoólico é bem maior.
Segundo o blog Amo Cachorros, os pets não devem consumir peixe-cru, ossos ou leite. Em caso de notar que o animal está passando mal deve-se ir rapidamente até o seu veterinário de confiança.

Agrade o pet com petiscos adequados
Uma dica para manter os pets felizes enquanto o dono delicia seus ovos de Páscoa sem culpa é oferecer a eles petiscos funcionais. “Os petiscos, além de saborosos, são benéficos à saúde dos pets,” afirma a veterinária. A Vetnil oferece os sabores natural e carne, Pet Active Palitos e o Pet Active Pró-Bife.

Agora, para os casos que chegam a um quadro de intoxicação alimentar, Amanda Carvalho explica que o dono pode administrar carvão ativado ao pet. Essa substância está presente no medicamento Enterex, da Vetnil, e tem poder adsorvente, além de proteger a mucosa intestinal. A medida no entanto, não dispensa a necessidade de levar o pet ao médico veterinário.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Você dá chocolate pro seu cachorro?


Vi no Tironas, muito sensacional! Conheço um punhado de gente que fala “eu dou chocolate pro meu e nunca tive problemas”, povo sem noção, não adianta falar, nem cientificamente, quando “der problema” ai eles vão repensar esse hábito, mas ai o bichinho já vai ter pago o preço por ter donos assim…

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Erliquiose canina – como evitar e tratar

O que é a Erliquiose canina?
É uma grave doença infecciosa que acomete animais da família canidaeque são lobos, cães e chacais. O primeiro registro dessa enfermidade no Brasil foi em 1973, na cidade de Belo Horizonte. Teve diversas nomenclaturas no passado como: pancitopenia tropical canina, riquetsiose canina, tifo canino, síndrome hemorrágica idiopática, febre hemorrágica canina, moléstia do cão rastreador e, atualmente é denominada erlichiose monocítica canina (EMC).







O que causa essa grave doença?


Causada principalmente pela bactéria Erlichia canis, tem como vetor (transmissor) o carrapato Rhipicephalus sanguineus, chamado comumente de carrapato vermelho ou carrapato marrom do cão. A transmissão também pode acontecer durante transfusões sanguíneas ou através de agulhas ou instrumentais cirúrgicos contaminados. O mesmo carrapato transmissor da erliquiose é responsável pela transmissão da Babesiose, outra doença infecciosa que pode ocorrer juntamente junto com a erliquiose, agravando ainda mais o quadro do cão contaminado.
Como o cão se contamina?
Ao picar um cão contaminado, o carrapato transmite a doença para outro cão sadio que venha a picar também. O sangue do primeiro cão contaminado é inoculado no cão sadio através do carrapato Rhipicephalus sanguineus.

Quais os sinais e sintomas apresentados pelo cão contaminado pela Erlichia canis?
A fase inicial da infecção ou fase aguda, geralmente traz um quadro de febre, que pode variar entre 39,5 ºC e 41,5 ºC. Em geral, o animal apresenta ainda perda de apetite, com conseqüente perda de peso. Pode apresentar ainda fraqueza muscular. Alguns cães, que apresentam quadro mais grave na fase aguda, podem apresentar secreção nasal, param totalmente de se alimentar, apatia, depressão, sangramento nasal, urina com sangue (hematúria), sangramento digestivo, náuseas, vômitos, inchaço nas patas, dificuldade para respirar. A fase aguda pode durar cerca de 4 semanas e, se não for muito intensa ou se o animal permanece por longos períodos sozinho, pode passar desapercebida pelo proprietário.

Alguns animais apresentam a doença numa forma subclínica, isto é, sem sinais e sintomas aparentes. Os proprietários mais atenciosos podem perceber palidez de mucosas, perda de apetite e/ou inchaço nos membros. Quando avaliado pelo veterinário, geralmente é detectada anemia, sinal de algum sangramento que não foi notado.

Em alguns cães a infecção pode ser persistente e, quando o sistema imunológico do animal não for capaz de combater e eliminar a bactéria, este apresentará a fase crônica da doença. Nestes, a doença adquire características de doença auto-imune, comprometendo todo o sistema imunológico, reduzindo as defesas para outras infecções. Além da anemia, fraqueza, o animal pode ser acometido por infecções secundárias, oportunistas, causando pneumonia, diarréia, lesões na pele, etc…Ao exame de sangue, percebe-se uma queda de plaquetas, que são responsáveis pela coagulação sanguínea, o que causará sangramentos crônicos (sangramento nasal, no aparelho digestivo, etc). Dessa forma, o animal ficará fraco, apático, sentindo-se sempre cansado, devido à anemia.

Como é feito o diagnóstico da erliquiose?
Os sintomas apresentados pelo cão no início da doença (fase aguda) não são específicos e podem levar a diversas suspeitas diagnósticas, dificultando a detecção da doença. Outros fatores, se observados podem ajudar no diagnóstico como, por exemplo a presença do carrapato no animal ou no ambiente e a ocorrência da enfermidade em outros cães da região.

O diagnóstico pode ser feito através do exame de sangue. Após colhido o sangue pelo veterinário, será encaminhado para laboratório e, através de esfregaço ou testes sorológicos, pode ser detectada a doença.

A erliquiose tem cura?

Sim, tem cura se tratada adequadamente. As chances de cura são maiores quando o tratamento é iniciado precocemente. Quando tratada no início da doença, após cerca de 48 horas após o início do tratamento já pode ser observada melhora no estado geral do animal.

Como é tratada a erliquiose?
A doença é tratada com o uso do antibiótico “DOXICILINA” , em qualquer fase da doença. A duração do tratamento vai depender da fase da doença em que o cão se encontra. Na fase aguda, o tratamento deve ser instituído por 21 dias. Para os animais na fase crônica, o tratamento pode durar até 8 semanas.

O combate ao carrapato transmissor da doença é muito importante para o tratamento, evitando o risco de re-infecção e de transmissão a outros animais sadios. Para tal, devem ser utilizados carrapaticidas no ambiente e também no animal. A coleira anti carrapato deve ser usada pelo cão, bem como produtos em banho medicinal e de aplicação na pele.


Os humanos pode pegar erliquiose?Não há relatos de casos deerliquiose canina em humanos, entretanto, outros tipos de bactéria erlichia, que não a canis, podem transmitir outro tipo de erliquiose para humanos, também através de carrapatos. A incidência de erliquiose em humanos tem tido um aumento significativo nos Estados Unidos. Felizmente, ainda há poucos casos diagnosticados no Brasil.

Importante:
Devido à dificuldade no diagnóstico da erliquiose, por ser doença que apresenta várias fases e diversos sintomas com gravidade variada,os cães devem ser submetidos periodicamente a consultas e exames de sangue, principalmente se residem em áreas endêmicas.

A prevenção também se faz pela higienização do animal e do ambiente. A presença do carrapato pode ser evitada através do tratamento do ambiente com carrapaticidas.

Cuide da sua casa e do seu grande amigo e combata essa grave doença ! Leve o seu bichinho para exames periódicos.


Fonte:
grandesamigospetshopsalvador.wordpress
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Coelhinho também tem direitos!

Não quero parecer repetitivo mas acabo lembrando de algumas coisas em determinados momentos e não posso deixar de fazer os devidos comentários.

Nunca vou esquecer de um teatro que “tive” que apresentar no auge dos meus ???, sei lá, 10 ou 12 anos.

Era ainda no primário (será que ainda é chamado assim…) e eu acabei formando dupla com um amigo para fazer a tal peça. Desde criação até encenação, tudo em apenas 2 pessoas. Era sobre a Páscoa.

De novo creio que minha ligação “interna/espiritual/carmática” com animais foi quem me salvou do fiasco total.

Fizemos uma espécie de ritual sobre o “nascimento” do OVO como símbolo que representa “RE-nascimento” e no meio de tanta boa vontade da(s) professora(s) acabamos sendo muito elogiados.

Neste momento quero registrar que sou TOTALMENTE inibido e DESASTRADO para este tipo de coisa. Nunca na vida poderia trabalhar com teatro e/ou qualquer outro tipo de trabalho que exija atuação em público. Porém como tratava-se de Páscoa, ovos e COELHO, acho que me animei ao saber que falaríamos daquele bicho tão peculiar. Sem esquecer é claro que eu não tinha escolha….hehe. Era pra passar de ano também né!

Lembranças a parte, o que me fez tocar neste assunto é algo que infelizmente ainda acontece nesta época do ano. Pode parecer incrível que mesmo com tanta informação disponível e acessível e mesmo com tantas notícias sobre abandonos e maus tratos, ainda assim ocorre o fenômeno “pós-páscoa”.



É mais uma estatística negativa e que me entristece muito, mas é fato que nos dias e semanas que seguem as comemorações da Páscoa, o número de coelhos abandonados é muito grande. Como disse, não quero bater na mesma tecla e nem parecer dono da verdade.
Tenho 2 filhas na faixa de idade que posso chamar de “perigosa” em tratando-se de “pedidos” e “chantagens”….mas o que é certo é certo. Não acho justo que o animal que não tem culpa alguma no cartório sofra as consequências de atos impulsivos. Nós os pais e adultos temos sim o dever não só de zelar pelos direitos dos animais, mas também de ensinar e gradativamente mudar um capítulo muito feio de nossa chamada “cultura”.

Não cabe mais em um país que almeja o progresso e desenvolvimento pleno, atitudes de desrespeito para com os animais. E muito menos para com nossos filhos, que um dia estarão ensinando nossos netos…que um dia ensinarão nossos bisnetos….que um dia ensinarão nossos trinetos……que se Deus quiser se preocuparão com outros assuntos a ensinar aos nossos tataranetos.

Coelho na Páscoa pra mim é chocolate!

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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Primeiros-socorros – Chocolate

O consumo de chocolate, segundo especialistas, pode intoxicar o animal mesmo
em pequenas quantidades – chocolate meio-amargo apresenta maior concentração da substância que pode intoxicar. Portanto, evite dar chocolate ao seu cão. Caso o animal coma o alimento e fique agitado ou tenha vômitos, ele deve ser levado para o veterinário imediatamente.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Não deixe seu cachorro comer chocolate, cuide dos seus animais


Donos que não resistem a carinha de vontade de seus pets, devem pensar duas vezes antes de dividir com eles suas guloseimas. Em época de Páscoa, o chocolate é um dos principais causadores de intoxicações alimentares. Acontece que alguns alimentos, mesmo sendo comuns na dieta humana, não podem ser ingeridos pelos animais de estimação. Mas por que o chocolate faz mal aos pets?

A veterinária da Vetnil, um dos mais importantes laboratórios veterinários do país, Amanda Carvalho, explica que o organismo dos pets não é igual ao do ser humano. “Algumas das diferenças entre homens e os pets são nítidas, como a sensibilidade ao frio. Um pet pode andar no gelo sem queimar as patas por exemplo. Acontece que internamente também há diferenças significativas. A forma de metabolizar substâncias é uma das principais.”

Por que eu posso comer chocolate e meu pet não?
No caso do chocolate, explica a veterinária, o composto químico nocivo ao pet é a teobromina, uma substância similar à cafeína. “A cafeína em excesso faz mal a uma pessoa adulta e não é eliminada pelo organismo de um bebê, por exemplo, rapidamente. De forma semelhante age a teobromina no organismo dos pets, que não conseguem eliminá-la do sangue de forma rápida, sendo prejudicial à saúde de cães e gatos e podendo levar a quadros de intoxicação”.

Agrade o pet com petiscos adequados
Uma dica para manter os pets feliz enquanto o dono delicia seus ovos de Páscoa sem culpa é oferecer a eles petiscos funcionais. “Os petiscos, além de saborosos, são benéficos à saúde dos pets,” afirma a veterinária. A Vetnil oferece os sabores natural e carne, Pet Active Palitos e o Pet Active Pró-Bife.
Agora, para os casos que chegam a um quadro de intoxicação alimentar, Amanda Carvalho explica que o dono pode administrar carvão ativado ao pet. Essa substância está presente no medicamento Enterex, da Vetnil, e tem poder adsorvente, além de proteger a mucosa intestinal. A médida, no entanto, não dispensa a necessidade de levar o pet ao médico veterinário.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Como montar o banheirinho para o cão

O primeiro passo para ensinar seu cachorro a fazer as necessidades no lugar certo é escolher o local com cuidado. Por instinto, o cãozinho desde filhote se afasta da mãe e dos irmãos para fazer as necessidades, mesmo que por pouco tempo. Ele também procura um lugar absorvente. Sabendo desses comportamentos, o ambiente escolhido deve então ficar longe da caminha, da água e da comida dele. Também devemos observar para não deixar esse banheirinho onde o cão gosta de se deitar e de esperar pelas pessoas, ou seja, próximo das portas. Dê preferência para as extremidades da casa, não coloque o banheiro, por exemplo, no meio da sala, que é onde você brinca com o cãozinho, se nessa sala tiver uma varanda, monte lá esse banheirinho.




É comum ouvirmos reclamações que os cães fazem as necessidades no tapete, no sofá e, às vezes, até na cama dos donos. Mas eles fazem isso por instinto, pois eles procuram um lugar que absorva rápido o xixi. Por isso acabam escolhendo esses objetos da casa.


Os banheiros ideais podem ser de jornal, tapetes higiênicos, cones ou um espaço com grama. Todas essas são ótimas opções, então como decidir qual a melhor para você, seu cão e sua casa? Lembre-se de alguns detalhes, como o espaço, que deve ser suficiente para o cão dar as famosas voltinhas, deve ser prático para você limpar, e assim a melhor opção é você e o cão quem vão decidir.


Você pode pensar, “então vou ensinar o meu cachorro a fazer as necessidades somente na rua”, mas essa é uma decisão que precisa ser muito bem pensada, pois alguns cães podem se recusar a fazer as necessidades em casa, e isso pode gerar diversos problemas, pois o cão pode ficar segurando o xixi por tanto tempo esperando alguém para poder sair com ele, chegando até a chorar de tão apertado. Segurar as necessidades por muito tempo pode causar problemas fisiológicos no animal. Os passeios devem, sim, fazer parte da rotina, mas é preciso que você tenha a liberdade de saber que quando estiver chovendo muito forte, quando você tiver algum compromisso e precisar chegar mais tarde em casa, ou mesmo quiser dormir mais um pouquinho, que seu amigão vai estar bem.


Local do banheiro escolhido e preparado, agora vamos ensiná-lo usar. Esqueça aquela história de esfregar o focinho do cão no xixi ou cocô e depois no lugar certo, isso não funciona!


Não dê bronca se ele errar, ele pode interpretar errado e achar que ele não pode fazer xixi na sua frente e não que aquele lugar está errado. Isso atrapalha o treinamento, alguns cães podem começar a se esconder para fazer as necessidades. Limpe o lugar errado com produto neutralizador de odores e de preferência não na frente dele.


Filhotes não conseguem segurar as necessidades por muito tempo, então nesta fase prepare mais de um banheirinho para que ele consiga chegar ao lugar certo a tempo.


Fique atento, depois que o cachorro acorda, depois de comer e antes de dormir, ele deve ser levado até o banheiro e quando acertar deve ganhar muitos elogios e uma recompensa, reforço positivo sempre e ele vai aprender bem rápido. Rotina é muito importante no aprendizado, assim, em pouco tempo ele estará usando o banheirinho corretamente.