quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Cão provoca congestionamento após invadir rodovia nos EUA

Cena ocorreu em rodovia no estado do Oregon.
Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro.

Um cão provocou congestionamento após invadir uma rodovia no estado do Oregon, nos EUA. Motoristas desceram de seus veículos na tentativa de capturar o animal, e um deles chegou a sofrer um tombo ao correr atrás do cachorro. A cena foi registrada pelas câmeras de segurança da rodovia, segundo a emissora de TV "ABC News".

Cão invadiu rodovia no estado do Oregon. 
(Foto: Reprodução/ABC News)

Cão não ficou ferido. 
(Foto: Reprodução/ABC News)

Motorista chegou a sofrer tombo ao correr atrás do cachorro. 
(Foto: Reprodução/ABC News)

Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Dubai tem resort sete estrelas exclusivo para pets

Apaixonada por bichos, 
ex-professora decidiu criar um lugar de luxo para animais

Os bichinhos mimados têm à disposição mordomias 24 horas por dia
SW/The Grosby Group

Este resort tem tudo que os hotéis cheios de estrelas têm.
Suítes exclusivas equipadas com camas confortáveis, ar-condicionado, TV de plasma e muito mais. A única diferença é que neste estabelecimento de Dubai só pode se hospedar quem tiver quatro patas e não for lá muito grande.
É isso mesmo, este sofisticado resort sete estrelas é exclusivo para o uso de pets.
A responsável pelo audacioso projeto é a professora Aideen O’Mara, que largou a magistratura para se dedicar aos animais.
O Urban Tails Pet Resort fica na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e cobra diárias de R$ 169,50.
A vida dos hóspedes bichinhos não poderia ser mais confortável. Com tudo à disposição deles 24 horas por dia, os pets ainda possuem amplos espaços para brincar e se exercitar.

Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
Link:
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/dubai-tem-resort-sete-estrelas-exclusivo-para-pets-20110927.html?question=0

Gatinho se esconde de cachorrão dentro de vaso

Garfield tentou ficar invisível 
cobrindo sua cabeça com uma das patinhas

O gatinho medroso rendeu essa imagem que uma fofura
SOL/The Grosby Group

O que este gatinho está fazendo? Brincando de esconde-esconde? Ou fazendo um exame oftalmológico? Na verdade, o bichinho estava só se protegendo de um cachorrão que corria atrás dele.

Ao mesmo tempo em que brincava no jardim, o gato chamado Garfield não desgrudava os olhos da cachorra Annie.

Ao sentir que a enorme cadela estava de olho nele, o gato se escondeu dentro de um vaso de flores vazio e cobriu os olhos com as patinhas. Ele queria ficar invisível! Não é uma gracinha?

A dona de Annie disse que comprou Garfield para dar de presente a um amigo de sua filha.
Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Gato com duas caras, dois narizes e três olhos completa 12 anos

A dona do gato batizado como “Frank & Louie” tem dois motivos para comemorar. Isso porque o bichano recentemente completou 12 anos e entrou para o livro dos recordes como o gato Janus - os animais que possuem esse problema de formação - vivo por mais tempo.

Geralmente os felinos com essa disfunção não vivem mais do que alguns dias, e mesmo sabendo disso, a enfermeira de animais Marty quis adotar o gatinho. “Ele foi trazido com um dia de idade para ser sacrificado e eu disse: `Vou levá-lo`, e eles deixaram. Ele era tão único, mas se fosse um gatinho normal, eu provavelmente teria levado também. Ninguém mais o quis”, contou ao “Huffington Post”.

Frank & Louie tem duas caras, dois narizes e três olhos, sendo que um deles não consegue piscar. Marty conta que nas refeições Frank é quem come, enquanto Louie fica só cheirando a comida.

O gato de duas caras e sua dona
Crédito Imagem: Pop

Fonte:
pop.com.br/popnews/noticias/poptrash
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Saiba como evitar que o pelo do seu mascote se torne um problema para sua saúde

Credito Imagem: Pet Rede

Ter um bichinho de estimação é o sonho de muita gente. No entanto, muitas pessoas abrem mão do projeto devido às alergias originadas por causa dos pelos desses animais. Todavia, segundo o alergista e especialista em imunologia, André Luiz Becker, na grande maioria dos casos, essa convivência pode existir, sim, e com muitos benefícios aos pacientes.
- Já não é mais de praxe impedir pacientes alérgicos de conviver com animais de estimação. Hoje em dia este convívio é considerado benéfico e salutar, exceto em poucos casos de alergias mais graves – explica.

Para a médica veterinária da Ourofino, Juliana Trigo, as alergias não têm origem exclusivamente no pelo dos mascotes.

- Existe a crença de que alérgicos não devem ter cães ou gatos peludos. Na realidade, a vilã causadora das alergias é a descamação natural da pele do animal e não o pelo – destaca.

Como se desenvolvem as alergias
Becker explica que é difícil determinar como surgem os problemas de saúde decorrente dessa convivência. O diagnóstico é muito particular, dependendo do histórico de cada paciente.

- Em sua maioria, as alergias aparecem rapidamente, com coceira na face ou nos olhos, espirros e coriza. No entanto, há casos em que elas surgem mais lentamente e persistem por mais tempo. A própria asma, por exemplo, pode não ser imediata, estabelecendo-se de forma gradual – diz.

Becker revela ainda que, uma vez que o indivíduo comece a ter reações alérgicas a um determinado animal, ele tende a repetir o quadro alérgico toda a vez que for novamente exposto. Além disso, mesmo que não seja alérgico, se o paciente for exposto ao pelo em momentos nos quais esteja com a imunidade baixa, ele pode desenvolver o problema.

- Há fases na vida em que a idade, o estresse e o cansaço, entre outros fatores, podem facilitar o processo de sensibilização, que seria o início do ‘desejo’ de reagir de forma alérgica. Daí para diante a reação tende a se repetir – explica.

Como identificar as alergias
Segundo Becker, é fundamental avaliar o perfil da família e a idade das crianças antes da trazer um bichinho para casa. O histórico de alergia de um ou de ambos pais aumenta muito a possibilidade do indivíduo ser alérgico. No entanto, há casos em que a alergia a algum fator desencadeado pelo mascote é bem menor do que outras causas que merecem mais atenção, como poeira e mofo, por exemplo.

- Um bom conselho é o de não tomar uma decisão importante como esta de forma precipitada, sem antes avaliar possíveis riscos à saúde da família – complementa.

Becker lista alguns sinais e sintomas que podem sugerir algum tipo de alergia:
- Problemas nasais como espirros, obstrução, vermelhidão e coriza;

- Respiração oral, chiado no peito, tosse e falta de ar;

- Na face, coceiras, com vermelhidão ou não;

- Na pele, o surgimento de lesões vermelhas ou escamativas como urticárias e dermatites.

- Nos olhos, coceiras, lacrimejamento e vermelhidão nas conjuntivite,

- Infecções recorrentes.

Segundo Juliana, cuidados simples ajudam os alérgicos a conviverem com os animais de estimação:

- Banhe e escove o seu mascote uma vez por semana. Isso deve ser feito por um membro da família não alérgico ou em local especializado;

- Lave, com água quente, a cama, os cobertores e as roupas dele uma vez por semana;

- Utilize aspiradores de pó em tapetes e sofás, além da limpeza do local com pano úmido;

- Mantenha a cama e a caixa de areia dos animais longe do quarto da pessoa alérgica;

- Quem é sensível ao pelo deve evitar abraçar, beijar e acariciar os animais. Caso tenha esse tipo de contato com o animal, a pessoa deve lavar bem as mãos logo depois.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Amizade entre cão e homem desafia a lógica



A notícia se espalhou pelo mundo: um cachorro da raça Boxer se jogou na frente de um assaltante para salvar seu dono e acabou baleado. Assustado, desapareceu e foi considerado morto pela família, que vive no Texas, Estados Unidos. Dois meses depois, no início desta semana, foi encontrado numa cidade próxima e, assim que viu o dono, pulou em seu colo, comprovando que a amizade entre animais e o homem desafia a lógica, o instinto animal e até a distância.

Os cães tendem a repetir as atitudes de quem está por perto e se tornam protetores dos donos, segundo a veterinária Mônica Alvarenga Feijó. “É impressionante. Até a doença dos donos eles repetem. A gente vê isso acontecer com uma frequência enorme. A relação é tão intensa, que a personalidade acaba sendo a mesma”, diz.

Angélica Freire Cordeiro, 43 anos, assina embaixo. Em 2007, ela teve um grave problema de saúde e ganhou um presente especial da família, para que não entrasse em depressão. O presente se chamava Tucha, uma Spitz Alemã com cinco meses, na época. No inpicio as duas nem podiam ficar muito próximas, por causa da doença de Angélica. Mas com o tempo, as duas não se separaram mais. “A partir do momento que eu fui melhorando, a Tucha virou o centro das atenções dessa casa. Ela virou a alegria da família”, desabafou.

O xodó entre as duas é até alvo de algumas reclamações, segundo Angélica. Mas ela não se importa. “Muitos perguntam como eu não tenho esse amor tão grande por outras pessoas, por exemplo, como eu tenho por ela. Mas só a gente sabe o que eu passei com ela do meu lado. Quando viajo, fico louca para voltar logo. Eu sinto que ela me ama e eu a amo intensamente”, declara.

Quem também não fica sem o cão é a assessora jurídica Renata Souza. Ela tem uma fêmea de labrador chamada Mel, que começou a sentir um desconforto, no ano passado, e foi levada ao veterinário. O diagnóstico foi Cinomose, uma das doenças mais graves dos cães, provocada por um vírus e que pode levar até á morte do animal. “O gasto foi grande na época. Foram mais de R$ 2 mil. E nós nunca pensamos em ficar longe dela. Tratamos dela sempre com esperança dela se curar”.

Imediatamente Mel começou o tratamento com medicamentos e ficou curada. Mas passou a se arrastar, já que perdeu a força nas patas traseiras. O problema só foi resolvido depois de cerca de três meses, quando Mel foi submetida a tratamento com acupuntura veterinária e voltou a andar normalmente. “Ela é muito agitada. Tem uma energia que precisa ver. Não é um cachorro quieto. Brinca com todo mundo, fica triste quando a gente não sai de casa em dia de chuva. É a mesma coisa que um ser humano”, explicou.

Surpresa até no trabalho

Até quem está acostumado com histórias de cães, também fica surpreso com o vínculo entre pessoas e bichos. A veterinária Mônica Feijó nunca se esquece de um episódio que ocorreu há cerca de dez anos com uma cliente, mas que ficou guardado pra vida toda. Um funcionário da casa dessa cliente pediu dispensa do trabalho e decidiu roubar o cachorrinho da família, na época ainda recém-nascido.

Dois anos depois, a mulher do ex-funcionário decidiu devolver o cão, já crescido, aos verdadeiros donos. Mas nem a família reconhecia o cão, nem o cachorro lembrava dos donos. A solução só foi encontrada no consultório da veterinária.

“Eu pedi que eles lembrassem de alguma característica que só ele tinha, quando era filhote. E eles lembraram de uma música infantil que, quando era cantada, o filhote uivava muito. Pronto. Foi só cantar a música e o cachorro lembrou, uivou da mesma forma que antes e não restou mais dúvidas. Era ele mesmo. Todo mundo chorou na sala, até eu”, brincou
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/amizade-entre-cao-e-homem-desafia-a-logica/

Revelação a vida secreta dos gatos que circulam livremente


Os gatos são animais misteriosos. Eles são livres, não gostam de serem controlados, são traiçoeiros. Onde é que o seu gatinho vai quando você o deixa para fora? O que os gatos de rua fazem o dia todo? Os gatos de beco saem em grupo?


Crédito Imagem: Pet Rede

Até agora, ninguém sabia. Mas uma nova pesquisa fez questão de responder algumas dessas questões.

Os cientistas mapearam 42 gatos “livres” (alguns sem dono, alguns animais de estimação que podiam rondar livremente) com rádio coleiras, e os acompanharam por dois anos.

Juntos, os gatos percorreram 6.286 hectares em torno de duas cidades. Esse grande território foi uma surpresa enorme.

Segundo os pesquisadores, um gato selvagem circulou por 1.351 hectares, abrangendo áreas tanto urbanas como rurais, residenciais e agrícolas, florestais e de pradaria.

“Esse gato em particular não estava recebendo comida de seres humanos, a meu conhecimento, mas de alguma forma ele sobreviveu lá fora, entre coiotes e raposas”, disse Jeff Horn, cientista que liderou o estudo. “Ele navegou sinais de trânsito, estacionamentos. Até o encontramos em um campo de softbol durante um jogo”.
Os gatos de estimação com livre circulação tendem a permanecer dentro de dois hectares em torno de suas casas. Mesmo assim, alguns proprietários ficaram muito surpresos ao saber que seus gatos estavam indo tão longe (dois hectares são muitos quintais).

Outra diferença foi que os animais de estimação se envolviam em atividades vigorosas, como correr ou perseguir, apenas 3% do tempo, enquanto os sem dono estavam ativos 14% do tempo (eles tinham que se esforçar mais para caçar e matar seus próprios alimentos).

“A maioria dos gatos tende a permanecer dentro de 300 metros de estruturas humanas”, disse Nohra Mateus-Pinilla, coautora do estudo. “Mesmo os gatos selvagens estavam sempre ao alcance de um edifício. Isso mostra que apesar de serem selvagens, eles ainda têm um nível de dependência de nós”, afirma.

E gatos de rua, ficam juntos? Não. Os pesquisadores observaram que um gato selvagem perseguia outro em um galpão. Outro animal esperava um gato de estimação surgir todas as manhãs e tentava persegui-lo em seu próprio quintal.

Em um estudo anterior, o pesquisador Richard Warner acompanhou cerca de duas dúzias de gatos livres por vários anos e descobriu que as duas principais causas de mortes de gatos foram outros gatos e doença. Pelo visto, eles não gostam de amigos…

Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/revelacao-a-vida-secreta-dos-gatos-que-circulam-livremente/