sexta-feira, 27 de julho de 2012

"Cadeia para quem maltrata os animais" Quando é que se tornou legal para usar peles de novo?


"Em um país como o Brasil, vendido até a alma para a China, pouco podemos fazer ...
Mas os australianos PODEM! Embora a importação de peles de cães e gatos da China seja PROIBIDA naquele país, ativistas descobriram a entrada no país de diversos "artefatos" chineses feitos com a pele destes animais.
Podemos ajudar a FECHAR mais este mercado dos gafanhotos chineses? 
Por favor, assinem a petição.
Redundará num bem MAIOR para os cães e gatos, da mesma forma."

Quando é que se tornou legal para usar peles de novo?


Cerca de dois milhões de cães e gatos são mortos por suas peles na China. Ele faz o seu caminho em nossas lojas, misturado com a pele de outros animais indefesos, que podem ter sido espancado, eletrocutado no ânus ou mesmo esfolados vivos. Então, por que ainda idolatram celebridades como Kim Kardashian e Kylie Minogue, que descaradamente usam as peles de animais torturados? Aqui está uma ideia ... www.thepunch.com.au / Artigos / quando-fez-it-cool-se tornar-a-vestir peles-novo


Os animais não podem falar contra a crueldade. Mas você pode!
Clique aqui para ajudá-pele para fora da Austrália: www.animalsaustralia.org / take_action / get-fur-produtos-out-of-Austrália

Fonte:
Animals Australia
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FIM DAS TORTURAS ! Beagles LIBERTADOS !



FIM DAS TORTURAS ! Beagles LIBERTADOS !
Depois de conseguida (FINALMENTE!!!!!!!) uma medida judicial, os BEAGLES de Maringá, encarcerados e torturados por Universidade, foram retirados do INFERNO pela ONG Anjos de Maringá !



Fonte:
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Abinpet se empenha para diminuir impostos do setor pet

Imagem: Pet Rede

Tributos chegam à metade do preço dos produtos e entidade trabalha com comitês analisando leis e estudos para favorecer o setor.

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) está desenvolvendo ações para desonerar o setor pet, especialmente o segmento de alimentação para animais de estimação, ou pet food. Juntos, o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS), o ICMS-Substituição Tributária e o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) representam cerca de 50% do valor total dos produtos da indústria de alimentos.

Ações no campo tributário são essenciais para a defesa do setor, bem como para a garantia de produtos competitivos para o consumidor final. A entidade defende a diminuição dos tributos, principalmente o ICMS nos Estados, a uma alíquota de 12%, abaixo dos 18% que hoje vigoram. A alta carga sobre o setor produtivo existe para alimentar a pesada e inchada máquina governamental, que trata o alimento Pet como supérfluo e não essencial, diferentemente do que fazem os países europeus e Estados Unidos, por exemplo, nos quais os mesmos tributos vigoram para alimento humano e animal, afirma Valmir Caldana, conselheiro jurídico adjunto da entidade.

A Abinpet participa ativamente das pesquisas para tomada de preços na substituição tributária do mesmo ICMS e formou diversos comitês que estudam a legislação para formular e propor aos órgãos públicos medidas que beneficiem seus associados. Entretanto, diminuir a tributação em produtos para animais de estimação não é a único desafio que a entidade tem no âmbito dos impostos. É preciso superar a burocracia dos órgãos públicos, finaliza Caldana.

Sobre a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa a indústria Pet, com associados de toda a cadeia produtiva. A entidade congrega os segmentos alimento, medicamentos veterinários, serviços e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza).

A Abinpet promove e fortalece o setor Pet, por meio de ações que contribuam para o desenvolvimento dos associados. Além disso, a entidade busca ser referência internacional ao incentivar a conscientização do consumidor e o fortalecimento do setor por meio da sustentabilidade do mercado Pet no Brasil.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Animais: Os melhores amigos

Animais: Os melhores amigos

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http://www.facebook.com/pages
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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Tá a fim de um relacionamento sério?


Amigão!!!


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BRASILEIRA LUTA PELO DIREITO À VIDA DE ANIMAIS IDOSOS E DEFICIENTES EM MIAMI.


Gisela tem mais de 100 animais, entre gatos e cachorros, no momento. Ao todo, ela já resgatou aproximadamente 400.

Um dia típico de Gisela Tacao começa geralmente com um telefonema, ou uma mensagem de texto com a imagem de um cão que tem poucos minutos para ser colocado em eutanásia no Miami Animal Services. Quem envia são amigos de Gisela, que trabalham lá, por saberem que ela tem o “coração mole”, dizendo se tratar de um cão que talvez ela se interesse em salvar. Ela coloca a foto no site de mídia social, Facebook, e tenta arrumar alguém para a adoção. Muitas vezes, se ninguém adota, ela mesma busca para que ele fique no Gigi’s Rescue, até arrumar um lar.

“Tem cada história que aparece no Animal Services. Já ouvi casos em que o cachorro tinha pulga e os tutores levaram dizendo que queriam colocá-lo para dormir”, conta Gisela. “Minha prioridade é, a princípio, ficar com os velhinhos e doentes, que ninguém quer, mas se vejo casos de injustiça assim, abro uma exceção”.

Gisela é voluntária em um animal shelter (abrigo para animais sem tutor) e explica que Miami tem um grande problema pelo fato de pessoas não castrarem seus animais. Muitas vezes, eles se deparam com cães ferozes, que foram criados para brigar, ou mesmo casos em que chegam queimados. “Muitos cubanos aplicam creolina pura, tentando matar as pulgas dos animais”, conta, informando que isso não só não acaba com a infestação, como cria queimaduras terríveis nos animais. “O problema sempre vem da pessoa que cria, ou pelo fato de o cachorro estar no lar errado”.

Embora varie de caso a caso, muitos shelters fazem eutanásia em animais que sejam deficientes, muito velhos, muito agressivos ou outros casos específicos. Gisela, no entanto, vive para salvar essas vidas. “O animal te faz companhia a vida inteira, daí quando ele fica doente ou velhinho, você quer colocá-lo para dormir?”
Gisela não fez as contas recentemente, mas sabe que tem mais de 100 animais, entre gatos e cachorros, no momento. Ao todo, ela já resgatou cerca de 400. Hoje, ela tem aproximadamente 20 animais cegos, dois sem olhos, uns 15 com um olho só, três ou quatro com epilepsia, cachorros e gatos de apenas três patas, entre outros. Além dos inúmeros idosos sem dentes, que só podem comer comida mole – o que custa mais caro. “Há muitos casos, em Hialeah, em que idosas cubanas, que deram comida de gente a vida toda para o cachorro, morrem, deixando-o sem tutor. Eles ficam com a boca cheia de tártaro e perdem os dentes, ficando mais propensos a doenças”, explica. “É comum eu tirar um do shelter e ele passar apenas duas semanas comigo e morrer. Mas morre feliz, com amor e em um ambiente melhor do que o do shelter”. Todos os animais são castrados e vacinados.

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