quarta-feira, 18 de abril de 2012

Molhar as patas é para os fracos. Habilidade felina


Fonte:
cogumelo louco
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Cachorros ganham canal de TV exclusivo nos EUA

Emissora conta com oito horas de programação.
'DogTV' conta 1 milhão de assinantes em San Diego.

Um canal dedicado a cães conta com 1 milhão de assinantes em San Diego, no estado da Califórnia (EUA). O canal "DogTV", com oito horas de programação, é distribuído por duas empresas de cabo. O objetivo da programação é manter o cão relaxado e estimulado, além de entretê-lo enquanto o dono está no trabalho ou na escola.

Maria Catania assiste ao canal 'DogTV' junto com seu cão de estimação Bleu. 
(Foto: Gregory Bull/AP)

'DogTV' conta 1 milhão de assinantes em San Diego.
 (Foto: Gregory Bull/AP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Hamster ressuscita e passa a se chamar de Jesus

Antes chamado de Rhino, o roedor foi dado como morto e enterrado, 
mas surpreendeu a todos ao sair da terra com vida no Reino Unido.

O hamster Rhino, que morreu de velhice após anos e anos de lealdade a sua família, foi meticulosamente enterrado pelos seus donos.

Milagre ou engano: o ratinho apareceu bem vivo depois de ser enterrado
Crédito: PA

Tristes, eles se preocuparam com tudo, na tentativa de retribuir todo o amor que o simpático ratinho havia doado a eles a vida toda.
Rhino havia sido achado já sem vida em sua jaula e, com pesar no coração, o dono David Eyley e sua família enterraram o companheiro no jardim de casa, onde construíram um pequeno túmulo para o animal.

No dia seguinte, David ficou surpreso ao receber uma ligação de seu vizinho avisando que vira Rhino passeando pelo jardim. “Era impossível, o hamster estava morto”, disse David.

Depois de finalmente achá-lo, e achá-lo vivo, a família decidiu mudar o nome do roedor de Rhino para Jesus, em reconhecimento à sua ressurreição.

“Ele parece não ter sentio que morreu e foi enterrado”, brinca David. “Seu corpinho estava rígido quando o enterrei e agora está correndo. Estamos felizes em tê-lo de volta.”

Jesus agora vive sua rotina em Oxfordshire, no Reino Unido, e parece bem vivo para quem passou por uma aventura dessas. Pelo menos, é o que dizem!

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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Cães e outros bichos-terapeutas ajudam ser humano a cuidar da saúde

Nem só de cavalos é feita a terapia com animais. Outros seres de quatro patas (e até os duas asas) são usados para ajudar o ser humano a cuidar de sua saúde e a lidar com suas limitações.


O denominador comum a todas as terapias com bichos é a facilidade de estabelecer vínculos com os animais e o conforto emocional que eles trazem, segundo o fisioterapeuta Vinícius Ribeiro, diretor da ONG TAC (Terapia Assistida por Cães).

Manoelina Santa Lúcia, 81, como a Boston-Terrier Madá,
 na associação Recanto da Vovó, em Cotia (SP)
Juca Varella/Folhapress

As características de cada espécie são usadas para criar diferentes estratégias de tratamento. Por exemplo, aves, como o papagaio, são boas em terapias com autistas.
"A criança faz um ruído e a ave imita. É um retorno sensorial muito grande", diz a psicopedagoga Liana Santos.

Tartarugas entram em jogos de tabuleiro para ajudar casos de agitação excessiva e de ansiedade -e haja paciência para esperar o bicho percorrer as casas até chegar ao ponto estabelecido.

Coelhos anões são usados para desenvolver a coordenação motora: segurar aquela bolinha de pelos macia e que não para de se mexer é um ótimo exercício.

As grandes estrelas, no entanto, são os cães. Além da empatia fácil, o hábito cultural de tratar o cachorro "como gente" faz dele um mediador de conflitos.

"O animal é um catalisador de emoções, a pessoa expressa seus sentimentos por meio dele: diz que quem está triste, cansado, chateado é o cachorro", exemplifica Ribeiro.

Os cães também podem ser adestrados para objetivos terapêuticos específicos -de fazer fisioterapia com o paciente a reconhecer quando a pessoa precisa de afeto.

Em alguns países, há cachorros sendo treinados para serem cuidadores de idosos com Alzheimer. "Eles evitam, por exemplo, que a pessoa saia sozinha e se perca", conta Ribeiro.

A presença de um cão também provoca a liberação de hormônios ligados a sensações prazerosas.

"Estudos com autistas mostram que o convívio com o cachorro aumenta a liberação de oxitocina, hormônio ligado ao afeto e à interação social", diz o fisioterapeuta.

Nesse clima, até uma cansativa sessão de fisioterapia parece ser feita sem esforço. "Que criatura. A gente vê nos olhos dela que está gostando", diz Manuelina de Moraes Santa Lúcia, 81, beijando sua "treinadora", a pug Filó, 3, depois de passar quase uma hora fazendo exercícios com os cães da TAC.

Fonte:
1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude
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terça-feira, 17 de abril de 2012

Como comprar o brinquedo ideal para o seu pet

Quando vamos a uma loja comprar um brinquedo para uma criança, a primeira coisa que olhamos é a identificação na embalagem de qual a idade apropriada para utilização do brinquedo. Mas se o presente for para o nosso animal de estimação, como saber se ele é apropriado para o tamanho e tipo do nosso bichinho?


A diretora e médica veterinária do Hospital Veterinário Pet Care Carla Berl orienta sobre quais objetos são adequados, “animais gostam de brincar com uma série de brinquedos e objetos da casa. Sempre devemos observar qual o risco em potencial deste objeto causar problema”, explica.

Bichinhos de pelúcia podem ser um risco se possuírem olhinhos de vidros ou pedaços de panos que podem ser ingeridos. Se o cão ou o gato é fascinado por uma garrafa pet, a dica é retirar a tampa, para ela não ser engolida por acidente.

O principal é sempre estar atento se o tamanho do brinquedo é adequado para o tamanho do seu bichinho, oriente a médica veterinária. Se for um filhote, opte por materiais que não sejam rígidos, para que ajude na dentição do animal e massageie a gengiva. Se o seu animal de estimação tem muita energia, aproveite para escolher brinquedos que estimulem atividades físicas.

É preciso ter muito bom senso e cuidado na hora de presentear seu animal de estimação. Se a sua casa tiver crianças, fique de olho nos brinquedos dos pequenos para que o bichinho não brinque com eles também. “Não tem idade para problemas acontecerem, apesar de ser mais comum em animais jovens”, explica a diretora, por isso esteja sempre atenta no seu animalzinho.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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A queda dos gatos



Existe o mito de que sempre que um gato cai, aterrissa sobre seus pés. O gato possui um mecanismo de equilíbrio eficiente, que permite que ele se oriente nivelando a cabeça e logo, com as patas dianteiras próximas à face, e as patas posteriores apontando para cima, dobra o seu corpo ao meio e gira a metade a frente 180º de frente para o solo. Em seguida, dobra a metade traseira do corpo e curva a coluna para contribuir com a diminuição do impacto. A cauda é utilizada para manter o equilíbrio. O grau de agilidade de cada gato e a altura da qual cai determina com que grau desegurança ele irá aterrissar.

É muito provável que um gato que cair de uma grande altura sofrerá fraturas ou lesões internas, mesmo se aterrissar sobre seus pés. Como os gatos adoram descansar em janelas, recomenda-se protegê-los com redes de segurança.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Sua Alteza, Srta. Garrinhas

Eu deveria é ficar feliz por Sua Alteza ter me concedido a grande honra de poder servi-la e ainda por cima poder habitar gratuitamente as terras sob o seu domínio, como, por exemplo, o meu quarto.