sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Levar um “beijo” de seu cão não faz mal

Crédito Imagem: Pet Rede

Estudo demonstra que levar uma lambida do cachorro ou dividir a cama com ele não oferece tanto risco à saúde como se pensa

Uma pesquisa realizada pela veterinária Kate Stenske, da Kansas State University, mostrou que o contato próximo entre cães e os seus donos não traz riscos para a saúde humana. Segundo a pesquisadora, dormir ao lado do cão de estimação ou levar uma lambida no rosto não causa doenças.

O estudo de Kate, que será publicado na próxima edição do American Journal of Veterinary Research, analisou os riscos relacionados à bactéria Escherichia coli, causadora de problemas comuns como infecções intestinais. Para isso, a veterinária coletou amostras de fezes de cães e de seus proprietários.

A pesquisa demonstrou que, na maioria dos casos, o micro-organismo encontrado nos seres humanos é mais resistente – e, por isso, mais perigoso à saúde – do que o encontrado entre os cães. Em 10% dos casos, cães e seus proprietários compartilhavam o mesmo tipo da bactéria E. coli. Isso quer dizer que, na maior parte das vezes, os humanos são mais perigosos para os cães – ao transmitir uma bactéria mais resistente – do que o contrário. Apesar disso, Kate recomenda sempre ter bom senso na prática da higiene pessoal: é fundamental lavar bem as mãos antes de preparar alguma refeição ou de brincar com seu cachorro, por exemplo.

A veterinária afirma ainda que o interesse pelo tema nasceu em função da relação quase paternal que os donos desenvolvem com seus cachorros de estimação. “Há estudos que mostram que 84% das pessoas dizem o cão é como um filho para eles”, diz. Para Kate, a conclusão de seu estudo traz vantagens físicas e psicológicas para cães e proprietários, uma vez que libera os carinhos entre eles.

O próximo passo, segundo Kate, é analisar a relação da E. coli em gatos e seus proprietários. Segundo a veterinária, o estudo pode trazer novidades sobre o tema, já que a relação entre felinos e humanos é diferente da nossa relação com os cães.

Fonte:
Blogs.jovempan.uol/petrede
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Cão e gato: manual de instruções

Crédito Imagem: Pet Rede

Aqui vão 15 respostas àquelas dúvidas que você sempre teve sobre seu bicho e ainda não tinha encontrado boas explicações

1. Por que gato abre a boca ao cheirar algo?
O paladar e o olfato do felino estão ligados. Ele sente melhor o cheiro se também o sentir pela boca.

2. Por que o cão levanta a perna para fazer xixi?
Cães e gatos marcam o território com urina. Totós levantam a perna para fazer xixi mais alto e, assim, demarcar um espaço maior.

3. O que é o “amassa-pão” dos gatos?
Filhotes fazem isso com as patas enquanto mamam na mãe. Adultos não perdem o hábito e “amassam” nosso colo!

4. Cães latem quando ouvem latidos. Por quê?
É uma forma de comunicação do bando. Se seu cachorro ouvir o vizinho latindo, vai querer “responder”.

5. Por que gato vive se lambendo?
Gatos se lambem para tirar os pêlos mortos, cujo cheiro pode ser sentido de longe pelas presas.

6. Por que cães gostam tanto de roer ossos?
Cães selvagens abatem presas grandes e roem para aproveitar toda a carne, absorver cálcio e limpar os dentes. Já os gatos caçam animais pequenos, com ossos fáceis de quebrar. Cães de estimação que passam o dia roendo por puro tédio podem perder os dentes! Ofereça ossinhos de couro, que são bem macios.

7. Por que gatos se esfregam na gente?
Por carinho, e também para deixar o cheiro deles “pegar” no nosso. É como se falassem: “Você me pertence!”.

8. Cão e gato brigam mesmo?
Gato tem medo de animais maiores. Ao se deparar com um cão desconhecido, costuma se comportar como uma presa perfeita: caminha agachado, se move devagar e sai correndo de repente, atiçando o instinto predador do cão. Mas os dois convivem numa boa se forem criados juntos.

9. Como o gato faz ronrom?
Há várias teorias. Uma delas diz que o som é provocado pela vibração das cordas vocais, quando o gato está feliz. Mas sabe-se que, além do prazer, ele costuma ligar o “motorzinho” quando sente dor ou está angustiado.

10. Quem é mais inteligente: o cão ou o gato?
Depende. O gato aprende por observação e é capaz de abrir janelas e portas de fácil manuseio apenas prestando atenção em como fazemos. Um cão treinado consegue fazer o mesmo.

11. Por que gato odeia água?
Não odeia: o que ele detesta é perder o controle da situação ao ser agarrado e ensaboado na marra. Gato não precisa de banho: ele cuida da própria higiene. Se quiser banhá-lo, vá devagar, molhe-o aos poucos e sempre conversando

12. Como cães “sentem” que o dono vai chegar?
Ele não tem nada de paranormal. O cão escuta melhor que a gente e pode reconhecer o ronco do motor do carro do dono a dois quilômetros! Cães de apartamento ainda contam com os cheiros que chegam de elevador. Por isso, ele fica deitado farejando o corredor e sente a aproximação do dono quando ele ainda está na garagem.

13. Bichos têm mesmo um bom senso de direção?
Sim! Eles conseguem distinguir o cheiro específico da sua casa, da sua rua e do seu bairro. São uma bússola de quatro patas!

14. De onde vem o hábito canino de dar “beijo”?
É um comportamento de filhote, quando eles lambiam a boca da mãe para pedir comida ou mostrar obediência.

15. Por que gatos adoram dormir na beirada de lugares altos?
Eles precisam ter tudo sob controle. Nada melhor do que um lugar alto, de onde se vê tudo que acontece. Mas é preciso cuidado, porque os gatos podem cair da beirada de janelas durante o sono (ou mesmo acordados, se forem muito destrambelhados). Quem mora em andar alto deve ter tela de proteção.

Fonte:
Blogs.jovempan.uol/petrede
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Contato com cães libera hormônio ligado ao amor

Crédito Imagem: Pet Rede

Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui – que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. “A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão”, afirmou Kikusui.

“Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana”, complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol/petrede
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Saiba como funciona uma academia de ginástica para cães

Você já ouviu falar de academia para cães? Pois saiba que muitos pets estão aderindo aos estabelecimentos. Além de perder os quilinhos a mais, os animais se divertem ao se exercitarem na esteira ou na piscina.
O cão Max, por exemplo, estava pesando 46 kg quando chegou à academia. Em apenas três meses, já se livrou de 6 kg.
Mas os donos podem ajudar seus pets a não ficarem com sobrepeso.
O primeiro passo é cuidar da alimentação do bichinho, que deve ter horários certos para se alimentar. Ajuda, ainda, evitar dar qualquer coisa para o pet comer. E, para completar, mascotes também devem fazer caminhadas diárias.
A natação é outro ótimo exercício para os animais. Um treino diário chega a eliminar um quilo.
Bastam 30 minutos de exercícios físicos diários para a condição cardiovascular e física do cão melhorar.
Na academia canina, a última etapa é o circuito de agilidade, no qual o cão deve se esforçar pulando obstáculos e passando por túneis cheios de curvas.
Por fim, esses exercícios deixam o animal mais esperto e faz com que ele responda melhor aos comandos do dono.

Primeiros-socorros – Picada de inseto

Crédito Imagem: Pet Rede

Em caso de picada de inseto, o local deve receber compressa fria e com gelo para diminuir a absorção do veneno do inseto. É importante não dar medicamento, nem tentar arrancar o ferrão. O animal deve ser levado ao veterinário.

Fonte:
Blogs.jovempan.uol/petrede
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http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/primeiros-socorros-picada-de-inseto/

Bichos no banco dos réus

Na idade média os animais respondiam por crimes assim como os humanos, existem vários registros de casos de condenações, inclusive o enforcamento de uma porca em praça pública.
Os julgamentos dos animais eram idênticos aos dos humanos, com tudo que se tem direito, até advogado para defender o animal.
Por mais estranho que possa parecer, naquele tempo um animal era considerado responsável por todos os seus atos, os porcos eram os que mais se metiam em processos por conviverem diretamente com os humanos.
Diferente do que acontece hoje onde um dono pode vir a responder judicialmente por algum prejuízo que um animal de sua propriedade venha a causar, na idade média era o animal mesmo que tinha que pagar, ficando seu dono livre de qualquer responsabilidade.
Sorte dos bichos que a coisa mudou, já pensou se atualmente na sociedade como a conhecemos de uma hora para a outra resolvem voltar essa moda?
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Blogs.jovempan.uol/petrede
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Cães estudam rostos de humanos, diz estudo

Um artigo publicado hoje pela revista britânica “The Scientist” explica que, assim como os seres humanos, os cães também estudam a face de uma pessoa, começando pelo lado direito, que expressa melhor o estado emocional.

Esse fenômeno, no entanto, ocorre apenas quando estes animais observam rostos humanos. Uma hipótese sustenta que o lado direito da face expressa melhor as emoções, o que explica o fato de ser analisado antes pelos cachorros, como fazem os humanos quando vêem alguém pela primeira vez.

Uma equipe de cientistas da Universidade de Lincoln (Inglaterra) descobriu que os cachorros domesticados desenvolveram este comportamento possivelmente para captar a emoção dos rostos humanos.

Os pesquisadores, liderados por Kun Guo, estudaram os movimentos dos olhos e da cabeça de 17 cães quando lhes foram mostradas imagens de rostos de pessoas, macacos, cachorros e objetos inanimados.

Os animais olharam para a esquerda – para a metade direita do rosto – apenas quando lhes foram mostrados rostos humanos. Esta tendência se acentuou ainda mais quando a expressão facial era de aborrecimento.

Segundo os cientistas, os cães poderiam ter aprendido este comportamento para interpretar as emoções do rosto após milhares de anos de interação com os seres humanos.

No entanto, quando os cachorros viam uma imagem invertida, continuavam olhando a sua esquerda, algo que os humanos não fazem.

A equipe pesquisadora explica que o lado direito do cérebro canino, que processa a informação do campo visual esquerdo, se adapta melhor à interpretação das emoções humanas que o hemisfério direito.

Já o especialista em cães da Universidade Eötvös Loránd de Budapeste (Hungria), Adam Miklosi, disse que apesar de esta descoberta ser interessante, ainda é um mistério como os cachorros percebem os rostos das pessoas. Além disso, não existiriam evidências de que estes animais sejam capazes de reconhecer as emoções.
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Blogs.jovempan.uol/petrede
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