segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vida após a morte: livro conta sobre animais que, mesmo do outro lado, mantêm contato com a família

Especialista em comunicação com animais revela histórias de donos
que afirmam ter visto ou sentido a presença de pets já falecidos

Todos nós desenvolvemos afinidades com os nossos pets, depois de tantos anos criando, cuidando e dando carinho a estes companheiros.

Mas alguns vínculos são tão fortes que rompem as barreiras da vida, como conta o livro de Kim Sheridan, “Animals And The Afterlife”. A autora relembra histórias de famílias que foram contatadas por pets que já se foram.
Sheridan “conversou” com dezenas de animais 
que já passaram para o outro lado e escreveu um livro contando as histórias
Crédito: Dailymail.co.uk

Uma delas é a de Georg Stone, um homem que não acreditava em religião nem espiritualismo. Isso até ver o vulto de um cão atravessar paredes.
“Estava caminhando pela rua, quando vi um grande cachorro branco cruzar a estrada. Ele se movia com saltos, como em um filme em câmera lenta. Então, o animal atravessou a cerca e correu para o campo”, contou Stone para Sheridan.
“Vi o cão correr, atravessar a grade e desaparecer. Portanto, sim, acredito que animais têm espírito, assim como todos nós. Tudo o que tem vida, tem pós-vida.”, acrescenta ele.
Debra Tadman, uma professora de enfermagem que vive nos Estados Unidos, era dona de Wiggie, uma gata já idosa, que acabou por falecer.

“Wiggie e eu éramos muito próximas, senti como se tivesse perdido uma filha. Ela esteve presente em meu casamento, divórcio, outros relacionamentos, nas nossas três mudanças de casa e tantos outros momentos”, conta Debra.
Desolada, ela contratou Sharon Callaghan, uma especialista em comunicação com animais, que intermediaria o contato entre dona e gata. Segundo Sharon, a felina estava preocupada com a saúde da dona e as condições em que vivia no seu apartamento – que seria um “lugar tóxico”.

“Um ano depois, decidi pintar as paredes da casa”, conta Debra. “Foi aí que encontramos resíduos de amianto no telhado, que teve de ser removido. Percebemos que as paredes também haviam sido expostas ao amianto, o que afetou a estrutura da casa”, explica a moradora.

“Sou grata por Wiggie ter me alertado. Até aquele momento, não acreditava que aquilo pudesse ser verdade. Sharon nunca poderia saber de tantos detalhes”, comenta Debra sobre os relatos da especialista. 

Sheridan e sua cadela Beau
Crédito: Dailymail.co.uk

Narelle Box, a uma joalheira australiana despediu-se da sua “alma gêmea” felina, companheira de 15 anos, Browby. Triste com a perda, contratou uma conselheira espiritual para ajudá-la a superar.
“A médium não sabia que eu havia perdido Browby. Quando agendei a consulta, falei com seu marido. Ele apenas me deu uma data e um horário, sem perguntar detalhe algum”, conta. “Quando cheguei ao consultório, a primeira coisa que ela me disse foi: ‘Veja, é uma gata preta aos seus pés!’”, relembra Narelle.
“Olhei para baixo e não vi nada. Estava sem palavras, mas muito feliz de tê-la ao nosso lado mesmo depois de já ter deixado este mundo”, desabafa.
Alguns vínculos são tão fortes que rompem as barreiras da vida
Crédito: Dailymail.co.uk

Algumas pessoas não são abertas a receberem a comunicação de animais. Somente alguns membros da família são capazes de ver quem já se foi.
Hobbes, o cão de Robert e Kathy Simmons, morreu na época em que o filho do casal estava na universidade. Quando o garoto voltou para casa, os pais deram a triste notícia. Moe, o filho, respondeu em seguida: “É impossível. Ele estava bem ali, acabei de esbarrar nele”.
Outros, apenas sentem a presença, mas não podem vê-los.
Gail De Sciose, especialista em comunicação com animais, contou a Sheridan que “muitas pessoas têm relatado sentir a presença física de animais que já passaram para o outro lado”.
“Uma mulher me contou que ainda sentia seu gato sentando em seu colo, mesmo depois do felino já ter falecido”, diz De Sciose.
Barbara Meyers, uma terapeuta de luto e expert em comportamento animal, contou a Sheridan sua história preferida sobre o espírito de um pet continuava segundo sua rotina em vida.

“Durante anos, fiz tratamento com um quiropraxista. Naquela época, uma cadela membro da minha família, uma poodle toy branca chamada Skila, nos acompanhava em todo lugar”, conta.
“Animals And The Afterlife”, de Kim Sheridan
Crédito: Dailymail.co.uk

“Sempre que íamos à consulta, Skila corria pela sala e depois pulava nos braços do homem. Ele sabia quando ela estava chegando, pois ouvia seus passos na sala ao lado. Seis meses depois da morte de Skila, voltei ao local e ele contou que ouvira o som de Skila correndo e vira a cadela brincando na sala ao lado”, relata Barbara.
“Aquilo não era um sentimento nem nada parecido. É o que se pode chamar de visita sólida. Ele ficou perplexo e quase teve um colapso. Eu, que sempre acreditei que este tipo de coisa fosse fruto da imaginação de alguém em luto, tive minha visão da vida completamente modificada a partir daquele dia”, finaliza.
O livro “Animals And The Afterlife”, de Kim Sheridan está à venda nas livrarias brasileiras, mas somente na versão em inglês, e custa cerca de R$ 45,00. 

Cão bate recorde mundial com salto de quase 10 metros

Desafio ocorreu em Gray Summit, no estado do Missouri.
Cão chamado Vhoebe pertence à americana Lise Ann Strum.

O cão chamado Vhoebe venceu um campeonato de saltos em piscina ao alcançar a marca de 9,6 metros. Vhoebe participou de um desafio no sábado (1º) em Gray Summit, no estado do Missouri (EUA). O cachorro pertencente à Lise Ann Strum quebrou o recorde mundial.

Vhoebe venceu o desafio com um salto de 9,6 metros. 
(Foto: AP)

Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
Link:

Cães podem ajudar criança a aprender

A pesquisadora Lori Friesen, da Universidade de Aberta, provou que o convívio com cães pode ajudar no aprendizado das crianças. No estudo, ela levou dois cães, chamados Tango e Sparky, para acompanhar as aulas de crianças de 6 a 7 anos. Segundo o site EurekAlert!, companhia canina melhorou o desempenho escolar.

Crédito Imagem: Pet Rede

Segundo Lori, o período dos 6 aos 7 anos é essencial para determinar se a criança será um adulto leitor ou vai fugir do livros pelo resto da vida. E os cães se mostraram um importante motivador para as crianças adquirirem o hábito. Uma vez por semana, a pesquisadora levava um de seus cachorros para as aulas de escrita e leitura que ministrava. Segundo Lori, os cães ajudaram particularmente aquelas crianças que tinham problemas na hora de ler em voz alta.
A cada nova palavra que os alunos desconheciam, a professora explicava seu significado e eles ensinavam a nova palavra ao cachorro. A presença do animal era encarada pela turma como a de mais um amiguinho, dando mais confiança aos alunos e criando um ambiente que favorecia o aprendizado.
“Um terço dos alunos começou a ler ou escrever com seus próprios cachorros, em casa”, diz a professora. “As crianças estavam constantemente aprendendo e se encantando com os textos. Afinal, é assim que a criança deve encarar a literatura.”


Fonte:
Blogs.jovempan.uol./ petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/caes-podem-ajudar-crianca-a-aprender/

sábado, 1 de outubro de 2011

Animais de estimação aliviam estresse, diz estudo

Crédito Imagem: Pet Rede


Um estudo australiano realizado pelo Instituto de Pesquisa Médica Baker revelou que donos de animais de estimação são menos propensos a sofrer com estresse do que pessoas que não possuem pets em casa. A pesquisa, realizada ao longo de três anos, mostrou que os animais contribuem para a redução da pressão sanguínea, bem como para a diminuição dos níveis de colesterol.

Para a especialista Anne Mcbride, psicóloga que estuda a relação entre humanos e animais, um pet pode trazer muitas vantagens para a vida das pessoas e, consequentemente, fazer bem à saúde.

Segundo a psicóloga, os animais de estimação trazem muitos benefícios para as pessoas e promovem o controle da pressão sanguínea, uma melhor respiração e ainda auxiliam seus donos a sorrirem mais. Gargalhadas, afirma a médica, diminuem os índices de cortisol, hormônio do estresse, e aumentam os níveis de serotonina, substância responsável pela sensação de bem-estar.

Não é a primeira vez que uma pesquisa ressalta os benefícios que o animais de estimação trazem à saúde. Em 1999, a Universidade Estadual de Nova York concluiu que pets contribuem positivamente para o controle da pressão sanguínea. Cientistas da Universidade Warwick, na Grã-Bretanha, também afirmaram que crianças de quatro a cinco anos se recuperam mais rápido de doenças de rotinas quando possuem pets em casa.

Um outro estudo da Society for Companion Animal mostrou que crianças que têm contato com animais de estimação são mais imunes do que jovens que não convivem com gatos ou cachorros.

Fonte:
Blogs.Jovem Pan.Uol / Pet Rede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/animais-de-estimacao-aliviam-estresse-diz-estudo/

Castração traz benefícios para o seu pet

Cirurgia não traz consequências apenas para o controle populacional. 
Ela ajuda também a previnir cânceres e acaba com alguns maus hábitos

A castração, procedimento de retirada dos testículos dos machos e dos ovários e do útero das fêmeas, está longe de se limitar apenas a consequências no campo do controle populacional. A cirurgia, dizem os especialistas, evita que os pets apresentem tumores de próstata e de mama, além de ajudar a moldar o comportamento dos bichinhos em relação à agressividade e à demarcação de território – típicos durante o jogo de conquista do sexo oposto.

O maltês Tobi teve o comportamento modificado depois que foi submetido à cirurgia
Jonathan Campos/ Gazeta do Povo

A castração, procedimento de retirada dos testículos dos machos e dos ovários e do útero das fêmeas, está longe de se limitar apenas a consequências no campo do controle populacional. A cirurgia, dizem os especialistas, evita que os pets apresentem tumores de próstata e de mama, além de ajudar a moldar o comportamento dos bichinhos em relação à agressividade e à demarcação de território – típicos durante o jogo de conquista do sexo oposto.

“Nas cadelas não castradas, a incidência de câncer de mama é de 26%. Se castradas antes do primeiro cio, a incidência cai para 0,5%”, explica o cirurgião oncologista da Clinivet Thiago Sillas. Já nas gatas, a castração antes dos seis meses de vida previne 90% dos tumores de mama.

Centro cirúrgico no interior do ônibus Castramóvel: incetivo à guarda responsável
Valterci Santos / Gazeta do Povo

A maioria destes benefícios só está garantida quando o procedimento é realizado antes da puberdade (ver quadro). “Após dois anos de idade, a castração de fêmeas não protege contra o câncer e infecções no útero, mas interrompe alguns processos do cio, como o sangramento”, explica a professora de técnica cirúrgica do curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenadora da Unidade Móvel de Esterilização e Educação (Umes) ou Castramóvel, Simone Guérios.

A necessidade de reprodução pode deixar os cães mais agitados e fazer com que as gatas miem demais durante as madrugadas. “Estes comportamentos costumam incomodar os donos e, com a castração, eles deixam de ser repetidos”, diz a médica veterinária da Clínica Mania de Gato Marúcia de Andrade Cruz. Em animais já adultos, a cirurgia não interrompe as manias de demarcação e de fugas noturnas, por isso é recomendável que o procedimento seja feito antes que eles criem estes hábitos.

Projeto visa educar donos de animais

Educação, em vez de castração em massa. Esse é o principal objetivo da Unidade Móvel de Esterilização e Educação (Umes), popularmente chamada de Castramóvel. O projeto da Universidade Federal do Paraná, que conta com um centro cirúrgico dentro de um ônibus, funciona em parceria com a prefeitura de Curitiba, desde 2010. Dentro do centro cirúrgico, cães e gatos são castrados somente depois que seus donos assistem às palestras sobre guarda responsável e saúde animal.

“Após esta etapa [das palestras], os animais passam por uma checagem física, vacinação, exames de sangue e ultrassom e [só então] acontece a cirurgia”, explica a bióloga da Rede de Proteção Animal da prefeitura Sueli Kiniko Sasaoka.

Cerca de 12 animais são operados a cada ação, mas a educação é a parte mais importante do processo. “Recebemos críticas, pois muitas pessoas acham que deveríamos atender todos os cães e gatos abandonados, mas uma das condições para a castração na unidade é que o animal tenha um dono. Sem esta conscientização, não é possível diminuir o número de animais nas ruas”, analisa a coordenadora do projeto, Simone Guérios.

O serviço é prestado apenas à população de baixa renda e de forma gratuita – em clínicas veterinárias, a cirurgia custa em torno de R$250 a R$600.

Vantagem em qualquer idade
Não há limite de idade para que um animal possa ser castrado. A única diferença é que, antes da cirurgia, pets idosos precisam passar por um check-up mais detalhado, além de fazerem os exames de sangue. “O animal idoso é castrado para o tratamento de doenças hormonais que podem ser evitadas e até curadas após a cirurgia, como câncer de próstata e de testículos”, diz a coordenadora do Castramóvel, Simone Guérios.

Os veterinários tranquilizam os donos que temem pela vida de seus bichos dentro de um centro cirúrgico: o procedimento nas fêmeas é feito com apenas um pequeno corte no abdômen e nos machos é mais superficial, pois não invade a cavidade abdominal. “No primeiro dia, eles podem ficar mais abatidos, mas depois já mostram a mesma disposição. A recuperação é boa e, em sete dias, os pontos podem ser retirados”, explica o cirurgião oncologista da Clinivet Thiago Sillas. 

Momento certo
Para que a prevenção ao câncer seja maior, o ideal é que a castração seja feita antes da maturação sexual dos pets:

Cães
Machos – antes dos oito meses de vida (raças de pequeno porte); antes de 12 ou 14 meses (raças de grande porte);
Fêmeas – antes dos seis meses de vida.

Gatos
Machos – antes dos oito meses de vida;
Fêmeas – antes dos seis meses de vida.
Observação: Uma cadela com filhotes recém-nascidos precisa esperar de 30 a 40 dias para ser castrada. Para gatos, o procedimento exige mais rapidez, pois, enquanto as cadelas entram no cio a cada seis meses, uma gata pode ficar prenha ainda durante o período de amamentação.

Gato que voa?
Além dos miados estridentes, gatos não castrados e que vivem em apartamentos podem sofrer a síndrome do “gato voador”: “Ao sentirem necessidade de cruzar, diante do cheiro de um animal no cio, eles podem se jogar pela janela”, revela a médica veterinária Simone Guérios.
Um cão mais sociável Jonathan Campos / Gazeta do Povo

Fonte:
Gazeta Maringa.
Link:
http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1175356&tit=Castracao-traz-beneficios-para-o-seu-pet

Cadelinha faz charme na hora de sair na foto; veja mascotes da semana

O pelo bem cuidado e a expressão misteriosa na hora de ser fotografada não são as únicas qualidades da cachorrinha Nina, de dois anos.


A cadelinha que mora em São Paulo (SP) com a dona Lygia Oliveira é super carinhosa quando ganha a confiança de alguém.

Mas nem tudo são flores para a dona de Nina, já que ela sempre apronta pela casa, fazendo coisas "como comer cortinas e rasgar a fraldinha para chamar a atenção", afirma Lygia.

Nina faz charme para a câmera da dona; não é uma graça?
Crédito Imagem: Arquivo pessoal de Lygia Oliveira

Já Billy é um gato vira-lata que apareceu na casa de um amigo de Franciele Flor, de Curitiba (PR), e ela pegou para criar.

Ele já tem quase dois anos e "é muito preguiçoso e curioso", mas a grande curiosidade de Billy é o seu amor por caixas e malas.

"Adora dormir o dia todo e quando vê uma mala (como na foto) ou caixa no chão, quer logo saber o que tem dentro", diz Franciele, dona do gatinho curioso.

O gato Billy adora ficar dentro de malas e caixas
Crédito Imagem: Arquivo pessoal de Franciele Flor

Fonte:
F5.folha.uol.com.br/bichos
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Com quase 2 milhões de fãs, cão vira celebridade no Facebook

Às 17h40 desta sexta-feira, 'Boo' contava com 1.993.541 fãs.
Por segurança, dono J. H. Lee prefere não revelar onde mora.


Com quase 2 milhões de fãs no Facebook, "Boo" é o cão mais famoso da internet. O animal virou um fenômeno na rede social desde 2009, quando seu dono criou a página dedicada a "Boo". Por segurança, o dono que se identifica como J. H. Lee prefere não revelar onde mora.
Às 17h40 desta sexta-feira, "Boo" contava com 1.993.541 fãs.


'Boo' é o cão mais famoso da internet.
 (Foto: Reprodução/Facebook)

Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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