Cadela vive em Chengdu, na província de Sichuan. Segundo dona, animal gosta de caminhar sobre duas patas. terça-feira, 30 de novembro de 2010
Cadela chama atenção ao caminhar ereta na China
Cadela vive em Chengdu, na província de Sichuan. Segundo dona, animal gosta de caminhar sobre duas patas. Cães e gatos recebem chips em clínicas cadastradas de Curitiba.
Dispositivo custa R$ 9 e ajuda na identificação dos animais.Entre segunda e quarta, 90 bichos receberam chip.Entre segunda-feira (23), quando começou este trabalho, e quarta-feira (25), 90 animais receberam o pequeno aparelho. A expectativa é que cerca de 3 mil bichos tenham o microchip aplicado até o fim do ano.
O aparelho tem um número, usado no cadastro de um sistema no computador. Quando o animal se perder e outra pessoa encontrar, basta passar um equipamento de leitura para verificar o número que corresponde ao dono. Nessa ficha, haverá o endereço, telefone e outros dados do proprietário. Todas as clínicas receberam as leitoras.
Cachorros de rua e de famílias carentes

A medida visa prevenir que os pets se percam e fiquem soltos nas ruas.
Chips com informações como nome do dono e endereço serão colocados em todos os cachorros de São Francisco do Sul, cidade do interior de Santa Catarina.
O dispositivo será colocado inclusive em animais de rua, que serão cadastrados e disponibilizados para adoção.
A cadela Marronzinha, de apenas quatro meses, é um dos pets que receberam o microchip, depois de ser tirada das ruas e de ter a sarna tratada.
Fonte: R7
Mulher deixou emprego para cuidar de 1500 cachorros
Ela depende de doações para alimentar os animais.
A chinesa Ha Wenjin ama tanto os cachorros que adotou nada menos que 1500 deles. Ela abandonou o emprego, vendeu a casa, as jóias e o carro para construir um abrigo não oficial e cuidar dos bichos. Ha passa o dia tratando os animais, com a ajuda de 10 voluntários. Ela também mantém 200 gatos em outro abrigo. Mas como seus esforços não foram reconhecidos pelo governo, a mulher terá que sair das instalações com os bichos para um lugar longe da cidade. Ela depende de doações para alimentar os cães, que são cedidas pelos moradores da região em forma de pedaços de porcos.
30/11/2010 08:20h
Fonte: POP NEWS / POP TRASH
http://www.pop.com.br/popnews/noticias/poptrash/420889-Mulher_deixou_emprego_para_cuidar_de_1500_cachorros.html
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Parvovirose canina: proteja seu cachorro da doença.
Os primeiros sintomas da parvovirose canina são a prostração e falta de apetite
Donos de cães jovens e filhotes devem manter a atenção redobrada com a vacinação de seus animais. Isso porque como seu sistema imunológico ainda não está 100% desenvolvido, eles ficam ainda mais susceptíveis a contrair doenças, muitas delas, fatais. Uma das viroses mais contagiosas é a parvovirose canina, que ataca principalmente o sistema digestivo dos peludos.
De acordo com o dr. Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, o contágio acontece quando o cão entra em contato com as fezes de animais contaminados, podendo levá-lo, inclusive, à óbito em poucos dias. “O an
imal apresenta um quadro grave de vômito, desidratação e diarreia, muitas vezes, com sangue e em jatos”.
Segundo o veterinário, para tratar a doença é recomendada a fluidoterapia para controlar a desidratação e corrigir o Ph sanguíneo, sendo necessária a internação do animal em uma unidade de terapia intensiva (UTI). É indicado ainda o uso de medicação para cessar o vômito e proteger a mucosa intestinal.
Uma vez curado o cãozinho volta a ganhar peso e não apresenta sequelas, sendo a vacinação a única forma de prevenção do problema. Recomenda-se que o filhote receba a primeira dose da vacina contra a parvovirose canina 15 dias após o desmame. A dose precisa ser repetida mais duas vezes, depois de 30 e 45 dias, além de anualmente após adulto.
Vale lembrar que o vírus da doença é extremamente resistente, podendo permanecer no ambiente por até um ano, portanto, tanto a vacinação do animal recuperado quanto a desinfecção da residência são recomendados. Caso o pet venha a óbito não é recomendado que o dono adquira um filhote ou cachorro jovem até que a casa esteja totalmente livre do vírus.
Fonte: UOL/PETMAG - 09.11.2010 - por Danúbia Guimarães.
Cesta de Natal para seu cãozinho
Cestas oferecem produtos como panetone, waffer, bolinhos, bombons, entre outros produtosCrédito: Divulgação / Assessoria de Imprensa.Pensando em comprar um presentinho para seu bicho de estimação mas não sabe o que comprar? Uma boa sugestão é a Cesta de Natal para Pets, preparada pela Pet Center Marginal. A megaloja montou três cestas para todos os tipos e porte de cães. Elas são oferecidas com vários mimos para atender as necessidades e principalmente, agradar seu pet. Há bombons, bolinhos, waffers, biscoitos, panetones com sabor de flocos de carne ou uva passa, petiscos, brinquedos, bebedouro para passeio, entre outros itens. Os valores das cestas Ouro, Prata e Bronze variam de 99,90 a 199,90 reais. As embalagens trazem temas natalinos, e ainda há um cartãozinho. A cesta pode ser uma opção de presente para amigos e familiares que amam seus animais. O produto pode ser adquirido em uma das sete lojas da Pet Center Marginal, ou se preferir a comodidade de receber o produto em casa, pelo e-commerce da loja www.petcentermarginal.com.br.
Fonte: UOL / PETMAG
Pesquisa revela que cães são mais inteligentes que gatos.
Estudo descobriu forte ligação entre o tamanho do cérebro dos mamíferos e seu nível de sociabilidade.A descoberta revelou uma profunda conexão entre o tamanho do cérebro dos bichos e o grau de sociabilidade que eles apresentam. Diante da constatação ficou evidente para os estudiosos que os golfinhos, assim como as baleias, humanos e os cachorros possuem um cérebro maior em relação ao restante do corpo. Por sua vez, mamíferos mais solitários, como os rinocerontes, tigres e gatos domésticos apresentam um cérebro menor.
Em entrevista ao jornal inglês Daily Mail o prof. Robin Dunbar, co-autor do estudo, disse que é interessante perceber que mesmo os bichos que têm forte interação com os humanos, como os gatos, apresentem diferenças biológicas simplesmente por causa de seu grau de sociabilidade.
O estudo foi publicado no conceituado jornal Proceedings of the National Academy of Sciences e revelou ainda que o cérebro dos macacos foi o que mais se expandiu ao longo da história da evolução. Os cientistas acreditam também que os mamíferos que vivem em bando tem um cérebro maior justamente porque é exigido um maior esforço mental para lidar com diversos indivíduos. O mesmo não acontece com aqueles animais que vivem sozinhos.