quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Ano Novo: seu cachorro tem medo do barulho de rojões?


O Reveillon não é uma festa para os cães que ficam apavorados com os estrondos dos fogos de artifício. Alguns entram em desespero ao ouvir as explosões. Babam, tremem e, muitas vezes, tentam até entrar em locais pequenos demais para eles. O estresse pode ser tanto que, no dia seguinte, ficam doentes ou se machucam seriamente.
Você pode contar com a ajuda de um Consultor Comportamental da Equipe Cão Cidadão para lidar com o problema.
A duração da Consulta Comportamental é de até 1 hora e 30 minutos. O Consultor avalia a situação e orienta o proprietário com todas as informações e procedimentos necessários.
É muito importante transmitir um relatório detalhado do problema e seguir disciplinadamente as orientações. Após a Consulta Comportamental, presencial ou a distância, ainda há dois acompanhamentos de 30 minutos por telefone.

Conheça a história de uma ema



Criada desde pequena dentro da casa do autraliano Craig West,

a ave Emma se comporta como um cãozinho.

Ela tem penas, bico e aves. Mas se comporta como se fosse um ser peludo de focinho e quatro patas. Trata-se de uma ema domesticada que vive com o australiano Craig West.
O que fez de Emma - a ave grandalhona em questão - passar a agir como se fosse um cachorro foi a convivência com Charlie, ele, sim, um cão de verdade. Na casa de West, os dois pets viviam harmoniosamente. Tanto que gerou a confusão na cabecinha da ema.
Segundo o dono dos bichos contou ao site NT News, da Austrália, Emma vem imitando o colega canino há meses.
- Ela era uma coisinha pequena quando nós a adotamos e cresceu com Charlie. Ninguém nunca a explicou que ela não é uma cachorra.
Mas ser um cão sem contar com um rabão nem poder latir tem sido um desafio para ave de 1,5 m, mas nada a ponto de fazê-la desistir de imitar o amigo.
- Emma costuma correr atrás das coisas e a fuçar em tudo, como ele. E também se senta quando nós pedimos.
Fora que adora brincar com Charlie.
- Ela faz tudo como um cão, mas não a levamos para passear em uma coleira ainda.
O problema é que West ainda não encontrou uma coleira adequada para sair com Emma por aí. No entanto, ele conta que já está pensando em mandar fazer uma corrente sob medida para a mascote empenada.
Assim, quem sabe, conseguirá levar a mascote empenada para as caminhadas com Charlie e com um dos lagartos de língua azul criados pelo australiano chegado a um pet diferente.

Fote: R7




Restaurante serve comida para cães de graça.

Animais de estimação podem saborear rações de uma marca até se estufarem.
A ideia de abrir um restaurante gratuito para cães partiu de uma marca de rações orgânicas para os pets.
Quem tem cachorro em Londres (Inglaterra) está rindo à toa com a iniciativa de uma marca de alimentos para esses pets. E, se pudessem dar risada, os animais estariam gargalhando com a novidade: um restaurante só para cães em que é possível comer o quanto quiser sem ter de pagar nada. Basta ter quatro patas e latir para ser benvindo.
Já existe sorvete para cães, sabia?
Conhecido como Lily's Kitchen (A Cozinha da Lily, em português), o local (que funcionará por tempo limitado) já está aberto há seis semanas e conta com três mesas, nas quais são servidas - por um garçom, que fique bem claro - porções de rações orgânicas.
Se você pensa que os funcionários do local se sentem ofendidos por terem de servir animais, está muito enganado. Segundo o site britânitco Oddity Central, os garçons adoram trabalhar para as mascotes, já que os cachorros não costumam reclamar do atendimento.
Também, pudera: depois da refeição, os "clientes" são acariciados na barriga, ouvem historinhas e podem se esticar em sofás fofinhos para tirar uma soneca. De quebra, um veterinário holístico fica de plantão para aplacar o sofrimento canino.
A iniciativa é, na verdade, uma ação publicitária para apresentar aos consumidores a tal linha de comida orgânica para cães. Enquanto os animais se empanturram de comida, os proprietários dos pets podem curtir o tempo livre.
Tomara que esta moda venha para o Brasil, não é mesmo?
Fonte: R7

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mitos e verdades sobre a higiene dos felinos

As lambidas são apenas uma das formas para manter os gatos limpos. Banhos com produtos específicos também são necessários.

Gatos que são acostumados desde pequenos com o banho não sentem medo de águaCrédito: Flickr/ CC – Jeff Sanquist.

Engana-se quem pensa que o hábito de os bichanos passarem horas se lambendo é suficiente para manter em dia sua higiene. Ligado à proteção do felino na natureza, o banho de língua é apenas um dos itens para manter os pets limpos e saudáveis. “Gatos são extremamente limpos, mas existem muitos mitos ligados à sua higienização”, explica Cecy Passos, consultora e gestora dos produtos da linha Cat&Co, cosméticos específicos para felinos, do laboratório veterinário Mundo Animal.
Segundo a especialista, o principal mito ligado aos gatos é o de que os banhos com água, shampoo e condicionador são dispensáveis. “Algumas pessoas ainda insistem em conceitos ultrapassados e paradigmas. O gato deve tomar banho sim, pois sua língua retira uma parte da sujeira, mas não é anti-bactericida”. “Além do mais, ninguém quer um mascote sujinho em casa, muito menos na cama ou sofá.”
De acordo com a especialista, outra ideia equivocada é a de que os bichanos têm medo de água. “Quem convive com os gatos sabe que eles adoram água corrente. É muito comum vê-los brincando com as patinhas e até mesmo lambendo água da torneira”. Ela explica que, na verdade, o animal foge do banho porque não foi condicionado a esse cuidado desde pequeno.
Também é comum que o animal fique arisco quando o procedimento é realizado por um profissional não especializado. “O que o gato não gosta é de um profissional de estética que não o entende, e que não tem informações sobre produtos específicos para suas particularidades”, aponta. “Muitos não têm intimidade com os animais e estão mais habituados aos cuidados com os cachorros”.
Banho eficiente
Cecy, que frequentemente realiza workshops e palestras sobre o tema, explica que o passo a passo do banho é bastante simples. “Quando acostumados e condicionados desde pequenos os gatos adoram o banho. Utilizar produtos que respeitam as particularidades da espécie e de cada raça é fundamental”, ensina.
Para não errar, o primeiro passo é retirar a sujeira presente na pelagem do bichano. “Para isso deve-se usar um shampoo pré-lavagem que abre as escamas do pelo”, ensina Cecy. Em seguida, o ideal é utilizar um produto específico para o tipo de pelo. “Gatos com pelagem clara devem usar um shampoo tonalizante para pelos brancos. Os pets de pelagem oleosa também precisam de um shampoo específico redutor de oleosidade. Também existem produtos para dar um volume extra e realçar ainda mais a beleza da pelagem. Quem tem em casa gatos filhotes ou que tomam banho com frequência deve optar por um produto neutro e hipoalergênico”.
Fora de casa
Ao finalizar a lavagem, o ideal é utilizar um condicionador com queratina. “O proprietário deve utilizar uma quantidade pequena do produto”, dá a dica. “A queratina é importante para fechar as escamas do pelo, que foram abertas para retirar a sujeira”.
Para felinos que não gostam do barulho do secador a dica é escolher um dia de sol para o banho. “O proprietário deve secar o animal com uma toalha e finalizar ao ar livre”, sugere. Atualmente, já existe no mercado um secador e soprador com o menor ruído, que é utilizado nos melhores centros estéticos com profissionais especializados. “É importante também proteger o gato com um protetor solar especifico para a espécie”, alerta. “Passe o produto nas pontas das orelhas, coxins, genital e no nariz”.
No caso dos banhos no pet shop, a consultora recomenda buscar informações sobre o profissional responsável pelo serviço e checar sua especialização. “É preciso conhecer o esteticista e saber se ele tem curso e é certificado para banho de gato”, diz. “O serviço precisa ser diferenciado e o ideal é trocar informações com o profissional sobre a rotina e o comportamento do animal.”

Fonte: UOL / PET MAG

Nutrição canina: mitos e verdades

Vida longa e saudável dos cachorros depende de uma alimentação com todas as necessidades nutricionais supridas.Assim como os humanos, nossos fieis amigos caninos também precisam de uma alimentação balanceada para terem uma vida longa e saudável. Muitas vezes, o dono acaba tendo dúvidas quanto aos alimentos que são oferecidos aos aos bichos, como se a comida não vai lhes causar mal, se a ração atende todas às necessidades nutricionais, entre outras.
No entanto, graças a um estudo realizado durante 14 anos, publicado no Journal of American Veterinary Medical Association, vários mitos sobre a nutrição canina foram desfeitos. Depois de avaliar a alimentação de 48 pares de Labradores, os resultados sugeriram que uma diminuição de 25% dos alimentos consumidos por cães, ou manutenção da condição corporal ideal durante toda a vida deles, aumentou a expectativa de vida média dos animais em 1,8 anos e retardou o surgimento de doenças crônicas.
Já a saúde de um cão idoso, por exemplo, vai depender da quantidade de água e nutrientes que ele ingerir, como proteína, gordura, carboidratos, vitaminas e minerais. As informações são do site americano ZooToo.com, que entrevistou Michael Grant, especialista em nutrição para pets e diretor de ciência nutricional do SeniorPetProducts.com
Grant falou ainda que as rações costumam suprir as necessidades dos pets, e ainda podem ajudar na prevenção de doenças relacionadas à idade, incluindo artrite, doenças cardiovasculares e crônicas. “Saber como alimentar e em qual proporção são igualmente importantes”, disse Grant. “O veterinário é sempre o mais indicado para dar a informação correta”, completou.
Confira aqui alguns mitos e verdades sobre a nutrição canina citados pelo especialista.
Fonte: UOL/ PETMAG

Adoção: como adaptar o pet a um novo lar

Segundo veterinária, novo dono deve se posicionar como líder e impor limites na hora de integrar o cachorro na rotina da casa.

Novo dono precisará ter pulso firme para educar o cãozinho e adaptá-lo à rotina da famíliaCrédito: Flickr/ CC – RobeE

Quando alguém adquire um pet, a ideia é ficar com ele até o final da vida. Contudo, problemas de saúde do dono ou a mudança de casa para um lugar menor podem alterar esse compromisso. Daí a necessidade do dono ser responsável o bastante para não abandonar simplesmente o animal.
Para Isabella Vincoletto, veterinária do laboratório Vetnil, o dono deve buscar um lar que melhor atenda às necessidades do bichinho e conhecer muito bem os novos proprietários. “A mudança exigirá alguns cuidados para a escolha da pessoa predisposta a adotar o animal, e deve prever que o pet precisará de um tempo de adaptação, já que todas as demarcações de território, cheiros, espaço e sons são perdidos”.
Antes de doar
Para que o pet continue sendo bem tratado e receba o carinho de uma nova família, é importante considerar quem é o adotante e quais condições ele tem para criar o pet.
Espalhar pela vizinhança a necessidade de doação é uma boa alternativa para conseguir um vizinho que já tenha simpatia pelo animal. Caso não tenha referências do potencial novo dono, uma visita para conhecer o lar do pet é essencial. Dessa forma será possível avaliar as condições de higiene e o propósito do adotante.
Doar um animal já castrado pode evitar que comerciantes utilizem o pet apenas para a reprodução, descartando-o quando alcançam a meia-vida. Também é importante ter em mente que um animal que tenha convivido em ambiente familiar e que é doado para guarda de uma empresa, por exemplo, pode sofrer muito com o afastamento das pessoas.
Adaptação coletiva
Isabella Viscoletto explica ainda que o novo dono também terá que passar por um processo de adaptação. “Caberá ao novo proprietário reeducar o pet, com um trabalho de ensinamento similar ao realizado quando o animal era filhote, como o de fazer xixi no lugar correto”.
Para que o pet continue sendo bem tratado, é importante considerar as condições do novo larCrédito: Flickr/ CC – renatotarga
O novo proprietário deverá assumir um papel de líder, para conduzir o animal para essa nova situação, sem que consequências, como estresse ou desobediência sejam desencadeadas, orienta Vincoletto. “O pet vê o dono como líder da matilha, por isso é importante que o novo dono assuma o comando da situação”.
Quando a adoção do pet for feita por alguém que já possua outros animais de estimação, a dica da veterinária é fazer a apresentação dos bichinhos de forma gradativa, podendo, para isso, serem utilizadas grades ou caixas de contensão, no caso de gatos.
Questão de liderança
Cães de guarda também têm a capacidade de se acostumar a novos donos. Nesses casos, além do caráter de liderança frente ao pet, o que deixará o animal mais calmo, é importante trabalhar a obediência com comandos básicos, como o “senta, deita”, esclarece a veterinária. “O animal passa a criar confiança na pessoa que está no comando, realizando a ação de guarda apenas quando necessária”, diz Vincoletto.
Segundo a veterinária, existem suplementos que podem auxiliar no processo de adaptação do pet. “Os danos provocados pelo estresse, decorrente da ausência do dono ou da mudança de ambiente, podem ser reduzidos por meio de suplementos ricos em nutrientes com ação antioxidante ou que diminuem o estresse, como o Nutralogic e o Triptophan, ambos da Vetnil, que são agentes responsáveis pela inibição e redução de efeitos ocasionados pelos radicais livres nas células, em razão de condições de estresse”, conclui Vincoletto.
Vale lembrar que mesmo com todos esses cuidados, é bom saber que adquirir um pet exige responsabilidade. Além dos laços afetivos que serão criados com a convivência, o animal é carente de atenção e requer cuidados até o final da vida. Assumir esse compromisso implica admitir a existência de uma relação de dependência do pet com o dono e este deve contribuir sempre com o bem-estar do animal.

Fonte: UOL / PETMAG

Principais razões da gastrite em cães e gatos


Alimentação
Dieta à base de salame, pizza, bolacha e doce em geral - provenientes do prato do dono
Excesso de sal, gordura e condimentos
Comida muito fria ou muito quente
Volume excessivo de comida
Corpo estranho
Ingestão de brinquedos e outros objetos que se alojam no estômago
Stress
Por ser mais dependente do homem, o cão se estressa quando fica só
Se o dono não impõe comando, o cachorro pode entrar em disputa com ele
Remédios
Uso de antiinflamatórios e corticóides
Administração de medicamentos usados pelos donos, sem aval veterinário
Outros
Problemas no esôfago
Insuficiência hepática e renal
Alergia a tipos específicos de alimentos
Infecção pela bactéria Helicobacter pylori (H. Pylori) ou por vírus

Outra maneira de perceber a gastrite é por meio do comportamento do animal. Bichos amuados, arqueados (pela dor abdominal) ou com distúrbio alimentar são suspeitos. "É muito frequente o animal com problema gástrico ter distúrbio alimentar. Ou ele não come ou come e depois vomita. Ou, ainda, passa a querer coisas que não costumava consumir, mesmo não alimentos", afirma Mano. Sinais digestivos, como fezes escuras e com sangue, além de diarréia, também podem indicar avaria no estômago.
Diagnóstico - Os sintomas são os primeiros caracteres lidos pelo veterinário, durante o exame clínico. Um exame laboratorial, contudo, é quase sempre necessário para completar o diagnóstico. Nessa etapa, podem ser realizados um hemograma e um exame de imagem, como ultrassom, raio-x ou endoscopia. O último é o mais indicado, especialmente porque, algumas vezes, o transtorno é causado por um objeto que o animal ingeriu e que se alojou no seu estômago. E que, dependendo do tamanho, pode ser retirado durante a endoscopia. Caso seja grande, exigirá uma intervenção cirúrgica.
O tratamento pode incluir remédios e uma dieta com alimentos pobres em gordura, que facilitem a digestão. "Quando se suspeita de que a gastrite é consequência de alergia a algum tipo de proteína, como a da carne bovina, deve-se substituir o alimento", diz Camacho, da Unesp. Segundo ele, é "relativamente comum" um animal doméstico desenvolver alergia à proteína da carne de vaca. Uma ração que não traga o ingrediente na receita pode ser uma boa alternativa. Só não se pode, como no caso dos humanos, adotar a auto-medicação - sempre arriscada. Até porque, se não devemos "humanizar" o animal, não podemos repetir com ele os erros que cometemos.

Fonte: VEJA.com Bichos