terça-feira, 5 de junho de 2012

Você sabe o que acontece quando a felicidade toma conta do coração de um cachorro?


Mais feliz que isso não dá!
Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução

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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Feromônio sintético ajuda a deixar gatos mais tranquilos

Banho e gato não combinam. Não é mito. O felino fica irritado só de passar perto de uma torneira. Mas não é só a água que deixa o animal estressado. Viagens, mudança de móveis, muita gente,solidão, barulho, mudança de alimentação, cães, ambiente diferente do seu habitat, doenças, nova pessoa ou animal em casa são algumas outras razões para tirá-lo do sério. Com a ideia de promover o bem-estar dos bichanos, o mercado desenvolveu um produto que lembra o odor da substância química secretada pelos felinos e que ajuda a mantê-los mais tranquilos: o feromônio artificial.



Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

Normalmente, o feromônio desenvolvido pela indústria pet é indicado para distúrbios físicos e comportamentais do animal. A substância sintética não causa efeitos em seres humanos.

De acordo com a veterinária Carmem Cecília Peres Xavier Pinto, a substância diminui os sintomas de inflamações na bexiga, vômito e falta de apetite.

— Nós usamos o feromônio como tratamento e como preparação para cirurgias, por exemplo — explica.

Inclusive quando os donos internam os gatos na enfermaria de clínica veterinária, ela aconselha espirrar ou colocar na parede o difusor com a substância para diminuir o estresse dos bichanos. Com isso, segundo Carmem, os animais brincam, se alimentam e ficam tranquilos até retornarem ao seu ambiente natural.

Para identificar o estresse em gatos, é necessário observar se o animal se alimenta mal, urina em locais estranhos, foge, deixa de brincar ou demonstra atitudes agressivas.

— Cada animal tem uma característica específica, um comportamento padrão — explica a veterinária.

Caso ele esteja com comportamento diverso do comum, pode ser o indício de alguma doença ou estresse.

— Se o felino deixa de comer, pode sofrer uma lesão hepática (excesso de gordura no fígado) — exemplifica.

Gato estressado, acrescenta, para de beber água e, com isso, há acúmulo de cristal na urina, o que pode causar obstrução.

Não há risco de a substância agredir o animal.

— Não é necessário forçar o gato a se alimentar ou a tomar remédio — diz a veterinária.

Ela alerta, porém, que não se trata de um medicamento para curar doenças:

— A substância ajuda no comportamento, mas ainda é necessário descobrir a causa do incômodo no animal.

Quanto aos resultados, os efeitos podem ser percebidos em alguns animais imediatamente depois da primeira aplicação.

— Depende do animal. Mas, em geral, algumas horas após colocar ou espirrar o feromônio o gato já está tranquilo. Em felinos mais estressados e resistentes, o efeito pode ser observado em até um mês — diz Carmem, que usa a substância para acalmar os gatinhos que moram em sua clínica.

Agradecimento: Caso do Gato

Sem estresse

Veja algumas dicas para evitar que seu bichano fique estressado:

* Evite o contato de gatos com cães.

* O gato é um bicho que faz a própria higiene, mas, caso queira dar banho, leve-o em pets especializados em felino.“Para o transporte até o local do banho, espirre feromônio na gaiola alguns minutos antes de colocar o animal”, indica a veterinária Carmem Cecília Peres Xavier Pinto.

* Em mudanças de móveis na casa, é bom preparar o ambiente com novo layout. “Tem que fazer o animal se ambientar à nova mudança”, explica a profissional.

* A viagem do proprietário também estressa o gato. “Nesse caso, procure alguém que possa aplicar o feromônio durante o tempo em que estiver fora.”

* A marcação urinária é um comportamento natural dos gatos, tanto em machos quanto em fêmeas. Um gato não marca com urina locais previamente demarcados com feromônio facial. “Se o gato urina em lugares diferentes, é sinal de que está incomodado com alguma mudança. É bom investigar a causa do estresse”, alerta Carmem.


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blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Resgatado pelo pessoal do Clube dos Vira-Latas

Clube DosViraLatas


Às vezes, para estabilizarmos nossas vidas, é preciso que antes tudo se desestabilize de vez. Eu sou o Bommer, um cãozinho cheio de vida e muito bonzinho, mas que a vida fez aprender esta lição muito cedo.

Eu fui resgatado pelo pessoal do Clube dos Vira-Latas na última semana após tomar uma baita surra onde vivia. Na verdade, não foi a primeira, mas foi a pior. Eu tinha uma casinha, comida e abrigo, mas as pessoas que cuidavam de mim não tinham um coração bom e por meses, fui saco de pancadas. Após esta última surra, fui colocado na rua e achei que tudo ficaria pior. Sentia muita dor em todo o corpo e mal conseguia me mexer. Passei uma noite ao relento, com fome e sem saber me proteger.

Quando minhas esperanças e vontade de viver estavam se esgotando, o pessoal do Clube soube de mim por uma denúncia e me encontraram. Hoje, faz uma semana que estou vivendo aqui e já não sinto mais dores. Tenho abrigo, comida e um médico que todos os dias olha por mim. Conheci também o carinho e o amor.

Talvez, tenha sido melhor assim. Tudo precisou ruir de vez, para que eu finalmente encontrasse a estabilidade que todo cãozinho merece. Agora, eu quero ser feliz e recuperar todo o tempo em que não pude oferecer o meu amor. Soube que em breve, serei castrado e irei para adoção e quando isso acontecer, serei o melhor cãozinho do mundo.

A todos que ajudam o Clube a continuar nos ajudando, vocês também me salvaram. De todo o meu coraçãozinho, obrigado.

Fonte:
ClubeDosViraLatas
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Roubo de animais torna-se cada vez mais comum no País

O cão Zeca foi roubado durante um arrastão a um prédio em SP 
e mobilizou as autoridades


Zeca foi levado no dia 22 de maio em um assalto 
a um condomínio no bairro da Aclimação, em São Paulo
Assessoria Deic

Dois sequestros diferentes emocionaram a população e mobilizaram as autoridades na semana passada. O roubo de três cães chamou a atenção para a um crime que tem se tornado cada vez mais comum pelo País.

Durante seis dias a caixinha do cachorro Zeca ficou vazia. O animal foi roubado durante um arrastão a um prédio em São Paulo. Assim que percebeu que seu companheiro não estava no condomínio o dono de Zeca acionou a polícia que prontamente começou as buscas.

Cristiano, o dono no bichinho, também começou uma campanha pela internet na tentativa de localizar o cãozinho. Mais de 9 mil pessoas compartilharam as fotos de Zeca nas redes sociais.

O cachorro foi roubado porque chamou a atenção do criminosos. Um filhote da raça de Zeca pode custar até 20 mil reais.

E no fim da semana, a boa notícia finalmente chegou a Cristiano. Zeca foi encontrado e estava pronto para voltar para a casa. O reencontro foi emocionante.

A polícia chegou ao Zeca depois de prender quatro dos assaltantes. Com as informações coletadas foi possível começar a procurar pelo cachorro.

O animal foi encontrado na Zona Leste de São Paulo. Bem longe de casa. Aos poucos, Zeca vai se adaptando a velha rotina, mas está feliz por estar de volta ao lar.

Em outro ponto da cidade, a cantora Adriana Cabral também passou pelo mesmo drama após ser assaltada na Rodovia Fernão Dias. Além do carro, os bandidos levaram objetos pessoais e duas cachorras que estavam no banco de trás.

Nicole e Tati são da raça maltês e, como Zeca, ficaram desaparecidas por mais de uma semana.

Finalmente a polícia recebeu uma ligação avisando sobre o paradeiro dos cachorros e promoveu mais um reencontro emocionante.

Além da polícia, os donos de cachorros desaparecidos podem recorrer a detetives especializados, que possuem métodos e equipamentos especiais para encontrar bichinhos de estimação.

É importante não esperar muito para tomar providências quanto ao desaparecimento do animal e avisar o maior número de pessoas possíveis.



Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Jumenta toma café da manhã na padaria todos os dias e sozinha

Belinha ficou viciada em pão francês
 e aprendeu a conseguir a guloseima sem ajuda 

Os animais estão sempre surpreendendo os humanos com muita esperteza, mas existem histórias que são tão inusitadas que fica difícil de acreditar.

Belinha, a pequena jumenta da cidade de Cajuru, no interior de São Paulo, vai tomar café da manhã na padaria, sozinha, todos os dias.

O animal mora em uma chácara da cidade junto com vários outros animais, mas mesmo assim se destaca do grupo.

Ela recebe muita atenção antes de partir para a padaria.

Um dia, a jumenta encontrou o portão da chácara aberto e escapou. Não se sabe porque ela acabou na padaria e lá, fez amizade com o padeira que acabou deixando Belinha viciada em pão francês.

O que era para ser um agrado, virou obrigação na alimentação do bichinho.

Ela vai pela caminho certinho pelos quatro quarteirões até a padaria e fica na porta esperando seu pãozinho, ou melhor, pãezinhos. Ela come até oito seguidos. Mas ela não gosta de pão fresco não, ela gosta do mais durinho, feito no dia anterior.

E agora, até os animais da vizinhança estão aprendendo com Belinha a saborear os deliciosos pães da padaria. Já pensou se a moda pega?




Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Artista cria 'gato helicóptero' com bicho de estimação morto atropelado

Obra está exposta em feira em Amsterdã.

Artista diz que objetivo é homenagear o felino.


Após polêmica com a obra chamada de "gato helicóptero", o artista holandês Bert Jansen disse ter criado a peça com seu gato de estimação, que morreu atropelado por um carro. A obra polêmica está exposta na feira de artes "KunstRai" em Amsterdã, na Holanda. Segundo o autor, o objetivo do projeto de arte visual é homenagear seu ex-gato 'Orville'.

Artista diz que objetivo é homenagear o felino. 
(Foto: Cris Toala Olivares/Reuters)

Artista Bert Jansen com sua obra chamada 'gato helicótero'.
 (Foto: Cris Toala Olivares/Reuters)


'Gato helicóptero' é uma obra do artista Bert Jansen. 
(Foto: Ade Johnson/ANP/AFP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Entenda o que faz um dog walker

Levar cachorro para passear pode ser um trampo muito rentável e divertido. Como cada vez mais os donos não têm tempo, quem adora bicho e tem horários de folga pode se dar bem. Mas não pense que é tão fácil. É preciso ser cuidadoso e ter muita responsabilidade para se tornar dog walker.

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução 

A atividade é recente no Brasil, e a maioria faz curso de adestramento para se preparar para a tarefa. Outros aprendem com a prática, como Fagner Manoel dos Santos, 18 anos, de Diadema, que durante a semana leva 14 cachorros para passear, em Santo André. “Comecei com um. Aos poucos, ganhei a confiança dos donos, que me indicaram para outras pessoas.”

O garoto descobriu a profissão por acaso, aos 16 anos, enquanto morava com o tio, que era caseiro de uma propriedade em Santo André. Certa vez, o rapaz que passeava com o cachorro da casa foi viajar e a dona pediu para ele substitui-lo. Com o tempo, surgiram outros clientes. “Tinha gente que me parava na rua e perguntava sobre o que fazia. Consegui muito trabalho assim.”

Outro meio de divulgação é em lojas de animais. “Alguns donos me pedem para levar os cães em pet shops para tomar banho. Assim ganhei mais contatos e indicações.” Em pouco tempo, ele descobriu que há grande espaço para a atividade.

Rotina apertada
A jornada começa cedo. Às 8h, Fagner já está na casa de Bisteca e Bono para o passeio de uma hora. Pelo caminho, a dupla de golden retriever chama atenção por sua beleza, fazendo com que muitos parem para passar a mão e brincar com eles. O percurso é sempre pelas redondezas de onde moram os clientes. Uma das regras básicas é recolher o cocô que fazem. “Antes achava nojento, mas comecei a pegar porque não pode ficar na rua. Agora ando com sacolinha no bolso.”

Apesar do trabalho parecer simples, é necessário muito cuidado para que nenhum escape nem arrume briga pelo caminho. Também é importante seguir as orientações que recebe. “Alguns me falam para não deixar o animal cheirar o mato nem comer coisas da rua. Há os que pedem para impedir que outros cães se aproximem. Cuido deles como se fossem meus.”

No início, Fagner cobrava R$ 150 por mês. Agora, ganha de R$ 200 a R$ 300, para caminhar por uma hora todos os dias, de segunda a sábado. Apesar de ser rentável e gostar do que faz, ele quer ser jogador de futebol. “Muitos me elogiam, dizem que jogo bem, chegam a me comparar com o Kaká. Enquanto passeio com os cães, vou correr atrás desse sonho.”

Dicas
Não é imprescindível, mas fazer um curso de adestramento ajuda a realizar a tarefa de dog walker. Assim, enquanto leva o cão para passear, é possível ensiná-lo a ser mais obediente e dar orientações sobre conduta. Dessa forma, é mais fácil que o dono confie em você.

Os cursos duram, em média, de três a quatro meses e são oferecidos por escolas de adestramento, clínicas de veterinária e pet shops. Há locais que fornecem diploma e carteira de identidade de adestrador. Mais importante do que o aprendizado, é saber lidar com o animal, transmitindo respeito e confiança.

O adestrador Ailson Alves sempre gostou de bichos, por isso escolheu essa profissão. “Eu vi um colega treinando o cachorro do meu patrão e decidi fazer o curso”, conta. Segundo o profissional, a tarefa traz benefícios também para o adestrador. “Estar com os animais todo dia é uma terapia para mim.” Uma das vantagens é que você pode fazer o seu horário e consegue conciliar suas atividades da escola com essa tarefa e ainda faturar uma grana.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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