quarta-feira, 14 de março de 2012

Gato mendigo 'escreve' livro sobre sua vida nas ruas Londres

Felino foi adotado por músico sem-teto 
e tem até cartão para viajar de graça no metrô

Desde que entrou para a  vida do músico sem-teto James Bowen,
 o gato vira-lata Bob se transformou em seu companheiro inseparável, nas ruas de Londres
Reuters

A vida de Bob é cheia de reviravoltas. Tanto que ele conta suas aventuras nas 320 páginas de um livro, lançado nesta semana em Londres (Inglaterra). Detalhe: Bob é um gato.

Após uma briga com outro animal de rua, o bichano foi encontrado bem machucado pelo músico James Bowen, também um sem-teto, em seu abrigo, no ano de 2007.

Comovido com o estado do gatinho, Bowen resolveu cuidar dele, com a ajuda de funcionários de uma entidade de proteção a animais da cidade. Mas ele não imaginava que seria "adotado" pelo bichano.

Desde então, a dupla se tornou inseparável. Juntos, Bob e Bowen conquistaram uma legião de fãs com suas apresentações musicais na entrada da estação Angel do metrô londrino, nos trens e nos ônibus da capital britânica. Enquanto o inglês toca seu violão, o bichano "arrecada" a gorjeta do público.

São tantas histórias, nesses quatro anos de convivência, que Bowen resolveu escrever o livro A Street Cat Called Bob (em tradução livre, "Um gato de rua chamado Bob"). Segundo a imprensa britânica, a obra tem de tudo para se transformar em filme de sucesso. 

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Dia Nacional dos Animais


Hoje vi e ouvi muitos falando sobre esta data, que é o Dia Nacional dos Animais, pesquisei para trazer a vocês as informações sobre essa data, quem a criou, o motivo e tudo mais, para meu espanto, não encontrei nenhuma informação oficial, apenas homenagens ao dia, e claro, aos queridos animais.

No dia 4 de outubro comemoramos o Dia Mundial dos Animais, conseguimos encontrar sem muito esforço a história dessa data, uma pena isso não ocorrer com a nossa comemoração nacional.

De qualquer forma, é válida toda a oportunidade de lembrar as pessoas da importância dos animais, sejam eles de estimação, selvagens, comerciais, etc…

Se você está lendo esse texto, as chances de você ser uma pessoa que gosta de animais é grande, então, a partir de hoje e não somente hoje, faça a diferença na sociedade em benefício aos animais.



Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/dia-nacional-dos-animais/ 

Os animais ainda terão uma chance de sobrevivência?

Se unirmos as nossas forças, 
os animais ainda terão uma chance de sobrevivência!!! 

Fonte:
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Amo Patinhas

Se você não conhece os direitos dos animais, você precisa assistir esse vídeo!

Entrevista com o professor de direito ambiental da Universidade de Brasília (UNB) Mamed Said fala sobre direito dos animais.


Já li muitas matérias, mas nada como um vídeo bem feito par tornar as coisas mais claras.



Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Cadela mora em cemitério e acompanha todos os enterros

A vira-lata parece sofrer com os familiares que perderam seus entes querido

Uma cachorrinha vira-lata escolheu um lugar bem inusitado para morar.

A cadela não perde um velório no cemitério São João Batista, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo.

Bolinha não sai de perto dos familiares dos mortos, como se estivesse tentando consolá-los.

Ela apareceu misteriosamento no cemitério há três meses, e desde então não saiu mais de lá. Os funcionários acreditam que o dono dela esteja enterrado ali, mas ninguém sabe quem ele é.

A cadela, que está com câncer, acompanha todo o cortejo ao lado do caixão, mas com bastante dificuldade.

Assista ao vídeo e conheça esta cadelinha!


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Chihuahua sobrevive a ataque de raposa

Cachorrinha de dois anos foi arrancada da boca do animal selvagem 
durante um violento ataque no jardim de casa 


 
Vicky e Lexi: assutadas e aliviadas
Crédito: John McLellan

Uma dona corajosa, uma cachorrinha guerreira e uma raposa faminta. Estas são as protagonistas de uma história impressionante que aconteceu em Laindon, Essex, na Inglaterra.
Vicky Reeves viu seu Chihuahua ser atacado por uma raposa no jardim de casa. Sem pensar duas vezes, ela avançou sobre o animal selvagem e reitorou Lexi da boca da raposa.

A mulher de 29 anos de idade ouviu os gritos de sua companheira canina e saiu correndo para verificar. Quando se deu conta, viu a cena desesperadora de uma raposa abocanhando o garganta da frágil cachorrinha.

“Foi horrível”, conta Vicky. “A raposa pegou Lexi e pretendia levá-la embora. Temi pela minha segurança também.”
Vicky levou Lexi para uma clínica veterinária, onde a cachorrinha foi suturada e medicada com antibióticos.



 
Ferida: Lexi foi fotografada quando deixava o veterinário
Crédito: John McLellan

A Chihuahua ficou três dias sob observação recuperando-se da cirurgia.

The Chihuahua spent three days recovering at the surgery after the attack last week.

Shaun Plunkett, gerente de práticas do Hospital Veterinário de Cherrydown, conta que ataques como este têm sido cada vez mais comuns em razão da urbanização. “Os donos de cães devem ficar atentos ao aparecimento de raposas”, diz ele.



 
Sortuda: raposa não parecia assustada com a cidade
Crédito: John McLellan 

“Fiquei chocada. Lexi poderia ter morrido. As raposas estão desesperadas por comida e agora parecem estar migrando em busca de alimentação nas áreas urbanas”, diz Vicky.

She said: 'I was really shocked a fox could do this. Lexi could have been killed.

É exatamente o que dizem as estatísticas. Os ataques têm crescido.

Em maio de 2010, as gêmeas de nove meses Lola e Isabela Koupparis ficaram uma semana hospitalizadas, depois de um ataque de raposa enquanto dormiam.

Ano passado, o estudante Mario Castilli acordou e deu de cara com uma raposa em seu quarto.

Índices mostram que cães e gatos também têm sido cada vez mais vítimas destes ataques na Inglaterra.

Fonte:

petmag.uol.com.br/noticias
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terça-feira, 13 de março de 2012

Pets obesos: um reflexo da humanização?

Os pets estão cada vez mais perto das famílias, e conquistam cada vez mais seu espaço de membro. A convivência já é tão próxima que até a alimentação deles não se restringe mais apenas as rações ou biscoitinhos feitos para animais. Eles querem e estão ganhando comida de humanos! A cena de um cãozinho lambendo um sorvete pode ser engraçada, mas é preocupante. Se o excesso de calorias pode fazer mal aos humanos, imagine aos animais.
 
Crédito Imagem: Pet Rede

Além de consumirem alimentos inadequados, muitos pets acompanham a rotina de sedentarismo de seus donos. As atividades de lazer que todo animal de estimação deve ter, como correr, brincar e exercitar seus sentidos – características próprias de um animal – estão sendo deixadas de lado. E assim, não há saúde que aguente.

Os números crescentes de animais domésticos obesos chamam a atenção dos especialistas no assunto. Segundo o relatório do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos, divulgado pelo laboratório Vetnil, estima-se que já sejam 40% os cães americanos e 20% os cães brasileiros com esse problema. No mundo ocidental, 25% de toda a população de cães e gatos possui peso acima do normal.

“A obesidade é a doença nutricional mais frequente de cães e gatos”, explica o médico veterinário e proprietário do Clube de Cãompo Hotel Fazenda para Cães, Aldo Macellaro Júnior. Segundo ele, é possível estimar que se um cão ou um gato consumir regularmente 1% mais calorias que o necessário, ficará quase 25% acima do peso na meia-idade.

Mas não são só as gordurinhas salientes que preocupam. A quantidade de problemas de saúde que podem ser desencadeados pela obesidade nos pets também é grande: afecções articulares, afecções cardíacas, hipertensão, afecções respiratórias, diabetes mellitus, riscos anestésicos e cirúrgicos, interferência nos processos diagnósticos, esteatose hepática, incidência de neoplasias e menor resistência a doenças infecciosas, pancreatite e outras alterações. “A mortalidade é 50% maior em pessoas que estão 20% acima do seu peso ideal. Apesar desses valores não estarem bem estabelecidos nos cães, espera-se dados semelhantes”, conta o veterinário.

Segundo Macellaro Júnior, a obesidade pode ser classificada como não complicada (resultante primariamente de um consumo calórico excessivo) ou complicada (que surge de outras causas e é necessário que se trate a causa primária). “Diversos fatores de risco contribuem para essa situação como genética, sexo, idade, atividade física e composição calórica da dieta”, afirma.

Meu pet obeso? Será?
Perceber que seu animal de estimação está acima do peso não é tão difícil, mas exige atenção quanto às características de cada raça. Para o veterinário Macellaro Júnior, uma análise do score corporal do bichinho pode ajudar numa resposta mais precisa. Veja a tabela e mais informações!

Os pets também morrem pela boca e pela preguiça!
Para Macellaro Júnior, a obesidade é uma condição de balanço energético positivo estocado sob a forma de gordura com efeitos deletérios à saúde. “A obtenção do peso ocorre quando é ingerido mais do que é gasto, o que pode gerar um desequilíbrio na balança de ingestão e gasto de energia”. Por isso a importância das atividades físicas para os bichos e do controle da alimentação deles.

Pode ser difícil resistir aos focinhos “pidões” quando se está a comer uma guloseima, mas pensar na saúde deles em primeiro lugar pode ser uma poderosa arma para sua resistência. E para ajudar seu pet a manter uma alimentação correta e saudável, você pode começar cortando alguns alimentos que não devem nem sequer passar perto deles. Veja lista de produtos perigosos, feita pela veterinária Amanda Carvalho!

O ideal, segundo Macellaro Júnior, é fornecer somente ração seca de boa qualidade, que pode ser indicada pelo seu veterinário. Isto porque estas rações já são balanceadas com todos os nutrientes que o pet precisa para ter uma alimentação saudável. Evitar petiscos ou comida caseira que contenham muito sal ou gordura também auxilia. “Alimentos que contém açúcar ou principalmente chocolate são proibidos aos animais. Petiscos saudáveis como frutas não ácidas, talos de vegetais como cenoura ou brócolis podem substituir os petiscos industrializados”, explica o veterinário.

Quem também prejudica e muito a saúde dos animais domésticos é o tão conhecido amigo da sociedade moderna, o sedentarismo. O problema possui papel importante no desenvolvimento da obesidade de cães e gatos, ainda mais quando o animal possui a mesma rotina e alimentação do dono. “A maioria dos animais é obesa devido à superalimentação induzida pelo proprietário e/ou a quantidade inferior de exercícios”, explica Macellaro Júnior. Para ele, cães que não têm a companhia de outro animal, têm uma maior chance de desenvolver a obesidade, pois não terão o hábito de brincar e pular, e com isto consequentemente gastar energia.

Para Macellaro Júnior, temos que lembrar que existem vários meios de recompensar o cão, do que só com comida. Carinho, um longo passeio ao ar livre, interação com outros animais são ótimas formas de recompensas não alimentares.

Atenção ao tratamento!
Aos 09 anos o cãozinho Bidu da raça Dachshund, mais conhecida como salsicha, começou a apresentar um comportamento diferente, que chamou a atenção de sua dona, a estudante Isabella Boni. “Percebi que ele estava ficando mais preguiçoso, com dificuldade de executar alguns movimentos, e a aparência dele também mudou”, conta.

Preocupada, a jovem levou o animal ao veterinário, que diagnosticou a obesidade e sugeriu um tratamento específico que inclui um plano de perda de peso. “O tratamento indicado foi a introdução de uma dieta, na qual ele deveria comer uma fruta de manhã, no almoço uma vasilha pequena de ração – já que o Bidu é de pequeno porte – e à noite mais uma porção de frutas. Foi indicado também caminhadas, e como ele toma o remédio gardenal por ser epilético, uma diminuição na dose do medicamento”, descreve Isabella.

O tratamento foi seguido por 1 ano e meio, até que a família ganhou um novo cãozinho da mesma raça que Bidu. “A novidade dificultou a manutenção da dieta, por acharmos que ele ficaria com vontade ao ver o outro cachorro comendo. No entanto houve uma melhora na atividade física”, afirma a jovem.

Por não gostar de fazer caminhadas, Bidu foi incentivado a se movimentar por meio de brincadeiras e brinquedinhos de interação, como as bolinhas para pets. Apesar de não ter conseguido manter a dieta corretamente com o animal, Isabella conta que houve grande melhora nas ações dele. “Hoje podemos perceber que o Bidu está muito mais ativo’”, conclui.

O tratamento da obesidade, assim como de outros problemas de saúde dos animais, envolve modificação na dieta, plano de atividades físicas, esforço e cuidados do proprietário. Isso mesmo, a atenção do dono também é eficaz e ajuda muito na melhora do pet. Mas antes de iniciar qualquer dieta ou exercício é importante passar o animal por uma consulta com seu veterinário de confiança, pois é somente ele quem deve orientar este programa de redução de peso.

Segundo Macellaro Júnior, há quatro estratégias que podem ser utilizadas para redução de peso: dieta hipocalórica, exercício físico, psicologia e medicamentos. Veja abaixo cada uma delas, explicados pelo veterinário:

Dieta + Exercício
A redução de peso requer que a energia ingerida seja menor do que a energia gasta. A perda de 1 quilo de tecido adiposo corresponde a um déficit energético de aproximadamente 7700 Kcal. Este déficit pode ser obtido por um decréscimo de energia ingerida e/ou aumento de energia gasta.

O exercício físico aumenta diretamente o gasto energético, inclusive durante o repouso. Aproximadamente 1 hora de exercício leve por dia, como caminhada, aumenta o gasto energético em aproximadamente 10% sobre uma taxa metabólica basal.

O exercício deve ser implementado gradualmente, iniciando-se com um nível tolerado pelo animal e proprietário, principalmente se houver problemas ortopédicos, cardiovasculares ou pulmonares. A natação pode ser uma alternativa à caminhada e algumas vezes é mais indicada para pacientes ortopédicos. Como a natação implica em maior gasto calórico por minuto que a caminhada, o animal poderá gastar a mesma quantidade de calorias em menos tempo de natação.

Psicologia
Muitas pessoas têm o prazer de alimentar seus animais de estimação condicionando-os ao consumo excessivo através do comportamento de “pedir alimento”. O compromisso do proprietário é o fator mais importante para o sucesso de um programa de redução de peso.

Medicamentos
São utilizados nos tratamentos das doenças metabólicas dos animais, como no caso de um eventual hipotireoidismo. Não há qualquer droga indicada para perda de peso em cães e gatos que tenha sido plenamente avaliada quanto à segurança e eficácia.

Deixar que seu animal de estimação entre de vez na rotina de sua família não significa tratá-lo como ser humano, ou enxergá-lo como tal. A humanização dos animais não deve ser baseada em excessos, e sim em cuidados especiais e muito carinho. Só assim os problemas dos humanos não atingirá os nossos amigos de quatro patas. Animal é companheiro, não um reflexo do dono!

Fonte:
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