sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Calendário traz fotos de pets terapeutas em ação

Parte da renda será revertida para instituição que cuida de cães abandonados


Crianças especiais interagem com o lindo cachorrinho,
 em uma das cenas do calendário 2012 do projeto Pêlo Próximo
Carol Camanho

O projeto Pêlo Próximo, do Rio de Janeiro, acaba de lançar o seu Calendário 2012 Momentos – o olhar em quatro patas, ilustrado com fotos de cães e aves terapeutas interagindo com crianças especiais e idosos de asilos.
Parte da renda arrecadada com a venda dos calendários será destinada ao Abrigo João Rosa, no Rio de Janeiro, que cuida atualmente de 260 animais abandonados.



As fotos começaram a ser tiradas no início deste ano por cinco fotógrafos profissionais, que acompanharam as visitas dos animais em cinco instituições visitadas pelos animais do Pêlo Próximo.
O objetivo do projeto é mostrar os benefícios da interação entre os pets e as crianças especiais e idosos. Ele ainda contará com dicas de pet terapia e de comportamento animal no verso das páginas.
O calendário custará R$ 25 (a unidade) e poderá ser adquirido no Brasil ou no exterior por meio do site do projeto Pêlo Próximo (peloproximo.com.br).


Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Que tal um banho relaxante?

01/12/2011 11h42 - Por: Lilica

Esse cãozinho parece adorar tomar um banho de banheira!

Que delícia!

Fonte:
Tvuol.uol.com.br
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Odiando ringtone! do telefone!

02/12/2011 13h54 - Por: Marcos Ribeiro

Eu desligo mesmo!

Fonte:
Tvuol.uol.com.br
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Simulações em computador substituirão dissecação de animais na Índia

O uso de supercomputadores pode acabar com a necessidade de que alunos dissequem animais nas escolas e universidades da Índia. Uma comissão da Universidade de Grants pretende que cada instituição poupe a vida de milhares de animais por ano através da adoção de programas de simulação. A mudança de paradigma evitará que algo em torno de 19 milhões de animais sejam mortos por ano em estudos no país.

Como simular uma vida num computador? A solução é a criação de um software que contenha as instruções necessárias. Uma programação eficiente pode gerar uma ferramenta que, fazendo uso do poder de processamento da máquina, possa simular o comportamento do sistema digestivo de um sapo, por exemplo, poupando o de verdade da morte em laboratório.

O projeto tem o apoio da PETA (“People for the Ethical Treatment of Animals” ou “Pessoas em prol do Tratamento Ético dos Animais”, em tradução livre). A organização estimula o debate no país, patrocinando campanhas e ações que demonstram que novas formas de se estudar podem ser tão eficientes quanto as práticas comuns. Além do uso de supercomputadores, são incentivadas alternativas como modelos sintéticos dos animais.

A crescente escala da supercomputação, a ponto de deixar as máquinas mais baratas e acessíveis, permite que estudos que antes ficavam confinados às fórmulas matemáticas e ao poder de observação dos cientistas sejam rodados virtualmente. E as possibilidades são muitas: existem, por exemplo, supercomputadores na Europa que simulam o comportamento dinâmico de galáxias.

Fonte:
logs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Homem sai para caçar e é baleado por seu cachorro

O cão pisou sobre o gatilho da espingarda, que disparou

Um acidente nada normal aconteceu esta semana em Salt Lake City, no estado de Utah, Estados Unidos. Um homem de 46 anos saiu para caçar com um amigo e levou seu cachorro para ajudar. Péssima ideia.

Quando ele menos esperava, o cão pisou sobre o gatilho da espingarda, que estava no chão, de acordo com o site Orange News. O tiro foi certeiro, direto em suas nádegas.

O polícial que atendeu a ocorrência, Kevin Potter, afirmou que tudo não passou de um acidente. "O cachorro estava animado e pulando quando, de repente, acabou caindo em cima do gatilho. Por um grande azar a bala pegou o homem", disse.

Logo que foi atingido o caçador ligou para a emergência. Ele foi transportado para um hospital local e passa bem.

Fonte:
pop.com.br/popnews/noticias/poptrash
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Engano: bombeiros passam 12 horas tentando resgatar gata de brinquedo

Vizinhos desconfiaram que Puss-Puss, uma gatinha grávida desaparecida,
estivesse presa na lixeira e chamaram o resgate

Quando as pessoas na rua ouviram miados vindos de dentro de uma lata de lixo, o primeiro impulso foi chamar ajuda o mais rápido possível. A preocupação só aumentou quando pensaram que a vítima poderia ser Puss-Puss, uma gatinha grávida que havia desaparecido na vizinhança, em Anglesey, Inglaterra.

Puss-Puss: desaparecida e grávida
Crédito: DailyMail.co.uk

Os bombeiros foram chamados para retirar o animal da lixeira e foram nada menos que 12 horas de esforços para o resgate. Foi preciso chamar especialistas com máquinas de corte para fatiar o aço da lata de lixo.
Quando finalmente haviam conseguido chegar até o animal, veio a grande surpresa: era um gato de pelúcia movido a pilha.

O brinquedo que causou toda a confusão
Crédito: DailyMail.co.uk

A gata desaparecida e os miados na lixeira fizeram os moradores da região concluírem que quem estava presa era Puss-Puss. Antes de os bombeiros chegarem, vizinhos tentaram de tudo para tirar o animal de lá, mas não obtiveram sucesso.

Resgate e gato de pelúcia: gargalhadas após 12 horas de trabalho
Crédito: DailyMail.co.uk

Um especialista viajou quase 50 km para operar a máquina de corte e retirar a então gata grávida de dentro da lixeira. “Os miados pareciam mesmo de um gato. Começamos a revirar a lixeira, até que achamos uma sacola de brinquedos. O que encontramos foi um gato de brinquedo”, conta Kelvin Owen, dono de uma expert em engenharia.

Jasmine Hazelhurst, uma empresária local, ficou o tempo todo ao lado dos bombeiros, ajudando-os no resgate. “Morremos de vergonha quando achamos o gato de pelúcia. Mesmo assim, estou orgulhosa por ver tanta gente comprometida em ajudar os animais. Este é o verdadeiro espírito de comunidade”, conta ela.

Fonte:
Petmag.uol.com.br/noticias
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Cães terapeutas

Animais ajudam no tratamento de pacientes com câncer e deficiência mental

Há dez anos, o adestrador de cães Hélio Rovay, a pedagoga Adriana Maracinni e a cadela Nina, da raça labrador, começaram a visitar uma instituição que cuidava de crianças com síndrome de Down em Campinas, no interior de São Paulo. Com medo no início, os pequenos foram pouco a pouco se adaptando à presença de Nina e passaram a interagir com o animal. O casal estendeu as visitas a hospitais que cuidam de pacientes com câncer e a asilos, percebendo que o contato com o animal trazia bem-estar. A iniciativa tomou corpo, e hoje o projeto social Medicão tem mais de 20 voluntários, entre psicólogos, pedagogos e estudantes, além de 17 cães “terapeutas”.

VISITAS A HOSPITAIS: 
animais são treinados para reagir docilmente aos toques
Os bichos são treinados por Rovay para se comportar dentro do hospital e passam por uma rotina fixa de banho e vermifugação. “Instruímos animais a não reagir de forma agressiva a um toque mais brusco do paciente, principalmente crianças, como um puxão de rabo ou de orelha”, exemplifica o adestrador. A equipe faz visitas regulares a crianças diagnosticadas com câncer no Centro Infantil Boldrini e a pessoas com deficiência física e mental que frequentam o Centro Educacional Integrado (CEI), ambos em Campinas. O grupo também leva os cães a hospitais e institutos de cegos nas cidades de Itu, Sorocaba e Piracicaba. O projeto está recebendo inscrições de interessados em permitir que seu animal participe do trabalho voluntário na região de Campinas em 2012. O regulamento pode ser acessado no site www.projetomedicao.com.br.

Fonte:
2.uol.com.br/vivermente/artigos
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