segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Gatinho descansa em rede durante feira em Budapeste

Um gatinho foi flagrado descansando em uma rede em Budapeste, na Hungria.
A cena aconteceu na Feira Internacional de Gatos, no último sábado.

Gatinho descansa em rede em Budapeste
Barnabas ozeczy/Efe
Fonte:
F5.folha.uol.com.br/bichos
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Gatos: terceira idade aumenta risco de desenvolvimento de doença renal

Fique de olhos nos sintomas do seu gato:
beber água demais, urinar pouco, apetite alterado, 
vômitos e perda de peso podem ser indícios da doença, que é incurável, 
mas pode ser tratada.

Os felinos envelhecem em um ritmo diferente da maioria dos animais de estimação. Para se ter uma ideia, a Associação Americana de Veterinários de Felinos (AAFP) sugere que os gatos devem ser considerados como sêniores quando atingem entre 11 e 14 anos e geriátricos a partir dos 15 anos. “Não existe uma idade específica na qual o gato torna-se idoso e conhecer esses limites pode ajudar o proprietário a monitorar seus gatos e identificar sinais precoces de vários problemas”, ressalta Marcelo Quinzani, diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo.

Com o avanço dos anos, o risco de desenvolvimento de doenças crônicas aumenta e um dos problemas que mais preocupam os proprietários é o risco oferecido pela Doença Renal Crônica (DRC). “É uma doença bastante comum em gatos, especialmente geriátricos, e sua incidência está crescendo pelo aumento da longevidade dos felinos”, diz. “A Doença Renal Crônica não tem cura, por isso, quanto mais precocemente for realizado o diagnóstico, maiores são as chances de controlar os sintomas e a evolução do quadro”.
'Não existe uma idade específica na qual o gato torna-se idoso e conhecer esses limites pode ajudar o proprietário a monitorar seus gatos e identificar sinais precoces de vários problemas”,
 ressalta Marcelo Quinzani.
Crédito: Flickr

Quinzani explica que o problema aparece quando os rins não realizam de forma eficaz sua função de filtrar os resíduos da corrente sanguínea para serem eliminados através da urina. De acordo com o veterinário, os principais sintomas do problema são: polidpsia (beber muita água), poliúria (fazer muita urina), diminuição do apetite, perda de peso e vômito. “Em alguns casos, mesmo após a identificação da causa inicial da lesão, os mecanismos da perda de estrutura funcional dos rins já foram ativados e a degeneração renal vai acontecer”.

Tratamento e cuidados

Com a função renal comprometida, a desidratação, a perda de nutrientes e o acúmulo de toxinas no organismo são as principais preocupações dos veterinários. Para tratá-las os especialistas recorrem à restrição de alguns nutrientes. “As dietas específicas para gatos com DRC normalmente têm restrição de proteínas, de fósforo e sódio”, explica. “As proteínas quando metabolizadas, resultam em toxinas que rins com alterações não conseguem excretar.

O fósforo também não pode ser eliminado de forma eficiente. Já o sódio aumenta o risco de hipertensão, que pode agravar ainda mais o quadros das animais”.
Para repor os nutrientes que o corpo não consegue absorver os veterinários recorrem à suplementação. Gatos com Doença Renal Crônica também têm sérios problemas em conservar as vitaminas do complexo B e vitamina C, devido à excessiva perda através da urina.

Essas vitaminas devem ser repostas através suplementação. Ultimamente recomenda-se também a suplementação de Ômega 3, pois descobriu-se que esses ácidos graxos apresentam uma ação protetora dos rins”. Outro nutriente que também deve ser suplementado é o potássio.

Outro recurso utilizado no tratamento de gatos com Doença Renal Crônica é a fluidoterapia. “Apesar de existir recursos para aumentar a ingestão de água no dia a dia do gato, como por exemplo, com rações úmidas, ou adicionando água a comida, esse aporte de água somente não é suficiente em gatos com DRC. Assim sendo a maioria desses gatos necessitam de fluidoterapia subcutânea”, explica. “A administração da fluidoterapia em gatos com DRC corrige a desidratação e aumenta a produção de urina, reduzindo os níveis de compostos tóxicos no sangue (principalmente ureia e creatinina), além de corrigir o desequilíbrio ácido-básico e ajudar a restaurar os níveis normais de fósforo e potássio no sangue”.

Nos casos mais graves de desidratação e comprometimento da função renal, a fluidoterapia deve ser intensiva e realizada em ambiente hospitalar por via intravenosa. O controle da pressão sistêmica também é ponto essencial no controle da evolução da doença.

A falência renal acarreta ainda na diminuição da produção do hormônio responsável pela estimulação da medula a produzir hemácias. “É muito comum a anemia em gatos com DRC. Isso pode ser corrigido aplicando-se hormônio”, detalha. Quinzani lembra ainda que o objetivo do tratamento é atrasar a progressão da doença, melhorar a qualidade de vida e estender a sobrevida do animal. “Por isso é importante que os proprietários tenham a consciência de que os gatos com Doença Renal Crônica vão precisar de cuidados diários em casa para que possam se manter saudáveis”, finaliza o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, de São Paulo.
Fonte:
Petmag.uol.com.br/noticias
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Cachorro faminto pula de terceiro andar e sobrevive nos EUA

Pit bull Miracle pode ter ficado até dois meses abandonado em apartamento.

Um cachorro faminto pulou de uma janela do terceiro andar em Boston, nos Estados Unidos, após ser abandonado pelos donos, e sobreviveu.

O pit bull de dois anos, batizado de Miracle, ou Milagre, estava em um apartamento vazio com outro cachorro e, segundo as equipes de proteção aos animais, pode ter passado até dois meses sem receber cuidados.

O apartamento estaria infestado de pulgas e imundo.
'O pulo foi uma última tentativa desesperada de encontrar comida', disse a gerente do abrigo de animais Forever Paws, Erin Pacheco.

Após a queda, Miracle teve de passar por uma cirurgia de emergência no quadril e está recebendo tratamento veterinário.
O cão Miracle (Foto: BBC)

Filhote
No primeiro andar do mesmo prédio, as equipes de proteção aos animais encontraram ainda uma filhote de quatro meses que estava desnutrida.

Ela recebeu o nome de Gracie e acabou tendo de ser hospitalizada para se recuperar, após passar tanto tempo sem alimentos.
O administrador do prédio disse que o último inquilino do apartamento havia se mudado dois meses antes sem deixar informação de contato.
A Polícia de New Bedford está investigando o caso. Os três cachorros estão sob os cuidados do abrigo Forever Paws.
O cão Miracle (Foto: BBC)

Fonte
G1.globo.com/mundo/noticia
Link:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/10/cachorro-faminto-pula-de-terceiro-andar-e-sobrevive.html

sábado, 8 de outubro de 2011

Sábado com duas feiras de adoção de animais

A Sociedade Protetora dos Animais de Maringá e ONG Anjo dos Animais promovem deste sábado (7) duas feiras de adoação de cães e gatos acontecem em Maringá.

As feiras começam às 13 horas e vão até às 18 horas. 

Uma delas acontece no estacionamento do Shopping Cidade, na Avenida Tuiuti, e a outra no supermercado Mercadorama, na Avenida São Paulo, nº 42.

Os animais estão vacinados e os adultos vêm castrados. Junto com o bichinho, o novo dono ganha um kit de rações.

Também é possível encontrar animais para adoação no site de odiario.com, o 'Adote um Amigo'.


Fonte: O Diario
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Cães também sofrem de problemas oculares

Alguns cães sofrem com problemas de visão e isso requer muita atenção dos seus proprietários. Os primeiros sinais de que a visão de seu animal de estimação não está saudável são fáceis de detectar.
Crédito Imagem: Pet Rede

O cão passa a ter dificuldades em encontrar seus brinquedos e também a “topar” com objetos e móveis da casa. Além desses, existem uma série de fatores que podem identificar a doença em seu cão, como coceira nos olhos, vermelhidão e secreções.

Os problemas mais comuns encontrados nos cães são glaucoma (aumento da pressão intra-ocular), entrópio (mau posicionamento das pálpebras), olho seco, úlceras de córnea, inflamação do globo ocular e catarata.

Além da possibilidade do cão contrair essas doenças, entre eles há a hereditariedade, fator que contribui para o surgimento dos problemas de visão.
Caso seu cão apresente sintomas da doença, é preciso encaminhá-lo a um veterinário para ser realizados exames oftalmológicos.

A prevenção da doença é de grande importância; o dono deve levar seu animal anualmente ao veterinário para realizar os exames para evitar uma série de problemas, entre eles, a cegueira.

Para tratar as doenças oculares, os proprietários precisam seguir as recomendações do veterinário porque, assim como os humanos, os cães não podem tomar medicamentos de forma inadvertida.

Animais também sofrem com o calor excessivo

Crédito Imagem : Pet Rede

Não são apenas as pessoas que estão sofrendo com o calor que está fazendo em Pernambuco. Os animais também estão passando sufoco com o clima. A médica veterinária Mirella Colaço, do hospital veterinário da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), deu algumas dicas para cuidar dos animais de estimação.

“O animal não transpira como nós, que transpiramos pela pele. Eles fazem isso através da língua e, por isso, é muito comum encontrar os animais ofegantes. O pelo preto piora, e se o animal for obeso também é ruim. A gordura é isolante de temperatura. O ideal é sempre deixar os bichos em um lugar mais fresco, e sempre oferecer água fresca e limpa. Se possível, colocar dois potes para ter opção”, falou.

Certos aspectos que parecia ser apenas para os humanos, também são aplicáveis nos animais. “Também é importante pôr protetor solar no nariz dos cachorros e gatos, sempre que for passear com eles. Aparar o pêlo também é necessário”, disse.

Os que tiverem dúvidas, e quiserem levar seu animal até o hospital veterinário da UFRPE, podem fazer isso nos seguintes horários: das 8h até 12h e das 14h até 17h.



Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/animais-tambem-sofrem-com-o-calor-excessivo/

Como lidar com cães que latem excessivamente

Crédito Imagem: Pet Rede

Aqui está mais um detalhe para a coleção de similaridades entre caninos e crianças. Do mesmo modo que ensinamos nossas crianças a falar e quando falar, nossos peludos devem aprender a latir e a não latir conforme a hora – especialmente no período da lei do silêncio, quando a vizinhança quer dormir ou simplesmente sossego.

Isso mesmo, educar o cão para não ser barulhento demais e não incomodar vizinhos é mais um dos aspectos da posse responsável. Treinar o cão para não latir demais sem motivo exige algum tempo, dedicação, paciência e atenção a cada caso, mas o resultado vale a pena para todos, inclusive o próprio cão, e aqui vai um guia geral.

Por que o cão late
Cada bicho se comunica, naturalmente, a seu modo: o cão late, o gato mia, o pássaro pia, a vaca muge e assim por diante. Tal como ocorre com as pessoas, uns cães tendem a latir menos que outros. Cada raça de cão tem sua frequência ‘latedora’, desde os lacônicos Rottweiler, Akita e Golden Retriever a Schnauzer, Beagle e Fox Terrier e outros que falam pelos quatro cotovelos.

Já os adoráveis vira-latas achados na rua, pela sua própria miscigenação, além da possibilidade de traumas passados na rua ou com donos anteriores, podem ser uma caixinha de surpresas – ou, conforme o caso, não uma caixinha, mas uma verdadeira beatbox – e precisam ser educados com mais afinco para não latirem à toa.

Muitas vezes, o peludo sai latindo porque deseja chamar atenção para alguma mudança ou problema: ou a ração acabou, ou faz tempo que ele não passeia e brinca ou simplesmente ele se sente sozinho. Como se diz, ele percebeu está numa situação em que levará mais vantagem latindo que ficando quieto.

Nesses casos, é só resolver o problema e a latição deverá sumir. É bom observar se o cão não está se queixando de alguma dor ou outro problema de saúde; se houver dúvida, passe no veterinário.

Educando o cão
Uma dica é associar a ordem de comando a um castigo leve (ou uma consequência), se ele desobedecer; e a uma recompensa quando ele obedece. O comando de “quieto!”, por si só, pode não resolver. Neste caso, borrife líquido contra mau hálito na boca dele, dado que a maioria dos cães não gosta do sabor, cheiro ou mesmo do ruído deste spray, eles irão associar a palavra “quieto!” à consequência desagradável de ter de aguentá-lo e perceberão que é melhor deixarem de latir à toa. (Na falta de borrifador, alguns treinadores recomendam dar um tapinha bem de leve no focinho do cão – mas sem machucá-lo, apenas incomodá-lo o suficiente para ele entender que fazer o que não deve leva a receber algo de que não goste.)

Obviamente, repita o comando até ele aprender. Quando ele obedecer ao comando de “quieto!” sem precisar da borrifada, dê-lhe um petisco ou brinquedo – isso mesmo, ele aprenderá que obedecer rende prêmios.

Pode-se também usar o truque oposto: ensinar o cão a latir sob comando. Espere até ele latir; quando ele latir, diga “Muito bom!” e dê-lhe uma recompensa – daí ele vai esperar seu comando para latir e, claro, ser premiado.

Educação à distância – ou quase
Se você estiver longe do cão e ele começar a latir sem motivo, não o chame para ir até onde você estiver; vá você até onde ele está, para observar as circunstâncias que causam a latição e treiná-lo imediatamente após ele latir, de modo que o peludo tenha absoluta certeza da relação entre a “coisa errada” e o castigo.

Pode acontecer de, se você precisar sair, o cão se sentir livre o suficiente para sair latindo. Está aí um bom desafio: treinar o cão para não latir enquanto você estiver ausente. Use então outro velho truque. Saia de casa à hora de costume e… volte para casa de repente e sem fazer barulho. Fique montando campana até o cão começar a latir sem motivo; então entre em casa, repreenda-o e vá embora.

Caso ele demore a latir, você pode agilizar o processo provocando ruídos que seguramente façam o peludo latir, como bater a porta do carro. Se você trabalha perto de casa, peça a vizinhos que avisem se o bicho começar a latir. Caso você fique mais longe, outra alternativa é pedir a alguém de confiança para repreender o cão.

Ah, sim: se o cão for muito bravo, o mais importante, e o mais seguro para você, será tratar o temperamento dele antes de pensar em monitorar seus latidos.

Coleiras antilatido
Coleiras anti-ruído também dão uma boa ajuda high-tech no bem-estar do peludo – e também dos vizinhos e familiares.

A voz do canino produz vibração que aciona um som em volume inofensivo, porém suficiente para irritar o cão o bastante para ele associar latidos fora de hora a sensações desagradáveis. (Há uma variação que emite choques de baixa voltagem, mas emissão de som me parece bem menos “cruel”.)

Estas coleiras são leves (cerca de 60 gramas) e podem ser usadas pelo bicho o dia todo, além de emitir sinais sonoros audíveis pelos humanos (e também sinais luminosos) para alertar sobre hora de troca de baterias (e até sobre a presença do peludo quando ele estiver mais quietinho). Estas coleiras ajudam muito, mas não espere milagres: poderão demorar alguns dias até o cão, se for daqueles que latem mais que a boca, perceber os efeitos do sinal sonoro da coleira. Eu já disse e direi de novo: paciência e atenção são essenciais e valem a pena.

Temos ainda o treinamento de guarda, que ensina o cão a latir somente para determinadas coisas e pessoas, mas já é outro assunto e fica para outra ocasião. Por ora, não precisamos imitar os críticos de arte que, como dizia o saudoso Procópio Ferreira, “são pessoas que querem ensinar cachorro a latir”; a partir do momento em que cachorros convivem com humanos, é só questão de os cachorros aprenderem quando latir (e dos humanos aprenderem como e quando falar).
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
Link:
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/como-lidar-com-caes-que-latem-excessivamente/