quarta-feira, 4 de maio de 2011

Contato com cães libera hormônio ligado ao amor.


Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação
Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui – que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. “A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão”, afirmou Kikusui.

“Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana”, complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/caninos

Bichos: relação de lealdade e amor incondicional.


Cédito Imagem: Arquivo Pessoal
O relacionamento dos bichos com os seres humanos atravessa séculos. Eles deixaram de ser objeto de entretenimento e passaram a fazer parte da família, sendo reconhecidos como verdadeiros filhos. Pensando nisso, a Jovem Pan Online saiu às ruas e ouviu algumas declarações de amor e gratidão de donos de animais. Confira reportagem de Sandra Ferreira.

Link: http://jovempan.uol.com.br/videos/bichos-relacao-de-lealdade-e-amor-incondicional-56458,1,0




Fonte:
Jovem Pan Online

Autor: Sandra Ferreira
http://jovempan.uol.com.br/videos/bichos-relacao-de-lealdade-e-amor-incondicional-56458,1,0

Após reportagem, casal de filhotes furtado é devolvido à família.

Uma família de Holambra recebeu nesta terça-feira (3) a notícia que tanto esperava há quase um mês. Depois de adotar um casal de filhotes, a residência foi alvo de ladrões. Além de levar equipamentos eletroeletrônicos, notebooks, os assaltantes decidiram também roubar os animais de estimação, que tinham sido adotadoa há apenas 3 dias. A ação dos ladrões foi gravada por câmeras de segurança da casa.
Imagem: Ilustração/Divulgação
  O furto dos equipamentos não foram tão lamentados quanto a ausência dos filhotes. Após assistir à uma reportagem exibida no Jornal da EPTV de segunda-feira (2), uma pessoa que não quis se identificar entrou em contato com a UPA (União Protetora dos Animais) de Campinas dizendo que estava com os animais e que gostaria de devolvê-los. A pessoa colocou os cães em uma caixa de transporte em uma pequena casa em construção no bairro San Martin e avisou o presidente da UPA, Vicente Carvalho.
A entrega dos animais foi feita na casa da família, em Holambra, na tarde desta terça-feira. Adriana Costa Bertoni, dona dos filhotes, conta que ficou emocionada quando recebeu a notícia e disse que “graças à divulgação da EPTV, eles estão de volta”.

Fonte:
EPTV Campinas

http://eptv.globo.com/campinas/noticias/NOT,1,1,347442,Apos+materia+da+EPTV+casal+de+filhotes+roubado+em+Holambra+e+devolvido

Grupos em defesa de animais denunciam canil por tratamento inadequado.


Imagem: Ilustração/Divulgação
Rio Grande do Sul – O Grupo Vira-Latas e Corações, junto com os grupos Amigo Bicho e Companhia e Grupo pela Abolição do Especismo, protocolou denúncia na Promotoria de Justiça Especializada contra o canil municipal. A denúncia trata sobre as condições de abandono em que se encontram os animais recolhidos, considerando o descumprimento de lei federal e estadual.

A primeira denúncia refere-se à captura indiscriminada de cães. Os animais comunitários, segundo os denunciantes, estão sendo recolhidos à revelia da Lei Estadual 13.193/2009. Foram recolhidos, segundo a denúncia, 17 cães no Cassino, sendo que três eram cadelas comunitárias que foram castradas com contribuição da comunidade e eram alimentadas.

Um caso citado é de Princesa. Ela havia sido castrada e foi hospedada na casa de uma das voluntárias do grupo, que atesta seu comportamento amigável, não oferecendo riscos aos humanos nem aos demais animais. Depois que retornou ao local de origem, foi recolhida pelo canil. Os integrantes do grupo a encontraram quando da realização da 1ª Cãominhada, em janeiro deste ano, e atestam que seu comportamento era incomum, de um ser que estava sofrendo maus-tratos: magra, com feridas no corpo, esquivando-se do contato, arrastando-se pelo chão, demonstrando ter muito medo.

A denúncia cita outros casos como de uma mestiça de Pointer, que, antes de ser recolhida, estava em boas condições de saúde. Foi encontrada no canil com sarna, escoriações de pele e alojada com outras fêmeas aparentemente saudáveis. Ela ainda se encontra no local. E é visível o estado de apatia em que se encontra.

A entrega de cadelas para adoção sem serem castradas, contribuindo para o aumento da população canina, também faz parte do documento entregue à Promotoria. “Não seria mais adequado a castração imediata, a fim de torná-las aptas para serem recolhidas pela nova família?”, questionam os denunciantes. Também relatam que tiveram conhecimento de que pessoas que adotaram cadelas no canil, nos últimos dois anos, pediram ajuda para encaminhar filhotes para a adoção.

A falta de tratamento e condições para o abrigo de filhotes é outro item citado. Quando integrantes do grupo chegaram ao canil, encontraram os filhotes separados em uma baia, junto com um cão adulto com sequela neurológica. O local é a céu aberto, sem proteção para insetos, com moscas infestando o local, excrementos e vestígios de sangue, sugerindo patologias relacionadas a verminose ou infecção por viroses ou bactérias. Os comedouros estavam vazios, e a maioria dos filhotes apresentava diversas lesões de pele, incluindo sarna, olhos com secreções e ventre distendido.

Alegam ainda a ausência de incentivo para adoção. Considerando a média de cães abrigados no canil municipal, cerca de 60 animais, consultando a página da internet, não se encontra o mesmo número de anúncios de adoção, nem próximo a esse indicador, conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público.

Estrutura precária e capacidade esgotada
A médica veterinária Roberta Miranda, responsável pelo canil, explica que alguns cães foram recolhidos no ano passado porque estavam mordendo pessoas. “Recebemos denúncia do Posto de Saúde e da Brigada Militar nos alertando para estes cães. Só por isso foram recolhidos”. Ela ressalta que estes são levados ao canil e ficam à espera de que o dono venha e os identifique, levando-os embora. “Que é algo que praticamente não acontece”, informa Roberta.

Ela salienta que o grande problema é que o local não é um canil. A finalidade é a vigilância de zoonoses. “A nossa estrutura é precária, e o grande problema é o isolamento”, frisa, dizendo que realmente há cães com sarna e que estão passando por tratamento, sem grandes resultados. Roberta confirma que tem autorização para castração e atendimento ambulatorial. “Mas não tenho nem mesmo um local adequado para isso”, diz, mostrando o espaço que serve como escritório e ao mesmo tempo a sala de procedimentos.

Com a capacidade esgotada, hoje são mais de 60 cachorros no local, a veterinária alega que não há como manter tudo 24 horas por dia em perfeitas condições de higiene. “Todas as baias são lavadas pelo menos duas vezes ao dia. Mas cachorros fazem cocô e xixi. Não tem como evitar que, às vezes, os excrementos fiquem expostos”. Quanto às moscas, explica que é praticamente impossível evitar que elas apareçam. “O canil está atrás de um lixão”, justifica. Diz ainda que já solicitou reformas. “Pedimos a reforma na estrutura e já encaminhamos para o meio ambiente. Sabemos que este local não é adequado ao bem-estar dos animais, pois foi criado para o controle de zoonoses”.

Para Roberta, não é apenas o recolhimento e a castração que irão resolver o problema. “É todo um conjunto de ações que vão da castração, à educação e à fiscalização. A pessoa que adota um animal tem que saber que é responsável pelo bem-estar dele até o final da vida. E muita gente se esquece disso e acaba abandonando o animal quando este cresce”, finaliza.

E para quem tem interesse em adotar um dos cães que se encontram hoje no canil, basta acessar o blog adotenocanil.blogspot.com. Depois é só comparecer à rua São Leopoldo, 628, no Cassino, levando RG, coleira e guia.

Lei Estadual 13.193/2009
Art. 1º – Ficam definidas as diretrizes a serem seguidas por programas de controle reprodutivo de cães e gatos em situação de rua e medidas que visem à proteção desses animais, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção e campanhas educacionais de conscientização pública da relevância de tais medidas.
Art. 2º – Fica vedado o extermínio de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, à exceção das universidades e dos institutos com fins de ensino, pesquisa e estudos científicos.
§ 1º – A eutanásia, permitida nos casos de enfermidades em situação de irreversibilidade, será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no “caput” deste artigo, precedido de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.
Art. 3º – O animal de rua com histórico de mordedura injustificada – comprovada por laudo clínico e comportamental, expedido por médico, deverá ser disponibilizado ao público tão logo o animal seja avaliado – será obrigatoriamente castrado e inserido em programa especial de adoção, com critérios diferenciados.
Parágrafo único – O expediente prevê a assinatura de termo de compromisso pelo qual o adotante obrigar-se-á a cumprir o estabelecido em legislação específica para cães de raça bravia, a manter o animal em local seguro e em condições favoráveis ao seu processo de ressocialização.

Fonte:
Jornal Agora
Autor: Anete Poll
Link: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=10793

terça-feira, 3 de maio de 2011

Entenda melhor o que é a raiva

A raiva é uma doença de animais de sangue quente causada por um vírus classificado na família Rhabdoviridae (Rhabdo significa bastão – os vírus desta família têm forma de um projétil). Os animais silvestres, como os morcegos, são reservatórios primários para raiva e os animais domésticos de companhia são a principal fonte para a transmissão da raiva aos seres humanos. A transmissão se dá pelo contato com a saliva infectada do animal raivoso e as terminações nervosas (nervos). Esse contato é mais comum pelas mordeduras ou arranhaduras. Podem ocorrer também transmissões por meio de contato da saliva contaminada e feridas recentes ou mesmo conjuntivas ou mucosas. O vírus migra através dos nervos até chegar ao cérebro (sistema nervoso central), levando o animal afetado a ter problemas de comportamento anormal ou paralisia. No próprio cérebro, o vírus começa a se multiplicar, e migra, também pelas fibras nervosas, até chegar às glândulas salivares, onde continua seu processo de transmissão.

O período de incubação (que é o período desde a entrada do vírus no organismo até o aparecimento dos sintomas) pode variar de uma semana até um ano, dependendo do local por onde o vírus foi inoculado. Por exemplo, se a mordida for na cabeça, no rosto ou no pescoço, o período de incubação é mais curto; se for em pernas ou pés, mais longo.

Os sinais clínicos podem ser: mudanças de comportamento (depressão, demência ou agressão), salivação excessiva, dificuldade para engolir, paresia, paralisia (mais comum nos herbívoros), incoordenação motora. Cães que antes eram afetuosos se tornam agressivos com seus donos, escondem-se por medo e se ficam apreensivos. Mordem qualquer coisa que estejam por perto, inclusive objetos que possam ferir, como arames farpados, objetos pontiagudos, etc. Podem ainda abocanhar objetos imaginários! Existe também a raiva muda, onde o animal fica num estado de estupor. A morte ocorre dentro de 2 a 7 dias e infelizmente é inevitável.

Animais infectados ou com suspeita de raiva devem ser isolados e colocados em observação. Após a morte, o cérebro é enviado para análise por meio de testes laboratoriais. Pessoas que foram mordidas por animais infectados ou suspeitos devem ser encaminhados para a unidade de saúde o mais breve possível, para que recebam soro anti-rábico. O tratamento não é recomendável para animais com raiva, devido ao risco da exposição humana. Já os animais vacinados que foram mordidos por animais infectados devem receber novamente a vacina e ficarem em observação durante 90 dias.

A única maneira de prevenir todo esse sofrimento é por meio da vacinação. Os animais devem receber a primeira dose da vacina anti-rábica após os 4 meses de idade, e deverão receber reforço anual. A vacina é composta de vírus vivo inativado, o que torna a vacina segura e eficaz. Entretanto, ocasionalmente (e infelizmente nem tudo é garantia de final feliz), pode ocorrer a chamada raiva vacinal, que causa um quadro falta de apetite, paresia dos membros posteriores, encefalomielite, rigidez dos membros, déficits nervosos ou demência. Por isso é muito importante que os laboratórios que fabricam as vacinas anti-rábicas tenham um rigoroso controle de qualidade de seus produtos. Como já mencionado, a vacina é a única maneira de evitar a raiva e os animais de companhia, muitas vezes são considerados membros das famílias. E ninguém, é óbvio, gostaria de perder um membro da família!

Na campanha anti-rábica de 2010 houve muitas mortes de animais após a vacinação principalmente em gatos e cães pequenos. Vários donos tiveram prejuízos em gastos veterinários após seus bichinhos apresentarem falta de apetite, vômitos, diarréia, apatia, paralisia, etc. Vacinações foram suspensas em estados do Brasil, como em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, pois logo se tomou conta da dimensão do estrago.

Mesmo com todos esses problemas é muito importante a vacinação. É uma pena que no Brasil, mesmo pagando impostos caríssimos, temos que pagar por serviços que o próprio governo oferece, como saúde, segurança, educação... e parece que agora teremos que arcar também com vacinas anti-rábicas! Vacinas importadas parecem dar menos problemas do que a vacina do governo.

Quem é dono cuida e assim evita a propagação de doenças e mortes dos animais. Manter seus bichinhos longe de situações de risco, oferecer-lhes boa alimentação e água a vontade, providenciar a atualização do calendário de vacinação, além de carinho e amor, tudo para a garantia de uma vida saudável e feliz.


Lívia Fernanda de Oliveira-Médica Veterinária
CRMV 3186
liviafernanda@gmail.com


Fonte:
www.aspaan.org.br
http://www.aspaan.org.br/?g_id=15&id=7

Os gatos nos curam!

Por Caroline Connor

A maioria das pessoas acha que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir.
Não é bem assim!

Crédito Imagem: Arqivo Pessoal
Você sabia que os gatos têm uma missão na nossa vida?
Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães?

Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos. Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e consequentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la. Portanto, eles se tornarão obesos ? e você achava que era a comida com que você os alimentava!

É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão.

Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger. Quando meus gatos começaram a fazer isso comigo, eu não entendia porque eles ficavam em cima de mim ou aos meus pés. Eu soube depois que eles estavam me protegendo. Então, meus ouvidos e meus olhos buscam imediatamente ver a reação dos meus gatos para ver o que eles farão quando alguém entra em minha casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa peça, eu sei que posso relaxar.

Dívida a resgatar
Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-lata, encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo, desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. O espírito que o acompanha pode ter feito algum mal a você em outra vida e deve resgatar essa dívida protegendo você nesta vida. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação

Os Gatos Nos Curam
Na época de Atlântida, os curandeiros usavam cristais em seus trabalhos. Os cristais eram usados como um canal de cura. Quando os curandeiros visitavam vilas distantes, eles não podiam usar os cristais pois o povo desconfiava deles achando que eles usavam magia negra. Como eles não podiam usar cristais, os curandeiros levavam gatos que exerciam exatamente a mesma função dos cristais. O povo não tinha medo dos gatos e permitiam que eles entrassem em suas casas. Desse modo, os gatos têm sido usados inúmeras vezes na arte da cura.


Fonte:

Empresária conquista ter tempo de sobra para seus cães.

A maioria das crianças sonha em ganhar um filhote de aniversário. A empresária Elvia Cartocci Anauate, de 51 anos, dona da distribuidora de sorvetes Alpi, com sede em Santos, só realizou esse desejo em 2004, quando o yorkshire Kiko entrou para a família. “Foi paixão à primeira vista”, recorda-se. A partir daí, sua casa, seu trabalho e sua rotina foram invadidos pelo mundo canino. O convívio com Kiko foi tão prazeroso que ela decidiu “aumentar a família” — hoje tem nove totós, tratados como filhos.
 
Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação / Pet Rede.

Difícil foi arranjar tempo na agenda de executiva bem-sucedida para curtir a bicharada. Formada em farmácia, Elvia comanda há dez anos a empresa criada pelo pai, em 1975. Os sorvetes que a Alpi distribui abastecem sorveterias, padarias e supermercados de Bertioga, no litoral paulista, e várias cidades no Vale do Ribeira, no interior do estado. A rotina de chegar cedo ao escritório e voltar para casa tarde da noite teve de ser alterada. “Precisei reorganizar minha forma de trabalho. Antes de ir para a Alpi, passeio com o Kiko e a Cristal, que moram comigo no Guarujá, e depois do almoço dou uma saidinha com a Kitara e a Donna, que vivem no escritório em Santos”, diz ela. “Cuidar deles demanda tempo e energia. Mas hoje, felizmente, eu posso fazer tudo isso.”

O convívio com os cães traz tranquilidade à empresária e lhe permite aliviar o estresse do dia a dia. “Não consigo mais viver sem eles. Meus cães me enchem de carinho e são um exemplo de lealdade”, conta Elvia, feliz com o novo hobby e também com os rumos da Alpi. A empresa faturou R$ 18 milhões em 2010 e deve crescer 15% neste ano.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/caninos/empresaria-conquista-ter-tempo-de-sobra-para-seus-caes/