terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Gato 'celebridade' britânico sem orelhas e sem focinho encontra novo dono

Charlie, aos 14 anos, foi levado para sua nova casa no domingo.
Blue Cros
Um gato resgatado por uma organização beneficente conseguiu ser adotado apesar de não ter as orelhas e nem a parte do focinho.

Charlie, de 14 anos, vivia abandonado pelas ruas de Southampton até ser adotado por uma moradora da cidade. Mas o gato teve que passar por uma cirurgia em agosto de 2010, após ter contraído um câncer de pele, decorrente de uma grave queimadura de sol.

A mulher que havia adotado Charlie não conseguia tomar conta do gato, pois ele não se dava bem com os outros animais de estimação da casa. Por isso, ele foi entregue para a organização de caridade Blue Cross, para adoção.

Hospedado na organização, Charlie ganhou o apelido de Voldemog, devido à semelhança com o vilão da série de filmes sobre o mago Harry Potter, Voldemort.

Os funcionários da Blue Cross temiam que, devido à sua aparência estranha, Charlie não conseguisse ser adotado.'Gentil e adorável'"Apesar de sua aparência diferente, Charlie é um sujeito grande, gentil e adorável (...). Ele tem uma vozinha baixa e gosta de miar para chamar a atenção. Ele não tem problemas por não ter as orelhas ou o nariz completo, ele pode ouvir e cheirar as coisas normalmente", disse Marie Loveridge, que trabalha na Blue Cross.

O gato ficou famoso, apareceu em jornais da Grã-Bretanha e várias páginas na internet, em vários países. Lara Alford, vice-gerente do centro de adoção da Blue Cross em Southampton, afirmou que a organização foi "inundada com centenas de ligações de pessoas desesperadas para dar um novo lar" ao gato.

E, graças à publicidade, Charlie encontrou uma nova dona e já foi para a nova casa no domingo. Sarah Gaden, uma advogada, foi a primeira a entrar em contato com a instituição e será a nova dona do gato."Sarah foi a primeira a pegar o telefone e ela parecia ideal. Depois de ter visitado Charlie, se apaixonou por ele imediatamente. E após termos conversado com ela e de termos conhecido o seu estilo de vida, ficou claro que ela poderia dar a ele tudo o que (Charlie) precisa", acrescentou Alford.

Abandono e falta de consciência.

Ex-banqueiro declara que não irá doar bulldog
abandonado em mansão.
Imagem: Reprodução/Globo News

O bulldog Clóvis, cachorro que o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira deixou em sua mansão após ter sido despejado, continuará morando na casa situada no Morumbi, Zona Sul de São Paulo. Segundo a assessoria de Edemar, o destino do animal será resolvido apenas quando o processo de despejo for concluído.

O ex-dono do Banco Santos e sua mulher tiveram de sair da mansão há quase um mês por falta de pagamento do aluguel. A propriedade de cinco andares foi construída ao custo de R$ 142 milhões.

Na quinta-feira (17), Edemar voltou à residência para marcar com etiqueta rosa tudo o que pretende levar. Nada, porém, pode ser retirado de lá. A Justiça tem pressa para resolver o caso, já que mesmo fechada o custo da casa é de R$ 40 mil por mês.

Clóvis passa o tempo entre a guarita e o setor administrativo da propriedade, onde se concentram os vigias. Por enquanto, o ex-banqueiro não pretende doá-lo.

A mansão pertence à massa falida que passou a controlar os bens de Edemar depois da quebra do Banco Santos, em 2004. Na época, ele foi acusado de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. Condenado a 21 anos de prisão, o ex-banqueiro recorre em liberdade.

Crime previsto pela lei
Conforme já publicado anteriormente na
ANDA, este é mais um crime, previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605 e no Decreto-Lei n° 24645/34, que está sendo cometido pelo ex-banqueiro.
Edmar Cid Ferreira está privando o cão do convívio com pessoas que podem dar ao animal todos os cuidados e afetos necessários e importante. Isto pode acarretar sérios problemas para saúde física e emocional do animal.

Com informações do G1

Crime de abandono

Ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira abandona cão na mansão onde morava.

Imagem: Reprodução/Globo News

Um cão bulldog foi deixado para trás pelo ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira, no dia em que sua família foi despejada da mansão onde morava, no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo informações do G1, o ex-banqueiro, que era proprietário do falido Banco Santos, voltou nesta quinta-feira (17) pela primeira vez à mansão para identificar os objetos que não devem entrar no leilão da massa falida por serem de uso pessoal. Ele e a mulher foram despejados há quase um mês por falta de pagamento do aluguel.

Mesmo com a oportunidade de resgatar o animal, ele mais uma vez ignorou o pobre cão, que está abandonado e recluso na mansão há quase um mês. O bulldog é um dos “objetos” de que a família não considera como pessoal.

O bulldog Clóvis está sobrevivendo apenas sob os cuidados da administração da massa falida do banco.

Este é mais um crime, previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605 e no Decreto-Lei n° 24645/34, que está sendo cometido pelo ex-banqueiro.


Nota da Redação: É preciso que sejam tomadas providências, o cão precisa ser adotado por uma família que lhe proporcione a devida atenção, cuidados e afeto que todos os animais devem ter.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Cães agora andam de carrinho

O bichon frisé Puffy, 6, em carrinho no parque da Aclimação.
Dá um tchauzinho para o amiguinho", sugere uma moça ao bebê sentado no carrinho. Seria uma típica cena no parque da Aclimação (centro paulistano) não fosse o "amiguinho" o bichon frisé Puffy, 6, que também aproveitava o sol matinal em seu próprio carrinho.

Visto em parques, praças e shoppings da cidade, o carrinho de Puffy é fabricado pela Petcar, especializada em produtos para pets, em parceria com a Hercules, tradicional marca de carrinhos de bebê.

Ele vem em três modelos que custam entre R$ 420 e R$ 550 e variam em relação aos acessórios embutidos, aos tecidos usados e ao tamanho do cachorro (dois deles aguentam animais de até 20 kg e outro, os de até 40 kg).

A dona de Puffy, a analista de sistemas Márcia Borba, 48, decidiu comprar o veículo quando o cãozinho começou a ficar arredio para sair de casa. Escondia-se debaixo da cama ao ser chamado para os passeios. Cardíaco, Puffy também estava com uma dor na pata à época e não aguentava ir e voltar andando.

"O pessoal olha muito", diz a empregada doméstica Valquíria Silva, 29, que deixa o cãozinho solto no parque, mas o coloca de volta no carrinho no caminho para casa.

Já Cindy, uma minimaltesa moradora de Santa Cecília, anda no carrinho porque suas patas são muito sensíveis. Quem conta é sua dona, a advogada Gisele Canceller. "Se não estiver no carrinho, ela deita. Não anda."

CARDÍACOS E CIA.
Veterinários ouvidos pela São Paulo divergem em relação ao uso do carrinho.

Alexandre Pasternak, da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de São Paulo, já o indicou para cães com problemas ortopédicos, neurológicos ou cardíacos.

O acessório também é útil, segundo Daniella Eboli, veterinária da loja Pet Center Marginal, para que os proprietários que tenham alguma deficiência ou que não consigam levar o animal na coleira nem no colo possam passear com seus bichos.

É o caso da aposentada Maria Antônia Longo, 73, que não aguenta levar no colo Bingo, um yorkshire de quase 5 kg. Em junho, ele faz 13 anos e já não consegue completar longas distâncias. Maria Antônia comprou um carrinho. O de bebê mesmo. "É mais em conta", diz ela, que pagou R$ 100 há um ano e deu a dica para uma vizinha, que aderiu à ideia.

Já Jorge Luiz Kachan, dono de uma clínica veterinária no Brooklin, considera o carrinho um exagero. "O animal acaba não tendo vida de bicho, não vive a sua essência", acredita ele, que já viu o acessório em um shopping da cidade.

Segundo Jorge, animais com doenças de coração têm que fazer exercícios para não ficar obesos. Os principais problemas que podem decorrer do uso exclusivo do carrinho, de acordo com ele, são comportamentais, como ansiedade e TOCs (transtornos obsessivos-compulsivos).

"Cachorro não é bebê. Precisa de uma vida de cão. Senão, vira um bibelô", afirma o veterinário.

Brasil é vice-líder em mercado pet.

País ocupa o segundo lugar na produção de artigos para animais
e também na população de pets.



Uma pesquisa recente realizada pela Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para animais) revelou uma boa notícia para os profissionais do setor de animais de estimação no Brasil.
Segundo o estudo, o país é o vice-líder mundial na produção de artigos para pets e também na população de animais domésticos.
A pesquisa também revelou que o Brasil é o sétimo país em faturamento e consumo de produtos do setor. Atualmente existem cerca de 100 mil pontos de vendas de artigos direcionados aos bichos de estimação, dos quais, 40 mil são pet shops.
O valor médio gasto com o pet entre produtos e serviços por ano é de 390 reais. Estima-se que em 2008, apenas com a alimentação de animais domésticos, as empresas tenham faturado 3,2 bilhões de reais.

NÃO ABANDONE SEU AMIGUINHO, ELE PRECISA MUITO DE VOCÊ


” Haverá um dia, em que o homem conhecerá o íntimo dos animais.

Neste dia, um crime contra um animal, será considerado um crime contra a própria humanidade.”
( Leonardo Da Vinci )

'Gata contorcionista' faz sucesso ao se esconder em frascos vazios

Felino já foi visto se escondendo nos mais diversos lugares.
Gata chamada 'Ksyusha' pertence a Yuriy Korotun, de 37 anos.

Do G1, em São Paulo
Uma gata tem uma estranha mania e gosta de se esconder dentro de frascos vazios. O felino chamado "Ksyusha" já foi fotografado se escondendo nos mais diversos lugares. O proprietário Yuriy Korotun, de 37 anos, que vive em Rostov-on-Don, na Rússia, disse que ficou surpreso quando encontrou sua gata de estimação "entalada" dentro de um frasco pela primeira vez, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".
Gata já foi vista se escondendo nos mais diversos lugares.
(Foto: Reprodução/Daily Telegraph)