segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Dicas para que os animais tenham um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo


FOTO: filhotesjoinville.com.br
A melhor maneira de garantir ao seu animal de estimação um feliz natal e um próspero ano novo, é mantê-lo longe das festas e na sua rotina alimentar.
O costume de oferecer os restos da mesa pode resultar em sérios problemas de saúde e até levá-lo a morte.
Ossos de frango, de porco, de carneiro e caroços de frutas, especialmente de pêssego, pode causar obstruções de perfurações no intestino.
Outro descuido sério é permitir a ingestão de bebidas alcoólicas. Uma pequena quantidade de cerveja, por exemplo, em muitos casos é suficiente para causar coma e morte rápida.
A chegada dos convidados para a festa pode alterar o comportamento do animal, onde mesmo os mais dóceis, podem se tornar agressivos diante de pessoas estranhas ao seu convívio.
É aconselhável que ele fique em um lugar tranqüilo e que possam ter acesso ao seu esconderijo, quando explodirem os rojões. Para quem deseja presentear alguém com um filhote, é muito importante consultar o futuro proprietário, se ele deseja realmente ter, cuidar e se responsabilizar pelo animal. Entre os cães e gatos existem inúmeras raças, cada uma tem sua peculiaridade e isto deve ser analisado na hora da aquisição.
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Alguns se adaptam melhor à pessoas ativas e outras são excelentes para companhia, podendo permanecer ao lado do dono simplesmente observando-o.
A compra impulsiva de certas pessoas e a falta de orientação, associadas aos maus criadores resultam no aumento do número de animais abandonados ou sujeitos a enormes sofrimentos. Um presente muito interessante é oferecer ao amigo um animal adotado, pois agindo assim, estará dando prova que sua amizade é sincera e sem preconceito.
Jamais entregue o filhote durante a festa, isto poderá gerar muita curiosidade nas pessoas presentes e um enorme pânico no indefeso animalzinho. Infelizmente durante esta época do ano ocorre um crescente número de incidentes com os cães e gatos, mas evita-los é fácil, basta-se agir com os devidos cuidados. Guarde para o animal o seu melhor momento, sua intimidade.
Ele não precisa de muita gente em volta para se sentir feliz, mas de um dono consciente que saiba garantir segurança e muito carinho.
Vininha F.Carvalho -
vininha@vininha.comambientalista e editora do Portal Animalivre - www.animalivre.com.br

NATAL DOS CÃES


1 – Nesta altura do Natal, o teu dono vai estar particularmente ocupado e em stress. Tenta por isso dar-lhe mais atenção, saltando-lhe para as pernas e ladrando bem alto palavras de conforto.
2 – Tu és o animal preferido do teu dono. Por isso se ele chegar com muitos e grandes sacos de Natal, podes assumir que são para ti.
3 – Para distinguires as tuas prendas das outras pessoas, observa o papel: as prendas dos cães vêm sempre embrulhadas em papel com pegadas. Se vires prendas com outros embrulhos, apressa-te a marcá-las com a tua pata. Se o teu dono disser “Para já com isso” é porque foste apanhado. Memoriza bem em que prenda estavas e volta mais tarde.

4 – Sê tolerante com os humanos quando te põem uma decoração de Natal. Espera pelo menos 5 segundos antes de destruir as hastes de rena. Mas não te esqueças, mostra que tu e muito em particular, os teus dentes, aceitam a prenda com felicidade e por isso rói-a freneticamente enquanto eles estiverem a olhar.
5 – O Natal é uma época especialmente dedicada aos cães. Por isso irás receber a tua própria casa-de-banho natural dentro de casa: uma árvore enorme na qual podes urinar sempre que for necessário. Esta árvore é tão indicada para nós que até podemos praticar desporto: faz pontaria às bolas cintilantes com a cauda para as tentar mandar o mais longe possível. Não te preocupes se partirem, os humanos têm sempre algumas de reserva para essa eventualidade e repõem-nas quando há estragos.

6 – Prova que o gato não é o animal mais limpo de casa. Neste ponto a casa-de-banho natural é também muito importante. Usa os ramos da árvore para lavar os dentes e a água do prato do pinheiro para bochechar. Faz isto de preferência na presença de visitas para mostrares como és limpinho.

7 – Depois de cuidares da tua higiene pessoal, é altura de te pores bonito. Enrola-te no fio das lâmpadas que piscam da tua casa-de-banho natural. Corre pela casa até encontrares um espelho e ladra ao teus donos para eles virem ver como estás bonito.

8 – Como bom anfitrião, recebe os convidados com especial entusiasmo. Dá-lhes muitas lambidelas e um abraço forte com as patas dianteiras. Como eles parecem ter um carinho especial pelos mais pequenos, concentra as tuas lambidelas neles.

9 – A refeição de Natal é o ponto alto da noite. Ensaia a tua expressão mais terna e vai desfilando pelas visitas à mesa. Esperam-te grandes petiscos! Se o teu dono reclamar, é porque está com ciúmes. Vai ter com ele e faz o mesmo.

10 – Depois do jantar toda a gente se senta confortavelmente a conversar. Corre para o teu lugar no sofá. Se o teu dono disser: “Sai já daí” é porque conseguiste o melhor lugar. Baixa a cabeça e olha para cima mantendo a expressão que ensaiaste para a consoada.

11 – Em nenhuma circunstância deves deixar entrar em casa o indivíduo suspeito com um grande saco e vestido de branco e vermelho. Faz tudo ao teu alcance para o impedir. Os pontos fracos dele são a barba falsa e a barriga. Se o conseguires, os despojos de guerra (que ele tráz no saco) são teus.

12 – Ao fim da noite, os humanos praticam um ritual de rasgar papel. Junta-te a eles, abocanhando tudo o que conseguires. Não te esqueças que eles gostam muito de rasgar papel, por isso terás de te esforçar se queres participar.

Assinado,O cão.
Fonte: WWW.VIVAPETS.COM

LEÃO ARIEL

Esaote realiza primeira ressonância magnética em um leão no Brasil.

Mais uma vez na tarde de hoje, 28, o caso do leão Ariel foi mostrado no Programa da Eliana e todos nós, telespectadores queremos saber afinal qual a doença do leão Ariel, muitos leiotores do Blog estão acompanhando o caso do leão Ariel e estão enviando mensagens positivas e de muita fé acreditando na recuperação do leão Ariel. Muitas pessoas se comoveram com o caso do leão Ariel, principlamente quem acompanha o Ariel desde pequeno.Hoje o doutor Roberto, o veterinário que está cuidando o caso do leão Ariel foi até o programa da Eliana para dar o resultado final dos exames de Ariel.Segundo o doutor Roberto, Ariel teve contato com toxoplasmose alguma vez na vida, mas não significa que é o que ele tem agora, está descartada essa opção e outras suspeitas iniciais também foram descartadas, como possíveis traumas e lesões na coluna, etc.O Ariel pode voltar a andar, mas a doença de Ariel ainda não foi diagnosticada, mas o pior já foi descartado. O doutor Roberto disse ainda que Ariel já mostra tentativas de mover as patas, mas ainda é cedo para dizer se ele vai mesmo voltar a andar. Ariel poderá ser encaminhado para a fisioterapia, para que tente mover a pata e tente andar. Ariel vai precisar de uma cadeirinha para estimular sua patinhas, até conseguir caminhar novamente.
Fonte: SUPERATIVA

Gato gordo faz sucesso como modelo na Inglaterra

Giuly está acima do peso, mas não faz feio para as lentes e virou sensação na Internet
Chiara Bagnoli/Solent/Reprodução O excesso de peso não atrapalha o gato supermodelo
Colocar na Internet alguma peripécia que o seu bichinho de estimação faz nem sempre é garantia de sucesso.
Depois que ficou muito fácil subir vídeos e adicionar fotos para o mundo todo ver, a concorrência aumentou.
Alguns animais já conseguiram os seus minutos de fama. Têm bicho que canta, dança, mas o gato Giuly gosta mesmo é de posar para fotos.
Segundo informações do jornal Metro, da Inglaterra, o gato que pensa que é modelo é cuidado por Chiara Bagnoli. Chiara percebeu que o animal levava jeito para a coisa e apostou em clicar várias poses e publicar.
Mesmo muito acima do peso, o gato conquistou fãs no mundo todo:
- As pessoas me contam que realmente gostam de olhar as fotos de Giuly. Coloquei outras imagens de animais em meu site de fotos, mas a atenção vai toda para o gato, comenta Chiara.
Veja mais fotos do supermodelo em http://www.flickr.com/photos/bagonville
Do R7
publicado em 05/12/2010.

Cadela persegue roedor e fica presa por quase 30 horas em rochedo

Incidente ocorreu em La Jolla, no estado da Califórnia.Dona disse que 'ficou aliviada' pelo resgate ter ocorrido bem.
Do G1, em São Paulo
Uma cadela foi resgatada pelos bombeiros na última quarta-feira em uma praia de La Jolla, no estado da Califórnia (EUA), depois de ficar presa por quase 30 horas em um rochedo, segundo reportagem da emissora de TV "10news".

Cadela ficou presa por quase 30 horas em rochedo. (Foto: Reprodução)

A proprietária da Jack Russell terrier chamada "Fiji", Ruth Guymer, disse que o animal estava perseguindo um roedor, quando ficou preso sob as rochas. Ao ver a cadela ser retirada, Ruth disse que "ficou aliviada e feliz" pelo resgate ter ocorrido bem.

06/12/2010 07h00 - Atualizado em 06/12/2010 07h20

Fonte: G1 - PLANETA BIZARRO

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Compulsão: Como agir com cães que perseguem o próprio rabo?

Quem nunca viu um cão correr atrás do rabo? Pois é, quase todos nós já observamos nosso amigo se divertindo girando em parafusos para alcançar sua calda... Porém, quando este comportamento ocorre em demasiada frequência devemos prestar atenção e nos perguntar se o cão não está desenvolvendo uma compulsão. Para entendermos distúrbios dessa ordem é necessário que tenhamos em mente como podemos classificar um comportamento como compulsivo.
O que é compulsão?
Uma boa definição é: um comportamento repetitivo, constante e que não tem como finalidade algum propósito aparente. O surgimento desses distúrbios, normalmente, ocorre quando o animal entra em situações de estresse, conflito, frustração, ansiedade ou falta de escapes apropriados para exibirem comportamentos normais da espécie. Quando estes fatores se combinam com o tempo e uma predisposição genética do animal, ocorre a compulsão.
O que fazer?
Primeiramente devemos identificar as situações iniciais (de estresse, conflito ou ansiedade) que dão origem à perseguição do rabo. Evitar essas situações ou torná-las agradáveis, por meio de treinamento, já é um ótimo começo.
Visto que o animal com comportamento compulsivo tem uma predisposição a esse distúrbio, devemos avaliar se é interessante bloquear ou não o comportamento, já que o cão pode encontrar outra válvula de escape (outra compulsão) pior do que ele já vem apresentando. Logo, devemos inicialmente considerar os casos em que os comportamentos podem prejudicar a saúde do animal ou aqueles que são suficientemente irritantes para o convívio.
Uma das formas de tratamento consiste em promover diversas e variadas formas de exercício e interação social que, além de diminuírem a ansiedade, promoverem cansaço físico e equilibram a química do cérebro. Uma modificação ambiental também pode ser de extrema importância, fazendo com que o animal gaste seu tempo interagindo de maneira adequada, próximo ao que seria natural. Em zoológicos, por exemplo, os tratadores dificultam a obtenção de comida (congelando, escondendo, etc) fazendo com que os animais ocupem mais parte de seu tempo com essa tarefa, já que são privados da caça ou do tempo que despenderiam para se alimentar em vida livre. No caso de cães, podemos esconder petiscos pela casa a fim de estimular a investigação e exploração, ou então fornecer sua refeição dentro de uma garrafa PET com furos, para que trabalhe para retirar os grãos de ração de dentro.
Para interromper o comportamento compulsivo podemos utilizar broncas que não estão associadas à atenção do dono (punições verbais e físicas não são aceitas!). Um susto chacoalhando uma lata cheia de moedas ou uma borrifada de spray de água, normalmente, se mostram eficientes. Caso o comportamento não ocorra novamente em situação semelhante, devemos recompensar o cão por estar calmo, dando bastante carinho e petiscos.
Terapia com medicamentos que regulam o equilíbrio de neurotransmissores no cérebro também são muito úteis, pois modulam uma resposta do animal frente a um estímulo, como por exemplo, quando algo que causa estresse e ansiedade passa a ser tolerável após a terapia, ou uma bronca que não interrompe o comportamento pode passar a interromper. Por isso, não deixe de consultar também um veterinário de sua confiança.
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Texto: Daniel Svevo (Consultor de Comportamento da Equipe Cão Cidadão)Revisão e Edição Final: Alex Candido
Por Equipe Cão Cidadão
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Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site http://www.caocidadao.com.br/.

POR QUE OS GATOS ARRANHAM?

O ato de arranhar objetos dentro de seu território é um comportamento instintivo e peculiar dos gatos que, mesmo no ambiente doméstico, tem muitos significados.
Arranhar ajuda a remover pedaços soltos das camadas mais externas e velhas das garras, que por terem um crescimento contínuo, arranhar ajuda a mantê-la afiá-las. Também alonga e mantém o tônus dos tendões e dos músculos flexores das patas.
Ao esfregar os coxins plantares, são liberados feromônios, substâncias que afetam o comportamento de outros gatos. O próprio arranhão numa parede ou móvel funciona como um sinal visual que geralmente sinaliza uma demarcação olfativa.
Poderia, inclusive, ser interpretado como um sinal de “dominância”, que nos gatos está relacionado ao controle do território.
Arranhar objetos é um comportamento em si, muito recompensador. Qualquer gato se sente profundamente motivado a expressar este comportamento. Contudo, muitas vezes, esse hábito se torna inadequado, quando ele acaba estragando mesas, cadeiras, sofás ou até mesmo portas e paredes. A solução nunca poderia ser impedir o gato de arranhar. Devemos tentar respeitar e tolerar suas necessidades para não prejudicar seu bem estar. A solução é adaptar a casa, e direcionar este hábito para os objetos onde é permitido arranhar - existem diversos tipos de arranhador no mercado de produtos para pets.
As preferências
Embora os gatos tenham algumas preferências gerais é importante também, identificar as preferências individuais. De modo geral, os arranhões são mais comuns em locais próximos a entrada, nas divisórias dos cômodos ou perto dos locais onde costuma cochilar.
Procure observar que tipo de material seu gato prefere, mais rústicos, ou macios, tecidos ou madeira. Se ele prefere arranhar na vertical, na horizontal ou ambos. Em que altura ocorre a maior parte dos arranhões?
Direcionando o comportamento
Identificadas as preferências, devem ser providenciados arranhadores. Existem muitos modelos de diferentes formas, tamanhos e materiais. Outra opção é usar tábuas recobertas com o material preferido pelo seu gato. Coloque os arranhadores próximos aos locais onde o bichano já costuma arranhar. As tábuas devem ser fixadas na parede.
Espalhar um pouco de catnip sobre o arranhador incentiva o seu bichano a demarcá-lo com as unhas. Elogie, acaricie ou dê petiscos, sempre que ele estiver usando um arranhador.
Evitando a desruição
E o que fazer nos lugares onde o gato costumava arranhar? Uma solução bem eficiente é colocar fitas dupla face ou papel alumínio, tornando o antigo local desagradável de arranhar. Não tenha pressa para retirar esta proteção, pois pode demorar um pouco para o gato perder o hábito de arranhar por ali.
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Texto: Claudia Terzian (adestradora e consultora de comportamento da Cão Cidadão)Revisão e Edição Final: Alex Candido
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Para saber mais sobre os serviços de adestramento e consultas comportamentais da Cão Cidadão, acesse o site http://www.caocidadao.com.br/.
Por Equipe Cão Cidadão