segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ladrões se arrependem de roubar gato comilão e o devolvem

Um gato da raça maine coon, sequestrado há duas semanas em Landskron, na Áustria, foi devolvido aos seus donos "misteriosamente" após os ladrões perceberem que não podiam bancar ($$) o enorme apetite do guloso animal.

"Eu fui colocar o lixo para fora, quando voltei, lá estava o Cupido: sentado na sala de estar, como se ele nunca tivesse saído de perto de mim"
, disse Stephanie Frey, dona do gatinho, que mais parece um leão (não pelo tamanho, mas pela fome).


Fome de Cupido, um gatinho maine coon, deixa ladrões austríacos no prejuízo 
Reprodução/OrangeNews

Os especialistas dizem que um maine coon pode comer três ou quatro vezes mais do que um gato doméstico comum. E, pasmen!, além de saco sem fundo, esses gatinhos têm um gosto refinado e nada barato. "Ele gostam mesmo de comida fresca e bons cortes de carne", aponta um conhecedor da espécie felina.

Não é à toa que o golpe dos "trombadinhas" austríacos só deu prejuízo.

Fonte:
noticias.uol.com.br/tabloide
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Cachorra que perdeu patas do mesmo lado ganha novo lar

Gustavo Delacorte/UOL


A história da cachorra Manuela, a “Manu”, que despertou a atenção dos moradores de Santos (72 km de São Paulo) ao se recuperar plenamente depois de perder as duas patas do lado esquerdo após ter caído de uma laje, ganhou mais um capítulo feliz.
Manu foi adotada pela veterinária Ana Marcela Afonso Genestra, que mora em Espírito Santo do Pinhal (189 km de São Paulo), e já está adaptada ao seu novo lar. A cachorra Bombom, que se tornou "inseparável" de Manu durante sua recuperação, também foi adotada pela veterinária.

“Nos dois primeiros dias ela ficou meio ressabiada, até porque além delas [Manu e Bombom] eu tenho quatro cachorros e dois gatos na casa, mas depois ela já estava pulando e correndo por todos os lados. Já a Bombom, desde o início, se sentiu bem à vontade. Parece até que ela já era minha”, disse a veterinária, que ficou sabendo do caso das cachorras por meio de sua mãe, que mora em Santos.
Manu foi encontrada por uma mulher que estava hospedada na casa de seus ex-donos. Ela havia caído de uma laje, teve fratura exposta nas duas patas e não recebeu nenhum tipo de socorro. A cachorra foi levada até a Coordenadoria de Proteção da Vida Animal da Prefeitura de Santos (Coprovida).

DO LITORAL PARA O INTERIOR

  • Arquivo pessoal
    Manu está a 279 km de distância de Santos

Bombom foi junto

Embora o animal tenha passado por cirurgia e recebido tratamento adequado, a recuperação das patas não foi possível. Para a surpresa de todos, Manu se recuperou rapidamente, e, poucos dias após a amputação das patas, já estava andando pelos corredores da Coprovida, inclusive subindo e descendo escadas.
Durante sua recuperação, Manu ganhou uma companheira: a cadelinha Bombom, que havia chegado na mesma época à Coprovida, vítima de atropelamento. Ao ver que as duas cachorrinhas ficaram muito unidas, a coordenadora do local, Leila Abreu, decidiu que só permitiria a adoção em dupla.
O que acabou acontecendo no último dia 9, quando ambas foram adotadas pela veterinária Ana Marcela, que as levou para a sua casa, no interior de São Paulo.

Quando Manu foi resgatada, os antigos donos da cachorra foram intimados a comparecer à Coprovida, e uma multa de R$ 1.000 foi aplicada a eles por maus-tratos e omissão de socorro.
Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano
Link:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2012/08/19/cachorra-que-perdeu-patas-do-mesmo-lado-em-santos-ganha-novo-lar-no-interior-de-sao-paulo.htm

Gatos que pedincham comida sofrem de distúrbios psicológicos


Um estudo publicado no Journal of Veterinary Behaviour, citado pelo jornal britânico Telegraph, concluiu que os gatos que estão sempre pedindo comida podem sofrer de um distúrbio psicológico.

Os donos tendem a pensar que os miados e os roçares nos seus tornozelos são sinais de afeto ou de fome, mas os veterinários que conduziram esta investigação dizem que estes animais tornaram-se obsessivos com a comida a tal ponto que podem sofrer de insanidade.

Os médicos veterinários alegam que os animais que estão sempre muito ansiosos por serem alimentados podem sofrer do recém-diagnosticado “comportamento psicogénito anormal alimentar”. E o comportamento que desenvolvem designa-se por “excessiva solicitação de interações inter-específicas”.

De acordo com os autores do estudo, outros dos sintomas que os gatos podem apresentar são “agressividade relacionada com a comida” (roubar comida da tigela de outros gatos) e “apetite excessivo em contexto específico” (saltar para a mesa para comer do prato do dono).

Um dos tratamentos sugeridos é o de proibir o gato de estar no local onde o dono está comendo. Aos poucos, poderá depois voltar a ser reintegrado nos horários das refeições do dono, mas este nunca lhe deve dar comida do seu próprio prato.

Os médicos veterinários estudaram o comportamento de Otto, um gato siamês de oito meses, que saltava para cima dos donos quando estes estavam preparando as refeições e tentava comer dos tachos e que também tirava comida da tigela de outros gatos.

Conseguiram alterar o comportamento de Otto apenas alimentando-o e acariciando-o em determinadas alturas do dia e ignorando-o o resto do tempo.

Paolo Mongillo, da Universidade de Pádua, em Itália, que coordenou o estudo, explicou: “A não ser que o gato seja realmente irritante, a maioria dos donos não se queixa. Se se alimenta o gato com comida do nosso prato, mesmo que seja apenas uma vez, ele vai pensar que se pedincharem por mais, o dono vai dar-lhe mais”.

O mesmo médico adiantou que estes “distúrbios alimentares” podem estar relacionados com problemas ligados ao stress, tal como acontece com os seres humanos.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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