terça-feira, 12 de junho de 2012

Gato escapa ileso após ser atropelado a 100 km/h na Nova Zelândia

Felino viajou por 40 km preso na grade do carro.
'Ele é um gato de muita sorte', disse a dona Gaynor Crabbe.

Um gato sobreviveu após ser atropelado por um carro a 100 km/h em Roxburgh, na Nova Zelândia. O felino saiu ileso após ficar preso na grade de proteção do veículo. O motorista viajou ainda 40 quilômetros, até encontrar o animal, segundo a emissora de TV "3 News".

"Ele é um gato de muita sorte. Tenho certeza que ele usou duas ou mais de suas nove vidas", disse a dona do felino, Gaynor Crabbe.

Gato sobreviveu após ser atropelado por um carro a 100 km/h. (Foto: Reprodução)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Cachorro consegue subir em árvore?

Apesar de esse comportamento parecer estranho, qualquer cachorro pode subir em árvore. Desde que sejam treinadas, todas as raças podem realizar a tarefa de se equilibrar nos galhos e troncos. No entanto, a atividade pode causar problemas de saúde para alguns, já que força a musculatura do animal. Além disso, outros podem subir e não conseguir descer justamente porque não receberam treinamento adequado para isso.


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

O cão que sobe em árvore costuma correr e pular para ter impulso e subir. Ele precisa disso para escalar porque não tem unhas em forma de garras (para ajudá-lo nessa tarefa) como os felinos. Raças menores como fox paulistinha, pinscher e poodle, por exemplo, são mais ágeis e gostam de saltar e fazer travessuras como essa. Mesmo grandão, o pit bull realiza bem a tarefa. Alguns são treinados para subir em qualquer lugar e aparecem em vídeos na internet escalando árvores. Entretanto, especialistas advertem que esse tipo de treinamento pode deixá-lo mais violento e não recomendam o exercício.

Os veterinários explicam que cachorros que sobem em mesas – principalmente quando não há um prato de carne para atraí-los – podem ter problemas psicológicos, como estresse, tristeza e medo. Nesses casos, é preciso procurar tratamento adequado para o animal.

GATOS – É mais comum ver gatos em cima de árvores, telhados e muros, porque escalar é uma das características dos felinos. Eles têm mais habilidade e são mais ágeis do que os cães. Para ajudá-los nessa tarefa, possuem unhas que, por estarem dentro dos dedos, estão sempre afiadas e pontiagudas. Mas alguns gatos domésticos podem não conseguir descer, já que não estão acostumados com esse tipo de exercício. Nesse caso, o dono pode pedir ajuda ao bombeiro.

Consultoria do biólogo Guilherme Domenichelli e das veterinárias Daniela Ramos, da USP, e Valéria Oliva, da Unesp Araçatuba

Arborícola vive em cima da árvore
As árvores são casa e fonte de alimento de muitos animais. Algumas espécies, chamadas arborícolas, raramente descem do alto dos galhos. Entre elas está a cobra-papagaio, não venenosa e de cor esverdeada. Fica tanto tempo enrolada nos galhos que espera a chuva para beber água.

A maioria dos macacos também vive em árvores. No entanto, gorilas e mandris preferem o solo. Costumam usar os braços para sustentar e mover o corpo sobre os galhos, fazendo grandes acrobacias. Muitos têm cauda preênsil (enroladinha) que os auxilia a ficar presos.

O bicho-preguiça é outro que só desce dos troncos para fazer cocô, em geral uma vez por semana. Costuma dormir o dia inteiro, virado de costas para o chão. Nessa posição, fica horas sem se mexer; por isso, a respiração e digestão são lentas.

Quem são os grandes saltadores?

Não são apenas os gatos. Com exceção do guepardo, todos os outros felinos são grandes escaladores. O leopardo, por exemplo, costuma ficar em cima de galhos bem finos para descansar. Nas savanas, faz isso para escapar de predadores e observar outros animais na hora da caça.

Existem muitos outros bons acrobatas. A lagartixa, por exemplo, tem muita facilidade de subir em vidros, janelas e paredes. Ela consegue até mesmo ficar presa no teto sem cair. Isso ocorre porque tem um sistema de sucção (que na verdade são pêlos vistos só pelo microscópio) debaixo das patinhas e entre os dedos que faz com que fique presa em qualquer lugar.

Felinos, macacos e outros escaladores têm em comum unhas longas e curvadas, na forma de garras, para ajudá-los a se fixar nos troncos das árvores. Pássaros e lagartos tambêm têm esse recurso, que garante subir e se manter em qualqer lugar.

É por isso que ninguém deve cortar a unha dos gatos. Se isso acontece, o bicho tem dificuldade para se locomover, pular e se agarrar em troncos e galhos de árvore, entre outras atividades no seu dia a dia. No caso dos cães, a unha pode ser aparada por um profissional durante a tosa. Não tente fazer isso em casa para não correr o risco de machucar o animal.

Saiba mais
- Cães possuem diversas habilidades físicas, como nadar. O labrador, por exemplo, é ótimo nadador. Tem o corpo adaptado para isso – peito curvado para ter menor atrito com a água e membranas entre os dedos, que funcionam como nadadeiras.

- Cães muito agitados e que vivem em locais pequenos devem praticar exercícios. A atividade física acalma e favorece o convívio com os demais animais. No entanto, antes de iniciar qualquer atividade, é preciso levá-lo ao veterinário para saber se está apto e manter as vacinas em dia.

- Confira no youtube, as locuras que o cão da raça Staffordshire Terrier faz.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Ataques a cães-guias levam ativistas a protesto no Reino Unido

Instituição de caridade alerta para o número de ataques 
que chegou a oito por mês

No Reino Unido, ativistas querem tratar ataques a cães guias 
como se fossem a seres humanos
Thinkstock

Os ataques a cães-guias por cachorros agressivos atingiu o número alarmante de oito por mês, gerando bastante polêmica no Reino Unido.

A instituição The Guide Dogs for the Blind Association (Associação de Cães Guias para Cegos), que cria e treina cães para cegos e pessoas com visão altamente comprometida, foi quem trouxe o assunto à tona.

David Crowdrey, o gerente da associação, mostrou preocupação.

— Assim como lesões físicas, cada ataque canino deixa uma cicatriz psicológica profunda tanto no dono do cão-guia quanto no animal. Nos piores casos, estes cães tem que se "aposentar" mais cedo, em outros, eles ficam incapacitados de trabalhar por um longo período.

A ideia da instituição é incitar o governo a introduzir microchips obrigatórios em todos os cães-guias para protegê-los contra ataques agressivos.

As informações dadas pelo portal do jornal Daily Mail na madrugada desta segunda-feira (11) mostram que ministros anunciaram planos em no mês de abril para tratar dos cães perigosos, no entanto o pacote de medidas não inclui a implantação de chips nos animais que auxiliam os cegos, gerando discórdia em diversos setores da sociedade.

Jemma Brown, de apenas 23 anos, já teve seu cão-guia Gus atacado seis vezes.

— Um dos piores ataques ocorreu na saída de um café. O animal veio correndo em nossa direção, derrubou Gus no chão e o seu dono não conseguia controlá-lo. Então, começou a bater na cabeça do seu cachorro para tentar impedí-lo de matar o meu cão. É claro que o Gus ficou seriamente machucado e não pode fazer nada por três semanas.

Richard Leaman, da Associação de Cães Guias para Cegos, compareceu ao programa de televisão The Today para debater o tema e declarou:

— Os cães-guia não recebem qualquer contribuição de verba do governo e cada um deles nos custa R$156.965,00 (£50.000,00). Portanto, o prejuízo não é só para o dono e o cão, mas também para a instituição de caridade, que deveria estar gastando este dinheiro com o bem-estar dos deficientes.

O ativista acredita que é inconcebível algumas pessoas ainda treinarem cães para serem agressivos. Para ele, estes ataques aos animais deveriam ser entendidos como um ataque à pessoa, já que o cego está desavisado e exposto a maiores riscos.

Ele ainda completa que há três anos o número de cães-guias atacados chegavam a no máximo três ou quatro por mês. O número ter aumentado para oito só prova o quanto a situação está piorando.

Crowdrey, o gerente da instituição, luta por resposta mais ativa da polícia em casos destes tipos de incidentes.

— Nós queremos dar poder para que eles [os policiais] tratem estes ataques a um cão-guia como se fossem ataques a seres humanos.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

SE EU TENHO RAÇA ?

Sem raça ninguém sobrevive ao abandono.
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ncidência de obesidade e diabetes está aumentando entre os gatos

Imagem: Ilustração/Divulgação Pet Rede

O diabetes não é apenas uma doença humana. Donos de animais devem saber que os membros da sua família felina também podem sofrer da condição.

A diabetes tipo 2 é a forma mais comum nos Estados Unidos e ocorre em ambos os gatos e pessoas. A diabetes felina, uma doença tratável e controlável em ascensão, afeta aproximadamente um em cada 200 gatos em todo o país.

“Similar aos seres humanos, a obesidade predispõe gatos ao diabetes, por isso a dieta é um fator importante na manutenção da saúde de um gato”, diz Ruth MacPete, DVM, veterinário da base de San Diego. “Diabetes Felina, como a maioria das doenças, é mais fácil de tratar quanto mais cedo for diagnosticada.”


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Gato desafia gravidade para beber água, mostra pesquisa

Movimento foi estudado com câmeras de alta velocidade. O estudo é mais que uma curiosidade. Ele pode oferecer ideias para o movimento de líquidos por meio de robôs, disse a equipe do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Virginia Tech e Universidade de Princeton.

Quando um cão bebe, ele forma um copo com a língua e arremessa a água em sua boca – e, frequentemente, no chão, como todo dono de cachorro sabe.



Gatos curvam a língua ao contrário dos cães.
Imagem: Ilustração/Divulgação Pet Rede

Escrevendo na revista Science, os pesquisadores disseram ter usado vídeo de alta velocidade para analisar como o movimento faz a água ir parar na boca do felino.

“Quase todo mundo já observou um gato doméstico beber água ou leite. Mas a observação casual dificilmente captura a elegância e complexidade do ato, já que o movimento da língua é rápido demais para o olho humano”, escreveram Roman Stocker, do MIT, e colegas.

A água adere à ponta da língua do gato. Quando animal ergue a língua, a inércia permite que o líquido suba numa coluna, dizem os pesquisadores.

Controlar a velocidade do movimento permite que o gato leve a água para a boca antes que agravidade a puxe de volta. Um gato doméstico consegue dar cerca de quatro lambidas na água por segundo. Felinos maiores têm ritmos menores.

Ajudar esses movimentos ajuda os físicos a entender a relação entre gravidade e inércia, disseram os autores, e pode ajudar a projetar robôs e outros mecanismos.



Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/gato-desafia-gravidade-para-beber-agua-mostra-pesquisa/#.T9XlabA18fU

Os animais também precisam fazer check-up

Vininha F. Carvalho – www.animalivre.com.br
Imagem: Ilustração/Divulgação


Os animais podem sofrer de estresse, diabetes, problemas cardíacos e uma série de doenças que poderão ser diagnosticadas com precisão e prevenidas, ou tratadas de uma forma adequada se forem identificadas por um check-up.

A checagem é realizada por meio de pesquisa bioquímica do sangue e imagens, através da ultra-sonografia, do ecodopplercardiograma ou do eletrocardiograma.

A ultra-sonografia permite, em animais, a avaliação de órgãos abdominais como fígado, rins e o útero nas fêmeas, em tempo real e “in loco”. Este exame permite detectar várias anomalias, dentre elas inflamações, congestão, cistos, neoplasias, etc.

O ecodoppler, permite o diagnóstico precoce para indicação de tratamentos das diferentes cardiopatias. O eletrocardiograma computadorizado tem sua aplicação para diagnóstico de isquemias de miocárdio, desvio de eixo e arritmias.

Além desta tecnologia colocada a disposição da medicina veterinária, é fundamental que o dono siga corretamente o calendário das vacinações e ofereça ao animal uma alimentação balanceada, garantindo assim, uma qualidade de vida que proporcionará a longevidade.

O dono responsável é aquele que antecipa os cuidados para que, ao chegar à terceira idade, o animal não tenha graves problemas de saúde. Evitar atividades físicas de alto impacto e o peso em excesso são medidas importantes para impedir apareçam dores na coluna.

De acordo com especialistas, em algumas raças os problemas de coluna são mais freqüentes na terceira idade do que em outras. Cães com o corpo comprido e patas curtas como dachshund, basset, beagle e pequinês são os que sofrem mais com as dores na coluna, incluindo o famoso bico-de-papagaio.

Quem tem um cão na terceira idade, precisa se preocupar ainda mais com a alimentação, utilizando rações especiais para os animais idosos e fazer visitas periódicas ao veterinário .

Proporcionar ao animal um envelhecimento cercado de muito carinho é sinônimo de respeito a quem por muitos anos alegrou nossa vida, sem pedir nada em troca, sómente que não o deixasse abandonado a própria sorte, nos momentos mais difíceis de sua vida.
Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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