segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dicas e cuidados para resgatar cães e gatos de rua

Tem gente que não consegue ver um animal abandonado na rua, com cara de perdido e corpo de esfomeado. A pessoa fica com tanta pena que coloca o bicho no carro e leva pra casa, com a intenção de achar um novo lar para ele. José Rodrigues Xavier de Oliveira era desse tipo de gente, e chegou a ter 68 animais na chácara em que vivia.

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

“O engraçado é que ele nunca teve cachorro até se aposentar”, conta seu filho, o jornalista Alex Xavier. O primeiro cão adotado surgiu de uma forma inusitada. Um dia a polícia cercou o sítio vizinho ao de José, em Itatiba, no interior de São Paulo. Para o seu espanto, lá morava um traficante. Após a sua prisão, os três cães do criminoso foram deixados pra trás. Por um tempo, José pulou o muro para alimentar os animais, mas logo se cansou do exercício e resolveu adotar os pets. Em pouco tempo o aposentado pegou gosto pela coisa e formou um verdadeiro abrigo para animais. Quando José morreu, deixou saudades em 40 cães, todos saudáveis e bem tratados. Mas agora o seu filho, o jornalista Alex Xavier, precisa encontrar uma casa para todos os pets, pois a chácara é alugada, e deve ser desocupada.

Os desfechos complicados para resgates de cães infelizmente não são raros. Todos os meses, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo recebe o pedido de ajuda de pessoas que adotaram muitos animais mas não conseguem mais cuidar deles, seja por questões financeiras ou imprevistos na vida, como uma mudança de cidade. “Muitas das pessoas que recolhem animais nas ruas acabam virando colecionadoras”, conta a veterinária Mônica Almeida, coordenadora do canil do CCZ. Embora a lei estabeleça que em residências urbanas são permitidos apenas 10 animais (somando cães e gatos), Mônica já recebeu denúncias de pessoas com 120 bichos em uma única casa.

Mesmo quem possui poucos pets deve tomar cuidado ao resgatar um cão ou gato de rua. “A primeira coisa a se pensar é que você não sabe a origem do animal”, afirma Mônica. “É importante separá-lo dos outros bichos até avaliar o seu estado de saúde. Também é preciso vaciná-lo e vermifugá-lo”.

Os gastos com a saúde do animal são os principais vilões para quem resgata pets de rua. Por isso, contar com uma ONG de apoio é uma ótima medida. “Muitas ONGs têm estrutura para ajudar a cuidar dos animais abandonados”, conta Rafael Rodrigues Miranda, fundador da Cão Sem Dono, que abriga cerca de 200 cachorros, e proporciona muitas adoções.

A organização oferece castração e vermifugação gratuitas para animais recolhidos e abrigados por voluntários, e ainda consegue descontos para as principais vacinas. “Além disso, ajudamos a divulgar os animais recolhidos, para que eles encontrem um novo dono”, diz Rafael. Com ferramentas como a internet e as feiras de adoção, a ONG consegue muitos finais felizes para os pets que foram tirados da rua por pessoas de coração mole como o José.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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sábado, 9 de junho de 2012

Pastor alemão, morador de rua, ganha perna mecânica na Inglaterra

Uma associação britânica levantou mais de R$ 34 mil 
para as cirurgias do animal

Após ser resgatado por uma trabalhadora que arrecadou fundos para suas cirurgias,
 Sam, o cão-robô passa bem e precisa de um lar
Reprodução/Daily Mail

Devastado por uma artrite crônica, Sam, um pastor alemão, morador de rua em Linwood,
Hampshire, na Inglaterra, ganhou uma perna mecânica. Segundo o portal do jornal inglês Daily Mail, Sam foi achado por uma trabalhadora.

Assim que o encontrou, Alison Milles iniciou uma campanha em sua instituição, a Kindhearted, para que veterinários e pessoas o ajudassem a reconstituir as pernas dianteiras do cão.

Por meio da ajuda de muitos voluntários, Alison arrecadou 5500 libras para cada perna substituída (pouco mais de R$ 34,5 mil). Com a ajuda e generosidade, a trabalhadora conseguiu fazer com que Sam passasse por duas cirurgias para substituir os cotovelos. A primeira foi realizada em outubro do ano passado e outra pouco antes de abril deste ano.

— Esperamos que Sam agora tenha uma vida longa e sem dores.

Agora, com uma recuperação espetacular, Alison espera que Sam encontre uma família que cuide dele com carinho.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Cadela adota e amamenta filhotes de tigre

Os animais foram rejeitados pela mãe em um zoológico na China 

Uma mamãe tigre rejeitou os filhotes em um zoológico na China, mas uma cachorra salvou os pequeninos.

A cadela adotou os tigrinhos brancos, que disputam espaço para serem amamentados.

A cachorra acabou tratando os animais como se fossem filhos dela.

Assista ao vídeo da reportagem:


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Cães surfam na Califórnia

'Desafio canino' ocorreu em San Diego.
Cães de várias raças participaram.


Cães participaram nesta sexta-feira (8) em San Diego, na Califórnia, do Incredible Dog Challenge, um torneio de surfe para cachorros.

Promovida por uma marca de comida canina, a competição tem ainda outras categorias, como mergulhocanino e arremesso de disco.

O boxer Hanzo foi um dos competidores 
(Foto: Gregory Bull/AP)

Jedi, kelpie australiano, participa da competição 
(Foto: Gregory Bull/AP)


Kona, pastora alemã mestiça, 'leva um caldo' 
(Foto: Gregory Bull/AP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Vida urbana e aumento da classe C podem influenciar em alta da população de gatos


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Pet Rede

O número de gatos aumentou 13,3% no país em 2009, em relação a 2008, segundo dados da Anfalpet (Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação). Já a população de cães cresceu 6,4% no mesmo período.

Pesquisa da Comissão de Animais de Companhia do Sindan (Sindicato da Indústria de Produtos para Saúde Animal) aponta que 50% dos gatos vivem na classe C.

As explicações para o “boom” da população felina podem estar ligadas ao aumento da renda, marcado pelo fortalecimento da classe C, e o fato de a população brasileira estar mais concentrada nas cidades o estilo de vida urbano.

“Os gatos precisam de menos tempo e dedicação. Como em uma família de classe C todos trabalham, moram longe e passam pouco tempo em casa, os gatos se encaixam mais”, afirma Luiz Luccas, presidente da comissão.

Além disso, diz ele, há uma percepção de que o custo de criar um gato é menor do que o de cachorro:”Gato não precisa tomar banho toda semana.”

Praticidade felina

A veterinária Luciana Deschamps viu na paixão pelos gatos uma oportunidade de negócios. É proprietária do primeiro pet shop do Brasil exclusivo para gatos.
Além de espaço para banhos, que para os gatos são recomendados a cada dois ou três meses, o “cat shop” de Luciana tem uma clínica veterinária, hotel, área de lazer e loja de acessórios.

Luciana estima atender no Sr.Gato (zona oeste de São Paulo), 150 animais por mês apenas na parte médica.

A falta de tempo e de espaço nas grandes cidades estimula a população de gatos, que apresentam uma taxa de crescimento superior à de cães o animal doméstico preferido dos brasileiros.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Gatos ficam doentes se lhes alterarem a rotina

Como são animais de hábitos, os gatos podem ficar doentes quando há uma mudança na sua rotina, conclui um estudo da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, divulgado pelo Discovery News. A mesma investigação demonstrou que os gatos que sofrem de cistite interticial (uma inflamação dolorosa da bexiga) podem melhorar bastante a partir do momento em que os donos estabelecem uma rotina. 


Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução Arquivo Pessoal

Investigadores desta universidade americana descobriram que tanto os gatos saudáveis como aqueles que padecem de males crônicos têm sintomas de doença, como vomitar, tossir ou cuspir bolas de pêlo, ou mesmo defecar fora do local habitual, quando as suas rotinas diárias são interrompidas, pode-se ler no estudo publicado no Journal of the American Veterinary Medical Association.

Durante a investigação, os cientistas verificaram que tanto os gatos saudáveis como os doentes apresentam três vezes mais de sintomas deste gênero na sequência de mudanças nos hábitos, como alteração nos horários em que são alimentados ou o fato de ficarem privados do seu tempo de brincadeira.

“Para os médicos veterinários, quando um gato deixa de comer ou de utilizar a caixa de areia ou cospe bolas de pêlos, deve-se levar em conta também o ambiente em que ele está vivendo”
, lembra Tony Buffington, o coordenador deste estudo.
Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Os primeiros banhos do seu filhotinho

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução - Dra. Nora Muñoz

Após a fase de vacinas seu cão está pronto para o primeiro banho.

Se a escolha for por banhos em casa adquira os produtos ideais a cada raça junto ao seu médico veterinário.

O mais comum é optar por banhos em pet shops. Seu filhote vai estranhar os primeiros banhos e dificultará ao máximo o trabalho do profissional de banho, garanta que tenha escolhido um local adequado e confie que possíveis gritos e choramingos sejam pura manha do seu mascotinho. Acompanhe de longe até se sentir seguro.

Por mais terrível que pareça, existem posições em que se seguram os bichinhos que, para quem está de fora, pode parecer maus tratos. Certifique-se que o animal saia abanando o rabo e tranquilo após o banho, assim você ficará seguro com sua escolha. Evite ficar mudando muito de pet shop isso pode causar traumas irreverssíveis ao seu melhor amigo!

O banho deve ser algo prazeiroso para seu novo amiguinho e não uma sessão de terro! Nunca deixe ele por longos períodos dentro de gaiolas. Entre sair de casa, tomar banho e voltar para casa, o período não deve ultrapassar 3 horas (marque o banho com antecedencia). Tenha respeito e compromisso com quem te da tanto amor e carinho!



Dra. Nora Muñoz
Fez faculdade de Medicina Veterinária na Universidade Federal do Paraná. Fez vários cursos e estágios na área, sendo os principais deles no Hospital veterinário das UFPR, Uel, Unesp, Universidad de Chile. Proprietária da loja PET BRASIL no Shopping Água verde, Curitiba - PR.
http://www.noramunozvet.com.br