quinta-feira, 17 de maio de 2012

Canguru e papagaio da Nova Zelândia criam amizade

Animais bebês de espécies diferentes convivem e brincam em zoológico alemão
AFP PHOTO/BERND WUSTNECK GERMANY OUT

Quem disse que precisa ser da mesma espécie para haver amizade?
Um canguru de três meses de idade chamado Anabelle e um bebê kea, mais conhecido como papagaio da Nova Zelândia, provaram que a amizade está acima de qualquer diferença.

Os dois vivem no zoológico de Marlow, na Alemanha Oriental, e convivem como irmãos.

Mas como explicar uma relação tão próxima entre animais tão diferentes? A veterinária Maria Cecília Fleury Curado explica.

— Muitas vezes um animal curioso quer conhecer um outro animal e o outro, também curioso, permite que exista esse contato.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Clube dos vira latas, resgatamos uma cachorrinha desacordada que havia sido eletrocutada por comer um fio elétrico.

http://www.facebook.com/ClubeDosViraLatas/photos

Há um ano, algo muito especial aconteceu. Resgatamos uma cachorrinha desacordada que havia sido eletrocutada por comer um fio elétrico. O choque foi tão violento que “colou” sua boca e todos os seus dentes ficaram comprometidos. Suas chances eram poucas e uma eutanásia era quase certa. Resolvemos, porém, fazer uma aposta e dar-lhe alguns dias. Contratamos um cirurgião dentista que em uma complicada operação, conseguiu remover os dentes e reabrir sua boquinha. Mas o tratamento estava apenas começando e a cachorrinha acabou ficando com a língua “caída” (uma sequela) que poderia fazer com que ela nunca fosse adotada.

Mas um milagre aconteceu: um coração enorme, chamado Juliana, foi ao Clube procurar um cãozinho e se apaixonou por ela. Hoje, a Linguinha (nome carinhosamente dado), mora em um grande apartamento, tem cama própria e é a atração por onde passa. É uma cachorra muito feliz, corre e brinca o tempo todo e sempre esnoba os outros cães em um dos pet shops mais chiques de SP, sempre que vai tomar banho. É a atração do prédio e do lugar!

Histórias como essa nos dão forças e nos fazem acreditar que estamos no caminho certo para fazer do mundo, um lugar melhor. Nosso obrigado a Juliana por ser a anja da Linguinha e a todos vocês que acreditam em nosso trabalho. Sem vocês, não seríamos nada!

Fonte:
Clube Dos Vira Latas
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http://www.facebook.com/ClubeDosViraLatas

Animais carentes também vão receber doações da Campanha do Agasalho de Porto Alegre

Cartaz da Campanha do Agasalho 2012 de Porto Alegre inclui bichos para doações 
Divulgação/Prefeitura de Porto Alegre

A campanha do agasalho de Porto Alegre ganhou, nesta edição, uma novidade. Além de roupas para serem distribuídas a pessoas em entidades assistenciais, a organização encaminhará a animais carentes vestimentas de segunda mão e sem condições de serem aproveitadas pelos humanos.

A iniciativa da Seda (Secretaria Especial dos Direitos Animais) e do gabinete da primeira-dama da capital, Regina Becker, pretende ampliar o amparo aos bichos no inverno portoalegrense, um dos mais rigorosos do país.

No ano passado, foram arrecadadas 83.958 mil peças de roupas, distribuídas a 75 entidades que dão assistência a humanos. O número vem aumentando. Em 2010, foram recolhidos 52.706 itens.

Desta vez, o objetivo é alcançar 100 mil agasalhos. Além de roupas comuns para as pessoas, também poderão ser doados cobertores velhos, panos, vestimentas para cães e gatos e casinhas de cachorro.

“A gente está pedindo que as pessoas também coloquem nos postos de coleta itens que seus animais, em casa, não usam mais, como cobertores velhos, potes de comida e casinhas. Temos protetores e ONGs em Porto Alegre que não possuem condições de manter os animais recolhidos da rua no inverno”, afirmou Regina.

Itens recolhidos serão doados para ONGs de
Porto Alegre que recolhem animais no inverno 

Voluntária na Seda, a primeira-dama explica que a iniciativa não vai privar pessoas carentes de receber agasalho em benefício dos bichos. “Não tem nada a ver com a coleta para os humanos. São itens a mais que nas outras campanhas não eram pedidos.”

O material arrecadado para os animais serão distribuídos aos cerca de cem protetores e ONGs cadastrados pela prefeitura.

A campanha, que começou nessa sexta-feira (11), vai até o dia 31 de agosto. As doações podem ser feitas no Paço Municipal, na Praça Montevidéo, número 10; na Fasc (Fundação de Assistência Social e Cidadania), na avenida Ipiranga, 310; e nas secretarias municipais. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (51) 3289-3610 e (51) 3289-3730.

Fonte:
noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias
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Dona reencontra cachorro 4 anos depois com ajuda do Facebook


O cachorro Toddy, hoje com quase 16 anos de idade, sumiu da casa onde vivia, na zona norte de São Paulo, e só foi reencontrado pela dona 4 anos depois. Debilitado e com vários problemas de saúde, ele foi encontrado a 40 quilômetros de distância de sua casa. Uma foto no Facebook possibilitou seu caminho de volta. Produção e reportagem: Gabriela Fujita. Imagens e edição: Bruno Henrique Pedersoli. Visite o UOL Notícias

Fonte:
noticias.uol.com.br/videos
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Saiba os perigos de medicar seu pet em casa

Ninguém gosta de ver seu animal de estimação doente. Entretanto, tomar a iniciativa de medicá-lo com algum tipo de antiinflamatório ou antitérmico é altamente prejudicial, pode agravar o caso e até levá-lo a morte.

Crédito Imagem : Pet Rede

O fato é de que os remédios que servem para os humanos, nem sempre são indicados para os animais. Aliás, segundo especialistas, a grande maioria dos medicamentos indicados para humanos e vendidos sem receita em qualquer farmácia é altamente tóxica para o bichinho.

Janaina Reis, médica-veterinária do Mister Vet Centro Veterinário, conta que, infelizmente, a prática é comum.

— Uma vez chegou um cachorro da raça rotweiler com crise aguda de gastroenterite e insuficiência renal. O cachorro sofria de displasia coxofemural (doença em que geralmente ataca cachorros de grande porte e faz com que o crescimento do esqueleto se acelere em relação ao desenvolvimento muscular).

Segundo Janaina, o dono do cachorro havia dado, durante três dias, dois comprimidos a cada 12 horas. Na tentativa de ajudar, acabou matando o cachorro.

— Medicar os animais com remédios que, para nós são comuns e até recomendados, ataca diretamente o estômago, rins e pode atingir outros órgãos.

Um outro animal que sofreu as consequências de ser medicado foi o cachorro de rua Toquinho. Levado ao veterinário pela cineasta Marina Bruno, Toquinho estava com parte da pele cinza.

— Haviam passado algum produto no bichinho que estava com o pelo caindo em uma parte. Na tentativa de ajudar o cachorrinho, pessoas deram remédios para sarna e, ao levá-lo ao veterinário, descobri que seu pelo caia por causa das pulgas. Alguns banhos resolveram totalmente o problema e o cachorro não teve sequelas do tratamento para sarna que fez sem necessidade.

Tentativa arriscada
De acordo com Alexandre Sano, médico-veterinário, sócio da clínica Med Dog e diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, há também o perigo da dosagem errada.

— As pessoas não entendem que dão ao animal uma dosagem, muitas vezes, deduzida de forma errada. Não calculam a massa corporal e tampouco sabem se o bicho pode consumir aquele remédio.

Janaina explica que o melhor é agir com calma e sempre procurar um veterinário, nem que seja, inicialmente, por telefone. Além de todos os riscos já mencionados, há também o fator de que, cada espécie reage ao medicamento de uma forma.

— Se o animal se cortar ou se machucar, vale, por exemplo, limpar o ferimento com soro fisiológico e estancar o sangue. Depois é seguir para o veterinário. Mesmo que um curativo seja feito, é o profissional quem vai colocar a atadura correta e fazer o que é necessário para o seu bem-estar.

Alexandre acrescenta que infelizmente não existe hospital veterinário público.

— Mas recomendo que a pessoa procure uma universidade local que tenha medicina veterinária, com atendimento gratuito e não medique o animal em hipótese alguma antes de falar com algum médico.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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terça-feira, 15 de maio de 2012

Cachorro sofre de ansiedade da separação


Existe um problema muito comum no mundo dos animais domésticos denominado pelos especialistas como ansiedade de separação.

Sabe quando o cachorro come todos os chinelos, rasga o papel higiênico ou até fica sem comer quando o dono não está em casa? Pois então, é disso que estamos falando. “A ansiedade de separação é muito comum hoje em dia e ocorre quando a pessoa à qual o animal é mais apegado não está presente, seja porque saiu de casa ou até está na residência, mas o acesso até o local não é permitido ao bichinho”, conta a veterinária especialista em comportamento animal Ana Paula Guerra.

A gerente de marketing Mavye Padovini conhece bem esse probleminha. Um dia, ao chegar em casa após o trabalho, teve uma surpresinha. Sua coleção de revistas que ficava em uma prateleira na sala não estava mais lá.

Seu schnauzer, Paulo Cézar, 3 anos, havia carregado todas as publicações para a cama de sua dona e picotado uma por uma. “Era uma nuvem de picote. A situação era tão absurda e já havia passado um tempo que ele tinha feito a arte. Não adiantava fazer nada, eu e meu marido só conseguimos rir”, lembra e lamenta.

E essa não foi a primeira e nem a última vez que o schnauzer aprontou uma dessas. Ele já mastigou sete pares de sapato de uma vez, entre outras coisas.

Ana Paula explica que esse tipo de comportamento pode se manifestar de diversas maneiras (veja o quadro abaixo). Como as manifestações só ocorrem quando o animal está sozinho, ela sugere que os proprietários, ao notarem que algo está errado com o pet, façam uma gravação de vídeo ou áudio para saber o que se passa na ausência deles. Mas ela diz que fica mais difícil perceber que o bichinho está com problemas quando a ansiedade se manifesta de uma maneira depressiva. O animal fica amoado, deixa de comer e não provoca nenhuma alteração no ambiente. “De toda forma, independentemente do tipo de reação, um problema de saúde deve ser excluído por um veterinário”, aconselha Ana Paula.

Em todos os casos, o proprietário precisa tentar solucionar a questão o quanto antes, já que a ansiedade da separação é um problema que tende a piorar com o passar do tempo. “Na verdade, não existem truques, o que deve ser feito é ensinar o cachorro a ser mais independente e não ficar tão grudado ao dono o tempo todo. Ensinar brincadeiras nas quais ele possa se divertir e passar o tempo sozinho, dessensibilizar a saída do dono, evitando que isso se torne um fato traumático com grandes despedidas, e evitar também que o reencontro seja um evento megaespetacular”, conta. Portanto, ao entrar em casa, o dono deve ignorar o cão até que ele se acalme – o que nem sempre é fácil.

Tipos de comportamento
Destrutivo – o bicho arranha a porta por onde o proprietário saiu e rasga objetos pessoais da pessoa
Vocalizado – o cachorro se manifesta por meio de latidos e uivos
De excreção – o cachorro passa a fazer xixi e fezes pela casa
Depressivo – o pet fica bastante amoado, não se levanta, não brinca, e nem come

Dicas para amenizar o problema
- Aumentar bastante a atividade física do animal, com exercícios diários
- Deixar a televisão ou o rádio ligado
- Em alguns casos, contratar uma babá para cães ou deixar o animal em um day care para que ele brinque e se distraia
- Incentivar o comportamento independente desde filhote
- Ter uma cama própria do animal, mesmo que ele durma no seu quarto
- Usar brinquedos interativos, aqueles que ele brinca sozinho, como o que o incentiva a tirar petiscos de uma garrafa pet, por exemplo
- Em casos graves, procurar por ajuda profissional, de veterinários, adestradores ou especialistas em comportamento animal

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Amigos inestimáveis… até na reabilitação das deficiências!


Até na reabilitação os animais de estimação fazem um bem enorme ao ser humano. São o melhor remédio para o corpo e para a alma, pois fazem com que os seus donos não se sintam tão sozinhos e lhes dão mais segurança.

Há registros no mundo de vários casos de pessoas que superaram a depressão devido ao convívio com eles. Além disso estudos científicos comprovam que a chance de sobreviver a um infarto é quatro vezes maior para quem tem um animalzinho em casa comparado a quem vive só.Também no trabalho de reabilitação de pessoas portadoras de deficiência, podemos contar com habilidade e as características de alguns animais.Um dos animais que pode garantir bons resultados é o cavalo.

O condutor, juntamente com a fisioterapeuta e o terapeuta de apoio, formam uma equipe de tratamento complementar chamada hippoterapia,que é indicada para o tratamento de vários tipos de patologia, como paralisia cerebral, traumatismo crânio-encefálico, acidente vascular cerebral, síndrome de Down, esclerose múltipla, enfim, qualquer problema relacionado ao sistema central.O ritmo mais indicado para a terapia é o passo, pois é através dele que o cavalo pode transmitir ao paciente o balanço antero-posterior, o lateral e o vertical, semelhante à ação de pelve humana durante a marcha. Além dos benefícios físicos, a terapia com cavalos estimula a orientação espacial, a auto-estimula e o poder de concentração.

O cão-guia é treinado para conduzir com segurança as pessoas deficientes visuais em qualquer local, sendo capaz de parar no meio fio das calçadas, nos obstáculos, inclusive em desníveis e buracos no pavimento, em estradas, etc.

A comunicação entre o cão e seu dono se dá através de uma coleira especial que permite o reconhecimento do cão,quando ele muda de direção para evitar um acidente ou quando diminui a velocidade num local de maior cuidado.

O cão deve saber analisar o espaço que ele e seu dono ocupam para agir corretamente, como por exemplo,calcular quando o espaço é suficiente para a passagem de seu dono.Entre as raças de cães utilizados para essa tarefa, estão o retriever do labrador o golden retriever e o pastor alemão. Os labradores e goldens tem sido preferidos por serem um cães de aparência mais dócil, facilitando a socialização e aproximando as pessoas.

O pastor alemão é muito atento e dedicado, mas pede um período mais longo de adestramento para controlar o seu impulso de guarda. Estes e outros animais, aliados à profissionais de reabilitação especializados, podem trazer muitos benefícios para crianças e adultos com deficiências físicas, sensoriais e emocionais.


Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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