terça-feira, 15 de maio de 2012

Raça do cachorro revela personalidade do dono, diz estudo

Uma nova pesquisa da Universidade de Bath Spa, na Inglaterra, diz que traços de personalidade, como extroversão, amabilidade e estabilidade emocional, estão ligados à raças especificas de cachorros. Apresentado na Sociedade Britânica de Psicologia e feito com mil proprietários desses animais, o estudo sugere ainda que os donos escolhem bichos que refletem suas próprias características. “Os dados indicam que é possível prever a personalidade de uma pessoa baseando-se na raça de cão que ela tem”, explica o pesquisador Lance Workman, que liderou o trabalho.

Crédito Imagem: Pet Rede

De acordo com Workman, os donos, inconscientemente, se sentem atraídos pelos comportamentos que cada raça encarna. “Sem dúvida, a escolha é relacionada com o estilo de vida dos proprietários”, acrescenta o pesquisador britânico.

A universidade inglesa organizou os animais em sete grupos: cães farejadores (como o golden retrivier), cães de caça (galgos), cães de pastoreio (pastores-alemães), cães de terra (bull terrier Staffordshire), cães de companhia (chihuahua), cães utilitários (buldogues) e cães de guarda (dobermans). A partir dessa divisão, os pesquisadores classificaram os tipos de comportamentos humanos relacionados aos grupos de raças de cães.

Os dados do estudo ainda são preliminares, mas os pesquisadores já revelaram alguns cruzamentos de tipos de personalidade humanas com as raças caninas: 
Confira cinco deles:

Extrovertidos: pessoas expansivas costumam escolher cães de pastoreio e utilitários, como os buldogues, border-collies e pastores-alemães.

Amigáveis: quem tem alto grau sociabilidade gosta de cachorros farejadores e de companhia, como o golden retrivier, o cocker spaniel e o chihuahua.

Responsáveis: este tipo de pessoa costumar preferir cães de companhia, utilitários e farejadores, como o chihuahua, o buldogue e o golden retrivier.

Estáveis: individuos com mais equílibrio emocional escolhem cães de caça, como os galgos e os beagles.

Experimentadores: pessoas abertas a novas experiências preferem cães de companhia, como o chihuahua e o pequinês.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Quer um animal de estimação? Então saiba o que fazer antes de adquirir um



Com a correria do dia-a-dia, as pessoas estão cada vez mais interessadas em ter uma companhia dentro de casa, e isso faz com que os animais de estimação ganhem mais espaço dentro das residências.

De acordo com a Fundação Procon-SP, antes de adquirir um bichinho é necessário tomar alguns cuidados e, principalmente, considerar alguns pontos importantes, como:

Se todos os membros da família querem ter um animal de estimação;

É necessário considerar se o animal terá companhia de alguma pessoa ou de outro animal durante o dia;

O futuro tutor também deve avaliar os gastos com alimentação, saúde e higiene, atitude essencial para saber se o orçamento familiar comporta um animal de estimação;

Levar em consideração o espaço que o animal terá para correr e brincar. Se a residência for muito pequena, é importante avaliar bem antes de comprar ou adotar;

E o mais importante de tudo é saber se o futuro tutor está disposto a cuidar do animal por bastante tempo. Em média, um cão vive de oito a 15 anos, já um gato pode viver por até 20 anos.

Aquisição
Caso decida comprar o animal, o consumidor deve verificar se a loja está funcionando regularmente e se ela fornece os documentos que devem acompanhar o animal, como a carteira de vacinação, atestado médico veterinário e o pedigree, que garante a sua raça.

Ao adquirir bichos de estimação em feiras, praças e exposições, o Procon-SP aconselha que o consumidor peça a nota fiscal com identificação do nome e endereço do fornecedor, pois havendo problemas com o animal e a feira não estiver mais no mesmo local da compra, será possível encontrar o vendedor.

É importante salientar que, na compra fora da loja, o consumidor poder desistir da compra no prazo de sete dias sem que seja necessário haver algum motivo.

Se for adotar, o consumidor pode procurar o Centro de Zoonoses de sua cidade ou ONG’s especializadas que possam ajudá-lo a encontrar seu novo amigo.

Responsabilidades
Ao criar bichos de estimação, é importante saber que existem algumas responsabilidades. Entre elas estão: recolher as fezes nas ruas durante os passeios; conduzir o animal de forma adequada (coleira, guia e focinheira no caso de animais potencialmente agressivos ou até caixa de transporte quando o caso); manter os locais onde ficam higienizados, e lembrar que a vacinação contra raiva é obrigatória.

Em alguns municípios, como São Paulo, por exemplo, é obrigatório o RGA (Registro Geral Animal), que é a carteira de identidade do animal.

Porque ter um bichinho?
Existem vários estudos hoje que comprovam que os animais domésticos podem ajudar como apoio na prevenção de algumas doenças ou minimizar os efeitos das já instaladas.

Cães e gatos podem ser redutores de estresse e fazem companhia, o que influencia positivamente na saúde humana, melhorando a pressão sanguínea, diminuindo os riscos de doença cardiovascular. Fornecem apoio em períodos de transição da vida como casamento, mudança de casa, de carreira, de cidade, nascimento de uma criança.

Auxiliam pessoas com deficiências de motricidade, de audição e visão, aumentando a assertividade, a sensação de independência.

Os animais também servem de suporte para deficientes mentais, autistas, portadores de Alzheimer e idosos, melhorando a qualidade de vida, ajudando a reduzir o sentimento de isolamento, solidão e estresse, aumentando a motivação e facilitando atividades saudáveis como andar, brincar e se relacionar.

Na maioria dos casos, os benefícios psicológicos da posse de animais sobrepõem os riscos de transmissão de doenças. Simples precauções podem evitar o risco de transmissão de zoonoses, como bloqueio de contato fecal-oral (no caso de gestantes) e cuidados na limpeza de banheiros e maternidades. Outras precauções são: lavagem das mãos de forma cuidadosa depois do contato com animais, vermifugação dos animais de estimação com periodicidade e supervisão das interações entre animais e pessoas vulneráveis.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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CRUELDADE NUNCA MAIS


sábado, 12 de maio de 2012

Gato é 'flagrado' dormindo em saco de especiarias em mercado na Índia

Cena ocorreu em Délhi.
Flagrante foi clicado pelo fotógrafo Gabriel Bouys.

Gato dorme em cesto de especiarias na cidade indiana de Délhi 
(Foto: Gabriel Bouys/AFP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Cachorros paraplégicos arrasam em cima de duas rodas

Cachorros não percebem a paraplegia como uma limitação.
 Os bichinhos se adaptam super bem as cadeiras de rodas e conseguem viver felizes e independentes em cima dos carrinhos 
SWNS/The Grosby Group 

Hope, esta adorável border terrier, desliza em uma das únicas cadeiras de rodas dianteiras da Grã-Bretanha. Depois de um acidente deslocar a perna direita e uma artrite comprometer a esquerda, seus donos recorreram a internet para importar uma cadeira de rodas diretamente dos Estados Unidos 
SWNS/The Grosby Group 

Lucy, esta linda São Bernardo, também foi beneficiada por uma cadeira de rodas da empresa Eddie's Wheels, mesma empresa que ajudou Hope a conseguir seu equipamento
SWNS/The Grosby Group 

Graças as rodinhas hoje ele vive deslizando por aí
Roosevelt também se beneficiou com a cadeira. 
SWNS/The Grosby Group 

Cazwilla também recuperou os movimentos das patas dianteiras graças a cadeira de rodas da empresa Eddie's Wheels. Um renascimento para todos eles!... 
SWNS/The Grosby Group 

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/fotos
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Pitbull salva dona que desmaia na linha do trem e perde pata


Acho que esta reportagem mostra o que um pitbull e não somente como a mídia massacra a raça. A ong Pitcão recebe denúncias de casos que o homem é que maltrata-os simplesmente por eles existirem.

Cadela pit bull perde pata após salvar dona desmaiada sobre linha de trem. Lilly teve parte de pata dianteira dilacerada pelo trem em Massachusetts. Maquinista viu a cachorra arrastando a mulher, mas não conseguiu frear.

Uma cachorra da raça pit bull chamada Lilly está sendo chamada de heroína após salvar a vida de sua dona, que desmaiou embriagada sobre trilhos de trem em Shirley, no estado americano de Massachusetts.

Lilly, de 8 anos, acabou sendo atingida depois de arrastar Christine Spain para a segurança. Levada para o veterinário, ela teve parte da pata dianteira direita amputada, segundo a reportagem da emissora FOX em Boston.

O maquinista diz que viu a cadela puxando a mulher da linha de trem por volta de meia-noite da última sexta-feira (5). Ele acionou os freios, mas a locomotiva parou por completo só depois de atingir Lilly. A mulher não sofreu nenhum ferimento.

A cachorra teve a ponta da pata dilacerada, sofreu fraturas na pélvis e ferimentos internos, mas se manteve ao lado da dona até que o socorro chegassem ao local, disse um bombeiro.

O filho de Christine, David Lateigne, explicou que a mãe sofre de alcoolismo há muitos anos. Ele mesmo deu Lilly para a mãe como forma de companhia, após resgatar a cachorra três anos atrás.

“Sempre soubemos que ela é um cão especial. E ela mostrou exatamente o que é um pit bull, ela foi até o fim”, conta David, emocionado. Ele trabalha como policial em Boston, longe da mãe.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Queda de pelos de cães e gatos: aprenda a controlar



Os pelos do animal de estimação se acumulam em vários pontos da casa e você anda pensando se há alguma coisa errada com seu melhor amigo? Acalme-se. Segundo a veterinária Isabella Morand, da Bicho Bacana, há ocasiões em que essa queda é normal. “Durante as mudanças de estação, especialmente quando há alteração significativa na temperatura, é comum o bichinho perder um pouco de pelo”, explica ela.

Existem dois tipos de queda de pelos: a fisiológica e a provocada por alguma dermatopatia. A primeira é normal e não mexe muito com a estrutura dos fios, mas a segunda requer uma consulta com o veterinário para identificar a causa e fazer o tratamento adequado. Diferenciar as duas não é tarefa complicada. “A fisiológica não altera a pelagem. A cobertura continua normal, sem buracos. Quando há dermatopatia, entretanto, surgem falhas, a pele pode apresentar lesões e o pelo fica ressecado e quebradiço”, diz Isabella.

Problemas nutricionais também podem fazer o bichinho perder pelos. Nesse caso, as falhas na pelagem aparecem, mas a pele continua normal. “Quando se trata de um animal saudável, pode-se controlar a queda oferecendo uma refeição balanceada, com ração de boa qualidade e, se for o caso, um suplemento alimentar”, ensina Isabella. “E a escovação diária ajuda a retirar os pelos mortos”, completa.

De acordo com a veterinária, cães sem dermatopatia não terão grandes problemas com a perda de pelos. Mas o mesmo não acontece com os felinos, que se lambem e ingerem o excesso de fios, formando novelos no estômago. “Enquanto o gato consegue vomitar as bolas de pelos, tudo bem. O problema é quando a quantidade é tanta que os fios passam para o intestino. Isso resseca as fezes e pode causar cecaloma, uma prisão de ventre grave”, alerta Isabella. Para prevenir, há rações e complementos alimentares com hairball, que ajuda a eliminar os pelos e lubrificar as fezes. “Algumas pessoas colocam uma colher de azeite ou óleo mineral na boca do gato, mas isso não é recomendado. Esses produtos podem afetar o pulmão se forem ingeridos de forma errada”, afirma ela.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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