quinta-feira, 19 de abril de 2012

Aprenda a tornar melhor a vida do seu gato velhinho

Saiba como deve ser a alimentação do bichano 
e veja outras dicas importantes

Nada de deixar o bichano mais velhinho pegar friagem na janela. Caso contrário, 
ele poderá sofrer de problemas respiratórios, como pneumonia
ThinkStock

O gatinho chega aos 12, 14 anos e não aparenta ter nada. Parece saudável e até brinca como se tivesse poucos anos de vida. O fato é que preciso observá-lo, mesmo com o comportamento aparentemente normal.

Segundo Luciana Deschamps, veterinária e proprietária da clínica especializada em gatos, Sr. Gato, todo cuidado é pouco.

— É preciso prestar atenção quando o gato faz mais ou menos 12 anos de idade. Nessa fase, o felino entra na fase geriátrica e todos os cuidados necessários para mantê-lo saudável são bem-vindos.

Luciana alerta para os perigos silenciosos, pois os gatos muitas vezes não aparentam quando estão com algum problema.

— Surpresas desagradáveis podem ser evitadas. Na fase geriátrica do bichano é ideal que se faça um check-up.

Exames corriqueiros como a retirada de sangue, avaliação da capacidade renal e respiratória são necessárias para manter o gatinho brincando como se fosse novo.

Seu gato está velhinho? Aprenda a cuidar dele seguindo algumas dicas

De acordo com a veterinária, gatos são quietos e, muitas vezes, quando se descobre alguma doença grave, já não há o que fazer. Às vezes os gatos começam a se esconder, a se estressar por aparentemente nada.

— A medicina preventiva é a melhor saída. Levá-los às consultas, mesmo que uma vez por ano, para que não se estressem demais é mais do que recomendado.

Cuidados extras para o outono e inverno

Com as temperaturas mais frias, Luciana explica que os cuidados devem ser redobrados. Ela indica que dar um pouco de vitamina C ao bichano e complexo B, encontrados em farmácias de manipulação.

Para cada copo de requeijão de água a veterinária indica que três gotinhas das vitaminas devem ser colocadas.

— O gatinho mais idoso, principalmente o de cara mais achatada, é um pouco mais suscetível a doenças como pneumonia e infecções respiratórias. Convém não deixá-lo tomar friagem ou mesmo dar banhos no animal.

Ficar de olho se ele espirra, engasga muito e alimentá-lo com comidas especiais é essencial para a qualidade e prolongamento de vida do bichano. Luciana ensina que a ração deve ser alterada para uma úmida, apesar de alertar que, no Brasil, as rações úmidas estão engatinhando em qualidade.

Mesmo assim, é altamente recomendado que ao menos a ração seca seja menorzinha, com grãos menos duros e indicada para a idade correta do gatinho.

Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Conheça os três cachorros que sobreviveram ao naufrágio do Titanic

Exposição americana conta história dos pets a bordo do famoso navio

Somente os cães pequenos conseguiram sobreviver ao naufrágio do Titanic;
na foto acima, feita na época da viagem fatídica alguns dos pets de passageiros
 Divulgação/Universidade de Widener

Na semana passada, completou-se cem anos desde que o Titanic zarpou da Inglaterra rumo aos Estados Unidos, para o que se tornou a mais famosa tragédia em alto mar da história.

Após se chocar contra um iceberg, o famoso navio afundou, matando mais de 1.500 pessoas e também alguns animais.

Nas celebrações desse triste centenário, uma exposição inédita revela a história de 12 cães que embarcaram no Titanic em 1912, segundo informações do site norte-americano Huffington Post. Todos os animais pertenciam a passageiros da primeira classe.

O historiador responsável pela exposição, Joseph Edgette, quer, por meio da exposição, explorar os laços de cumplicidade que existiam entre mascotes que viajaram na embarcação e seus donos.

— Eu não acho que qualquer exposição sobre o Titanic tenha examinado esse relacionamento e reconhecido a importância dos animais de estimação que também perderam suas vidas no cruzeiro.

Pelo menos nove cães morreram quando o Titanic afundou, mas a exposição destaca três que sobreviveram ao desastre. Eram dois spitz alemão e um pequinês.

— Os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas.

Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.

Não se sabe o nome do outro cão da raça spitz que sobreviveu ao naufrágio. Ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.

A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas acabou mudando de ideia.

Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão.

Vários cachorros que morreram a bordo nunca foram identificados, por isso é difícil calcular ao certo quantos animais estavam no navio. Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, 50, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas.

O corpo de Isham junto de seu cão foi encontrado flutuando no mar dias depois.

Alguns passageiros que deixaram seus animais para trás receberam algum consolo. Eles recebiam uma quantia em dinheiro, uma espécie de seguro de vida.

A exposição dos pets do Titanic acontece na Universidade de Widener, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, até dia 12 de maio.


Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Meu bichinho de estimação sumiu. E agora?

O poodle Branco está há nove anos na família da auxiliar de cabeleireiro de São Caetano Bruna Portioli, 18. No dia 7 de março, a avó de Bruna teve um AVC (acidente vascular cerebral) e foi socorrida de ambulância. “Ficamos preocupados e esquecemos o portão aberto. Quando nos demos conta, o Branco havia sumido.”
Bruna e a família recorreram a um arsenal para tentar achar o amigo peludo: espalharam folhetos com a foto de Branco em postes, padarias e postos de gasolina, avisaram todos os vizinhos do bairro, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses da cidade) e publicaram informações sobre o cão na internet e em redes sociais. “Tenho esperanças de que vamos encontrá-lo”, garante.

A coordenadora dos programas de proteção animal de São Caetano, Andréa Brock, explica que há diversos motivos para a fuga do animal. “Alguns têm medo de fogos de artifício, outros aproveitam descuidos dos donos, que deixam suas residências abertas. Existe uma realidade bem sofrida por trás desses animais perdidos: crianças e famílias que adoecem pelo desespero de não saberem onde eles estão.”



Foto: Kazu Moriya

Na região, as prefeituras auxiliam os proprietários de animais sumidos. São Caetano planeja lançar site sobre o tema nos próximos dias. No CCZ há quadro de aviso e livro que reúne informações do bicho e contatos do dono.

Os CCZs de São Bernardo e Ribeirão Pires também possuem quadros de avisos para casos assim. Já em Mauá, as informações podem ser divulgadas no endereço http://dcz-maua.blogspot.com.br. Em Diadema, basta pedir para afixar cartazes no local. As demais cidades não responderam.

É preciso agir rápido para encontrar o pet
Agir rápido é essencial no caso de animais desaparecidos. Essa é a principal dica do detetive particular de Santo André Ricardo Marcondes. Entre uma investigação de caso extra-conjugal e outra, Marcondes auxilia donos desesperados – e dispostos a pagar R$ 2.500 por sete dias de serviço.

“Um animal em boas condições de saúde chega a andar, em um único dia, cerca de 30 quilômetros”, destaca. Por isso, após cinco horas do sumiço, é bom começar a procurar o bichinho pelo bairro.

Marcondes começou a atuar na área motivado por sua paixão por animais e pelo desaparecimento de um de seus cães, que foi encontrado por ele. Seu serviço inclui impressão e distribuição de panfletos, divulgação na internet e sete dias de buscas no entorno de onde o animal desapareceu. “Tudo é filmado e documentado para mostrar ao cliente que estamos realmente procurando seu bichinho.”
Nos últimos três anos, foram 20 casos de animais desaparecidos, sendo que apenas dois não foram resolvidos. O detetive acredita em dois fatores para o sucesso: agir rápido e contar com a sorte.

Por isso mesmo, ele afirma que o melhor é prevenir. “Existem rastreadores que podem ser colocados na coleira do animal, mas são caros. Uma solução barata e eficaz é usar placa de identificação com endereço e telefone do dono”. Simples e evita muita dor de cabeça caso o animal fuja de casa.

Fonte:

blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Molhar as patas é para os fracos. Habilidade felina


Fonte:
cogumelo louco
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Cachorros ganham canal de TV exclusivo nos EUA

Emissora conta com oito horas de programação.
'DogTV' conta 1 milhão de assinantes em San Diego.

Um canal dedicado a cães conta com 1 milhão de assinantes em San Diego, no estado da Califórnia (EUA). O canal "DogTV", com oito horas de programação, é distribuído por duas empresas de cabo. O objetivo da programação é manter o cão relaxado e estimulado, além de entretê-lo enquanto o dono está no trabalho ou na escola.

Maria Catania assiste ao canal 'DogTV' junto com seu cão de estimação Bleu. 
(Foto: Gregory Bull/AP)

'DogTV' conta 1 milhão de assinantes em San Diego.
 (Foto: Gregory Bull/AP)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Hamster ressuscita e passa a se chamar de Jesus

Antes chamado de Rhino, o roedor foi dado como morto e enterrado, 
mas surpreendeu a todos ao sair da terra com vida no Reino Unido.

O hamster Rhino, que morreu de velhice após anos e anos de lealdade a sua família, foi meticulosamente enterrado pelos seus donos.

Milagre ou engano: o ratinho apareceu bem vivo depois de ser enterrado
Crédito: PA

Tristes, eles se preocuparam com tudo, na tentativa de retribuir todo o amor que o simpático ratinho havia doado a eles a vida toda.
Rhino havia sido achado já sem vida em sua jaula e, com pesar no coração, o dono David Eyley e sua família enterraram o companheiro no jardim de casa, onde construíram um pequeno túmulo para o animal.

No dia seguinte, David ficou surpreso ao receber uma ligação de seu vizinho avisando que vira Rhino passeando pelo jardim. “Era impossível, o hamster estava morto”, disse David.

Depois de finalmente achá-lo, e achá-lo vivo, a família decidiu mudar o nome do roedor de Rhino para Jesus, em reconhecimento à sua ressurreição.

“Ele parece não ter sentio que morreu e foi enterrado”, brinca David. “Seu corpinho estava rígido quando o enterrei e agora está correndo. Estamos felizes em tê-lo de volta.”

Jesus agora vive sua rotina em Oxfordshire, no Reino Unido, e parece bem vivo para quem passou por uma aventura dessas. Pelo menos, é o que dizem!

Fonte:
petmag.uol.com.br/noticias
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Cães e outros bichos-terapeutas ajudam ser humano a cuidar da saúde

Nem só de cavalos é feita a terapia com animais. Outros seres de quatro patas (e até os duas asas) são usados para ajudar o ser humano a cuidar de sua saúde e a lidar com suas limitações.


O denominador comum a todas as terapias com bichos é a facilidade de estabelecer vínculos com os animais e o conforto emocional que eles trazem, segundo o fisioterapeuta Vinícius Ribeiro, diretor da ONG TAC (Terapia Assistida por Cães).

Manoelina Santa Lúcia, 81, como a Boston-Terrier Madá,
 na associação Recanto da Vovó, em Cotia (SP)
Juca Varella/Folhapress

As características de cada espécie são usadas para criar diferentes estratégias de tratamento. Por exemplo, aves, como o papagaio, são boas em terapias com autistas.
"A criança faz um ruído e a ave imita. É um retorno sensorial muito grande", diz a psicopedagoga Liana Santos.

Tartarugas entram em jogos de tabuleiro para ajudar casos de agitação excessiva e de ansiedade -e haja paciência para esperar o bicho percorrer as casas até chegar ao ponto estabelecido.

Coelhos anões são usados para desenvolver a coordenação motora: segurar aquela bolinha de pelos macia e que não para de se mexer é um ótimo exercício.

As grandes estrelas, no entanto, são os cães. Além da empatia fácil, o hábito cultural de tratar o cachorro "como gente" faz dele um mediador de conflitos.

"O animal é um catalisador de emoções, a pessoa expressa seus sentimentos por meio dele: diz que quem está triste, cansado, chateado é o cachorro", exemplifica Ribeiro.

Os cães também podem ser adestrados para objetivos terapêuticos específicos -de fazer fisioterapia com o paciente a reconhecer quando a pessoa precisa de afeto.

Em alguns países, há cachorros sendo treinados para serem cuidadores de idosos com Alzheimer. "Eles evitam, por exemplo, que a pessoa saia sozinha e se perca", conta Ribeiro.

A presença de um cão também provoca a liberação de hormônios ligados a sensações prazerosas.

"Estudos com autistas mostram que o convívio com o cachorro aumenta a liberação de oxitocina, hormônio ligado ao afeto e à interação social", diz o fisioterapeuta.

Nesse clima, até uma cansativa sessão de fisioterapia parece ser feita sem esforço. "Que criatura. A gente vê nos olhos dela que está gostando", diz Manuelina de Moraes Santa Lúcia, 81, beijando sua "treinadora", a pug Filó, 3, depois de passar quase uma hora fazendo exercícios com os cães da TAC.

Fonte:
1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude
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