terça-feira, 13 de setembro de 2011

Cachorro sobrevive 16 dias preso em toca de coelho no Reino Unido

Jack Russell entrou no buraco após perseguir coelho.
'Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente', disse dona.

Um cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca em Penistone, no Reino Unido, após perseguir um coelho e entrar no buraco do animal. Os donos do cão, Erika e Carl Toutenhoofd, passaram dias procurando por ele, sem sucesso, segundo o jornal "Barnsley Chronicle".

Cão da raça Jack Russell ficou 16 dias preso em uma toca de coelho. 
(Foto: Reprodução)

O casal já havia perdido a esperança de encontrá-lo vivo. "Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente, foi horrível", disse Erika.
O cachorro acabou sendo achado por sua amiga Louise Bedford, de 33 anos. Ela estava caminhando com seus cinco cães de estimação quando ouviu alguns latidos.
Ela pensou que algum dos seus cães tivesse ficado preso nos arbustos, mas, quando os afastou, ela viu o Jack Russell da amiga tentando desesperadamente sair de dentro de uma toca de coelho.
Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Brasileiro gasta R$ 760 por ano com pet

Muitas pessoas não gastam R$ 40 por semana para cortar ou hidratar o cabelo ou para fazer as unhas, mas desembolsam esse valor, ou até mais, para cuidar do bicho de estimação. Pesquisa da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza aponta que os domicílios gastam em média por ano R$ 760 com cachorros e R$ 560 com gatos.

Ao contrário do Grande ABC, onde esse mercado está saturado, no País, o segmento de pet shops deverá alcançar crescimento real de 4,5%, somando R$ 11,2 bilhões neste ano. Apenas o Sudeste representará 52% dessa fatia, segundo a consultoria responsável pelo estudo.


Crédito Imagem: PetRede

A estudante de Direito são-bernardense Alejandra Bonotto Farias Franco leva rigorosamente a yorkshire Meg duas vezes por mês para fazer um verdadeiro tratamento de beleza. Ela calcula gastar quase R$ 1.500 por ano com a cachorrinha de 2 anos e meio. “A Meg é tratada como gente. Além da ração, sua dieta também é composta por cenoura, carne moída e legumes”, enumera.

Os mimos ao pet não ficam restritos à alimentação, pois a yorkshire possui vários brinquedinhos e de vez em quando ganha até sorvete, balas e chocolate, mas fabricados especialmente para cachorros. Meg só não come muito, pois começou a ter problemas de pele, desencadeados pelas guloseimas.

MERCADO – Para o sócio sênior da GS&MD, Luiz Goes, o avanço do setor é amparado pela alta do poder aquisitivo da população, principalmente das classes emergentes, que agora têm mais condições de manter um pet. “O mercado brasileiro tem um potencial muito bom, pois é pouco consolidado. As grandes cinco maiores redes somam apenas 5% do faturamento no setor, enquanto nos supermercados, por exemplo, elas representam 44%.”

O País é o segundo maior mercado do mundo no segmento de pet shops, ficando atrás somente dos Estados Unidos, que movimentam quantia de US$ 48 bilhões. Goes acrescenta que a concorrência entre os pets de garagem é muito grande. A tendência é que parte deles se formalize.

Para alimentar os 98,1 milhões de bichos de estimação dos brasileiros, a indústria de nutrição animal vai produzir neste ano 2 milhões de toneladas de rações. Em 2010, o volume foi de 1,8 milhão de toneladas, sendo que 90% desse montante é destinado para cães. “Cerca de 60% dos domicílios alimentam os pets com as sobras das refeições, em especial as classes D e E”, destaca o diretor da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos para Animais de Estimação, José Edson Galvão de França.

Investimento em loja é a partir de R$ 50 mil
Para investir em um pet shop de pequeno porte é preciso verba mínima de R$ 50 mil, isso depois de analisar minuciosamente a região que pretende abrir o estabelecimento e fazer plano de negócios. A presidente da Associação Paulista de Pet Shops, Silvia Valente, alerta que o ramo está saturado no Grande ABC, mas que as áreas periféricas de São Paulo apresentam boas oportunidades para os investidores.

Proprietária de uma loja em Santo André, Silvia pontua que o faturamento dos estabelecimentos de pequeno porte, maioria na região, não ultrapassa os R$ 20 mil mensais. Os mais abonados que puderem desembolsar R$ 250 mil para abrir um pet shop maior, têm receita bruta média na faixa dos R$ 60 mil. “A concorrência com os pets de garagem, que cobram pouco e não pagam impostos é uma das partes mais difíceis”, diz.

Segundo a executiva da Aspapet, muitos proprietários estão passando o ponto de venda. O engenheiro Fernando Stival, de São Bernardo, que era cliente antigo de um pet comprou a loja que frequentava há seis meses. “Acredito que o mercado está promissor. É preciso identificar as necessidades dos clientes e investir no que dá resultado.”

Assim que assumiu a empresa, Stival comprou uma máquina de secar cachorros que custa R$ 7.000. A meta é adquirir mais outra até o fim do ano e dobrar para 80 o número de atendimento nos dias de pico.

O sócio sênior da consultoria GS&MD, Luiz Goes, orienta que o ponto deve oferecer serviços além dos produtos. “A margem de lucro é maior na prestação de serviços como banho e tosa. E isso significa elevação nos gastos, pois os equipamentos nem sempre são baratos.”

Na loja de Stival, os serviços de banho, tosa e cirurgia respondem por 85% do faturamento, mantido em segredo pelo empresário. A meta é ampliar o espaço físico da unidade para faturar até 40% a mais neste ano.

Preços ficaram até 25% mais caros neste ano
Cuidar dos animais de estimação ficou mais caro neste ano. os principais serviços contratados nos estabelecimentos como banho e tosa, hotelzinho, consulta veterinária e ração encareceram até 25%, dependendo do local frequentado pelo dono.

A presidente da Aspapet, Silvia Valente, afirma que os reajustes são decorrentes dos repasses das altas nos preços das matérias-primas como shampoo, ração, água e combustível, por exemplo.

No ano passado, deixar o pet para tomar banho e tosar custava em média R$ 20, mas neste ano o preço atual é R$ 25. Se for usar o serviço leva e traz, o valor atual é de R$ 6 contra os R$ 4 cobrados anteriormente, devido às oscilações no preço do combustível.

Para deixar o bicho no hotel da clínica veterinária é preciso desembolsar valor médio de R$ 26, sendo que há menos de um ano pagava-se R$ 20 pela diária. A consulta veterinária ficou 25% mais cara, R$ 50.

TENDÊNCIAS – O principal evento do mercado de animais de estimação, o Pet South America, será realizado entre os dias 18 e 20 de outubro em São Paulo. A edição deste ano mostrará como indústria de produtos e serviços para animais de estimação está em contínuo crescimento e que as tendências de saudabilidade na alimentação também chegaram ao mundo pet.

Como os animais deixaram e ser apenas parte da vida doméstica para obter um papel significativo na saúde e autoestima dos donos, eles estão gastando cada vez mais com esses integrantes da família.

Prova disso é que a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas divulgou em julho a Pesquisa de Orçamento Familiar brasileira e revelou que os paulistanos gastam mais com a alimentação de seus pets do que o consumo de feijão. A fatia para compra de comida dos animais de estimação é de 0,55%, maior do que 0,39% de feijão.

O diretor da Anfalpet, José Edson Galvão de França, afirma que nos Estados Unidos, parte das rações já são fabricadas com ingredientes orgânicos, livres de agrotóxicos. Outra novidade é a confecção de comedouros sem cheiro de plástico, que em breve chegarão ao País.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Hidroterapia faz cão voltar a andar após acidente que o deixou paralisado

Mesmo com o ceticismo dos especialistas, 
labrador deu a volta por cima

O labrador Rusty já corre pelos campos da casa comemorando a recuperação

Com apenas oito anos o cachorro Rusty já tem uma comovente história de vida.

Em maio deste ano, o labrador ficou gravemente ferido ao ser atropelado. O acidente deixou lesões na coluna do bichinho, que ficou com as patas traseiras e o rabo paralisados. Sua recuperação foi desacreditada pelos médicos.

Rusty estava na casa de veraneio de seus donos, localizada no sul da França, quando o acidente aconteceu. Ao sair correndo pela rua, ele sofreu um forte impacto ao bater de frente em uma van e ser arremessado longe, segundo informações do The Corby Group.

Seus donos, Andrew e Judith Hammond, investiram nas poucas chances de recuperação, e Rusty começou a fazer fisioterapia aquática. Surpreendendo a todos, o cachorro voltou a andar apenas quatro meses depois do acidente.

Atualmente, ele já faz suas atividades de cão de caça. Acompanhe as fotos da recuperação impressionante!

Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticias
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Menino de 9 anos pega bote para salvar cães ilhados em Itajaí, SC

Na cidade, água ‘engoliu’ casas e alagou bairros inteiros.
Dois cachorros estavam presos em casa que ficou isolada.

Gustavo Henrique Morelli, 9, salvou seus dois cães
da enchente (Foto: Rosanne D'Agostino)

“Alegria.” É como define Gustavo Henrique Morelli, de nove anos, o que sentiu quando reencontrou seus dois cachorrinhos, Simba e Pink, depois de pegar um bote para resgatá-los na casa onde mora, que ficou isolada em um dos bairros de Itajaí, Santa Catarina, em razão das enchentes que atingem o estado desde a quarta-feira (7).

Em Itajaí, as cheias chegaram depois de atingir mais de 100 mil pessoas em Blumenau. A diminuição do nível das águas do rio Itajaí-Açu, que alagaram mais de 390 ruas na cidade, para o município vizinho significa que o curso do rio está seguindo diretamente para o rio Itajaí.

Neste sábado (10), os moradores começaram a sentir a força dos alagamentos, que ‘engoliram’ casas e deixaram vários bairros submersos.

Desde sexta, Gustavo queria voltar para buscar seus cãezinhos, mas as águas tomaram todas as ruas do bairro, na entrada de Itajaí. No local, a maioria das casas está com o primeiro andar submerso, algumas há três dias. De outras, só é possível ver o telhado.

“Eu ficava pensando no que ele estava pensando”, conta Gustavo. O resgate aconteceu apenas neste sábado, quando já não havia mais previsão de as águas baixarem. Os cães estavam no segundo andar, isolados. “Colocamos todas as coisas para cima e saímos”, conta a mãe do menino herói.

Com o avô e o pai, Gustavo partiu de bote rumo à casa. Seguiu por cerca de 50 metros de água barrenta, e retirou os cãezinhos. Também cuidou para que não caíssem o barco até a chegada à margem, quando ganhou festinha dos bichinhos e dos vizinhos orgulhosos.

“Senti alegria, e acho que ele também”, diz o menino, envergonhado da proeza. Agora, a família espera apenas que o nível do rio baixe e que possam retornar às casas, para dar início à limpeza, e contabilizar o prejuízo.
Fonte:
G1.globo.com/brasil/noticia
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Ellen Jabour passeia com o seu cãozinho pela praia

Apresentadora foi flagrada descansando com seu vira-lata após manhã de caminhada
Do R7

Ellen Jabour, que passa parte da semana em São Paulo a trabalho,
 aproveitou o sábado para passear com seu cachorrinho 
pela orla da Barra da Tijuca, no Rio
Crédito Imagem: Adilson Lucas/AgNews

A apresentadora da MTV, Ellen Jabour foi flagrada neste sábado (10) passeando com o seu cachorrinho pela orla da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Com um shortinho, regata e fones de ouvido, a loira aproveitou o dia com o seu cão vira-lata, com o qual sempre costuma circular pelo calçadão da praia.

Depois de dar uma caminhada, Ellen resolveu descansar com o seu animal de estimação e colocou o pequeno em seu colo. Uma fofura!

Depois de caminhar com o seu cachorrinho pela praia, 
Ellen descansa com o pequeno no colo 
Crédito Imagem: Adilson Lucas/AgNews

Fonte:
Entretenimento.r7.com/bichos/noticia
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Cão 'vira' travesseiro em Taiwan

Dono 'dormia' sobre o cachorro em gramado durante show em Taipei.
Cena foi flagrada por Chiang Ying-ying.
Homem 'usa' seu cão como travesseiro em gramado em Taipei, 
Taiwan, neste domingo (11).
 Eles assistiam a show em homenagem às vítimas do 11 de Setembro nos EUA.
(Foto: Chiang Ying-ying/AP)

Fonte:
G1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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sábado, 10 de setembro de 2011

Empresa americana vende gato antialérgico por R$ 35 mil

Pra você que sofre com alergia a gatos, mas sempre quis tê-los como companheiros em sua casa, agora há uma alternativa: os bichinhos em "modelo" antialérgico.

A empresa americana Lifestyle comercializa os gatos antialérgicos pela "pechincha" de R$ 35 mil. A aparência do bicho é igual aos outros, a única diferença é uma proteína. Os animais normais possuem, naturalmente, uma mutação no gene responsável pela produção da proteína Fel D1, que provoca espirro, irritação nos olhos e coceira em algumas pessoas que entram em contato com sua saliva e sua pele.

Nos gatos allerca (antialérgicos), essa proteína é praticamente inexistente. A ideia foi um sucesso e se expandiu para o cachorro jabari e a ashera, uma espécie criada em laboratório, do cruzamento do allerca, do gato selvagem da África e do gato leopardo da Ásia. A mistura tem a aparência de um minileopardo.

Fonte:
pop.com.br/popnews/noticias/poptrash
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