terça-feira, 23 de agosto de 2011

Homeopatia traz benefícios também para os animais

Crédito Imagem: Petrede

A acupuntura é uma técnica muita usada há muitos anos para tratamentos de saúde em humanos. A novidade agora é que tal técnica está sendo realizada em alguns animais, por exemplo, em cavalos de uma hípica de Botucatu, interior de São Paulo.
As agulhas são aplicadas no dorso do animal por profissionais experientes da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Os veterinários se dedicam a essa pesquisa e tratamentos há mais de 20 anos.
É preciso sentir os pontos dos animais para detectar quais problemas estão ocorrendo. Os pontos dos animais são praticamente os mesmos do ser humano, porém é preciso apenas fazer uma adequação à anatomia do animal.
O combate a carrapatos, bernes e mastite, e também à inflamação das glândulas mamárias, é realizado por meio da homeopatia. A boa notícia é que o custo é reduzido, pois o medicamento é preparado na própria fazenda.
Os benefícios proporcionados pela homeopatia – tanto pela acupuntura ou pelos remédios homeopáticos –, são diversos, no entanto, é preciso ter cuidado e atenção na dose a ser administrada no animal.
“Qualquer utilização indiscriminada de medicamentos é prejudicial ao organismo, dessa forma, precisamos buscar alternativas que sejam comprovadas cientificamente e que tragam resultados positivos”, ressalta a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/homeopatia-traz-beneficios-tambem-para-os-animais/

Fezes de animais podem ser focos de transmissão de doenças e micoses

Crédito Imagem: PetRede


Caminhar com os bichinhos de estimação faz parte da rotina de dezenas de pessoas, pois além de ter um companheiro na hora das atividades físicas, os animais também têm a oportunidade de passear e desestressar, já que muitos vivem dentro de casas cada vez menores e sem espaço para as brincadeiras dos pets. 

Porém, diferente dos seres humanos, os animais acabam fazendo suas necessidades por onde passam e, com isso, quem vem logo em seguida precisa desviar das fezes dos animais.

A aposentada Cecília Ferrite, moradora próximo à praça da Boa Morte, conta que, além de desagradável, as fezes dos animais geram certo incômodo.

“Na praça da Boa Morte diariamente encontramos diversos locais com fezes de cachorro. A cada 10 metros tem um”, conta.

“Acho um verdadeiro desrespeito dos donos de animais, pois naquele local têm muitas crianças que brincam e elas acabam pisando no coco dos animais, que pode trazer doenças”, afirma.

“Acho que a Prefeitura deveria fazer alguma campanha para conscientizar os proprietários dos cachorros sobre os riscos de contaminação que as fezes podem trazer, além da falta de educação”, salienta.

E não tem desculpa para não se recolherem os restos dos animais, atualmente no comércio é possível encontrar kits higiênicos, com pás que vêm com saquinho, que facilitam na hora de pegar as fezes do animal.

Tudo muito simples, sem nenhum contato direto ou indireto com os dejetos.

Há também os porta-saquinhos, onde é possível colocar sacolinhas em um suporte que é fixado na coleira do cãozinho.

Para quem não pretende gastar muito com esses utensílios, o indicado é sair de casa com pelo menos duas sacolinhas plásticas que, dobradas, nem ocupam espaço e podem ser levadas em qualquer bolso ou mesmo na mão, e quando o cãozinho fizer suas necessidades, é só pegar com a sacola.

Porém, fica a dica: não adianta pegar os restos dos bichinhos e jogar a sacolinha em qualquer lugar, ela deve ser depositada em lixeiras e, caso não as encontre, o proprietário precisa levá-la para casa e descartar junto com o lixo doméstico.

Vale lembrar que pisar nas fezes dos animais e seguir com os calçados para dentro de casa pode trazer doenças aos moradores, além de verminoses e fungos como o da micose.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/fezes-de-animais-podem-ser-focos-de-transmissao-de-doencas-e-micoses/

Ringue canino: como prevenir brigas entre cães

Crédito Imagem: PetRede
Se você tem mais do que um cachorro em casa, é provável que já tenha presenciado algum tipo de briga (mesmo que apenas uma rosnada) entre seus peludos. Elas podem aparecer por disputa de território, por exemplo, e se forem sérias podem lhe causar grandes dores de cabeça. Muitos cães que brigam acabam não conseguindo mais conviverem juntos e, por isso, precisam viver separados para o resto da vida. 

Para ajudar que isso não ocorra com seus amigos peludos, ou mesmo que aconteça algo semelhante durante os passeios, algumas dicas podem ser essenciais. Com a ajuda de especialistas, o site Dogster elaborou listas de como prevenir que um cão se torne agressivo com outros animais. Confira e coloque em prática desde o primeiro dia do seu companheiro em casa. 

Primeiros sinais
- Dorso: é comum que os pelos dessa região levantem sempre que um cão está irritado, nervoso ou agitado.
- Focinho: mostrar os dentes é um sinal de que seu cachorro está pronto para morder.
- Cabeça: fique atento se ele abaixar ou levantar demais a cabeça.
- Postura: antes de uma briga, a postura de um cão fica rígida e quase paralisada.
- Distrações: o cão fica muito atento quando está preparado para uma briga. Provavelmente ele não responderá a seus comandos.
- Sons: um cão que está pronto para lutar ou fica silencioso, ou ao contrário, emite um rosnado baixo. 

Como prevenir as brigas entre cães
- Treinamento da obediência: isso é muito importante. Treine o seu cachorro diariamente com comandos como “pare”, “largue” e “atenção!”
- Barulho: faça barulho com uma buzina de ar comprimido ou uma lata de moedas.
- Alimentação separada: alimente seus filhotes diariamente em áreas separadas.
- Reforço positivo: o “sim” é mais importante que o “não”. Elogie seu cão desde filhote para qualquer boa interação com outros cães.
- Liderança: como líder, você deve sempre deixar a casa em primeiro lugar, tocá-lo a qualquer momento, mesmo que esteja dormindo no sofá ou comendo.
- Evite situações de tensão: na rua, preste atenção para os sinais de alerta em outros cães e mantenha o seu cachorro longe deles.
- Encontros: é melhor que todos os cães passeiem de coleira. Esteja alerta e puxe a coleira para trás se houver sinais de tensão com outro animal. 

O que fazer caso ocorra uma briga
- Primeiro, mantenha a calma – é difícil, mas essencial.
- Cada proprietário deve retirar seu cão segurando as patas traseiras e puxando-os para longe um do outro.
- Deixe o local imediatamente com o seu cão devidamente na coleira.
- Não grite. Leve seu cão para outro local e faça comandos como “sente”, “deite”, “fique”.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Empresa cria trailer para cachorros

Crédito Imagem:  Ilustração/Divulgação/PetRede

Para quem tem o costume de sair para acampar e levar o bichinho de estimação, a empresa Starght Line Designs criou um trailer de acampamento só para ele. Batizado de Pet Camper, o produto é inspirado pelo design clássico dos trailers de camping, muito utilizados nos Estados Unidos. Ele é feito sob encomenda em fibra de vidro, alumínio e metal inoxidável.

A Straight Lines Design é uma empresa de design de Vancouver, no Canadá, fundada pelo designer Judson Beaumont. No mercado há 25 anos, a empresa desenvolve e fabrica sua própria linha de produtos, que varia de produtos de entretenimento aos da área de saúde e aeroportos.
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Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede
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Empresa oferece serviço de customização da ração animal

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação/PetRede
Crie a ração para o seu animalzinho. Esse é o mote da empresa canadense RedMoon Custom Pet Food, que permite que o cliente crie a ração que ele vai comprar para seus gatos e cachorros. A ração seca customizável é baseada em vários tipos de carne e suplementos, e todos os produtos não possuem grãos, soja, glúten, trigo ou milho. O dono escolhe primeiro a base da fórmula como, por exemplo, um composto de alta proteína de galinha, ou de carneiro, ao mesmo tempo que indica o tamanho e nível de atividade metabólica do seu bichinho – mais alta para filhotes e mais baixa para animais mais velhos.

Depois, ele seleciona o tamanho do biscoito da ração e o tamanho do saco. Então, uma variedade de suplementos alimentares é oferecida e o pedido está pronto. O preço base de um saco de 1 kg é de R$ 15. Esse preço varia de acordo com as escolhas e o peso do produto final.

A inspiração para o oferecimento do serviço veio da crescente incidência de alergias ou outros problemas de saúde nos animais por causa das rações comercializadas. A RedMoon, que tem escritórios em Crossfield, no Canadá, e em Brainerd, nos Estados Unidos, está imersa no mercado de ração animal desde 1996, mas apenas recentemente o empreendimento oferece o serviço de customização. As fórmulas das rações, segundo a empresa, foram desenvolvidas por PhDs em nutrição animal e veterinários, com a preocupação da constante manutenção da saúde do bichinho.

Via Revista PEGN
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Remédio gostoso – Medicações em biscoito conquistam cães e gatos

Medicar animais doentes pode ser uma verdadeira batalha. A médica veterinária Karine Kleine, especialista em nefrologia e cardiologia, tem como a maioria de seus clientes animais idosos que requerem medicamentos de uso contínuo, mas muitas vezes rejeitam a medicação. Segundo ela, o tratamento que tem obtido maior sucesso é o “remédio biscoito”.
Se o cão tem hipertensão, por exemplo, o anti-hipertensivo é prescrito na forma de biscoito, pode ser no sabor frango, peixe, bacon, carne, baunilha, morango e até chocolate! O de frango é sucesso absoluto. Já os gatinhos preferem as pastinhas no sabor peixe.
A atriz de teatro Márcia Kaplun tem um leão maltês de 15 anos. O cão não aceitava os comprimidos, e era capaz de esconder o medicamento e cuspir depois. Isso prejudicava o tratamento. Com a ajuda do biscoito, ele come rapidinho, sem estresse, e ainda balança o rabo.

Crédito Imagem:Ilustração/Divulgação/PetRede

Outra novidade nas clínicas e pet shops é a ração com tampinha (o comprimido é colocado dentro dos flocos). Para os bichinhos mais espertos, ainda existe a ração terapêutica, que substitui o medicamento, e é feita para tratar problemas de origem renal, hepática e até cardíaca. 
A veterinária Karine Kleine é fundadora do primeiro Centro de Hemodiálise Veterinário da América do Sul. A sua clínica possui até ecocardiograma, hemodiálise e tomografia computadorizada. Lá existem dentistas, cardiologistas, acupunturistas e várias outras especialidades: www.renalvet.com.br.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/
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Projeto quer regulamentar guarda de animais para divórcio

Um projeto de lei que tramita em Brasília quer regulamentar a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de divórcio. De acordo com o autor da proposta, deputado federal Doutor Marco Aurélio Ubiali (PSB-SP), a medida busca resolver a questão pelo vínculo afetivo que as pessoas criam com os animais que viram alvo de briga judicial, e, no caso de uma separação, o “pet” é tratado como um bem do casal e não como um membro da família.

Crédito Imagem: Pet Rede

“Hoje, o animal de estimação passou a ser um importante membro afetivo da família e no caso de separação não pode ser visto como objeto”, diz o deputado sobre a interpretação de legislação vigente. “Não é uma questão financeira, é uma questão afetividade”, completa o deputado, “pai” dos cães Nino e Piti.

Doutor Ubiali exemplifica o caso de o dono de uma grande indústria que se divorciou, mas não consegue ver o animal de estimação do casal e chora com saudades. Ele atribui o crescimento da afetividade dos donos com seus animais às mudanças que tem ocorrido no núcleo das famílias brasileiras.

“Hoje, com famílias menores, rapidamente o filho cresce, termina o vínculo mais próximo com os pais, e o animal passa a ter um vínculo afetivo maior”, afirma.

A juíza gaúcha Annie Kier, 34 anos, que atua na comarca de Santana do Livramento, a 498 km de Porto Alegre, vive um caso que se assemelha a “guarda compartilhada” da cadela Luna, após o fim amigável de um relacionamento de cinco anos e meio.

“Quando a gente se separou fiquei com a cachorrinha, mas ele visitava, a pegava para passear, sempre pergunta sobre ela até hoje”, diz a magistrada, que ainda conversa com o ex-companheiro e sempre dá notícias da cadela, inclusive através de conversas por vídeo na internet.

Segundo a juíza, o casal nunca cogitou a possibilidade de ter filhos, mas considerava Luna como tal. O animal foi adotado por iniciativa dela em busca de companhia para os períodos em que ficava sozinho trabalhando no interior.

“Ela é como uma filha, mas é minha, não era dos dois, quer dizer, quando estávamos juntos era dos dois, mas ficou comigo”. Segundo ela, se a separação não tivesse ocorrido de forma amigável, o ex-companheiro não veria nem a “cor da cachorrinha”.

Existem casos nos quais até colegas de faculdade acabam dividindo a guarda de bichos de estimação. Três universitários gaúchos que dividiam um apartamento adotaram um filhote, mas após um certo tempo, cada um seguiu o seu caminho e a guarda do animal teve que ser negociada entre os colegas. Ficou definido que cada um deles ficaria seis meses com o animal, mas apenas dois continuam dividindo a “tutela”.

Para a juíza, o sucesso da “guarda compartilhada” depende da relação do casal, por isso classifica a medida como desnecessária. “Do meu ponto de vista pessoal, se as pessoas não conseguem se dar bem em um relacionamento, não conseguem se dar bem com a divisão do cachorro. Eu me dava bem, então, para mim deu certo e quando isso acontece a pessoa não precisa entrar na Justiça (…) Criança que sofre muito com a briga dos pais, mas animal não (…) tem tanta coisa mais importante para se legislar do que isso. Acho que é meio desnecessário”, opina.

O projeto
De acordo com o projeto apresentado no Congresso, a guarda deve ser atribuída a quem comprovar ser o proprietário ou demonstrar maior capacidade de cuidar do animal, com possibilidade de perda da tutela caso seja descumprida alguma determinação da lei ou da Justiça.

A proposta prevê ainda que não podem ser realizados cruzamentos sem o consentimento de ambas as partes, nem a venda dos filhotes, para fins comerciais, “sob pena de reparação de danos”, diz trecho da medida. A fiscalização seria feita por secretarias e delegacias vinculados ao Ministério da Agricultura, pelas secretarias Estaduais de Saúde, IBAMA e Sociedade Protetora de Animais”.

O projeto está em tramitação na Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Caso seja aprovada, segue ainda para duas outras comissões antes de ser votada em Plenário.
Fonte:
Blogs.jovempan.uol.com.br
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