sexta-feira, 15 de julho de 2011

Gato sobrevive a queda de 20 andares nos EUA


Acidente ocorreu em Nova York.
Apesar do susto, felino passa bem.

Um gato sobreviveu a uma queda de 20 andares em Nova York (EUA). O felino chamado "Gloucester", de 16 anos de idade, caiu quando caminhava na janela. A cena foi flagrada pelo filho de quatro anos de Miranda Schubert, de 47 anos.
Miranda Schubert com o gato 'Gloucester', que sobreviveu a uma queda de 20 andares. 
(Foto: James Ambler/Barcroft USA/Getty Images)

Miranda disse que ficou em pânico quando o filho Gregory disse que o gato tinha caído da janela. A dona levou o animal a uma clínica veterinária, onde os veterinários colocaram um tubo de alimentação para ajudá-lo a comer.

Veterinários colocaram um tubo de alimentação para ajudar 'Gloucester' a comer. 
(Foto: James Ambler/Barcroft USA/Getty Images)
Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
Link:
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/07/gato-sobrevive-queda-de-20-andares-nos-eua.html

Xi, que sujeira!

Paciência é essencial para ensinar os pets
 a fazerem suas necessidades no lugar certo
Escolher ter ou não um animal de estimação é sempre um dilema: passear, dar carinho, levar ao veterinário, arcar com as despesas e ensinar bons modos... A lista é enorme e a satisfação de ter um amigo incondicional também.Condicionar seu pet a fazer suas necessidades no lugar certo não é tarefa fácil, mas algumas dicas de profissionais, paciência e os produtos adequados podem ajudar e muito.Segundo a Dra. Vanessa Lopes, responsável técnica do laboratório veterinário Mundo Animal, com os gatos o processo é mais fácil, pois os animais procuram instintivamente o granulado sanitário. Já com os cães, a história é outra, mas não é impossível: basta começar desde cedo.
Não é todo pet que sabe onde deve fazer seu xixi
Crédito: CC Flickr
“Entre os felinos, a própria espécie por si só procura as caixas de areia, o que torna mais fácil a manutenção da limpeza e a higiene. O mesmo não acontece com os cães, que exigem o condicionamento”, conta a veterinária.
A médica veterinária destaca que quanto mais cedo o animal for condicionado mais fácil se torna a tarefa. “Não existe uma idade certa, entretanto, a partir de um mês de vida já é possível iniciar o processo de condicionamento do cão ou gato”. Ela orienta que a prática é natural na espécie felina, já que por instinto eles buscam a caixa de areia, mas os cães precisam ser ensinados. “Os gatos se incomodam de ficarem próximos a qualquer tipo de sujeira”, explica.
Quanto aos cães, a veterinária afirma que o dono deve primeiro mostrar ao animal que ele fez xixi no lugar errado. “É preciso chamar a atenção dele, mudar o tom de voz, mas sem humilhações”, diz. Logo em seguida, o pet deve ser levado ao local correto e deixado lá por algum tempo. No começo, o animalzinho pode se sentir intimidado, mas ele entenderá com o tempo.
A Dra. Vanessa ressalta também que é importante que o proprietário observe com mais atenção o bichinho no começo do condicionamento, para impedir o animal de fazer sujeira no local errado. Geralmente, o mascote faz suas necessidades após comer, beber ou brincar durante algum tempo. Por isso, esses períodos são particularmente importantes para que o dono possa interferir e ensiná-lo.
Para reforçar o aprendizado dos animais já existem no mercado produtos repelentes e atrativos que auxiliam os donos a determinarem o local adequado para o animal fazer suas necessidades. Os produtos ajudam a evitar também que o ambiente fique com odores desagradáveis e com manchas. A Dra. Vanessa orienta que no caso dos repelentes, deve- se promover primeiro a limpeza do local que o animal defecou ou urinou para tirar todos os vestígios. Isso porque o pet tende a repetir o mesmo local que usou anteriormente, seguindo o odor.
“Também é importante condicionar o animal que toda vez que o dono pega o frasco de repelente ele entenda como um ‘momento indesejado’ visto que o odor do produto o incomoda”. A médica veterinária explica que o ideal é que a aplicação seja feita, pelo menos, duas vezes ao dia.
No caso dos atrativos, eles devem ser aplicados sobre o local onde o dono quer que o filhote ou adulto faça as necessidades, como por exemplo, o sanitário para cães ou a areia. “O processo também deve ser repetido duas vezes por dia, pelo menos”. Quanto ao tempo de aprendizado do animal, a veterinária explica que varia muito devido a alguns fatores. “Não tem como estimar o tempo do processo, pois há interferências da espécie, comprometimento do dono, limpeza ambiental, etc.”.
Com a vida corrida que todo mundo tem, os Educadores Sanitários oferecem apoio no processo de aprendizagem do animal, não são tóxicos e podem ser aplicados em diversas superfícies.
Para finalizar a veterinária ressalta a importância da castração nos machos no processo de aprendizagem, para evitar o costume de marcarem território. “Quando você faz a castração, você está retirando os testículos do animal, que é um órgão produtor de testosterona. Desta maneira não há mais produção deste hormônio, que é um dos causadores da demarcação de território em machos”.
Fonte:
petmag.uol.com.br/artigos
Link:
http://petmag.uol.com.br/artigos/xi-que-sujeira/

Leão Ariel volta a movimentar pata traseira

Raquel Borges e Ariel,
 em foto antes de a doença tirar do leão os movimentos das pernas.

A reação ocorreu durante uma sessão de quiropraxia. 
Animal que vive em Maringá continuará o tratamento em São Paulo

Uma boa notícia voltou a dar esperanças aos criadores e fãs do leão Ariel. Nesta quinta-feira (14), o animal movimentou a pata traseira, algo que não ocorria desde o ano passado, quando sofreu uma contusão. Segundo a proprietária do leão, Raquel Borges, a reação ocorreu durante uma sessão de quiropraxia, tratamento voltado para disfunções mecânicas no sistema neuromusculoesquelético.
“Foi algo muito sutil, mas ele movimentou a pata enquanto pressionavam a coluna servical. Estava desanimada, mas agora fiquei bem confiante”, afirmou Raquel, que junto com seu marido, Ary Marcos Borges da Silva,também cuidam de onze tigres em Maringá.

Ariel está em São Paulo (SP), na casa da veterinária Lívia Pereira Teixeira. Nos próximos dias, ele deve continuar com as sessões de quiropraxia e de acumputura, além de receber suplementação de vitaminas. 
Fonte:
www.gazetamaringa.com.br/online
Link:
http://www.gazetamaringa.com.br/online/conteudo.phtml?tl=1&id=1147313&tit=Leao-Ariel-volta-a-movimentar-pata-traseira

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Aprenda truques para dar remédio para seu bichinho

Ministrar remédios aos pets não é tarefa fácil. 
Por isso, elencamos dicas para te ajuda.


Crédito Imagem: Thinkstock
Medicamentos líquidos ou xaropes em geral
A dica é prestar atenção à dose ideal para a variação de peso do animal. O remédio deve ser dado com o uso de seringa, sempre posicionada na curva interna da boca, entre o maxilar superior e o inferior. Não vá com pressa. Acalme o animal, vá conversando com ele e, de forma ligeira, puxe o lábio, apoie o bico da seringa, mostre um petisco e o faça entender que esta é a recompensa. Pressione a seringa com cuidado, para que o remédio não vá para a laringe. É muito importante dar o remédio evitando ao máximo reações físicas, pois o pet corre o risco de machucar o pescoço ao tentar escapar.


Crédito Imagem: Thinkstock
Medicamentos sólidos por via oral
No caso dos comprimidos, cápsulas ou drágeas, o ideal é selecionar um alimento que o pet gosta muito. Podem ser frutas, como a banana, ou petiscos molinhos, a exemplo do polenguinho. Quebre o alimento em três pedaços. Você precisa dar o remédio em três fases. O primeiro pedaço é puro, o segundo, escondido dentro do alimento, e, o terceiro, também sem nada. Para colocar o remédio direto na garganta, o procedimento é posicionar o animal de costas entre as suas pernas. Com o bichano de costas, levante a cabeça e introduza na garganta até ele engolir. Quando o animal não encara o dono, é menos provável que fique estabanado ou agressivo


Crédito Imagem: Thinkstock

Remédios em pasta
Especialmente no caso dos gatos, o veículo mais indicado de remédio é a modalidade em pasta, cada vez mais popular no mercado. Como os gatos são desconfiados, os remédios em pasta dão uma tapeada neles, já que os felinos têm mania de checar tudo, ao contrários dos cães, que são mais incautos. Você passa na pata e o animal instintivamente lambe, sem que você precise negociar com ele. Há também as pastas tópicas, para passar nas costas.

Crédito Imagem: Thinkstock

Medicamentos tópicos
Medicamentos tópicos são invariavelmente receitados pelos veterinários. No caso dessa modalidade, dos remédios absorvidos pela pele, dê prerência aos que vêm em spray ao invés das pomadas (não confundir com os remédios em pasta). Isto porque as pomadas são lambidas pelos animais e não se fixam bem. Além de atrapalhar o tratamento, isso causa irritação na pele. Outro problema das pomadas é que o remédio acumulado entre os dedos, no caso de ser aplicado nas patas, promove humidade com possibilidade de criação de fungos. Para os tratamentos simples, o único toque na hora de usar os sprays é não aplicar em contato direto com o corpo, o melhor é aplicar no algodão e espalhar. Depois de passar o remédio, é prudente brincar ou passear com o cachorro, o que ajuda o medicamento a agir. Mesmo o spray sendo uma opção que se fixa bem à pele, é bom não esquecer de recompensar o amigão depois.


Crédito Imagem: Thinkstock

Medicamentos para o ouvido
Esse é um dos tipos de remédio mais complicados, pois os animais têm a sensação de desequilíbrio com os medimamentos líquidos para o ouvido. Depois da primeira aplicação, é difícil o pet deixar fazer a segunda. Nesse caso, também não tem muita negociação. O jeito é colocar o cão sobre uma mesa e fazer a aplicação usando focinheira. Há, porém, alguns medicamentos já disponíveis em gel, que são melhores, porque evitam justamente a sensação de desconforto que tanto assusta os bichos. Seja qual for a escolha, a sugestão é segurar as orelhas com firmeza, mas sem apertar, e levantar para pingar a dosagem. Depois, abaixe a orelha com gentileza e esfregue a cartilagem na base da orelha. Assim, o medicamento flui pelo canal auditivo.
Fonte:
entretenimento.r7.com/bichos/
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Cadela aprende a buscar cerveja na geladeira para dona na África do Sul

Além de cerveja, cadela busca os chinelos e cobertores.

A sul-africana Nicole Jennings ensinou sua cadela de estimação chamada “Kalula” a fazer várias tarefas. “Kalula” aprendeu, por exemplo, a abrir a geladeira e a pegar uma cerveja gelada para sua dona. Além disso, Nicole ensinou a cadela a buscar os chinelos e o cobertor e a tirar a roupa da máquina de lavar.

Nicole Jennings treinou 'Kalula' desde os dois meses de idade.

Cadela pega cerveja na geladeira para sua dona. 
(Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)

Nicole, que mora com seu marido Steve na Cidade do Cabo, na África do Sul, afirmou que treinou a cadela desde os dois meses de idade. Ela contou que “Kalula” é extremamente inteligente e aprende rapidamente. Segundo a mulher, a cadela consegue repetir as coisas 15 minutos depois dela mostrar.

'Kalula' entrega a cerveja para sua dona, Nicole Jennings. 
(Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)

'Kalula' tira a roupa da máquina de lavar.
(Foto: Matthew Tabaccos/Barcroft Media/Getty Images)

Fonte:
g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia
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Remédios

Por Camila Carnicelli - Médica veterinária
Só sob prescrição do Médico Veterinário!


A falta de conhecimento e algumas crenças populares levam muitas pessoas a medicarem por conta própria seu animal de estimação. Mas essa prática muitas vezes pode complicar ainda mais o quadro do animal e ainda, levá-lo à morte.
Alguns remédios humanos de uso comum podem fazer verdadeiros estragos em cães e gatos, por isso, sempre que o seu animal apresentar qualquer sintoma ou alteração comportamental, procure imediatamente um Médico Veterinário e não siga orientações de leigos mesmo que bem intencionados.
Os animais são diferentes de nós seres humanos quanto à digestão e absorção de substâncias e; muitas vezes, a dose de um medicamento que parece ser inofensiva a uma pessoa pode ser extremamente tóxica a cães e principalmente gatos que possuem alterações no metabolismo das drogas por deficiência de algumas enzimas hepáticas.
Medicamentos à base de diclofenaco, por exemplo, quando ingerido por cães, causam gastroenterites severas, podendo provocar úlceras hemorrágicas que se não tratadas a tempo, podem levar o animal a óbito em algumas horas.
O Ácido Ácetil Salicílico nos gatos, pode provocar vômito, depressão respiratória, febre, gastrite hemorrágica, entre outros sintomas.
Alguns animais, principalmente filhotes, podem ingerir medicamentos acidentalmente, por isso é importante manter remédios longe do alcance de animais domésticos.
Fonte:
bbel.uol.com.br/variedades/
Link:
http://bbel.uol.com.br/variedades/post/remedios.aspx

Primeiros socorros em cães e gatos

Por Wilson Grassi
Crédito Imagem: Shutterstock

Emergência? O que eu posso fazer?
Algumas situações críticas podem acontecer com nossos amigos animais. Quanto mais rápido forem socorridos, melhor, mas às vezes acontecem situações no meio da noite, aos domingos e feriados e a clínica veterinária que conhecemos pode estar fechada. Não devemos desistir de procurar ajuda especializada e enquanto algum familiar telefona para conseguir um endereço de um hospital 24 horas ou vai tirando o carro da garagem podemos iniciar os primeiros socorros.
Cada caso é um caso, então vamos separar por problema:

Vômitos e diarreia
Um vômito eventual não é preocupante. O problema são vômitos frequentes e sucessivos. Diarreia idem. Aqui vale o estado geral, se o animal está aparentemente bem, forte e com a face normal, apenas retire a água e o alimento de perto dele. Esqueça o soro em animais que estão vomitando, pois só vai ocasionar mais vômito. O melhor é o jejum total por algumas horas. Se além de vomitar o bichinho está tremendo e salivando, não perca nenhum minuto e corra a um veterinário, seu cão ou gato pode estar intoxicado.

Dores agudas
Quedas ou escorregões no meio da brincadeira às vezes acabam em fraturas ou torções doloridas. Lembre-se sempre de colocar uma focinheira antes de lidar com um animal com dor, pois ele pode ficar agressivo em razão disso e machucar você por instinto.
Nem pense em anti-inflamatórios de uso humano por conta própria senão, além da dor atual, você ainda vai ter que tratar uma gastroenterite medicamentosa e perigosa. Os anti-inflamatórios são preferencialmente injetáveis nos casos agudos, pois agem mais rápido e não passam pelo estômago. Tente carregar seu "paciente" movimentando-o o mínimo possível e se a dor não passar em alguns minutos, procure um veterinário.

Envenenamento, tosse, cortes, mordidas e perfurações

Crédito Imagem: Shutterstock

Envenenamento
Se você percebeu ou desconfia de um envenenamento por comprimidos ingeridos por acidente ou mesmo veneno de rato pode ser benéfico induzir o vômito o quanto antes. Entupir o animal de leite pode não ser a melhor alternativa. Fazê-lo beber água com bastante sal de cozinha é útil e provoca vômito, que diminui a absorção das toxinas. Cuidado para não exagerar e sufocá-lo. Após a tentativa do sal, quem tiver em casa carvão mineral pode diluir em água e também fazê-lo beber, já que o carvão absorve toxinas. Faça tudo isso, mas não perca tempo, corra logo ao primeiro veterinário disponível!

Crise de tosse
Aqueça o animal e obrigue ao repouso. Deixe-o um pouco no banheiro com o chuveiro elétrico ligado para que ele respire o vapor. Se não resolver, já sabe: veterinário.

Cortes ou mordeduras
Ferimentos perfurantes, como cortes em vidros ou metais e mordidas de outros cães ou gatos, podem provocar hemorragias e infecções. Se o machucado for pequeno e aparecerem apenas algumas gotinhas de sangue, limpe e aplique um antisséptico, como água oxigenada ou iodo.
Se for grande e/ou estiver sangrando muito, tente manter a sua calma e a dele.Coloque seu companheiro em um lugar limpo e fresco, se possível enfaixe e comprima suavemente a região. Evite a movimentação dele, transmita calma e segurança e corra ao veterinário. Qualquer tipo de ferida perfurante vai exigir uso de antibióticos específicos, aplicados ou receitados pelo veterinário. Desprezar este cuidado pode ser um erro e dias depois podem aparecer os chamados abscessos, que são acúmulos de pus debaixo da pele.
Nem todas as feridas perfurantes requerem pontos. Normalmente, pontos só são feitos com o animal anestesiado ou sedado e em ferimentos recentes. Ao examinar, o veterinário fará a avaliação do que é preciso.

Corpo estranho preso na boca
Parece brincadeira, mas já perdi a conta de quantas lascas de osso, espetinhos de churrasco, anzóis, barbantes e outras tranqueiras tirei de entre os dentes de cães e gatos.
Se você percebeu algo estranho preso na boca do seu amigo, pense duas vezes antes de pôr a mão lá, pois ele pode morder devido à dor. Segure as patas para que ele não piore a situação cutucando o ferimento e vá até a clínica. Pode ser necessária sedação para tirar o objeto de lá.
Não se esqueça de que quando falamos em primeiros socorros, é porque sabemos que existe a necessidade dos segundos socorro e que estes devem ser realizados pelo veterinário de confiança o quanto antes. Saiba por que você não deve aplicarremédios para humanos em cães e gatos.

Fonte:
/bbel.uol.com.br/variedades/post/p
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