terça-feira, 14 de junho de 2011

16 mitos sobre seu cão

Muitas histórias contadas
 sobre a saúde de seu totó são puras invenções.

Cães não ligam muito para comidas saborosas 
pois o paladar dos bichinhos não é tão aguçado quanto o nosso
Crédito: Reprodução/Flickr - p lorant

Para tentar desmistificar as famosas histórias sobre os totós, o site Petplace.com reuniu algumas das teorias mais absurdas sobre os pets:

1. Os cães devem ter uma ninhada antes de serem esterilizados

Isso não é verdade. Os cães que têm uma ninhada antes de serem esterilizados não são melhores por isso de qualquer forma. Na verdade, os cães castrados têm menor risco de câncer de mama e infecções uterinas.

2. Os cães estão doentes quando seus narizes estão quentes

A temperatura do nariz dos cão não indica se ele está saudável ou doente. Também não indica se eles têm febre. Há um "conto da carochinha" que diz que nariz frio ou molhado indica uma boa saúde e que o nariz quente ou seco indica febre ou doença. O único método preciso para medir a temperatura de um cão é com um termômetro. A temperatura normal do cão é entre 38ºC e 39º C.

3. Vira-latas são sempre mais saudáveis ​​do que os cães de raça pura

Isso não é verdade. Ambos, os vira-latas e cães de raça pura, podem ser saudáveis. No entanto, vira-latas em geral não têm muitas das doenças genéticas que podem ser comuns em linhas puras.

4. Todos os cães gostam de ser acariciados na cabeça

Alguns cães gostam de ser acariciado na cabeça mas muitos não.

5. Cães, quando felizes, abanam a cauda

Isso pode ser verdade, mas os cães agressivos, muitas vezes, abanam o rabo também. Há vários movimentos do corpo físico e pistas que ajudam os cães a comunicarem a sua intenção. Um rabo abanando podem significar tanto agitação ou excitação. Um cão que abana o rabo devagar é, geralmente, um totó amigável.

6. Apenas os machos levantam a perna para urinar

Isso não é verdade. Cadelas, principalmente as dominante, levantam a perna para urinar. Isso pode ser verdade mesmo em cadelas castradas.

7. Os restos de alimentos são bons para os cães

Alguns alimentos como ossos e pedaços de gordura podem ser perigosos para alguns animais de estimação. Os cães não podem digerir os ossos e a gordura pode causar problemas gastrontestinais, tais como pancreatite.

8. O alho evita pulgas

Alho não foi comprovadao útil para o controle de pulgas. Grandes quantidades de alho podem até ser prejudiciais.

9. Cães domésticos não precisam de treinamento

Isso não é verdade. Todo cão deve ser treinado.

10. Os cães comem grama quando estão doentes

Os cães descendem de lobos e raposas selvagens que comiam todas as partes da mata. Isto incluiu o conteúdo do estômago de muitos animais que comeram frutas e ervas. Muitos cientistas acreditam que a grama era uma vez parte da dieta normal do cão e que era normal eles comerem pequenas quantidades de grama.

11. Os cães gostam de comida saborosa

Os cães têm paladar muito pobre e comem principalmente baseados em seu olfato.

12. Lambidas de cachorro curam

É natural um cão lamber suas feridas, mas isso não necessariamente garante sempre a "cura". Muitas vezes a lambida pode inibir a cura.

13. Cães vão demonstrar quando estão doentes

Isso não é verdade. Cães geralmente são muito bons em esconder que eles estão doentes por instinto de sobrevivência e não parecerem mais vulneráveis ​​à presa. Muitas vezes, pelo tempo que eles escondem que estão doentes, a doença pode estar bastante avançada.

14. Cães que ficam somente no interior das casa não precisam de prevenção de dirofilariose

Isso não é verdade. Animais de estimação interior também estão em risco de dirofilariose, que é transmitida por mosquitos que podem entrar nas casas.

15. Os cães comem pedras, concreto ou lambem suas fezes ou de outros animais por causa de desequilíbrios nutricionais

Ninguém sabe por que cães comem "coisas" que não devem comer. Alguns veterinários acreditam que alguns cães que comem estas "coisas" podem estar tentando chamar a atenção ou tentando escapar do tédio. É importante para que os cães tenham uma dieta bem equilibrada, que atenda as suas necessidades alimentares e nutricionais e pratiquem exercícios físicos.

16. Os cães não precisam guia - eles naturalmente sabem para onde ir

Ah ... se isso fosse verdade. Você precisa treinar seu cão para onde ir. Essa preferência acontece quando você começa em uma idade jovem e incentiva o cão positivamente para trabalhos bem feitos.

Fonte:
PetMag/Uol/Artigos
Link:
http://petmag.uol.com.br/artigos/16-mitos-sobre-seu-cao/

Bichos também podem ficar doentes por conta de sofrimento.

Saiba reconhecer os sinais de que problemas emocionais
 viraram males físicos.


Problemas de pele, irritabilidade, falta de apetite 
e sonolência podem ser sinais de que há algo errado com a mente do seu mascote.

Crédito Imagem: Thinkstock

Apesar de ter uma idade avançada, Mimi, uma gata siamesa de 17 anos,
 nunca havia apresentado problemas de saúde até o momento. Porém, 
alguns meses após a morte da sua amiga Xuxa, uma persa de 15 anos,
 e alguns problemas físicos com o seu dono, Julio Murilo de Matos, 
a felina passou a apresentar constantemente vômitos e problemas de pele.

- A Mimi sempre foi muito brincalhona e saudável, mas de uns tempos para cá começou a apresentar muitos problemas da pele.

Os problemas físicos, segundo a veterinária da felina, Daniela Gomes, não são reflexos de uma patologia orgânica, mas, sim, emocional, como uma resposta do corpo a um sofrimento psicológico.

- Recentemente ela perdeu uma companheira e os problemas do dono, que o deixa triste, acabam refletindo nela.
Segundo o veterinário Alexandre Rossi, mais conhecido como Dr. Pet (Record) , a somatização – como é chamado este tipo de problema- é um sintoma comum e está cada vez mais comprovado cientificamente.

- Quando nós não estamos bem, frustrados ou com raiva, a chance de desenvolver problemas de saúde é maior, pois há uma queda no sistema imunológico.

Assim como os seres humanos, os bichos também têm necessidade psicológica, principalmente os mamíferos, que são muito comparáveis a espécie humana e possuem laços afetivos com as pessoas do convívio.

- O bicho quando não se sente parte do bando ou capta algo errado com quem ele ama, passa a absorver os problemas para si. A simpatia dos animais com o ser humano é muita. A gente influencia diretamente o estado emocional deles.
O animal para estar saudável tem que ter um equilíbrio das suas necessidades. Quando suas emoções ficam exacerbadas é um sinal de que ele não está bem.Para evitar que os problemas emocionais tornem-se doenças é bom ficar atento aos sinais de tristeza que os animais apresentam.

- O apetite diminui, eles param de se exercitar e acabam dormindo mais que o necessário. O dono tem que ficar atento, pois os bichos costumam apresentar essas características na sua rotina. Gato, por exemplo, é muito dorminhoco. Mas, quando esse sono se torna exagerado, é sinal de que há algo errado.
Outros problemas decorrentes do emocional são ressecamento intestinal, menor hidratação, problemas compulsivos - como arrancar os pelos sem parar – e alérgicos.

A dica do Dr. Pet para essas situações é fazer com que o animal se exercite de alguma maneira.

- Se não há espaço em casa para deixar o animal correr no quintal, seria bacana trocar a vasilha de alimento do bicho, fazendo com que ele tenha que se exercitar para encontrá-la.

Para evitar que os cães se sintam excluídos do grupo ou sozinhos, Rossi aconselha que o dono, quando sair de casa, deixe o animal ter acesso aos locais onde a família costuma ficar e que tenha o cheiro dos parentes.

- Já os felinos, que possuem características caçadoras, precisam de um espaço onde eles consigam enxergar todo o ambiente.
E, claro, o mais importante: dar muito carinho ao seu pet, isso é essencial. 

Fonte:
R7/Entretenimento/Bichos/Notícias
Link:
http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/bichos-tambem-podem-ficar-doentes-por-conta-de-sofrimento-20110614.html?question=0

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Como descobrir se seu pet é destro ou canhoto.

Pesquisa revelou que cães, gatos, aves e até peixes
podem ser destros ou canhotos.

Cães e gatos machos preferem usar a patinha esquerda como dominante
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

Quem tem algum bichinho de estimação em casa deve ter reparado que o seu pet, naturalmente oferece uma patinha com mais frequência na hora das brincadeiras. Quando o bichano vai brincar com insetos ou mesmo tentar pegar o peixinho do aquário, ele também utiliza uma determinada patinha. A novidade é que essa tendência para usar a pata direita ou esquerda revela que o animal é destro ou canhoto.


A descoberta foi feita por um grupo de psicólogos da Universidade de Belfast, Inglaterra, que analisou o comportamento de 42 gatos. O pesquisador descobriu que as fêmeas tendem a ser destras enquanto os machos, canhotos. Com os cães, a tendência se repete, mesmo entre os bichos castrados.


Cadelas e gatas preferem usar a patinha direita como dominante
Crédito: Reprodução/ Daily Mail

A curiosa pesquisa também revelou que aves e até peixes têm um lado dominante. No caso dos papagaios, por exemplo, eles tendem a pegar os objetos com o pé direito. Já os peixinhos são ambidestros na hora de escolher para que lado seguir na fuga de um predador. Os cientistas descobriram que até as baleias jubarte têm um lado dominante. Os grandes mamíferos preferem o lado direito de sua mandíbula na hora de se alimentar.

O artigo publicado pela New Scientist também revelou que cães que balançam seu rabo para a direita estão relaxados, enquanto que para a esquerda significa que estão agitados ou com medo.

Fonte:
Petmag/Uol/Notícias
Link:
http://petmag.uol.com.br/noticias/como-descobrir-se-seu-pet-e-destro-ou-canhoto/

Gordura não é sinal de saúde!

Excessos alimentares
 podem causar problemas ortopédicos em cães.

É importante manter uma boa nutrição
para controlar o peso do seu cão e evitar a obesidade
Crédito: Daily Mail
 
Quando pensamos em alimentação para pets, logo nos lembramos das modernas dietas disponíveis, completas e balanceadas, e podemos pensar que finalmente não veremos mais os comuns problemas nutricionais do passado. De fato, não os mesmos, mas infelizmente eles ainda existem.


 Antigamente, devido ao padrão de alimentação que os cães recebiam –geralmente caseira ou restrita a uma ração comercial de baixa qualidade –, os cuidados em certas fases da vida dos nossos amigos (como crescimento, gestação e lactação) eram frequentemente acompanhados de suplementação. Havia uma preocupação focada principalmente na suplementação vitamínico-mineral, tudo para que eventuais carências, comuns na época, não se desenvolvessem.

 No entanto, ao contrário da antiga realidade, hoje o que vemos são os excessos. Os fatores que juntos podem levar a eles são basicamente três:

  •  as dietas estão cada vez mais completas e balanceadas, dispensando suplementações;
  •  ainda existe muita informação errada e mitos em relação à suplementação alimentar, principalmente para os cães de grande porte;
  • os proprietários, cada vez mais, transferem maus hábitos alimentares aos seus pets, oferecendo muitos extras (como petiscos), não respeitando a quantidade recomendada pelo fabricante.

Por sua alta incidência e influência negativa direta sobre as doenças ortopédicas, cabe iniciarmos a conversa falando sobre o excesso de calorias, cuja consequência imediata é a obesidade. Estudos demonstram que aproximadamente 40% da população canina, independente do porte, estão acima do peso. Além de ser uma dificuldade por si só, a obesidade agrava, e muito, todos os problemas ortopédicos em todas as fases da vida do animal. O excesso de peso prejudica o sistema musculoesquelético, aumentando a incidência ou piorando os casos de artrose, discopatia (problema na junção das vértebras da coluna), entre outras, principalmente a displasia coxofemoral.

Especialmente no caso de filhotes, os excessos podem comprometer seu correto desenvolvimento refletindo-se por toda vida. Comumente isto decorre do fato de os proprietários desejarem que seus animais estejam satisfeitos e alcancem o desenvolvimento máximo em menor tempo possível. Porém, quando há acesso livre ao alimento associado a uma dieta saborosa, rica em proteína bruta e calorias, os animais acabam ingerindo mais energia que o necessário para seu desenvolvimento, resultando em distúrbios do crescimento.

Além disso, cães alimentados à vontade ou suplementados também excedem o consumo de outros nutrientes como o cálcio, ingerindo quantidades muito superiores às necessidades diárias, o que pode levar a sérias alterações no desenvolvimento ósseo. O excesso de cálcio exerce influência direta no crescimento, principalmente dos ossos dos membros. A tendência é que haja um acúmulo excessivo de cálcio no osso, que com o tempo interfere no crescimento e modelamento da estrutura óssea. Pesquisas demonstram uma forte associação entre níveis altos de cálcio na dieta e problemas ósseos, mesmo quando os níveis de energia e outros nutrientes se mantêm nas faixas ideais.

 Nesse contexto, é primordial chamar a atenção para o fato de que os filhotes de raças grandes e gigantes (como dogue alemão, boxer, labrador, pastor alemão, entre outros) estão mais propensos a desenvolver essas alterações, que envolvem doenças como displasia coxofemoral e displasia de cotovelo, osteocondrite dissecante, osteodistrofia hipertrófica.

 Essa predisposição está associada a fatores genéticos, mas fatores ambientais como a nutrição e o peso corporal podem deflagrar ou acentuar o problema. Diante de tudo isso, como proceder para garantir que estamos fazendo o mais correto para o melhor amigo? O meio mais indicado de garantir uma nutrição excelente é ter atenção a cuidados simples, mas decisivos para a saúde dos pets:
  • somente adquirir alimentos comerciais de alta qualidade (premium e super premium), respeitando a idade e porte do cão;
  • respeitar a quantidade indicada pelo fabricante, adequando-a ao nível de atividade física, idade e peso do cão;
  • não oferecer nenhum tipo de suplementação, principalmente de cálcio (as rações de boa qualidade são completas, dispensando absolutamente qualquer suplementação vitamínico-mineral);
  • redobrar todos estes cuidados se seu cão for um filhote ou adulto de porte grande ou gigante (acima de 25 kg de peso na idade adulta).

Atualmente o mercado dispõe de excelentes opções para cães de raças grandes e conta com alimentos para raças específicas como labrador, golden retriever, bulldog etc, todos especialmente formulados para atender de forma ideal a todas as necessidades, sem excessos prejudiciais ao seu cão.

 
sobre o autorKeila Regina de Godoy é médica veterinária formada pela Universidade Paulista (UNIP) 2000. Há 6 anos faz parte da equipe PremieR pet, onde atuou nas áreas comerciais e técnicas. Atualmente gerencia o departamento de Desenvolvimento e Capacitação Técnica da PremieR pet.

Atenção: as opiniões do artigo são de inteira responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a opinião do site PetMag.



Fonte: 
Petmag/Uol/Colunas
Link:
http://petmag.uol.com.br/colunas/gordura-nao-e-sinal-de-saude/

sábado, 11 de junho de 2011

Presenteie o seu amor com um animal abandonado!!

Think Stock

Que tal presentear seu amor  neste domingo
com um animal pronto para ganhar um lar?
"Há milhares de anos é comum a convivência amigável entre humanos e animais. Com o tempo esta amizade ganhou força, superando, em alguns casos, a convivência dos membros da propria raça.
O Brasil é o segundo país do mundo em número de animais de estimação, sendo superado apenas pelos EUA."
 
 
Fonte:
Mania de Cão / Pet Notícias
Link:
http://www.maniadecao.com.br/do/PetNoticias

Depois de gatos, Harvard pesquisa modo de beber dos cães

DO "NEW YORK TIMES"



Um estudo do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) de 2010 analisou a maneira como os gatos ingerem líquidos usando a ponta da língua. Agora é a vez da Universidade Harvard desenvolver pesquisa semelhante, mas com outro foco de estudo: os cães.

O zoólogo Alfred Crompton e sua assistente Catherine Musinsky, ambos de Harvard, usaram vídeos de alta velocidade e em raios-X para demonstrar que os dois animais, no fundo, adotam o mesmo mecanismo para beber.
"Cachorros são apenas menos exuberantes e bagunceiros ao beber. Parece que eles sugam o líquido", explica Crompton, "mas agem exatamente igual aos gatos."
Tanto o gato quanto o cão usa a língua para formar uma "coluna líquida". Antes que a bebida caia, eles abrem a boca e a jogam para dentro.
A ponta da língua do cachorro, entretanto, penetra o líquido de uma forma um pouco mais profunda do que a do gato, e espalha mais líquido durante a sucção, explica Crompton.
Isso gera a falsa impressão de que os cães fazem um movimento em concha.
O objeto de teste no estudo --publicado na edição atual do jornal "Biology Letters"-- foi a cadela de Crompton, chamada Mathilda.
Uma vez que o líquido estava na boca de Mathilda, os pesquisadores viram que ele era mantido em sulcos --ou rugas-- no céu da boca antes de descer pela garganta.
Esse local intermediário para o líquido permite que Mathilda, assim como outros de seus pares, deem lambidas contínuas e suguem outra coluna de líquido sem perder a anterior.


Fonte:
Uol/Folha.com
Link:
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/928141-depois-de-gatos-harvard-pesquisa-modo-de-beber-dos-caes.shtml