quinta-feira, 5 de maio de 2011

Projeto torna crime uso de pele de animais em eventos de moda.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 684/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), que torna crime o uso de peles de animais silvestres, domésticos ou domesticados, sejam eles nativos ou exóticos, em eventos de moda no Brasil. A pena prevista é de reclusão de um a três anos e multa.

O projeto acrescenta artigo à Lei de Crimes Ambientais (9.605/98). Para o autor, a criminalização do uso de pele de animais nas passarelas é uma forma de coibir o comércio do produto.


Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação/Pete Rede
 
Prado lembra que o comércio de peles já é proibido nos Estados Unidos e na Itália desde 2000. A União Europeia proíbe o comércio de produtos oriundos de pele de cães e gatos.

“O uso de peles verdadeiras enseja a prática de crueldades que causam sofrimento intenso nos animais”, afirma. “Existem vários outros produtos que atendem o inverno brasileiro, como o tricô e as peles sintéticas, que são mais leves, mais duráveis e práticas para cuidar”, complementa.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.


Íntegra da proposta: PL-684/2011
Autor: Lara Haje / Daniella Cronemberger


Fonte:

blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/projeto-torna-crime-uso-de-pele-de-animais-em-eventos-de-moda/

Como prevenir a dentição de cães e gatos do tártaro?

Quando nos relacionamos, em um simples bate-papo é possível saber se uma pessoa tem ou não mau-hálito. Com os pets, a proximidade das brincadeiras e os agrados dos donos com seus animais de estimação também podem revelar esse mal, que atinge grande parte da população de cães e gatos.

Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação / Pet Rede
A principal causa do mau-hálito, segundo a veterinária do laboratório Vetnil, Amanda Sonnewend, é o tártaro. “O tártaro está presente na dentição de cerca de 80% dos animais adultos e na maioria dos casos é ele o responsável pelo mau-hálito, e não os problemas estomacais, que geralmente arcam com a culpa”.

A formação do tártaro nos dentes de cães e gatos é um fator normal, diz a veterinária e se deve ao acúmulo de comida que fica retida nos dentes. “Dificilmente, a higienização bucal é feita após cada uma das refeições do pet. Os restos de alimento acumulados servem de nutrientes para bactérias que aderem aos dentes e formam a placa bacteriana. Aos poucos existe a mineralização dessas placas e forma-se, então, o cálculo dentário (tártaro)”.

A idade, a dieta alimentar e até a capacidade de defesa do organismo de cada pet são fatores de influência para determinar o aparecimento e a quantidade de tártaro no pet, revela Sonnewend.

Prevenção
Estar atento à saúde bucal do pet é uma dica valiosa para saber se há algo errado com a dentição do animal. Fazê-lo abrir a boca e observar a coloração da língua, que deve ser vermelho vivo, e dos dentes pode dar pistas valiosas sobre a higienização bucal, ressalta a especialista da Vetnil. “A atenção do dono é indispensável para que um problema de tártaro, por exemplo, seja tratado a tempo e não evolua para uma gengivite”.

Para Sonnewend, a prevenção do tártaro exige a escovação dos dentes dos animais diariamente ou pelo menos quatro vezes por semana. “O mais importante na escovação é o atrito provocado pela escova. É importante realizar esse procedimento sem causar estresse, o que pode ser feito assimilando algo de bom como o fornecimento de um prêmio, a exemplo de petiscos funcionais como o Pet Active Palitos, da Vetnil, que auxilia no controle do tártaro e, por conseqüência, do mau hálito.

Ainda não existe tratamento definitivo para o problema do tártaro e das placas bacterianas. Daí a importância de uma boa prevenção e higienização bucal do pet. O acompanhamento médico veterinário também é recomendado para diagnosticar eventuais problemas.

Fonte:

Salsicha faz mal para cachorro? Descubra.

“Ele adora uma salsicha”. Apesar de a notícia do desaparecimento do cachorro Pinpoo ter virado assunto nas redes sociais recentemente, é provável que ele nunca mais seja esquecido por conta desta frase. Já faz pouco mais de dois meses que Pinpoo, chamado assim carinhosamente pela dona por ser um cruzamento das raças pinscher e poodle, estreou na mídia.

Desaparecido no último dia 2 de março no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), ele foi encontrado duas semanas depois no mesmo local, atraído por ração misturada a pedaços de carne. A “armadilha” não poderia dar errado. Afinal, segundo sua dona, a aposentada Nair Flores, de 64 anos, “ele é cachorro de pobre. Não gosta de presunto, mas ele adora uma salsicha. Se tivesse mortadela, ele comeria”.

A frase foi dita em entrevista ao programa Pânico na TV (RedeTV) e logo virou piada entre a moçada.
O picote da fala “ele adora uma salsicha” figura atualmente nas edições das matérias humorísticas do programa. Com isso, além da piada e da comoção nacional toda em torno da busca pelo animal e o drama de dona Nair, a história levanta uma nova questão entre os aficionados por bichos de estimação: será que faz mal alimentá-los com alimentos embutidos (principalmente carnes, como a salsicha)?

 Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação Pet Rede

É comum e até automático pensar que alimentos industrializados do tipo, como salsicha, linguiça ou presunto, possam prejudicar a saúde dos animais.

Mas, de acordo com Alexandre Sano, diretor da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária, oferecer esse tipo de petisco a cachorros (que são animais carnívoros) não fará mal. Desde que não seja o único alimento da dieta do bichinho.

- Dar pedaços de salsicha ou qualquer outro alimento embutido à base de carne para um cachorro não é o problema. O organismo do animal, de natureza carnívora, está pronto para processar carnes das mais variadas possíveis, como de roedores, aves e vísceras. Se não houvesse ocorrido a domesticação, eles viveriam muito bem assim.
Mesmo a quantidade de corantes e conservantes contida nesses alimentos não é considerada propriamente nociva ao organismo de cães e gatos, segundo Sano.

- O ideal é alimentar os bichinhos com ração, hoje em dia, pois elas já vêm balanceadas. O dono pode até misturar um pedacinho de salsicha na ração, como muita gente faz. Se fizer mal, isso será apenas uma característica individual. Mas é como acontece com humanos. Assim como tem gente que não pode com certos alimentos, para os animais vale o mesmo. Há até cães que se dão melhor com rações mais simplórias e baratinhas do que com as mais elaboradas e caras.
O professor Aulus Cavalieri Carciofi, da faculdade de medicina veterinária da Unesp (Universidade Estadual Paulista), confirma a afirmação do colega.
Especialista em alimentação para cães e gatos, ele diz que até mesmo os problemas mais comuns associados ao consumo de embutidos (como pedra nos rins ou obesidade) estão relacionados muito mais à sensibilidade individual de cada animal.

- Dizer que dar linguiça para um cachorro, por exemplo, faz mal ao organismo não passa de desinformação. Os embutidos, na verdade, podem até fazer bem, pois são fonte de proteína e gordura. Se os conservantes desses alimentos são adequados ao consumo humano, logo também não podem ser considerados impróprios aos animais. O dono precisa, no entanto, levar em conta o equilibrio da dieta.
A dica, portanto, é a seguinte: se você optou por alimentar seu bichano com ração e quer fazer um agrado a ele dando um pedadinho de salsicha ou outro embutido, você até pode fazer isso diariamente, mas nunca ofereça uma quantidade 10% maior em proporção à porção diária da ração.
Agora, se você optou por alimentar seu animalzinho com comida, fica mais difícil mensurar essa proporção, que vai variar muito de acordo com o tipo de comida.

- Nesse caso é melhor procurar por um veterinário especializado em nutrição para montar uma tabelinha.
Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada
http://blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/caninos/salsicha-faz-mal-para-cachorro-descubra/

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Contato com cães libera hormônio ligado ao amor.


Crédito Imagem: Ilustração/Divulgação
Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph.

Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.

A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.

Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.

Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.

Com base na avaliação, Takefumi Kikusui – que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.

Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. “A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão”, afirmou Kikusui.

“Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana”, complementou o cientista.

Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.

Fonte:
blogs.jovempan.uol.com.br/petrede/bicharada/caninos

Bichos: relação de lealdade e amor incondicional.


Cédito Imagem: Arquivo Pessoal
O relacionamento dos bichos com os seres humanos atravessa séculos. Eles deixaram de ser objeto de entretenimento e passaram a fazer parte da família, sendo reconhecidos como verdadeiros filhos. Pensando nisso, a Jovem Pan Online saiu às ruas e ouviu algumas declarações de amor e gratidão de donos de animais. Confira reportagem de Sandra Ferreira.

Link: http://jovempan.uol.com.br/videos/bichos-relacao-de-lealdade-e-amor-incondicional-56458,1,0




Fonte:
Jovem Pan Online

Autor: Sandra Ferreira
http://jovempan.uol.com.br/videos/bichos-relacao-de-lealdade-e-amor-incondicional-56458,1,0

Após reportagem, casal de filhotes furtado é devolvido à família.

Uma família de Holambra recebeu nesta terça-feira (3) a notícia que tanto esperava há quase um mês. Depois de adotar um casal de filhotes, a residência foi alvo de ladrões. Além de levar equipamentos eletroeletrônicos, notebooks, os assaltantes decidiram também roubar os animais de estimação, que tinham sido adotadoa há apenas 3 dias. A ação dos ladrões foi gravada por câmeras de segurança da casa.
Imagem: Ilustração/Divulgação
  O furto dos equipamentos não foram tão lamentados quanto a ausência dos filhotes. Após assistir à uma reportagem exibida no Jornal da EPTV de segunda-feira (2), uma pessoa que não quis se identificar entrou em contato com a UPA (União Protetora dos Animais) de Campinas dizendo que estava com os animais e que gostaria de devolvê-los. A pessoa colocou os cães em uma caixa de transporte em uma pequena casa em construção no bairro San Martin e avisou o presidente da UPA, Vicente Carvalho.
A entrega dos animais foi feita na casa da família, em Holambra, na tarde desta terça-feira. Adriana Costa Bertoni, dona dos filhotes, conta que ficou emocionada quando recebeu a notícia e disse que “graças à divulgação da EPTV, eles estão de volta”.

Fonte:
EPTV Campinas

http://eptv.globo.com/campinas/noticias/NOT,1,1,347442,Apos+materia+da+EPTV+casal+de+filhotes+roubado+em+Holambra+e+devolvido

Grupos em defesa de animais denunciam canil por tratamento inadequado.


Imagem: Ilustração/Divulgação
Rio Grande do Sul – O Grupo Vira-Latas e Corações, junto com os grupos Amigo Bicho e Companhia e Grupo pela Abolição do Especismo, protocolou denúncia na Promotoria de Justiça Especializada contra o canil municipal. A denúncia trata sobre as condições de abandono em que se encontram os animais recolhidos, considerando o descumprimento de lei federal e estadual.

A primeira denúncia refere-se à captura indiscriminada de cães. Os animais comunitários, segundo os denunciantes, estão sendo recolhidos à revelia da Lei Estadual 13.193/2009. Foram recolhidos, segundo a denúncia, 17 cães no Cassino, sendo que três eram cadelas comunitárias que foram castradas com contribuição da comunidade e eram alimentadas.

Um caso citado é de Princesa. Ela havia sido castrada e foi hospedada na casa de uma das voluntárias do grupo, que atesta seu comportamento amigável, não oferecendo riscos aos humanos nem aos demais animais. Depois que retornou ao local de origem, foi recolhida pelo canil. Os integrantes do grupo a encontraram quando da realização da 1ª Cãominhada, em janeiro deste ano, e atestam que seu comportamento era incomum, de um ser que estava sofrendo maus-tratos: magra, com feridas no corpo, esquivando-se do contato, arrastando-se pelo chão, demonstrando ter muito medo.

A denúncia cita outros casos como de uma mestiça de Pointer, que, antes de ser recolhida, estava em boas condições de saúde. Foi encontrada no canil com sarna, escoriações de pele e alojada com outras fêmeas aparentemente saudáveis. Ela ainda se encontra no local. E é visível o estado de apatia em que se encontra.

A entrega de cadelas para adoção sem serem castradas, contribuindo para o aumento da população canina, também faz parte do documento entregue à Promotoria. “Não seria mais adequado a castração imediata, a fim de torná-las aptas para serem recolhidas pela nova família?”, questionam os denunciantes. Também relatam que tiveram conhecimento de que pessoas que adotaram cadelas no canil, nos últimos dois anos, pediram ajuda para encaminhar filhotes para a adoção.

A falta de tratamento e condições para o abrigo de filhotes é outro item citado. Quando integrantes do grupo chegaram ao canil, encontraram os filhotes separados em uma baia, junto com um cão adulto com sequela neurológica. O local é a céu aberto, sem proteção para insetos, com moscas infestando o local, excrementos e vestígios de sangue, sugerindo patologias relacionadas a verminose ou infecção por viroses ou bactérias. Os comedouros estavam vazios, e a maioria dos filhotes apresentava diversas lesões de pele, incluindo sarna, olhos com secreções e ventre distendido.

Alegam ainda a ausência de incentivo para adoção. Considerando a média de cães abrigados no canil municipal, cerca de 60 animais, consultando a página da internet, não se encontra o mesmo número de anúncios de adoção, nem próximo a esse indicador, conforme prevê o Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público.

Estrutura precária e capacidade esgotada
A médica veterinária Roberta Miranda, responsável pelo canil, explica que alguns cães foram recolhidos no ano passado porque estavam mordendo pessoas. “Recebemos denúncia do Posto de Saúde e da Brigada Militar nos alertando para estes cães. Só por isso foram recolhidos”. Ela ressalta que estes são levados ao canil e ficam à espera de que o dono venha e os identifique, levando-os embora. “Que é algo que praticamente não acontece”, informa Roberta.

Ela salienta que o grande problema é que o local não é um canil. A finalidade é a vigilância de zoonoses. “A nossa estrutura é precária, e o grande problema é o isolamento”, frisa, dizendo que realmente há cães com sarna e que estão passando por tratamento, sem grandes resultados. Roberta confirma que tem autorização para castração e atendimento ambulatorial. “Mas não tenho nem mesmo um local adequado para isso”, diz, mostrando o espaço que serve como escritório e ao mesmo tempo a sala de procedimentos.

Com a capacidade esgotada, hoje são mais de 60 cachorros no local, a veterinária alega que não há como manter tudo 24 horas por dia em perfeitas condições de higiene. “Todas as baias são lavadas pelo menos duas vezes ao dia. Mas cachorros fazem cocô e xixi. Não tem como evitar que, às vezes, os excrementos fiquem expostos”. Quanto às moscas, explica que é praticamente impossível evitar que elas apareçam. “O canil está atrás de um lixão”, justifica. Diz ainda que já solicitou reformas. “Pedimos a reforma na estrutura e já encaminhamos para o meio ambiente. Sabemos que este local não é adequado ao bem-estar dos animais, pois foi criado para o controle de zoonoses”.

Para Roberta, não é apenas o recolhimento e a castração que irão resolver o problema. “É todo um conjunto de ações que vão da castração, à educação e à fiscalização. A pessoa que adota um animal tem que saber que é responsável pelo bem-estar dele até o final da vida. E muita gente se esquece disso e acaba abandonando o animal quando este cresce”, finaliza.

E para quem tem interesse em adotar um dos cães que se encontram hoje no canil, basta acessar o blog adotenocanil.blogspot.com. Depois é só comparecer à rua São Leopoldo, 628, no Cassino, levando RG, coleira e guia.

Lei Estadual 13.193/2009
Art. 1º – Ficam definidas as diretrizes a serem seguidas por programas de controle reprodutivo de cães e gatos em situação de rua e medidas que visem à proteção desses animais, por meio de identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção e campanhas educacionais de conscientização pública da relevância de tais medidas.
Art. 2º – Fica vedado o extermínio de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres, à exceção das universidades e dos institutos com fins de ensino, pesquisa e estudos científicos.
§ 1º – A eutanásia, permitida nos casos de enfermidades em situação de irreversibilidade, será justificada por laudo do responsável técnico pelos órgãos e estabelecimentos referidos no “caput” deste artigo, precedido de exame laboratorial, facultado o acesso aos documentos por entidades de proteção dos animais.
Art. 3º – O animal de rua com histórico de mordedura injustificada – comprovada por laudo clínico e comportamental, expedido por médico, deverá ser disponibilizado ao público tão logo o animal seja avaliado – será obrigatoriamente castrado e inserido em programa especial de adoção, com critérios diferenciados.
Parágrafo único – O expediente prevê a assinatura de termo de compromisso pelo qual o adotante obrigar-se-á a cumprir o estabelecido em legislação específica para cães de raça bravia, a manter o animal em local seguro e em condições favoráveis ao seu processo de ressocialização.

Fonte:
Jornal Agora
Autor: Anete Poll
Link: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=10793