quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Porquinho faz curso de agility no Reino Unido.

Louie, de nove meses, ganhou o direito de integrar uma equipe composta por outros 15 cachorros.
Louie tem a mesma facilidade que os cães para aprender os exercícios do agility
Crédito: Reprodução/ Daily Mail
A vontade do porquinho Louie de interagir com seus amigos caninos fez com que o suíno aprendesse algo muito especial. A exemplo dos cães, ele passeia de coleira e até busca gravetos quando a sua dona pede. Como resultado de tamanho empenho ele conseguiu até mesmo o direito de integrar uma equipe de agility.

Segundo informações do jornal Daily Mail a responsável por treinar o porquinho de nove meses é Sue Williams, especialista em comportamento animal e técnica do time canino de agility de Cherish.

A profissional explicou à publicação que utiliza o reforço positivo para ensinar os truques ao suíno e que o enorme apetite do animal o auxilia a aprender rápido. “Ele adora biscoitos de gengibre, então, ele aprende rápido para ganhar mais petiscos”.

O porquinho passeia na coleira e cumpre as mesmas atividades que seus colegas caninos Crédito: Reprodução/ Daily Mail

Sue explicou ainda que a iniciativa de começar a praticar agility partiu do porquinho, que sempre ficava observando sua dona treinando seus sete cães de estimação. “Ele esteve sempre muito feliz de estar próximo dos cachorros”. Foi então que em um dos dias de treinamento a especialista estava tentanto fazer com que os cachorros passassem por um túnel, mas não obteve sucesso. No mesmo instante o esperto porquinho cumpriu a missão.

“Nesse momento eu pensei: ‘espera um minuto, os porcos parecem poder fazer um serviço melhor que os cães!’”. Desde então Louie foi integrado ao time e já participou de seis shows de talento. O maior sonho de sua treinadora é poder concorrer em breve com o animal em uma das competições de agility mais respeitadas do Reino Unido: o Crufts.

Aventura Selvagem - Adoção de Animais

ADOTE

A cada dia, milhares de pets são abandonados por seus donos, que por um motivo ou outro, desistem de criar o animal.

Muitos sofrem maus tratos, sendo judiados constantemente por seus donos. Outros são deixados nas ruas, sem comida, sem água, correndo riscos.

Inúmeras Ongs foram criadas para o recolhimento destes “caras”, tentando encontrar um novo lar e novos donos que possam lhe oferecer estrutura, cuidados e amor.

Richard decidiu ajudar nesta batalha, produzindo o quadro Adote em seu programa Aventura Selvagem.
A cada semana, um pet será mostrado no programa.

Os interessados deverão preencher a ficha abaixo e aguardar a seleção do Centro de Adoção Cobasi*.

Os candidatos aprovados irão receber seu novo companheiro diretamente das mãos de Richard. * A Cobasi, o shopping do seu animal, oferece todos os produtos para o seu pet.

Além disto, criou um Centro de Adoção, em parceria com Ongs que se dedicam a esta causa.

Conta hoje com 10 lojas espalhadas pelo estado de São Paulo e a venda direta pela internet e por telefone.

Serviço: Site: www.cobasi.com.br
Televendas: (11) 3681-6700

Carro é roubado com chow chow dentro na Zona Leste de SP

Cadela de estimação, Hanna sofre de alergia e precisa tomar remédio.Família promete recompensar quem der informações sobre o animal.
Cachorra é da raça chow chow, de língua azul
(Foto: Arquivo Pessoal)

O simples roubo de um veículo se transformou em um verdadeiro pesadelo para uma família da Zona Leste de São Paulo. O Peugeot 206 preto foi levado por três homens armados às 22h da terça-feira (1º) em frente da casa onde a família mora na Vila Matilde. Dentro do carro, estava o animal de estimação da família, uma cadela da raça chow chow, aquela de pelo bem felpudo e de língua azul, de 3 anos e que atende pelo nome de Hanna.

Segundo Francine Midori Maeda, o irmão foi abordado por três rapazes em duas motos quando se preparava para colocar o carro na garagem. “Colocaram a arma na cabeça do meu irmão. Acredito que eles não tenham visto a Hanna”, contou Maeda.

Desde a noite de terça-feira, a família não teve mais notícias do cão. “Nós tememos qualquer tipo de crueldade contra ela. Somos todos muito apegados a ela. É muito brincalhona, muito meiga, afável, não costuma estranhar ninguém”, disse, sobre o temperamento da cadela.

Devido a essa preocupação, a família decidiu divulgar pela internet um alerta sobre o desaparecimento com uma oferta de recompensa, para tentar obter informações sobre o possível paradeiro de Hanna. “Para nós, o que importa é o valor afetivo. Entendemos quem que quiser nos ajudar, não vai se preocupar com o dinheiro. Mas quem nos levar até a Hanna vamos conversar e ver um valor”, disse Maeda.

O objetivo é encontrá-la o quanto antes, já que Hanna sofre de alergia. “Por isso, ela faz uso contínuo de medicamento, para não cair o pelo e nem abrir feridas”, afirmou.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Britânica amamenta cão para fazê-lo parar de latir

Suzanne Morgan compartilha leite da filha, de 17 meses, com cadela Dixie.
Sem dinheiro para comprar comida, ela decidiu amamentar animal.
A britânica Suzanne Morgan, 32, amamenta cadela Dixie
(Foto: Reprodução)
A britânica Suzanne Morgan descobriu uma maneira inusitada para acalmar os latidos da cadela Dixie: ela decidiu oferecer o leite do próprio peito para o animal. A tática, segundo Suzanne, funcionou.

Desempregada e recém separada do marido, Susanne, 32 anos, tomou a iniciativa quando, logo após colocar a filha de 17 meses para dormir, ouviu os latidos incessantes da cadela Dixie. "Abri o armário da cozinha, e vi que não havia uma lata de comida para cachorro. Tive vontade de chorar. Sabia que Dixie não iria parar de latir até encher a barriga", conta, em depoimento à revista "Pick me up".

"Olhei dentro da geladeira e vi umas garrafas de leite que sobraram do dia anterior... Sempre produzi mais leite do que Tasha, a bebê, era capaz de beber, então tinha o hábito de guardar um pouco na geladeira, para quando ela estivesse com a babá".

Algumas noites depois de alimentar o cão com o leite que havia sido colocado nas garrafas, Suzanne conta que Dixie subiu em seu colo. "Apertei um pouco o seio, e esfreguei um pouco do leite na aréola. Alguns segundos depois, a língua dela estava lá, gentilmente lambendo meu peito", conta.

A mãe afirma que, durante um período de dois meses, deu de mamar para a filha e para o cão. "Tasha bebia o leite do seio esquerdo, e Dixie, do direito".

Americana é presa após tentar enviar cão pelo correio

Animal poderia ter morrido, segundo a polícia.
Caso ocorreu em Minneapolis, no estado de Minnesota.
A norte-americana Stacey Champion, de 39 anos, foi presa em Minneapolis, no estado de Minnesota (EUA), depois que tentou enviar um cão pelo correio, segundo reportagem da emissora "WSB-TV".

De acordo com o Departamento de Polícia de Minneapolis, a mulher pretendia enviar o animal para o estado da Geórgia.

Os investigadores disseram que os funcionários do correio fizeram perguntas usuais sobre o conteúdo da caixa, se havia produtos perecíveis, líquidos ou materiais perigosos. A mulher teria dito que "não", mas alertou que o pacote era frágil e era para ter cuidado com ele.

Do lado de fora da encomenda, Stacy escreveu: "É para o seu 11 º aniversário. É o que você queria". Ela também teria dito aos funcionários do correio para não se preocuparem se eles ouvissem sons vindos da caixa, porque ela continha um robô de brinquedo.

Os funcionários desconfiaram e abriram a caixa. Para surpresa deles, havia um cãozinho dentro dela. Segundo a polícia e o correio, o animal provavelmente teria chegado morto ao seu destino.

Labrador é o cão mais popular nos EUA pelo 20º ano consecutivo

O labrador retriever foi eleito o melhor cão nos Estados Unidos pelo 20º ano consecutivo nesta quarta-feira pela American Kennel Club (AKC), seguido do pastor alemão e o yorkshire em terceiro lugar.

O beagle, uma raça de origem europeia que durante séculos foi considerada a preferida pela monarquia britânica, aparece em quarto no ranking, e o golden retriever, em quinto, segundo o site da associação. Entre as surpresas deste ano está o bulldog, que subiu para sexto lugar, o mais alto em um século.

O boxer, o dachshund (raça popularmente conhecida como 'salsichinha'), o poodle e o pequenino shih-tzu, originário da China, completam os dez primeiros postos da lista.
A classificação se baseia no número de inscrições para cada uma das raças na AKC.

A organização destacou em comunicado que os americanos preferem cada vez mais cachorros de porte grande, como o dinamarquês, que subiu de 28º para 17º lugar, e o mastiff, usado ao longo da história como cão de guarda e que está agora em 28º, 11 posições à frente que na lista anterior.

Shopping é condenado por barrar entrada de cego e cão-guia

A Justiça do Rio Grande do Sul manteve a condenação que obrigou o shopping Iguatemi de Caxias do Sul (128 km de Porto Alegre) a pagar indenização de R$ 12.450 a um cego que foi impedido de entrar no estabelecimento com seu cão-guia.

O caso ocorreu em setembro de 2004. O autor da ação, Rogério Trucolo, afirma ter ido com a família e seu cão-guia de Bento Gonçalves até Caxias do Sul para lanchar no shopping, mas seguranças o impediram sob a alegação de que o animal era proibido no local.

Ele diz ter apresentado a lei estadual 11.739/2002, que autoriza a locomoção de deficientes visuais em qualquer estabelecimento comercial acompanhados de cães-guia, mas os seguranças se recusaram a chamar a administração do shopping para resolver a questão.

Em seguida, Trucolo foi até uma delegacia para registrar a ocorrência, mas conta que o inspetor de plantão se recusou a fazer o registro. Após apresentar a lei, ele afirma que o inspetor ligou para o shopping, que acabou por autorizar a entrada do cão-guia.

Na ação, ele afirma que não havia "mais clima para o passeio, e por estar avançada a hora, não retornou ao local".

Em sua defesa, o Iguatemi afirma que o cliente entrou no shopping com sua família e o seu cão-guia sem qualquer restrição. Segundo o shopping, foi solicitado apenas que o animal permanecesse fora da praça de alimentação, por questões de higiene.

Além disso, afirmou que foi oferecido o acompanhamento de uma funcionária durante o período em que o cliente permanecesse na praça de alimentação, mas ele escandalizou-se, dizendo que não permaneceria no local sem o cão.

A juíza Dulce Ana Gomes Oppitz condenou o shopping a pagar a indenização por danos morais em de junho de 2008. O shopping recorreu, mas a 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça manteve a condenação na quinta-feira (27). A decisão foi divulgada hoje.

Para o desembargador Artur Arnildo Ludwig, independentemente de o autor ter sido barrado na entrada do shopping ou somente impedido de ingressar na praça de alimentação, certo é que o apelante infringiu o disposto na lei estadual.

"Considerando a evidente afronta do estabelecimento comercial aos ditames de lei estadual ao obstaculizar o ingresso do autor, deficiente visual, nas dependências do shopping, juntamente com o seu cão-guia, abordando-o de maneira a chamar a atenção dos demais transeuntes, resta configurado o ato ilícito e, por conseguinte, o dever de indenizar", afirmou.

OUTRO LADO
Em nota, o Iguatemi informou que "não impede a entrada de cães-guia nas dependências do shopping" e que o pedido "para que o cão-guia não entrasse nas dependências da praça de alimentação foi feito respeitando o decreto estadual 2.430/1974, que impedia a entrada de animais em locais que comercializasse alimentos".

"A conduta do Iguatemi é permitir a entrada de cães-guia e também de cães de pequeno porte no colo. A sentença não é definitiva e cabe recurso. O shopping recorrerá".